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História Revolution - Capítulo 12


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Notas do Autor


Demorei? Sim. Tenho uma desculpa? Até tenho, mas acho que vocês já estão cansados de ouvir minhas desculpas, né?
Não vou enrolar. Sinto muito pelo atraso no capítulo, *tentarei* não repetir o feito. Sério.
Boa leitura!

Tradução do título: A orgulhosa e os heróis.

Capítulo 12 - The proud and the heroes


Dizer que Natasha estava frustrada com a interrogação de sua compatriota seria um eufemismo enorme. Yelena Belova havia passado pelo mesmo treinamento que ela, portanto era tão versada na arte de deflexão e de “manter a boca fechada” quanto a vingadora. Apesar de ter usado diversas técnicas para tentar arrancar a localização da agente Bobbi Morse da loira – incluindo a boa e velha tortura, tanto física quanto psicológica – suas tentativas só lhe traziam mais dor de cabeça.
Especialmente porque a outra Viúva Negra insistia em rir loucamente toda vez que enrolava os agentes que ajudavam a ruiva no interrogatório.
Em várias ocasiões, a heroína se questionava seriamente se sua opositora não estava de fato louca. Tais questionamentos apenas geravam mais questionamentos, como “se tivesse permanecido na Sala Vermelha, teria ficado no mesmo estado?” ou “o soro que injetaram em mim está mexendo com a minha mente? É por isso que está tão difícil de recuperar minhas memórias?”
De uma forma ou de outra, precisava de um intervalo desse jogo irritante de gato e rato no qual Coulson a envolvera.
A ruiva se levanta frustrada e deixa a sala de interrogatório. Apoiando-se na parede do corredor ela fecha os olhos e respira fundo. Não se estressava com algo assim há anos. Sempre conseguia quebrar as barreiras dos bandidos e fazê-los confessar culpa ou entregar segredos de Estado. Não conseguia pensar em nenhuma outra técnica para fazer a loira ceder. Sem mencionar o fato de que quanto mais demorava para conseguir a informação, menos chance a amiga tinha de sobreviver.
-Senhorita Romanoff? – chama um agente, fazendo a russa abrir os olhos – Precisa de algo? Um copo d’água? Uma linha segura para contatar alguém?
-Não, obrigada.
-Gostaria que algum agente ficasse dentro da sala com a senhorita? Poderia ajudar...
-Eu não preciso de... – uma ideia surge em sua mente – Chame o Coulson. Avise-o de que se Yelena não disser nada nos próximos quinze minutos, então realmente não lhe contaram o paradeiro da Agente Morse.
Desgrudando-se da parede, a vingadora caminha de volta para a sala com uma história se formando em sua cabeça. Se usasse a carta certa, a outra Viúva Negra entregaria tudo rapidinho...
Adentrando o local de modo brusco, fazendo questão de bater a maçaneta da porta contra a parede, Natasha sorri cinicamente e se aproxima de sua presa, sentando-se na cadeira em frente à mesma.
-Obrigada pela cooperação. A Agente Morse está sendo atendida por uma equipe de paramédicos nesse momento.
-Desculpe? – a loira questiona, confusa. Seu sorriso louco falha por um segundo.
-Você não faz ideia do quanto ajudou. Não somente conseguimos salvá-la, mas todos os envolvidos estão sendo presos. – Natasha observa a outra mulher consertar a postura inconscientemente, com uma cara tornando-se cada vez mais fechada e descrente.
-Isso é impossível.
-De modo algum. Todos foram apreendidos por uma equipe de elite da SHIELD, com uma ajudinha do Capitão América e do Gavião Arqueiro.
-Não tem como a idiota estar viva! – a voz da espiã se eleva com indignação - O corpo dela já deveria ter desistido!
-Ela sobreviveu toda a tortura.
-Mas não tem como ela ter sobrevivido à radiação!
Bingo. Sua estratégia estava funcionando. Só precisava continuar enrolando sua adversária.
-Você ficaria impressionada com as coisas que o Stark consegue desenvolver.
-Se ele conseguiu desenvolver algo que a salvasse de passar mais de 24 horas em Chernobyl, realmente estou impressionada...
Uma vozinha dentro da cabeça da heroína grita em pânico. As chances de Bobbi ainda estar viva diminuíam a cada palavra da outra. Engolindo a preocupação por sua amiga, faz questão de manter o sorriso cínico em sua face ao continuar seu joguinho:
-Sua ajuda foi indispensável para a encontrarmos a tempo.
-Eu não ajudei.
-Claro que ajudou. Ser vingadora me ensinou outros modos de ler uma pessoa. Mesmo não dizendo nada, consegui descobrir como você sequestrou a Agente Morse a nocauteando e a levou até a fronteira ucraniana, onde seus cúmplices a levaram até Chernobyl. Aliás, talvez devesse tomar mais cuidado com as câmeras de segurança dos trens europeus...
-Não foi isso que aconteceu.
As feições de sua compatriota eram tomadas pela fúria de estar sendo criticada. Se Natasha conseguisse empurrá-la mais um pouco...
-Claro que foi. Mas aposto que não te disseram precisamente o local de Chernobyl para o qual a levariam. Afinal, sabiam que você não seria tão boa ao ponto de não ser capturada pela agência logo após sequestrar uma agente de alta patente.
-Não foi desse jeito. Se eu quisesse, não seria capturada.
-Acho que você se superestima Yelena. Não foi difícil te capturar.
-Porque eu deixei vocês me capturarem.
Armazenando essa afirmação para posteriormente, Natasha se inclina sobre a mesa, apoiando os braços na mesma e exibindo uma expressão de deboche, se divertindo ligeiramente com a irritação de sua ex-colega.
-Admita Yelena: você está enferrujada! Já se passou muito tempo desde que foi treinada e você nunca foi muito inteligente na arte da fuga. Ou do sequestro. Após outra busca, foi bem óbvio que você demorou para nocautear a agente.
-Eu não demorei para nocauteá-la! Eu a acertei com um dardo cheio de tranquilizante para elefantes! Não fui pega por câmeras de trens europeus, já que eu a levei com um jatinho até a fronteira ucraniana e dirigi até aquela maldita cidade, onde a larguei na droga daquela escola com o idiota de Sokovia e os adolescentes mimados!
Na mosca! Seu sorriso debochado imediatamente se desmancha, ao mesmo tempo em que a expressão de fúria no rosto de Yelena se transforma em espanto. Não acreditava que havia entregue essas informações. A loira murcha na cadeira, passando a encarar a parede, como em transe por sua estupidez.
-Foi tão difícil assim me contar a verdade?
Levantando-se da cadeira, Natasha arruma sua jaqueta de couro enquanto sai da sala, imediatamente encontrando Coulson observando as imagens e o áudio de dentro da sala por um tablet no corredor. O agente que mandara para buscá-lo se encontrava ao seu lado.
-Uau. - diz o diretor, levantando a cabeça para encará-la - Toda aquela tortura e o que a fez falar foi dizer que ela foi descuidada?
-Ambas fomos treinadas para encarar tortura de cabeça erguida, mas uma consequência do nosso treinamento é nosso pior defeito: orgulho. Insulte uma viúva negra e ela fará questão de te provar errado.
-May também estava ouvindo a gravação. Assim que a Senhorita Belova mencionou Chernobyl, ela foi reunir uma equipe de agentes e paramédicos para irem buscar Bobbi.
Suspirando aliviada, a russa se encosta na parede novamente, cruzando os braços e fechando os olhos novamente.
Esperava que ainda desse tempo de salvar sua amiga.

[x]

Stephen Strange se encontrava em um espaço recluso no jardim da propriedade da base dos Vingadores. Sentado, meditando de olhos fechados, cercado de flores e ar puro, com o sol agraciando seu rosto, ele se sentia mais em paz consigo mesmo do que havia se sentido há muito tempo. Desde antes de se tornar um neurocirurgião.
-Atrapalho? – Stark interrompe sua tranquilidade.
-Um pouco. – uma sombra se projeta em sua face direita e o mago sente o milionário sentando-se na grama ao seu lado – Embora algo me diga que isso não fará diferença para você.
-Devo admitir: essa sua onda de “médico que virou mágico” é meio bizarra. – diz Tony, cruzando as pernas e deitando-se na grama, aproveitando o sol para variar. Estava precisando de vitamina D.
-Por quê?
-A ciência existe para desmistificar a magia.
-O que eu faço não é magia. – o feiticeiro desiste de sua meditação e finalmente abre os olhos, encarando o vingador de forma irritada – Só é mais fácil de explicar desse jeito.
-Então o que você faz?
-Manipulação eletrônica a nível molecular.
-Você altera a carga elétrica das moléculas do ar?
-As manipulo de modo que utilizo a energia originada de saltos eletrônicos para criar distensões no espaço-tempo.
-Como um buraco de minhoca? – a voz do bilionário treme levemente na última palavra. O ex-neurocirurgião decide ignorar tal fato, conhecendo a história do mesmo.
-Não necessariamente. Embora deva admitir que ouvi falar da sua pequena aventura através de um desses.
-Não é algo pelo que eu goste de me gabar. – naquele momento, o vingador abaixa a cabeça mirando o chão. Algo dizia ao mago que acabara de observar uma sombra de arrependimento e dúvida nas feições do mesmo, uma parcela de vulnerabilidade...
-Essa é uma frase que nunca imaginei ouvir sair da boca de alguém na sua família.
-Você é engraçadinho, não é? – Tony diz de forma sarcástica, levantando a cabeça.
-Foi você quem interrompeu minha meditação matinal por algo que ainda nem mencionou.
-Touché. – o Homem de Ferro suspira, encarando os próprios pés novamente, não sabendo como começar o assunto – O que você faz atualmente?
-Como profissão?
-Exato.
-Sou o Mago Supremo, protetor dos Sanctus e do Kamar-Taj e defensor da realidade.
-Difícil de colocar em um cartão...
-De fato.
-O que acha de aumentar um pouquinho mais esse título?
A frase, apesar de estranha, acende uma luz na mente do mago.
-Está propondo...?
-Que você se torne um vingador. - as sobrancelhas do britânico se elevam. A surpresa em seu rosto devia estar nítida para o outro homem, embora o mesmo não o demonstrasse.
Vingador?
Uma conversa que tivera com A Anciã logo no começo de seu treinamento volta a sua mente. “Os Vingadores protegem o mundo físico. Nós, protegemos o mundo etéreo.”
Talvez, ao se tornar um vingador, pudesse proteger as duas esferas...
-Strange? – chama Stark, o trazendo de volta à conversa - O que me diz?
Por outro lado, teria que aturar os demais membros da equipe.
-Temo que terei de recusar.
-Realmente poderíamos usar sua ajuda. Especialmente com a Maximoff.
-Perdão? – Strange estava verdadeiramente confuso com a última sentença.
-Ela tem essas habilidades há pouco tempo. Pode facilmente perder o controle se sua cabeça não estiver no lugar. Pensei que pudesse ajudá-la com isso. Ensiná-la algumas técnicas de respiração para se acalmar, ou sei lá...
-Creio que o Doutor Banner seria o mais indicado a ensinar alguém sobre como “manter a cabeça no lugar”.
-O problema é que depois de um pequeno incidente no treinamento... – Tony suspira, esfregando a mão no pescoço como se estivesse com dores – ele não confia nela.
Stephen se recorda da corrida matinal que presenciara anteriormente. Não podia deixar de admitir que estudá-la seria interessante. Decide, então, fazer uma proposta para Stark:
-Façamos o seguinte: eu não me tornarei um vingador, mas me disponibilizo a ajudar a moça, assim como ajudarei em batalhas caso precisem de mim.
-Como um vingador honorário? – o Homem de Ferro indaga – Para fazer isso precisaria de passos de acesso limitados aos Vingadores.
-É a minha proposta.
O americano analisa suas opções. Conhecendo a reputação do homem a sua frente sabia que não conseguiria um acordo melhor do esse.
Bem, supunha que meio mago é melhor do que mago nenhum.
-Fechado. – os dois apertam as mãos, selando o acordo – Mas preciso que me passe algumas informações para eu fazer suas credenciais.

[x]

Sam Wilson era um bom soldado. Seu tempo na aeronáutica o doutrinara a receber e executar ordens com perfeição. Contudo, também notara que, em certas ocasiões, ordens deveriam ser ignoradas. Vidas dependiam disso.
Com razão, compreendia perfeitamente a posição do Capitão América ao derrubar a SHIELD para expor a HYDRA. Não fora difícil decidir apoiá-lo. Sequer precisara pensar duas vezes antes de o fazer.
O mundo de Steve Rogers, porém, o assustava. Já vira em primeira mão os horrores dispostos em um combate. Um campo de batalha não era algo belo. Viver em um lugar tão horrendo, como o vingador fazia em sua mente desde que acordara de seu cochilo no gelo, definitivamente representava algo que o moreno se recusava a aceitar.
Por outro lado, não podia negar que a sensação de fazer a diferença ao salvar uma vida fora um dos principais motivos de ter se alistado.
Essas foram as primeiras coisas que circundaram seus pensamentos após a proposta do loiro. Sentado em uma das caras cadeiras da sala de reuniões da Base dos Vingadores, o homem refletia sobre suas opções. O convite do amigo de se juntar à equipe havia sido inesperado, mas bem-vindo. Sempre deixara bem claro que ajudaria o capitão no que ele precisasse. Sem perguntas.
Precisavam matar um senador por ele ser da HYDRA? “Dê-me o rifle!”
Um míssil está indo em direção à Casa Branca? “Um minuto, deixe eu pegar minhas asas e ajudarei!”
Valia a pena se tornar um vingador? Definitivamente!
Valia a pena seguir as ordens de seu amigo em um campo de batalha para salvar inúmeros inocentes? Com certeza!
Valia a pena ser manipulado pelo governo ou ser obrigado a seguir suas ordens por realizarem operações em solo não americano?
Esse era o problema.
-Sam? – a voz de Steve o resgata de sua mente. O capitão se encontrava na cadeira em frente a sua, aguardando uma resposta – Ainda está aqui?
-Sim. – responde Wilson – Desculpe. Estava pensando.
-Pense o quanto precisar. Estarei aqui com você.
-Agora você soou como a minha mãe.
-Ela deve ser uma mulher sábia.
-Você realmente acabou de se elogiar ao elogiar a minha mãe? – o moreno queria rir e ficar irritado ao mesmo tempo. Nas feições do loiro, um sorriso desbota. Aparentemente sua intenção era exatamente essa.
-Sério. Não estou te pressionando. Sei que é uma decisão complicada, mas realmente gostaria que você se juntasse a nós.
“Honestamente” pensa Sam “talvez seja uma boa ideia me juntar a esse circo. Quem sabe quantas dessas pérolas de idiotice poderia juntar contra o Rogers?”
-Tudo bem. – ele estende sua mão direita para selar o acordo – Estou dentro.
É para isso que servem os amigos, não é mesmo? Apoiarem-se mutualmente ao mesmo tempo em que encontram as melhores oportunidades de embaraçar o outro em público...

[x]

Shuri, a princesa de Wakanda, só detestava uma coisa quanto ao seu título: os jantares diplomáticos com os líderes das tribos.
Quando era pequena, seu irmão cobria seu posto. Inventavam mil e uma desculpas para sua ausência em tais banquetes. Atualmente, porém, sua mãe a obrigava a participar de tais eventos pois logo teria que ajudar seu irmão na política tanto interna quanto externa. A ideia de seu irmão - apoiada por seu pai - de abrir o país para o mundo certamente traria consequências favoráveis e desfavoráveis. Quando seu irmão assumisse o trono teria que lidar com as mesmas. E Shuri, sendo a líder da divisão científica, estaria na linha de frente para resolver tais consequências.
No momento, tentando evitar outro banquete irritante, a cientista se escondia em seu laboratório, desenvolvendo uma atualização para o traje de T’Challa, o manto do Pantera Negra.
Desenvolvendo uma programação para unir o vibrânio às sinapses mentais do portador do traje, a princesa não ouve a abertura da porta ou a saudação das Dora Milaje à sua líder.
Okoye amava a família real. Sempre fora próxima a eles. Principalmente pelo fato de sua irmã e o príncipe serem tão grudados desde crianças - havia até uma aposta no reino que os dois se casariam. Mas se havia uma coisa que a irritava era a insistência da princesa em tentar fugir dos jantares reais.
Por que isso a irritava? Porque ela era a única que conseguia arrastar a adolescente até os lugares em que era requisitada. Não que fosse uma tarefa fácil, visto que a mais nova insistia em desenvolver variados motivos para não comparecer a tais eventos.
-Sua Alteza – proclama a general, assustando a cientista que dá um pequeno pulo de sua cadeira, levando uma mão ao peito dramaticamente – precisamos ir. Sua mãe a espera no salão de banquetes.
-Avise a minha mãe que eu não conseguirei ir, Okoye. – responde a mais nova, voltando sua atenção para o computador – Tenho que terminar essas linhas de código.
-Sinto dizer que não foi uma sugestão, Vossa Alteza.
-Eu não posso me separar desse computador. Se eu não completar a bendita programação vou esquecer todo o meu raciocínio e terei que começar do zero!
-Você pode se dar esse luxo. – a general agarra o apoio da cadeira com rodinhas em que a princesa se sentava e começa a puxá-la para longe da bancada – Vamos.
-Mas Okoye... – reclama a cientista ao agarrar-se à borda da mesa com toda a força que conseguia pôr em seus dedos.
-Shuri...coopere...por favor... – a fala da mais velha se torna cortada pelo esforço. Ela dá uma puxada mais forte, com a outra puxando a mesa junto e agarrando seu teclado e monitor pelas unhas.
-Eu...preciso...terminar... – Shuri ofega ao tentar se segurar até pela base do monitor.
Okoye dá um último tranco no apoio da cadeira, o que leva a princesa e o monitor do pobre computador rolando pelo piso do laboratório.
Suspirando, Shuri fecha a cara. Seria obrigada a participar do maldito jantar.

Notas Finais


Alguma teoria? Dúvida? Sugestão? Reclamação?
Antes de realmente abordar a Guerra Civil, decidi acrescentar alguns personagens na história para deixá-la mais rica. Peço que tenham um pouquinho de paciência comigo se a escrita ficar confusa...estou tentando conciliar filme, séries e quadrinhos em uma só história.
Também peço desculpas se estou sendo meio grossa...cólica e enxaqueca não são uma boa combinação para pensar...

Mais uma coisinha: Sei que o mundo está passando por uma situação difícil, mas peço que tentem manter a calma. A pandemia está derrubando tudo, desde famílias que perdem seus entes queridos à pessoas que perdem seus empregos por causa da queda na balança comercial. Contudo, precisamos ter consciência de nossos atos. Ficar em casa nesse tempo de quarentena não é uma brincadeira: pode realmente salvar as vidas daqueles que estão ao seu redor!
Por favor, tomem cuidado! E se quiserem conversar com alguém sobre alguma dificuldade que estejam passando ou simplesmente desabafar sobre o medo e a angústia gerados por tudo isso, fiquem à vontade para me chamar no privado. Estou aqui por vocês.

Kisses!


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