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História Revival - Capítulo 7


Escrita por: e nyssua


Notas do Autor


Oi oi meus anjos! Tia Bia aqui chegando pra animar a quarentena se vocês.
Vocês estão se cuidando direito? Nós nós preocupamos com vocês real.
Viu? A gente nem demorou pra postar muito o cap(eu acho).

Capítulo 7 - Negação


Cause I don't wanna lose you now

Porque eu não quero perder você agora

I'm lookin' right at the other half of me

Estou olhando bem para minha outra metade

The vacancy that sat in my heart

O vazio que se instalou em meu coração

Is a space that now you hold

É um espaço que você ocupa agora

Show me how to fight for now

Mostre-me pelo que lutar agora

And I'll tell you, baby, it was easy

E eu vou te dizer, amor,  foi fácil

Comin' back into you once I figured it out

Voltar para você uma vez que percebi

You were right here all along, oh

Que você esteve aqui o tempo todo, oh

Mirrors - Justin Timberlake

 

O jantar hoje seria servido mais tarde que o normal, na residência Uzumaki.

Naruto — sabendo dessa informação —, aproveitou para resolver o máximo de problemas que podia; despachando documentos burocráticos e autorizando missões de baixo nível. Quando chegou em casa foi recebido com toda a fofura e atenção, que podiam ser armazenadas no pequeno corpo de Himawari, e Hinata não podia deixar de apreciar a cena.

Enquanto o loiro subiu para tomar um banho, a morena teve a companhia da filha caçula para terminar de preparar a refeição. Passaram-se alguns minutos e Naruto já estava de volta à cozinha, ensinando técnicas ninjas espetaculares — desenvolvidas por ele mesmo — para a filha caçula, sobre como preparar a salada.

— Boruto já está na vila. — Ele disse no meio de uma das explicações do curso que Hima batizou de "Como ser o Papai". Depois voltou à segunda aula do curso, explicando como colocar a melhor mesa que ela já tinha visto na vida. Hinata ria o tempo todo, encontrando o olhar azul cansado de Naruto no caminho.

As coisas estavam bem melhores para eles: como casal e como família. Estavam esforçando-se para darem o melhor que podiam, para verem as crianças tendo, o que por vezes foi privado para eles: muito amor.

Como o pai, Boruto passou pela porta cumprimentando a família e subiu para tomar um banho, mas assim que ele sentou-se à mesa percebeu que o pai ficou alerta, atraindo a atenção da esposa para ele.

— Naruto-kun, está tudo bem? — Automaticamente as crianças calaram-se, e enquanto Boruto formava uma careta de insatisfação, Hima encarava o pai com os olhos brilhando em expectativa e preocupação.

— Não sei, Hina. De repente o chakra de Sasuke ficou estranho.

— Estranho, como? — A mulher pousou os talheres na mesa, encarando o marido com confusão. Boruto agora estava alerta, ajeitando a postura na cadeira. — Ele está em alguma batalha?

— Não uma que pode ser considerada comum. — Os olhos azuis de Naruto desviaram-se para a janela posta à lateral da mesa, como se pudesse enxergar através dela. — Ele não está alerta, está... confuso?

— Boruto, nem pense em sair dessa mesa agora. — Mesmo com os olhos fixos no marido, Hinata podia sentir a movimentação dos filhos ao seu lado, assim como a tensão de Boruto.

— Hina, eu preciso ver o que é. O chakra da Sakura-chan está absurdamente inconstante. Aconteceu alguma coisa.

— Sarada já está em casa? — A morena questionou e Naruto balançou a cabeça negativamente, demonstrando através do rosto maduro, o sério incômodo da curiosidade e preocupação. Ela acenou e levantou-se, o que fez com que o marido franzisse o cenho. — Você precisa parar de achar que vai resolver tudo sozinho, Naruto.

— Maninho, a mamãe chamou o papai só pelo nome. Acho que ela está brava. — Himawari cochichou para Boruto, que olhava para a mãe, claramente confuso. Hinata sorriu e retirou o próprio prato da mesa.

— Naruto-kun, fique com as crianças. — Ela falou firme, sem aceitar questionamentos. — Eu vou atrás da Sakura. Ela também é minha amiga.

 

[...]

 

Ao chegar perto da residência Uchiha, Hinata sentiu um calafrio percorrer seu corpo.

Já havia estado no antigo clã Uchiha — aquele mesmo onde ocorreu o massacre —, e poderia jurar que nem mesmo no distrito abandonado, o ambiente estava tão pesado.

Em silêncio, a Uzumaki abriu a porta, encontrando Sakura chorosa, com o rosto coberto do que era provavelmente uma maquiagem muito bem feita. Ela estava praticamente paralisada, sentada no chão e abraçando o próprio corpo. De seus lábios, manchados por um provável batom vermelho, saíam sussurros chorosos, que a morena não conseguiu compreender o que poderiam significar.

A casa estava em silenciosa e escura, sendo a sala levemente iluminada pela luz da lua, que adentrava através da janela aberta.

 — Sakura…?

— Ele se foi...foi mesmo...nem tentou me fazer mudar de idéia.

— Ele? — perguntou a perolada confusa — Ele quem? Sakura, cadê a Sarada? — Hinata abaixou-se até alcançar as mãos, agora inquietas, de Sakura.

Balançando a cabeça, com uma expressão inconformada e manchada pelas lágrimas, Sakura levantou-se, levando consigo o antigo porta retrato da família que estava ao seu lado. Os olhos verdes, desolados, prenderam-se na foto e fecharem-se com dor genuína.

— Ele olhou na minha cara e não se importou, Hinata! Mostrou aqueles olhos que não são os olhos dele e me deixou, sem nem tentar lutar! De novo! Ele me deixou de novo! — Começando a chorar mais alto, a rosada não pensou nas consequências quando deixou-se levar pelas fortes emoções, jogando o objeto contra a parede.  — Ele é um egoísta, Hina! Sempre abandonando quem ama e se importa com ele.

Hinata por sua vez, estava paralisada e sem saber o que fazer. E o que poderia? Sabia que Sakura se referia a Sasuke, mas sentia-se perdida por não saber, com detalhes, o que havia acontecido. Com receio da aproximação — devido ao claro e incomum descontrole do chakra da rosada —, Hinata pousou as mãos nos ombros combalidos e tensos da amiga, sorrindo sem mostrar os dentes e puxando o corpo da Uchiha para perto do seu, mantendo o abraço até que Sakura desmoronasse em lágrimas novamente.

— Você vai me explicar tudo depois que tomar um banho. Vou fazer um chá para nós e você vai me ter por perto o tempo que precisar, ok?

O tom de voz da Uzumaki, apesar de doce e tranquilizador, era firme e Sakura não teve outra opção a não ser concordar e subir as escadas, sumindo da visão básica da morena. Hinata respirou fundo e caminhou até a cozinha. Concentrou sua atenção e não precisou de muito tempo para perceber que a presença de Sarada, provavelmente dormindo no andar de cima e de Sasuke que não estava distante da casa.

Foi até a janela da cozinha, e com o byakugan ativo encontrou a figura do chakra de Sasuke a alguns metros, tentando esconder-se entre a vegetação que cercava a casa. Saltando pela janela, ela moveu-se até ele, não na intenção de tentar arrancar dele alguma informação ou no mínimo tentar consolá-lo. Ela não estava ali por ele, e sim por Sakura e Sarada. Mas sendo o Uchiha uma figura importante não só para as meninas, mas também para seu marido e filho, ela precisava fazer alguma coisa.

— Sasuke-san. É melhor você não ficar aqui. — Não prestou-se à formalidades de cumprimentos e Sasuke mal olhou em seu rosto, tendo o seu próprio carregado de tristeza e cansaço.

— Não é seguro deixar Sakura e Sarada sozinhas, não depois desse descontrole absurdo de chakra.

Hinata sabia que o que ele dizia tinha sentido. Sakura sempre havia sido a pessoa certa para cuidar de Sarada, porque além de ser a mãe da garota, possuía um controle impecável; o que a fazia por vezes, passar despercebida por inimigos e perigos. Além do mais, ainda havia o descontrole do próprio Uchiha, que poderia facilmente ser percebido, bastava querer. Certamente se a residência um dia foi alvo de alguma coisa, seria hoje o dia perfeito para atacar. Estavam todos vulneráveis demais. Suspirou com pesar e desviou os olhos da figura do Uchiha; era melancolia demais para não sentir-se contagiada pela tristeza.

— Eu pretendo passar a noite aqui com elas. Vá para minha casa. — Mesmo sem olhar para o moreno, Hinata tinha plena consciência de que os olhos soturnos de Sasuke estavam presos nela. — Naruto está em lá com as crianças, você pode passar a noite com eles. Tenho certeza de que Boruto vai arrumar alguma distração para você, se ainda estiver acordado.

— Acredito que é melhor não. — A Uzumaki voltou a encará-lo, acertando a postura.

— Melhor seria, se nada disso tivesse acontecido, Uchiha. — Ela falou com firmeza. — Mas aconteceu, e o melhor é você fazer o que estou dizendo. Não espere eu falar como uma superior, e me escute enquanto falo como amiga.

Sasuke não respondeu nada, e a morena não esperou que o fizesse. Tão rápido quanto saiu da casa, ela retornou, voltando os olhos para onde o Uchiha estava antes, apenas para confirmar que ele já não estava mais lá.

Como prometido, a morena preparou um chá bem forte, pegou algumas torradas e preparou uma bandeja para levar ao quarto da amiga. Passou pelo quarto de Sarada, que dormia encolhida. Suspirou com pesar e fez um breve carinho na cabeça da menina, tirou a armação dos óculos do rosto da menor com cuidado, depositando o objeto no criado ao lado da cama, cobriu-a e fechou a janela.

Quando voltou ao quarto de Sakura, ela vestia um pijama largo e seu olhar encontrava-se opaco e vazio.

— Toma um pouco do chá que eu te fiz. — A morena ofereceu, e foi dilacerante para a Uzumaki assitir os movimentos sem vida da amiga, que sempre se mostrou tão cheia de alegria. — Sarada-chan está dormindo, fechei a janela do quarto dela, porque estava ventando. Espero que não se importe. — A morena disse, tentando criar um diálogo, e a rosada sorriu sem humor.

— Eu perguntaria quando me tornei uma mãe tão inadimplente, mas nesse caso não posso culpar ninguém.

— Sakura, eu não sei o que aconteceu, mas eu senti que foi ruim. Você é uma mãe maravilhosa e eu gostaria que você não repetisse isso.

A rosada assentiu devagar, encarando o chão e abaixando a xícara depois de tomar um gole do líquido quente e forte.

— Eu sou tão burra, Hina… — Fungou, enquanto a amiga manteve o silêncio, esperando que Sakura se sentisse preparada para explicar a situação. — E-eu tentei fazer uma surpresa e ele me rejeitou de novo. Como se eu fosse um animal sarnento e sem sentimentos… eu… eu acusei ele de ter outra… — A morena sentiu-se cada vez tensa com o que a velha amiga estava falando, mas sabia que não tinha o direito de interromper. Na verdade, quase podia enxergar ela mesma no lugar de Sakura. — Eu falei que queria o divórcio… — sussurrou de forma arrependida e cansada, fungando mais uma vez.

— E é o que você realmente quer? — A Uzumaki questionou, quando percebeu que Sakura havia perdido o raciocínio e não prosseguiria com a fala.

— Eu não sei… acho que sim, na verdade não sei… estou tão exausta de ter que implorar por amor. Implorar um toque. Se eu me sinto assim, imagina a Sarada! Ela merece um pai presente e eu um homem que me ame! — Mesmo que a mulher parecesse ter certeza do que dizia, seus olhos distantes e dedos inquietos apontavam o contrário. Hinata suspirou juntando os dedos sobre o próprio colo. Quantas vezes ela mesma quis desistir? Quantas vezes ela privou os filhos do sentimento de abandono que a cercava? Quantas vezes o arrependimento de ter aberto mão de tudo a abateu, fazendo-a chorar por noites e mais noites? Sentindo os olhos sendo inundados por lágrimas, ela sussurrou:

— Talvez vocês apenas precisem de tempo…

— Tempo? — Sakura soltou outra risada amargurada — Mais tempo?

— Tudo bem, me desculpe… mas agora o que importa é pensar bem e cuidar de Sarada, minha amiga. Tudo que você está sentindo é maior do que realmente deveria, por causa do calor do momento. Precisa colocar a cabeça no lugar, e avaliar com carinho tudo o que você viveu; com Sasuke ou sem ele.

A rosada fechou os olhos com força, repreendendo-se internamente.

— Sarada… Ela viu tudo… Que vergonha! Sasuke e eu dissemos coisas demais, não sei exatamente o que ela ouviu.

— Ela já está dormindo, mas talvez seja hora hora de você estar com ela.

— Sim… minha menina já sofreu muito e não merece sofrer mais por culpa do canalha do pai.

Como se fosse mágica, por terem citado o nome da pré adolescente, sentiram a chegada do seu chakra na porta do quarto. Hinata levantou-se, e Sakura a acompanhou.

— Vou deixar vocês duas conversarem, mas espero que não se importe se eu ocupar seu quarto Sarada-chan. — A Uzumaki virou o corpo para a menina, que já estava por perto. — Não pretendo deixar vocês duas sozinhas.

— Mas e as cria…

— Naruto está com elas, Sakura. Eu disse que você me teria por perto o tempo que precisasse, não é?

Com um longo suspiro, Sakura acenou e a olhou com um leve sorriso de agradecimento.

— Obrigada por vir….

— Eu nunca abandonaria você. Amigas são para essas coisas.

Hinata passou por Sarada, que a olhou com carinho e a abraçou. A morena não esperava pelo carinho por parte da menina, que sempre mostrou-se tão restrita para demonstrações de afeto.

— Obrigada por tudo, Hinata-sama. — A mais velha sorriu e beijou o topo da menina, sussurrando que não era nada demais.

Sarada encarou a mãe assim que soltou-se do agarro da morena e a rosada sorriu com pesar, abrindo os braços para a filha. E assim que Sakura sentiu o corpo menor em segurança dentro dos seus braços, a vontade de chorar cobriu seus olhos mais uma vez, juntamente com um novo aperto no peito.

— As vezes me esqueço que você ainda não é adulta… mesmo toda a sua maturidade. Você ainda é apenas o meu bebê.

O quarto se manteve em silêncio por mais alguns minutos, sendo quebrado apenas pelos sons que Sakura emitia enquanto carregava o corpo momentaneamente frágil da filha, para deitarem-se juntas na cama. Sarada por conta própria, ocupou a parte que “pertencia” ao pai.

Sakura deitou-se de frente para a filha, fazendo alguns carinhos pelo rosto e entre os fios negros de cabelo da menina, que sem mais aguentar guardar tudo para si, começou a chorar. Rapidamente, quando os soluços chorosos começaram, a mãe a abraçou, enquanto sussurrava desculpas repetidamente; acompanhando com desespero o choro de sua pequena. A mulher nunca quis que Sarada fosse atingida por nada de ruim, e sentia-se imensamente culpada por ter praticamente colocado a menina no meio do fogo cruzado, que seu casamento havia se tornado.

Aos poucos, elas foram acalmando seus respectivos choros, permitindo que o sono chegasse, mesmo que por cansaço; sem ao menos imaginar que desobedecendo ao pedido de Hinata, Sasuke as observava com cautela e melancolia através da janela aberta.

 

[...]

 

Sasuke não queria precisar entender exatamente o motivo que o levou a ocupar a cama — bem incoerente com sua altura, inclusive — de Boruto.

Sakura era definitivamente a única pessoa capaz de tirar sua cabeça do lugar. Até mesmo quando o assunto era Sarada, ele poderia agir pela razão. Mas com Sakura não, ela ocupava toda a função de sua emoção. Se não fosse Sakura ele teria percebido a filha chegando em casa, se não fosse Sakura ele não precisaria ouvir uma “ordem” de Hinata, se não fosse Sakura ele não precisaria chorar em silêncio por causa do choro dela e de Sarada, e definitivamente, não precisaria tentar passar as últimas horas da noite em uma cama que não cabia seus pés.

A verdade é que o Uchiha não tinha mais pique para problemas desse contexto. Talvez ele aguentasse dias em claro durante outra guerra, mas mais uma discussão com Sakura — naquele tamanho e extensão — seria a morte para ele. Foi mais fácil do que ele pensou, chegar à casa de Naruto e Hinata sem desabar pelo caminho. Estava tão cansado. Física e emocionalmente. E talvez isso fosse mais claro do que ele gostaria de transparecer, ou Naruto o conhecia bem demais.

No fim, ele sabia que era um pouco das duas opções.

Só conseguiu realmente sair de perto da propriedade onde sua casa fora construída, quando teve absoluta certeza de que Sakura e Sarada dormiam. Não havia nenhum problema por perto, nem indício de perigo, além do chakra alerta de Hinata, que o deixou permanentemente grato e seguro para afastar-se da casa.

Quando chegou até a residência do hokage, o loiro já o esperava na porta; obviamente ciente de sua aproximação. Diferente do que Sasuke imaginou, Naruto não fez nenhuma pergunta, apenas colocou uma mão em seu ombro e sorriu sem mostrar os dentes, fazendo um convite silencioso para que o moreno entrasse.

Himawari e Boruto dormiam abraçados na sala, e Naruto explicou que brincaram até tarde, até que caíssem no sono. Os olhos azuis de Naruto estavam mais cansados do que de costume e Sasuke sentiu-se ainda mais culpado, por causar tantos problemas às pessoas que amava. Com uma xícara de chá em mãos, o próprio Sasuke começou a falar, sem esperar que Naruto iniciasse o assunto que tanto o incomodava.

— Nunca te vi falar tanto. — O loiro brincou, apoiando o rosto sobre a mão esquerda.

— Eu acabei de te dizer que Sakura quer o divórcio, e você está rindo da minha cara?

— Talvez ela esteja apenas com a cabeça quente. Dê tempo ao tempo. Hinata e eu passamos por problemas também. No fim, um dia de gritos e surtos se faz necessário para todos os casais do mundo. É inquestionável o que Sakura-chan sente por você, e o que você sente por ela pode até ser posto em xeque, mas no fim sabemos que é real. Mas não quer dizer que você não tem que melhorar, porque tem.

Sasuke acenou positivamente com a cabeça, respirando fundo e terminando de tomar o chá que jazia na xícara em sua mão.

— Eu prometi a Sarada que lutaria por elas, antes de sair.

— E você vai?

— Ou não me chamo Sasuke Uchiha.


Notas Finais


Vixe Maria...que tenso
O que vocês estão achando da história? Estão curtindo?
Ah! Agora temos um grupo no whats para interagir mais.
Espero mesmo que todos estejam bem e se cuidando!
(Não esqueçam de lavar a mãos)
Kissus
Link do grupo: https://chat.whatsapp.com/FLNygMbXigvFNBKH5Dqyix

Play no Spotify: https://open.spotify.com/playlist/0fJgUfitiAuIB7Tv8Cbq2J?si=5kGDDxFPTrGzCU7DxB5V6g
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