História Revolta rebelde - interativa - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Capítulo extra lalala

Capítulo 6 - Ela e Ele


Num dos pomares do palácio real do Reino do Norte, uma dupla poderia ser vista. Era um menino e uma menina, ambos da alta corte - embora não ligassem para isso na época. Isso nunca mudou quem eram ou o que faziam.

Os dois carregavam sacolas de pano, cheias. A pequena vestia uma blusa larga, calças e botas; as últimas deveriam ser apenas para a aula de equitação, mas ela gostava da peça de vestuário.O pequeno trajava roupas semelhantes, com exceção da calça, de um tom mais escuro.

Um sorriu para o outro. Era aquele sorriso conhecido entre todos no palácio. O que indicava que iam fazer alguma besteira - ou tinham feito. Era difícil saber com aqueles dois. 

De repente, correram para a área reservada para o treinamento dos equinos companheiros dos cavaleiros reais.

Ambas as sacolas chaqualhavam nos ombros das crianças. A menina estava completando a nona primavera, e o menino, a décima. As tranças ruivas dela balançavam ao vento, assim como os cabelos, castanhos, rebeldes dele, que resistia em corta-los. 

Pousaram as sacolas atrás de um arbusto e olharam ao redor; um cavalo castanho e montado vinha vindo. Se entreolharam de novo. Era agora.

A menina sacou um dos objetos de dentro de sua sacola e entrou no pasto, assobiando que nem o melhor amigo a ensinara. O garanhão olhou-a no mesmo instante. Ela levantou a mão.

- Quer a maçã? - perguntou ao animal - Vem pegar!

E correu. O cavalo acelerou e elaborou para esquerda, no campo aberto. Pela visão periférica, viu o menino conduzir outro cavalo para o lá também. Inverteram as posições, e então jogaram as maçãs para a outra margem do rio, não muito distante da outra. Os animais pularam e erraram o outro lado - encharcando os condutores.

Algumas criadas lavavam roupa ali perto de berraram.

Logo, voltaram ao começo e repetiram a ação. No final, haviam uma dúzia e meia de cavalos no riacho. 

Ambos subiram numa árvore alta ali perto, para dividir as últimas maçãs e observar a bagunça. Era a coisa mais engraçada desde a torta de amora (não pergunte). 

Ficaram alguns minutos olhando ali de cima, rindo, e conversando. Até que um esquilo pulou em cima do menino. E ele morria de medo de esquilos. Desceram correndo da árvore, mesmo sendo vistos.

A ama da garota, irritada por ela não ter comparecido (de novo) à aula de costura, olhou-os braba. Isso foi o suficiente para tomarem a outra direção: a água. Pularam no Rio de águas cristalinas, ainda de roupa.

Depois daquilo, correram dos criados que estavam atrás deles e subiram no telhado do palácio, saindo da janela do quarto do menino. Ficaram lá até após o por do sol. Conversando ainda mais. Os dois se bastavam, sempre se bastaram. 

- Eu não quero crescer.

- Todos têm que crescer.

- Por que?

- Porque se não, como iríamos sobreviver? Nós não conseguiríamos montar um castelo, ter bebês, curar pessoas, plantar, colher...

- Sim, entendi. Só que eu queria poder ser criança para sempre.

- Eu sei.

- E você poderia ficar aqui para sempre também.

- Eu vou ficar com você pra sempre, eu juro. Juro juradinho de dedinho. 

- E eu juro juradinho de dedinho que vou ficar com voce para sempre. 

Inventaram aqule juramento quando ele tinha seis primaveras, e ela, cinco. Usaram-o desde então. Não era possível quebra-lo, a menos que o outro liberasse. Era afeto e carinho e história e confiança em algumas palavras e um cruzar de dedos. Mas era assim com eles também: detalhado e simples e complicado. E lindo de bonito, com diria a ama da menina.

Foi uma das melhores tardes de suas vidas.

Na melhor época de suas vidas - até agora


Notas Finais


Eu pensei em fazer mais capitulos extras desse tipo: curtos, que se passaram antes do começo da história, e sem citar nomes.
Vi essa ideia em "a rebelde do deserto" livro 2 (a traidora do trono) e 3 (a heroína da alvorada).
-> indico muito (mas já aviso q vcs vão chorar muuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiitttttttttttooooooooooooo)


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