História Revolucionários... - Capítulo 24


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Categorias Alexandra Daddario, Henry Cavill, Mila Kunis
Personagens Alexandra Daddario, Henry Cavill
Tags Amor, Artie, Hunter, Jade, Kayla, Laila, Medieval, Naomi, Nina, Rei Leston, Revolução, Revolucionarios
Visualizações 11
Palavras 2.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, FemmeSlash, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meu amores, voltei! Vou demorar, mas sempre voltarei para vocês, lindos! E sim, mesmo com poucas visualizações ou comentários continuarei a fanfic, com todo carinho e dedicação do meu coração, não com tanta frequência como no início, mas sempre voltarei, meus amores! Tanto para os leitores que estão me acompanhando silenciosamente quanto para o que comentam como Clark_Cavill (maravilindo do meu coree)!
Capítulo pré guerra, com novos personagens vindo por aí... Alguns bons, outros ruins... Muhahahahahahah!
Rsrsrsrsrsrs... Ok, não vou falar mais nada. Bora ler?
Bjxx e boa leitura!

Capítulo 24 - Quase na Jutlândia do Norte... (Se preparando parte II)


Fanfic / Fanfiction Revolucionários... - Capítulo 24 - Quase na Jutlândia do Norte... (Se preparando parte II)

Naomi

 

-Ai! Loan, você está…-lhe empurro para cima-Me machucando!-fecho os olhos para que a terra de seus calçados não me ceguem.

-Espera! Estou quase alcançando…-Loan se estica deixando cair mais um pouco de areia sobre meu rosto e vestido. Conseguindo subir na árvore, ouço a arrancar da fruta.

-Droga… Você me sujou toda.

-Valeu a pena.

-Ai! Loan! -peguei a maçã do chão que me foi jogada acertando minha cabeça.

-Você anda muito sensível ultimamente… Não parece mais a irmã maluca que eu amava.

-Loan, eu também estou surpresa comigo mesma... Mas, agora tudo é diferente. Eu estou casada. Preciso me comportar como uma… Dama. Uma mulher casada. Quando você tiver sua esposa entenderá o que estou dizendo.

-Hum... Espero que esse dia demore. Tenho muito a aproveitar ainda...-Loan sorri sapeca.

-Certo. Agora desça. Temos que voltar ao castelo.

-HEY!-olho para trás e vejo ao longe uma mulher cavalgando que se aproximando, percebo que era uma menina, e descendo do cavalo, corre até onde estávamos-Onde fica o castelo da rainha Eren?-desesperada e ofegante, a menina ruiva inspira e expira alto.

-Quem é você?-a observo com mais atenção, e noto que não parecia ser perigosa, pois não possuía nenhuma espada. Apenas uma bolsa.

-Gillian. Princesa Gillian Gilman. Trago notícias de minha mãe, Íris, rainha da Jutlândia Central. A rainha Eren precisa me ouvir. É urgente.

-Certo. Ãhm… venha comigo.

Enquanto caminhávamos Gillian me contou que havia fugido de uma invasão. Sim. Sua vila, a Jutlândia Central, na qual seus pais eram soberanos foi atacada pelo exército Trýan. Ela foi a única que conseguiu fugir. Todos os homens que o exército conseguiu pegar foram mortos, muitas crianças e mulheres foram capturadas sendo levadas em cativeiro e quando a menina Gillian contou que sua última visão foram pessoas correndo desesperadas, casas pegando fogo, homens sendo mortos cruelmente e ao fio da espada, e mulheres e crianças sendo capturadas pelas guerreiras Trýan, ela desabou em lágrimas. Que horror! Por que existem pessoas com tanta maldade? Porquê?

A rainha Eren e o rei Leston precisam saber disso urgentemente. Entramos às pressas no castelo e peço ao guarda que chame as rainhas Eren e Karen, e minha mãe. Gillian caminha de um lado a outro enquanto sua face expressa preocupação. Quando a rainha Eren surge, Gillian solta o ar.

-Céus! Obrigada por me atender, ó grande soberana do Norte. Preciso de sua proteção. Meu reino foi devastado por um exército de mulheres chamado Trýan. Agora meu pai, rei Fers da Jutlândia central, está morto e minha mãe, Rainha Íris foi junto com as crianças e mulheres que foram levados em cativeiro por este terrível e numeroso exército. Por favor, me socorra! Eu não sei o que fazer!-ela se ajoelha chorando alto.

Meu pai, meu sogro, e o rei Leston que vinham conversando pelo corredor olham para a menina sem entender.

-O que está acontecendo?-o rei Leston pergunta olhando para a pobre menina de joelhos aos prantos.

-O exército Trýan devastou a Jutlândia Central.-a rainha Eren diz enfurecida-Yanna levou a rainha Íris junto a crianças e mulheres em cativeiro. Gillian é filha da rainha Íris. Ela fugiu para cá em busca de socorro.

-Céus… E rei Fers? Esse exército é pior que cupins…-rei Leston passa as mãos pela barba intrigado.

-Está morto...-ela chora baixinho-Meu soberano.-a menina diz com olhos verdes espremidos pelo choro-Elas são bem pior que isso. Elas destroem tudo que veem pela frente. E elas estão com minha mãe…-a menina chora mais alto. Que dor...

-Se levante, Gillian.-a voz rainha soa compreensível-Você terá minha proteção e tenho certeza que onde Íris estiver ficará feliz quando souber que procurou socorro no lugar certo. Meu soberano?-o rei Leston a olha-Cuidarei de Gillian, enquanto você decide o que fazer com essa nova informação.-a Rainha Eren abraça Gillian.

-Acho que devemos começar nos preparar agora. Parece ser uma grande e terrível guerra que está às portas de nosso reino. Vou reunir os soldados e lhes informar sobre isso.

-Sim, Owen. Vamos reunir os soldados e nos preparar.-rei Leston e meu pai caminham falando com alguns guardas e a rainha Eren fala algo a minha mãe que me olha.

Por todos os Deuses de Valhalla! Nosso exército ainda não está preparado para guerrear contra Tryan!

-Filha, depois a rainha pediu que você pudesse, enquanto Jade estiver grávida, acompanhar a princesa Kayla.

-O que? Não…

-Sim. Ela disse que depois de Jade, a pessoa mais confiável é você. Então, não seja mal agradecida. Faça com alegria.-ela arruma meu vestido nos ombros.

-Não...

-Sim...

-Tudo bem... Onde está Kayla?

-Não sei. Vou subir, tenho que terminar de algumas coisas e ver como sua irmã está. Te vejo no almoço.-me dando um beijo na testa, ela sobe rápido as escadas.

Céus, me dêem paciência.

 

Hunter

 

Entro na sala de reuniões para emergente reunião que meu sogro convocou. Indo até meu irmão, olho rapidamente, e não vejo Naomi. Hum… Onde está minha amada? Tomara que não esteja arrumando confusão.

-Irmão, você soube o que aconteceu? Invadiram a Jutlândia central e devastaram tudo. E advinha quem foi? O desconhecido exército de mulheres. Trýan.

-Como? Como chegou a notícia aqui?

-Parece que enquanto Naomi e Loan estavam no pomar de maçãs, perto de Acrämänid, uma menina chegou lhes contando isso.-sim, Naomi tinha que estar ocupada se metendo com alguma coisa… Menina?

-Menina?

-Sim, uma pequena menina.-Sren me olha perplexo.

-Soldados, silêncio! SOLDADOS, SILÊNCIO!-Owen grita parecendo preocupado-Esta reunião é muito importante. Decisiva, na verdade. Hoje tivemos a informação de que a Jutlândia Central foi devastada e levada em cativeiro as mulheres e crianças. Se o exército Trýan está na Jutlândia Central, será bem rápida sua chegada até aqui. Temos que nos preparar.

-Mas, nós vós lutar contra… mulheres?-sim, eu também estava com essa dúvida…

-Sim, antes de serem mulheres elas são pessoas e como pessoas estão destruindo tudo por onde passam. Devemos lutar contra o mal mesmo que ele se apresente em forma de mulher. Você tem algum problema com isso, Torsten?-a Rainha Eren apoia as mãos na mesa que todos estavam ao redor enquanto Torsten se encolhe.

-Não, minha rainha.

-Ótimo.-tia Eren prossegue-A menina Gillian, chegou muito assustada, mas devo admitir que ela foi bem esperta e corajosa. Segundo Naomi e Loan, a menina Gillian estava falando a verdade e pude comprovar que sim pelos seus machucados e o desespero quando me viu. Ela me disse que as mulheres e crianças foram levadas e que a maior parte dos homens foram mortos.-ela fecha os olhos enfurecida-Precisamos fazer algo. Vocês não podem deixar de lutar porque são mulheres. Vocês irão lutar sim e com muita raiva para acabar de uma vez por todas com esse exército desgraçado!

-Eu também concordo!-minha sogra fala exasperada-Por todos os Deuses de Valhalla! Onde estão os soldados ferozes que eu via retornar das guerras sangrentas e impiedosas?

-Querida, se acalme…-Owen toca seu braço e ela suspira.

-Desculpe, eu fico um tanto encolerizada quando ouço as barbáries que o Exército Trýan fez, e ainda faz. Minha mãe morreu salvando eu e minha irmã Mette quando o Exército Thoren recém havia se erguido e Trýan atacou covardemente quando soube da morte do rei Leston I. Eu espero que vocês tomem o exemplo de minha mãe e façam o mesmo junto a nós, salvando aquelas mulheres e crianças.-um burburinho começa agitando os soldados.

-Podemos enviar espias.-uma das guerreiras do exército Thoren se manifesta. Tive que esticar o pescoço para vê-la, pois ela era bem baixinha. Até que não é má ideia e acredito que Owen já estivesse pensando nisso.

-Sim, eu iria justamente propor isto. Que quatro de nossos soldados fizessem todos os caminhos que levam a Jutlândia Central, colhendo informações sobre a situação para nos trazer. Uma viagem de três noites no máximo. Sem chamar muito atenção.-Owen diz abrindo os mapas em cima da mesa.-Vamos fazer assim, então…

Owen começa a explicar o caminho que os espias deviam percorrer até a Jutlândia Central, alertando os locais perigosos e mostrando rotas de fugas certeiras. Pelo que vejo temos uma guerra terrível pela frente, pois quando se é necessário enviar espias a situação está preocupante. Observando as engenhosas ideias e estratégias de Owen vejo que tenho muito a aprender com o grande e destemido General Owen, que por sorte é pai de minha amada esposa. Sua fama era grandiosa por todo o território dinamarquês, e por mais que eu não more por aqui, escutei e presenciei quando mais jovem conversas cheias de honrarias a respeito de Owen. Ele era e é muito respeitado por suas inúmeras guerras vencidas e conquistas ao lado do tio Leston. Owen muito antes de ser meu sogro já era um grande exemplo para mim, pelas batalhas, coragem e verdadeiro caráter de general. E agora que desposei sua filha, minha admiração e respeito por ele cresceu, além de ficar mais fácil para aprender como chegar ao nível que Owen possui como general.

-Assim, seria melhor enviar dois homens e duas mulheres. Para não levantar suspeitas de que pertencem a algum exército ou irmandade. Pensei assim: temos quatro rotas diferentes. Quatro soldados irão por cada uma delas. Todos disfarçados. Pela rota número um, que fica ao atravessar o riacho nos fundos do castelo. Os que forem por esse caminho circundarão todo o bosque dos Elíseos. A rota número dois será por entre as árvores de eucaliptos, que nós costumávamos treinar no verão. A rota número três será pelo rio Valhala que fica adiante da vila Århus. E a número quatro será pelo caminho conhecido por todos. O dos viajantes e comerciantes.

-E quem irá? Eu posso escolher alg...-Boren pergunta anunciando sua detestável presença.

-Não. Isso quem irá decidir será a minha rainha Eren e o competente general de meu exército, Boren.-tio Leston sentencia não dando chances a ofertas voluntárias mesquinhas.

           -Se a rainha me permite…

           -Sim, Owen.

          -Escolhi alguns soldados considerando o tempo de experiência, a força e o bom manejo da espada.-olho para o lado vendo um movimento crescente entre os soldados e Naomi aparece. De vestido.

É um tanto estranho ela aparecer aqui vestindo um vestido. Ela não me vê, tendo olhos apenas para o pai que continuava a orientar os espias. Pelo tempo que a conheço ela prefere uma bela armadura ao ter que vestir um vestido com espartilho apertado. O que a deixa linda como está agora.

               -Assim, os soldados escolhidos foram: Derian, Vala, Emma e Torsten…-meu sogro segue distribuindo os soldados, enquanto observo Naomi roer as unhas de nervosismo, provavelmente ansiando ser escolhida.

-Veja irmão, a primeira missão que não participo…-Sren fala com desgosto.

-Agora você vai ser pai. Não era o seu sonho?-sorrio e ele me olha com desdém.

-Eu vou ser pai. Isso não me impossibilita nessa missão...

-Cuidado... Está questionando a decisão de seu sogro?-Sren torceu o nariz indignado me fazendo rir.

-Na rota número um irá eu, Bjorn, Ágata e Mette. Na rota número um escolhi apenas um soldado, que é Bjorn. Preciso de três líderes para acompanhar esta missão de perto no principal caminho, pois é onde temos mais chance de achar soldados do exército inimigo em espreita. E a rainha Eren me indicou duas de suas melhores guerreiras líderes. Mette e Ágata que irão me acompanhar junto a Bjorn. Preciso me reunir agora somente com os soldados que foram escolhidos. Os demais estão dispensados.-passo os olhos procurando Naomi, mas não a encontro mais.

-Já que não fui escolhido, vou voltar para ver Jade.-Sren desgostoso toca meu ombro e caminha entre os soldados indo embora.

            Com a sala mais vazia, vejo Naomi indignada discutindo com Owen por não ser escolhida. Owen me olha e suspiro caminhando até eles entendendo o que ele queria dizer. Naomi estava atrapalhando. E agora vai ser uma guerra tentar tirar ela daqui.

            -Não! Eu não acredito nisso, pai! Valla? Torsten? NÃO! Eles mal sabem segurar uma espada!

            -Naomi, vamos...

            -NÃO! Eu quero ir, eu tenho competência para esta missão, eu sempre sonhei com isso, e eu vou ir...

            -Naomi, por favor.-a virei para mim-Seu pai quer continuar a reunião. Vamos.-a puxei pela mão e ela me acompanhou ainda olhando para trás furiosa.

            Naomi solta minha mão e caminha para fora do castelo furiosa. Por todos os Deuses, quanta fúria em uma mulher só. Isso precisa ser controlado. Caminhei indo até ela tendo uma ideia, mas ela acabou indo pela trilha que levava aos parreirais de uvas me distraindo com outras ideias. Ela continua caminhando, e eu continuo a seguindo, chegando ao final dos parreirais que já não estavam tão cheios de uvas. Acabo sorrindo com Naomi emburrada, puxando o vestido para cima e reclamando consigo mesma, senta de forma desajeitada em uma árvore caída. Me encosto em uma árvore e fico a observando de longe. Se eu tivesse conhecido Naomi antes jamais teria imaginado que me casaria com ela, por mais que sua beleza seja exuberante. Ela é muito tempestiva. Muito complicada. Muito brava. Não possui nenhum traço de delicadeza, é teimosa, além de ter uma língua ferina demais. Apesar de sua língua já ter me dado muito prazer, ela pode ser bem ferina se cutucada na hora e momento errado. Caminho até ela que se encosta, distraída, na árvore atrás de si. Sentando ao seu lado em silêncio, ela se assusta dando um pulo.

-Merda! Que susto, Hunter!-cruzo os pés, a olhando feio, tentando parecer bravo porque sua fúria sempre me fazia explodir de tesão.

-Cuidado com essa língua...-ela se encolhe triste e encosta a cabeça na árvore fechando os olhos.

-Me desculpe. Eu só estou muito irritada.-isso é novo. Naomi nunca me pediu desculpas...

            -Hum... Isso tem a ver com a nova missão de ir a Jutlândia central?

            -Era para EU ter sido escolhida, e não Valla, ou Torsten, ou Angus...

            -Porquê você está se preocupando com isso? Você terá infinitas oportunidades, Naomi...

            -Você fala isso porque já foi escolhido inúmeras vezes para missões como esta.-sorrio por me ver em uma situação como esta. Tentando aplacar a fúria de minha esposa por não ter sido escolhido para uma missão que antigamente somente homens realizavam.

            -Naomi... Você não suport...-droga. Falei merda.

            -Como é?-fecho os olhos querendo socar a mim mesmo-Você acha que eu não suportaria porque sou mulher? Seu paspalho...-se levantando, sai pisando duro. Droga...

 

            Naomi

 

            Estou cansada de sempre ter que me defender de homens que pensam como Hunter. Mulher é uma dama, mulher é delicada, mulher é como uma flor, frágil e bela... ARGH! Isso me irrita tanto! O que Hunter está pensando? Que eu sou uma inválida? Que eu não tenho um cérebro que funciona para aprender coisas novas? Que somente os homens sabem tudo? Que somente os homens são fortes? Que todos os meus treinos escondidos não valeram nada porque sou uma mulher? Que eu sou fraca e preciso de sua proteção para sobreviver? Depois que meu pai, e minha amada tia Mette me ensinaram que tudo que nossa mão consegue pegar pode se tornar uma arma mortal, eu aprendi a me defender muito bem. A missão a caminho da Jutlândia central em busca de informações sobre o exército Trýan será uma ótima oportunidade para a prova de minha competência como guerreira líder. E também para provar ao meu amado marido o quão forte, destemida e ousada é sua esposa. Ah, Hunter... Eu espero que agora você dobre sua língua deliciosa antes de me nomear como sua flor frágil. Estou cansada de homens como você. Vamos ver como você e toda a sua hombridade lidará com mais uma de minhas loucuras...


Notas Finais


Hum... Novas aventuras vindo por aí... Rrsrsrsrsrsrs...


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