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História Reviravoltas - Jung Hoseok - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oi, anjinhos, espero que gostem do Cap.

Capítulo 2 - Primeiro: O retorno


Seis anos atrás.

Seul, Coréia do Sul, domingo - 9:38pm.



As mãos de Hoseok se apossaram de minha cintura, segurando firme, como quem tem medo de perder um objeto valioso, a língua aveludada do rapaz explorava minha boca, assim como eu explorava a dele. Involuntariamente comecei a rebolar em seu colo, deixando claro minhas intenções naquele momento.


— Tem certeza disso? - questionou após cessar o beijo me encarando intensamente, parecia procurar em meu rosto qualquer sinal de dúvida.


— É claro que tenho - ditei confiante, eu sabia que se não estivesse confortável ele pararia na hora, eu confiava nele, então não me importei em continuar o ato.


— Você que sabe, diabinha - Hoseok proferiu o apelido que me deu quando transamos pela primeira vez.


O rapaz não me deu chance de retrucar algo grosseiro, como eu sempre fazia quando ele me chamava assim, apenas selou meus lábios. Logo já estávamos ofegantes, as grandes mãos do mais velho passeavam por meu corpo, ora apertando minha bunda e coxas, ora arranhando levemente minha pele me deixando arrepiada.


Ele guiou as mãos para a parte de cima do biquíni, desfazendo as amarras que fixavam a peça no lugar e retirando dali, deixando meu tronco exposto para ele, que sem demora capturou meu seio esquerdo com boca, sugando e mordiscando com certa força enquanto massageava meu seio direito, tudo o que consegui fazer naquele momento foi gemer manhosa para que ele continuasse.


Meu corpo respondia maravilhosamente aos estímulos do mais velho, ficando cada vez mais lubrificada a cada segundo. Lá embaixo a festa acontecia, e pelo visto não iria acabar tão cedo, enquanto naquele quarto tudo parecia tão quente e pecaminoso que não conseguia deixar a razão controlar meus pensamentos.


Hoseok me deitou na cama se levantando e retirando a bermuda que usava enquanto eu me arrumava no centro e desabotuava o short preto, logo ele se aproximou de mim, retirando meu short com certa pressa.


— Não quero enrolações hoje, amor, e não serei carinhoso com você - ele sorriu desfazendo os nós laterais da parte de baixo do biquíni e retirando a peça, que tomou o mesmo rumo das peças anteriores, o chão.


— Não me lembro de pedir que fosse carinhoso, bae - sorri sarcástica e me arrependi naquele exato momento, pois ele desferiu um tapa forte em minha coxa direita.


— Você realmente não se parece em nada com a habitual S/n, diabinha - debochou acariciando o local onde havia batido, o que me arrepiou por completo.


Hoseok não fazia o tipo "fazer amor", até mesmo na nossa primeira vez ele deixou claro que não seria carinhoso comigo, é claro que foi cuidadoso, mas não carinhoso.


Dias atuais.

Aeroporto Internazionale Falcone e Borsellino, Palermo, Itália, segunda feira - 4:53pm.



Há dois dias minha mãe me ligou desesperada, meu pai havia infartado, é claro que eu fiquei desesperada também, afinal, ele ainda era meu pai.


E agora estamos aqui no aeroporto de Palermo para voltar para Seul, as passagens foram compradas às pressas para que estivéssemos lá o mais rápido possível, eu estava sentindo um misto de emoções e algumas delas eu mal saberia como explicar.


Estava ansiosa, nervosa, preocupada e sentia que a qualquer momento poderia vomitar, as crianças estavam animadas pois finalmente iriam rever a avó após quase um ano e finalmente iriam conhecer o avô.


— Tem certeza que seu pai não vai ficar irritado com as crianças? Isso pode piorar o quadro de saúde dele, estresse nao é bom em situações assim - Hyu-sa disse preocupada, ela queria que deixasse Dylan e Dyana sob seus cuidados.


— Não precisa se preocupar com isso, só estou levando eles porque meu pai pediu, lembra? Ele não quer morrer sem conhecer os netos.


Meu pai era um homem decidido, não mudava de opinião facilmente, e quando descobriu que eram gêmeos ele se arrependeu de não poder estar ao meu lado para me apoiar, mas nunca me pediu desculpas por isso.


Quando entrei em trabalho de parto Hyu-sa ligou para mamãe, ela veio às pressas para Palermo para conhecer os netinhos, é claro que só conseguiu chegar no dia seguinte, mas ficou encantada com os recém nascidos e vinha com certa frequência para visitá-los. Mas desde que papai adoeceu ela deixou de lado as visitas para cuidar dele.


"Última chamada para o voo 829, senhores passageiros, dirijam-se para o portão de embarque."


A voz de uma mulher soou pelo alto falante, John pegou Dylan no colo enquanto eu estava com Dyana ao meu lado, Hyu-sa carregava as poucas malas que preparei para a viajem, ainda não tinha decidido nada, mas já estava pensando em volta para Seul há um bom tempo.


— Digam tchau para o John e para a Hyu-sa, pessoal - ditei para os pequenos que estavam animados demais para fazerem birra ou cara de choro.


Dylan abraçou o pescoço de John enquanto Dyana correu para perto do moreno para lhe abraçar as pernas, ganhando um cafuné do maior antes de sair correndo para abraçar Hyu-sa juntamente de Dylan, a loira ajoelhou para acolher os gêmeos nos braços.


— A tia vai sentir muita saudade de vocês - ditou chorosa e selou rapidamente a testa dos dos pequenos.


— Logo logo a gente volta, tia ‐ Dylan falou reconfortante.


Logo chegou a hora de embarcar, entreguei os documentos necessários para o funcionário do aeroporto e fomos liberados para embarcar, e assim fizemos, nos dirigindo aos devidos assentos e nos acomodando da melhor forma possível.


A brisa suave do dia batia em meu rosto, o sol estava alto no céu e as crianças brincavam de pega-pega no gramado recém aparado que exalava um cheirinho bom, se misturando ao cheiro da comida que era preparada para o almoço daquela maravilhosa tarde de domingo na parte externa da casa.


Senti os braços fortes de meu marido me envolvendo a cintura por trás e um beijo ser depositado em meu pescoço, me fazendo arrepiar levemente, sorri alegremente me virando para o homem e encontrando o tão belo sorriso ao qual eu tanto amava, os olhinhos brilhantes quase completamente fechados me fitavam amorosamente. Hoseok estava maravilhoso como sempre.


— Está linda hoje, meu amor - me beijou lentamente e me apertou com cuidado entre os braços, como se estivesse com medo de me perder.


— Mamãe, Dylan não está brincando direito - a voz fina de Dyana nos tirou do transe que era estarmos juntos.


— A culpa não é minha se você é lenta - ele desdenhou da irmã, a deixando com uma feição irritada.


— Crianças, o almoço está quase pronto, vão lavar as mãos para se sentar à mesa - mamãe chamou a nossa atenção, sempre radiante e elegante, ao lado dela estava meu pai.

Eu e Hoseok nos aproximamos dos mais velhos, eles pareciam felizes e saudáveis, o que me deixava mais feliz por estar ali.

— Como está o meu netinho, meu bem? - papai perguntou passando a mão em minha barriga elevada.- Já sabem o sexo do bebê?

— Ainda não, decidimos fazer um chá de revelação no próximo mês - Hoseok se pronunciou sorridente.



O almoço em família fora marcado para comemorar os seis meses de gestação, a minha barriga estava enorme e eu temia que fossem gêmeos novamente.


— Mamãe, mamãe - os gêmeos me chamavam insistentemente, Hoseok riu e selou levemente meus lábios.

Logo meus pais e Hoseok estavam acenando para mim, como se estivessem se despedindo enquanto os gêmeos continuavam a me chamar.


Aeroporto Internacional de Incheon, Seul, Coréia do Sul, terça- feira - 8:10am.


— Mamãe mamãe, a gente chegou, mamãe - os gêmeos falavam em uníssono, estavam eufóricos.


— Ah, foi um sonho - sussurrei enquanto limpava os olhos, logo me espreguiçando na poltrona do avião.


Assim que o avião pousou nos preparamos para descer, pegamos todos nossos pertences e eu discava o número de minha mãe no celular para ligar e avisar que chegamos enquanto saíamos do avião, ela enviaria então um carro para nos levar direto para a casa de meus pais, claro que tentei convencê-la de que ficaríamos bem se apanhassemos um táxi, mas ela insistiu para que fosse assim.


Fomos para a área onde pegamos nossas malas, eu já estava entediada de tanto esperar e tinha certeza de que os gêmeos estavam na mesma situação, ora brincando, ora brigando.


— Olha o que eu achei, mamãe - a garotinha me mostrou uma nota de cem dólares, o que me fez olhar assustada para os lados.


— Onde achou isso, Dyana?


— Aquele moço alto deixou de presente no chão - Dylan apontou para um homem alto que estava parado um pouco a nossa frente, parecia desatento ao seu redor.


— Me dá aqui - estendi a mão para a menina que me entregou prontamente a nota.— Ele não deixou de presente, ele deixou cair, sempre que virem algo no chão e virem quem derrubou, devolva, okay? - questionei intercalando o olhar entre os pequenos que concordaram com a fala.— Agora vamos lá devolver.


As crianças seguraram em minhas mãos e caminhamos em direção ao rapaz, ele parecia ser um empresário ou algo do tipo pois estava vestido com um terno aparentemente caro que lhe caía muito bem por sinal.


— Licença, moço, você deixou cair isso - Dyana se adiantou chamando a atenção do rapaz que sorriu ao ver a garota, logo, olhando em minha direção e vendo a nota em minha mão.


— Você parece ocupado, aqui está - estendi a nota para ele que agradeceu com uma pequena reverência.


— Muito obrigado, estava tão concentrado que nem percebi ela cair - ele coçou a nuca meio desajeitado após guardar a nota no bolso interno do paletó.


— Você é bem alto, qual o seu nome? - o menino parecia curioso para saber mais do rapaz, o que pegou a ambos de surpresa pois até então ele estava apenas observando.


— Ah, meu nome é Kim Namjoon, e o seu?


— Meu nome é Dylan Ryoo - sorriu estendendo a mão para Namjoon, que riu encantado com o garoto logo apertando a mão dele.


— Um prazer conhecê-lo, Dylan - ele me olhou após, como se esperasse algo de mim.— E você é...


— Ah, eu sou Ryoo S/n e estes são meus filhos, Dylan e Dyana - ele me olhou espantado, não parecia acreditar em minhas palavras.— Eles são gêmeos não idênticos, acho que dá pra perceber que eles são meio diferentes - eu ri de meu comentário acompanhada por ele, mas ainda parecia absorver a informação.


— Me desculpa se te ofender mas você realmente não parece ser a mãe deles, quero dizer, eles se parecem com você, mas você parece ser tão nova para ter filhos - ele disse meio desajeitado.


— Ah, não me ofende, já estou até acostumada com isso - confessei sorrindo.


— Com licença, perdoem minha intromissão, mas você é a senhorita S/n? - um homem questionou me olhando confuso.


— Sim, ela é nossa mamãe - Dyana disse orgulhosa e só então o homem pareceu reparar nas crianças.


— A sua mãe me enviou para buscá-la, senhorita, eu sou Min Gwan-ji - ele disse fazendo uma pequena reverência.


— Você está esperando alguém? - o garotinho questionou para Namjoon que concordou.


— Estou esperando um amigo da empresa, ele vai chegar daqui à pouco.


— Desculpa, Namjoon, mas acho que temos que ir agora - falei mais para as crianças do que para o homem a nossa frente.– Se despeçam de Namjoon, crianças.


— Tchau, Namjoon - disseram em uníssono acenando, o rapaz acenou de volta sorrindo e logo voltou a mecher em seu aparelho celular.


Pegamos nossas bagagens e acompanhamos o senhor até o carro, ele se ofereceu para guardar as malas enquanto nos acomodávamos no carro, coloquei as crianças nas cadeirinhas que estavam preparadas para tais no banco de trás do carro, logo me acomodando no banco do passageiro, Gwan-ji entrou no veículo se acomodando e prendendo o cinto, dando a partida em seguida e saindo do local em direção à casa de meus pais.


Notas Finais


Bom, por hoje é só, já digo que o próximo capítulo promete um pouco de emoção e diversão. Espero realmente que vocês tenham gostado, elogios e críticas construtivas são sempre bem vindos.

Até o próximo.


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