História Revolution - Jeon Jungkook - Capítulo 5


Escrita por: e Excentricada__

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Curta, Ex-namorado, Hetero, Hot, Jeon, Jeon Jungkook, Jeongguk, Jungkook, Myuungheee, Namjin, Romance, Shorts, Shoujo, Você
Visualizações 161
Palavras 2.504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei, depois de décadas. Sim, me perdoem, anjos.
A Myung aqui pegou um bloqueio IMENSO e E X T E N S O, em relação a essa estória. Eu mereço uns tapas, não é? Mas me perdoem, por favor.
E pior, a escola também me atrasou em escrever.
E cara, obrigada aos 109 favs'. Sem ao menos atualizar. Nossa, realmente grata. Mas devo isso a nossa co-autora. Como assim co-autora?
Sim, agora temos a "Excentricada__" como mais novo membro da nossa bagunça.
Garanto que se a estória melhorar, é graças a ela, porque ela é uma das rainhas aqui do Spirit.
Então, espero, com esmero – rimou – que vocês a recebam com todo amor que me deram no início, quando estava sozinha.
Okay, não vou me prolongar por aqui. Hahaha.
É isso. Se eu esquecer alguma coisa, deixo nas próximas notas.
Aproveitem o capítulo.
Ah, provavelmente vai ter erros, então perdão.

Músicas do capítulo:
Flames, Tedy.
Danger (Mo-Blue-Mix), BTS part. THANH.
Emerald, LYRA

Edit.: Sinopse editada, então dêem uma olhadinha.
Boa leitura. ❤️

Capítulo 5 - Perigo


Fanfic / Fanfiction Revolution - Jeon Jungkook - Capítulo 5 - Perigo

Perigo


Dark & Wild

“Uma emoção entre um homem e uma mulher. Não quero calcular, não quero regular. Se eu soubesse que o verdadeiro amor era assim, não tenho certeza se eu teria tentado. Tudo o que sinto é raiva e o perigo.”

Danger (Mo-Blue-Mix), BTS part. THANH


Seoul, Coréia do Sul, Mikrokosmos 17:20 p.m.

Lyang ___________


Documentos.

Planilhas.

Fotos.

Conversas sussurradas.

Meu peito retumbante, a ponto de expandir, todos os olhos oblíquos e dissimulados fincados em cada pequena ação minha, que me deixava ainda mais entesada.

— Este design é conhecido pela a mistura eletrônica e uma resina que lembra madeira. - Indicava a página do slide congelada no monitor. — O metal é o elemento principal, já a "madeira" é apenas um ornamento.

Oscilei por cada rosto ali. Sentados à minha frente, buscava alguma reação de suas partes, tanto ruins como boas.

O nervosismo borbulhava até na extensão dos pêlos erguidos pelo calafrio, que me atingia a cada instante, apesar do suor febril que escorregava pelas minhas costas. Fitei quem tanto eu tentava impressionar naquele momento e seus olhos correram para um canto aleatório, terminando o encontro, e se voltaram a mim totalmente impassíveis e concentrados. Jeongguk sempre fora assim quando se tratava de trabalho, então distinguir qualquer emoção sua, nesse ambiente era uma guerra perdida.

— Nós tentamos desprender do mobiliário o sentimento industrial e tecnológico, através da combinação entre a estrutura de eletrônico e a madeira. - Fitei Namjoon-ssi que mantinha estático, a mão sustentando seu queixo anguloso e suspirei aliviada quando ele acenou positivamente, como se dissesse “Está indo bem”.

— Se não tivermos cuidado, somente o lado moderno vai acabar enfatizado, induzindo a "madeira" a esse mesmo conceito. - Jeongguk expeliu, sério. Seus dedos passeavam pelas folhas e planilhas na superfície plana do gabinete, a sua frente.

— Esse é um pensamento apropriado. - Agarrei-me aos papéis, na mão, mais forte, com medo da onda oblíqua e hipnotizante dos seus olhos me afogarem, ao mesmo tempo que me condenei por gaguejar. A semana passou-se tão calmamente e normal, por que hoje essa ansiedade turva em sua presença teria que me atingir?

— Nós também não queríamos perder a sensação calorosa da madeira, então nós encontramos materiais envelhecidos e itens vintages originais. - Eu continuei.

Deixei os papéis brincarem entre as mãos e soltei o ar que nem notara estar preso pela a tensão.

Balancei a cabeça recuperando a sanidade. Peguei o mini-controle do monitor e passei para a próxima página, no slide.

— Esse design pode servir como exemplo. - Apontei a mesa digital com detalhes em madeira fosca, que lembrava móveis antigos. Sem perder o ar tecnológico. — Nós colocamos diferentes estilos de mesas na frente dessas cadeiras gamers, presas a parede para dar o aspecto nostálgico de quando você ia em uma lan house. 

— E a mesa principal que será alocada no centro? - Jeongguk serpenteava seus lumes por um dos papéis, enquanto levava a caneta aos lábios finos, quando questionou. Ele aproveitava a situação para testar-me, provocava indiretamente. 

— A mesa que ficará no centro terá um design natural, como se estivesse sempre ali naquele lugar. - Cuspi áspera e no mesmo tom, indiretamente provocativa. — As placas que estarão espalhadas pela a superfície são resistentes, mas ainda sim sensíveis ao toque.

— A mesa parece desbalanceada. - Sr. Min expeliu sua voz soturna pela a primeira vez. Alarguei os lábios para falar, mas fui interrompida pelo o Jeon, que disse:

— Ela fez assimétrica de propósito, para criar uma atmosfera natural. - Ele era convicto enquanto falava. Eu, talvez, fosse um livro que ele conhecia de ponta a cabeça. Talvez, se fosse meu eu de cinco anos atrás, só que essa persona ficou enterrada em um passado remoto.

— Somente os jogadores podem se relacionar uns com os outros. - Desdenhou Namjoon-ssi, insinuativo, tocando o ombro do Jeon com o seu próprio. Eu o vi responder com um sorriso maroto, disfarçadamente e após desfazê-lo quando voltou a mim.

— Mas se você fizer isso, o preço será um problema crítico. - O Jeon se referia ao projeto. Levou os cotovelos a descansarem sobre a bancada e sustentou seu queixo nas mãos enlaçadas.

— Nós podemos usar a resina que citei anteriormente como uma alternativa. - Espasmos corromperam os músculos das minhas costas, enviando tremores frios pela a extensão do corpo. Eu estava quase entrando em colapso pelo nervosismo. — Nós vamos trabalhar no sentido de levar a sensação de madeira antiga. Você tem que ao menos nos deixar fazer isso. - Gaguejei. O Jeon notou e levantou um dos cantos dos lábios, descansando seus ombros largos no encosto da poltrona reclinada. — Com isso tudo, não é o bastante para alta qualidade? - Questionei absorta, analisando cada detalhe nele, até mesmo o comprimento extenso de seus cabelos negros.

— Com isso, nós podemos ao menos começar a reunião. - Levantou-se a caminho da saída, antes puxando os papéis que tinha deixado sobre a mesa. — Encontre a data assim que possível para a gente editar. - Expeliu seriamente para um rapaz de cabelos dourados, que julgo ser o secretário da Mikrokosmos.

— O que ele quis dizer? - Questionei a Seokjin-oppa, quando voltei a me sentar ao gabinete.

— Que sua apresentação foi apenas 50%. - Segurou seu queixo fino entre os dedos.

— Como assim?

— Esse será o tanto de sono que teremos essa semana. - Vociferou o Sr. Min que arrumava as planilhas que entreguei a cada um antes de começar a apresentação.

— Mas Sr. Seokjin, o que ele quis dizer?

— O nosso designer de interiores não ficou totalmente satisfeito, e quando ele liga esse modo, parece o verdadeiro CEO da Mikrokosmos. — Disse desatando em risadas. 

— Acho que o nosso Jeon está tentando deixar o ritmo de trabalho lento… - Namjoon aproximou-se, deixando uma mão no ombro de Seokjin.

— Acho que o rapaz está querendo passar mais tempo com alguém. - Segredou baixo.

— Okay, então o Revolution será atrasado, apenas porque o Jeon está atrás de um par de pernas.

— Não é qualquer par de pernas, bobinha. - Seokjin-ssi foi sarcástico. Ele emanava desdém.

— Nem que fosse uma princesa. — Cuspi enervada.

Agarrei-me a minha pasta e levantei, Namjoon-ssi percebeu meu estresse e tentou me conter, sem sucesso. Ultrapassei a porta de vidro fosco na direção do elevador. O aguardei na minha impaciência e tensão.

Se o Jeon está precisando saciar seus desejos, não deveria misturá-los ao trabalho. O Revolution não será atrasado por causa das necessidades dele. Não mesmo.

— Quem ele pensa que é?

— De quem está falando? - A voz gentil e melodiosa dele sussurrou baixinho, ao pé do ouvido. Droga! Me condenei com as piores injúrias pela mania de pensar em voz alta em momentos aleatórios. Droga!

Fitei-o por cima dos ombros e ele mantinha-se estático e com o semblante, falsamente, confuso.

— Ninguém importante. - Percorri as íris de volta ao painel, apertando freneticamente o botão.

— O botão não tem culpa, do que seja lá que esteja com raiva.

— Eu não estou com raiva! - Vociferei.

— Jura?

Ah, Jeon-ssi, vai… - Segurei o que fosse sair da boca.

— Cuidado com a boca… - Desdenhou e o observei de soslaio, com um sorriso divertido. — E você continua com o Jeon-ssi?

— Sim, e pretendo. - Bufei em meio a frase e senti mais uma vez os espasmos de fúria pelo corpo.

Jeongguk expeliu um estalo em chateação pela a boca e tocou meu ombro.

— Qual é, ___________? - Girou-me, em apenas um impulso, de frente para ele.

A custo não me perdi novamente nas suas pupilas negras como a noite e tempestuosos como o mar de ressaca. Oscilei pelos seus lábios rosados e entreabertos, mesmo sem querer. Ele me encarou a procura de dizer algo, que não expeliu. Observei com graça, seus olhos e sem querer o que mais temia houve, eu me perdi. Me perdi nos seus olhos amendoados. Soturnos, mas incontestavelmente cintilantes. Como a lua. Notei seus lábios querendo falar. Doces como bala de menta, mas apenas uma memória sórdida.

Seus dedos serpentearam até meu cotovelo, aos poucos eu via mais de perto cada marquinha que apenas o deixava mais charmoso. Coisa pura. Conseguia cada vez mais, ver os vincos nas laterais do nariz.

A atmosfera era caótica e brizante, eu sentia raiva e calma, misturados. Sentia espasmos frenéticos e dormência. E era apenas nós, ali.

Seus olhos fecharam aproveitando o mínimo de contato e esperando, nossos lábios resvalaram e foi como música. Um violino melodioso acompanhando, mas então interrompido pelo tilintar do elevador. Jeongguk me soltou virando-se de costas, não diferente, voltei-me na direção das portas de metal prateado, abertas.

Foi totalmente insano, um impulso. Isso não poderia acontecer novamente.

— Me desculpa… - Ele confessou baixinho. Eu não conseguia expelir nada coerente, então apenas deslizei para dentro do cubículo. Ele se virou na minha direção e automaticamente fitei meus sapatos. De soslaio, o vi cogitar entrar, mas algo o fez encolher e desistir. Como um gato com medo de uma poça d'água.

As portas, então, terminaram aquela confusão estranha, fechando-se. Eu me encostei na parede metálica e deslizei por ela, até o chão. Observando, absorta, incrédula, os botões do elevador. Aspirei com toda força.

Apertei a pasta que tinha em mãos ainda entorpecida pela nossa conversa. Estava atordoada, tanto que comecei o processo de roer as unhas quase que por osmose. O sorriso dele não saia da minha cabeça. Nem seus lábios. Nem seus olhos. Não, eu não podia me deixar abalar daquela forma, sequer pensar.

Respira, ___________.

Eu ergui o corpo, arrumando a roupa desgrenhada e alinhando os meus fios de cabelo. Um minuto depois o elevador voltou a abrir suas portas, revelando três homens e duas mulheres. Me recompus, pedindo aos céus para sair dali imediatamente. Eu precisava urgentemente. Precisa daquela noite resumida em muito chocolate, pipoca, cama e meu seriado. Nada de pensamentos em um quase beijo.

Eu me concentrava somente na cena da primeira interação do casal protagonista. Ela uma policial injustiçada, que tinha sido transferida desnecessariamente para uma cidade perdida e ele, um homem misterioso, atraente e de voz hipnótica. Esqueci de acrescentar que ambos teimosos e orgulhosos.

Ele insistia que ela aceitasse a carona já que estava no meio do nada e ela negava fortemente. O carro dela havia quebrado e faltava muito para sua casa ou voltar para a cidade. O que custava aceitar? Vamos, garota. É só entrar no carro.

Foi naquele momento, na hora que ele dava a última chance de acompanhá-la, que a campainha tocou. Eu gemi em chateação e depois grunhi com raiva.

Levantei a custo da cama, passando pela sala e fui atender a porta. Para meu desespero, ele estava lá. Jeongguk. Com o mesmo paletó que estava mais cedo, sem a gravata e com a camisa com os dois primeiros botões abertos. Seus braços estavam apoiados um em cada lado. A expressão que exibia era indescritível. Seus olhos negros estavam cravados em mim. Os fios longos, estavam ondulados e caíam sobre seus olhos. Não sei o que foi mais forte, o desejo intenso que assolou o meu corpo ao vê-lo, mais uma vez me observando daquela forma perturbadora que só ele conseguia fazer, ou a vergonha por ser flagrada com roupas mínimas. Tive medo das duas reações.

Ainda bem que estava a uma distância razoavelmente segura. Com a pouca luz que havia na minha sala era impossível ver o que ele tinha, no entanto dava para perceber que não estava em seu estado normal. Cansado? Preocupado? Bêbado?

— ___________.

Sua voz saiu arrastada, um tanto quanto rouca. Era demais para a minha sanidade e vários momentos passados me vinham. Precisei buscar desesperadamente por minha voz. Quando a encontrei, foi difícil fazer com que ela concordasse em falar o que deveria. Pigarreei.

— Jung… Jeon, o que faz aqui? Precisa de alguma coisa?

Me condenei por gaguejar.

Ele apenas me olhava e seus lábios exibiam um sorriso mais do que tentador. O olhar dele tinha um brilho nada ingênuo. Ele sabia muito bem o que estava fazendo, e dava pra notar que era exatamente o que queria, que eu respondesse.

— Preciso rever a sua parte do projeto. Posso entrar? - Abri a boca, mas não consegui expelir nada. Ele se aproximou, forçando-me a sair da sua frente, dando-lhe passagem. Fiquei espantada e absorta, digerindo aquilo. Ele nem esperou que eu respondesse.

Assistir a ele, ali, na minha pequena sala, foi sufocante demais para mim. Foi uma nostalgia sufocante.

— Não pode esperar até amanhã? - Eu perguntei, cruzando os braços.

Minha mente, mesmo abalada, conseguiu raciocinar e cuspi aquilo. Era uma situação, no mínimo, embaraçosa.

— Eu tenho outras coisas a fazer e não posso esperar até amanhã.

Ele não me disse “por favor". Era mais como uma ordem. Meu sangue ferveu. Ele tinha feito aquela ceninha mais cedo e agora interrompia meu momento de paz com tal prepotência.

Seus olhos se modificaram outra vez. Assumiram um brilho mais intenso. Mais sedutor. Mais faminto. Eu sabia qual era a sua fome. E o pior de tudo era que, intimamente, interiormente, eu queria saciá-la. Droga!

Ele avançou para mais perto.

— Pode me dá-la, ___________?

Meu nome era como melodia, saindo de seus lábios. Ele avançou mais. Minha mente gritava “Perigo”. Mas meu corpo não obedecia aos comandos. Eu não podia me sentir assim. Minha cabeça parecia estar em constante vertigem. Girando e girando.

O meu corpo finalmente obedeceu, recuou ao que ele avançava.

— Está tarde, e não lembro onde eu deixei, Jeon. - Expliquei, mas ele não estancou os passos felinos. Predadores. Surtiu o contrário, e ele deu uma passada mais rápida. No entanto continuei recuando até sentir o frio da parede nas minhas costas.

Jungkook relampejou um sorriso maroto, colocando suas mãos espalmadas na parede, prendendo-me entre seus braços. Não ousou mais nenhum movimento mais próximo, apenas me sondava minuciosamente. Ele realmente não parecia em si.

— Jeon... - Tentei forçá-lo a voltar.

Seu rosto estava bem próximo ao meu, de novo. Mais uma vez me corrompendo. Lançando jatos deliciosos de ar quente e cheiro de menta em minha pele.

— Pode entregar, ___________?

Eu não sabia mais se ele estava se referindo às pastas ou se a mim mesma. Corrompida pela aquela situação.

Aproximou-se um pouco mais, inebriando-me com o seu aroma natural misturado ao seu perfume, que não tinha mudado. Era afrodisíaco. Nostálgico. Era nós.

— Meu coração está queimando, você pode sentir isso hoje a noite? - Ele disse, retirando uma das mãos da parede e rapidamente segurando a minha, e levando até seu peito esquerdo.

Eu quis fugir. Eu quis correr daquilo. Mas algo foi mais forte e manteve.


“Meu coração está queimando você pode sentir isso hoje a noite?
Como um fogo aberto iluminando o céu.
Não haverá fuga.
Você e eu cara a cara.
Nós o levamos todo o caminho.
Estamos em perigo esta noite.”

Danger (Mo-Blue-Mix), BTS part. THANH

~~~

Continua...


Notas Finais


You're in danger tonight 🎶

Então Lyangs do meu coração? O que vai ser?
Hahaha.
Pasma com o Jeon.

O capítulo foi curtinho, mas o que vale é a atualização.

Edit².: O "filme" que a Lyang estava assistindo, não é filme hoihoihoi
Na verdade foi apenas uma parte, resumida de uns dos meus novos projetos – Fanfic também do Jungkook. Então se surgir a curiosidade em relação, tome o link:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/impios-17312510

Ps.: Vão dar amor a @Excentricada__

Agora eu tenho um perfil no Instagram pra gente interagir mais, então segue o link e vamos papear:
https://www.instagram.com/myuungheee/

Até o próximo. <3

Beijos da Myung. <3


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