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História Rewrite the stars - Capítulo 15


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Notas do Autor


Erros de digitação acontecem...
Obrigada a todas que estão lendo.

Capítulo 15 - Visão quebrada


Fanfic / Fanfiction Rewrite the stars - Capítulo 15 - Visão quebrada

Que sonho estranho, e ao mesmo tempo assustador. Mas o fato é que aquilo soava como uma memória, e não um sonho qualquer. Regina sentou na cama, firmando os pés no chão, olhou para o relógio, marcava 5:47. Ainda tinha algumas horas de sono, mas sabia que não conseguiria dormir mais.

Calçou seus chinelos e caminhou até o banheiro, olhou no  espelho, ajeitou o cabelo, e escovou os dentes. Despiu suas roupas, e ligou o chuveiro. Mas hoje, ela precisava mesmo era de uma banheira, onde pudesse relaxar. Num estalar de dedos, lá estava, sua banheira, com pétalas de rosas brancas, sais de banho e essência de maçã...

Ela entrou, escorou a cabeça para trás, e deixou que sua mente organizasse o turbilhão de pensamentos que a atormentam desde o início daquela tumultuada semana.

Estalou os dedos outra vez, e o pequeno rádio em cima do armário de shampoos começou a tocar uma música.


"É inegável que devemos ficar juntos
É inacreditável como eu dizia que jamais me apaixonaria
Você precisa saber
Se já não sabe como me sinto
Então deixe-me mostrá-la agora que eu estou falando sério
Se todas as coisas, na hora certa, o tempo revelará
Sim...
Um: você é como um sonho que se tornou realidade
Dois: só quero estar com você
Três: Garota, é evidente
Que você é a única para mim
E quatro: repita os passos de um a três
Cinco: e se apaixone por mim
Se algum dia eu achar que meu trabalho está terminado
Então voltarei para o primeiro passo
Sim...
É tão incrível como as coisas acontecem sozinhas
É tudo emocionante quando você descobre do que se trata, ei
E é indesejável que nós fiquemos separados
Eu jamais teria ido muito longe
Porque você sabe que tem as chaves do meu coração
Porque...
Um: você é como um sonho que se tornou realidade
Dois: só quero estar com você
Três: Garota, é evidente
Que você é a única para mim
E quatro: repita os passos de um a três
Cinco: e se apaixone por mim
Se algum dia eu achar que meu trabalho está terminado
Então voltarei para o primeiro passo
Diga adeus a escuridão da noite
Eu vejo o sol se aproximando
Sinto-me como uma criança cuja vida está começando
Você chegou e trouxe uma vida nova dentro deste meu coração solitário
Você me salvou
Na hora exata
Um: você é como um sonho que se tornou realidade
Dois: só quero estar com você
Três: Garota, é evidente
Que você é a única pra mim
E quatro: repita os passos de um a três
Cinco: e se apaixone por mim
Se algum dia eu achar que meu trabalho está terminado
Então voltarei para o primeiro passo"


Regina sabia o quanto seus sentimentos por Robin eram inegáveis, mas também sabia que se iludir com a possibilidade de um final feliz, era uma tortura desnecessária.
Amar era um luxo o qual ela não podia se dar, principalmente com uma maldição para acontecer.

O dia seguinte seria uma nova batalha, contra o seu pior lado, e ela temia o que poderia fazer, se a rainha má ficasse a solta. 

E lá estava, o pôr do sol...

Todos se preparavam para o pior, Regina procura por Robin para avisá-lo de que estava na hora. 

Ela parou em frente a ele, fitando suas órbes azuis. 

- O que foi? Tem mais alguma coisa? - Perguntou Robin ao perceber o olhar dela sobre ele. 

-  Não, eu só estou tentando me lembrar de você assim...- Disse Regina. 

- Assim como? Nervoso e alarmado? - Perguntou ele, rindo ao final. 

- Com amor nos olhos...Eu já disse o que esse feitiço vai causar. - Disse Regina.

- Talvez não Regina. - Disse ele.

- Sim, vai! Os únicos que acreditam em mim nessa cidade são você e o Henry, Só de pensar em vocês me olhando como todo o resto, com ódio...Ah. - Ela suspira. -  Isso vai me matar - Disse Regina, sentindo um estranho aperto no peito. 

-  Estamos aqui agora, isso é o que importa...Eu  te amo em todas as suas versões. - Disse Robin, selando seus lábios nos dela. Nem se importando com os olhares em volta. Um beijo, completamente diferente de todos os outros que dera nela. Carregava todo o sentimento

Branca e David ficaram presos na delegacia, cada um em uma cela, para evitar que se machucassem. Anya era imune a qualquer tipo de maldição, por isso não seria atingida. 

Henry havia acabado de ser preso no escritório de Regina, ela lançou diversos feitiços para manter o menino protegido. 

- Pra onde agora? - Perguntou Robin. 

- Minha cripta, e você precisa ficar o mais longe possível dela. Vou selar com um feitiço de proteção. É perigoso estarmos próximos agora, está acontecendo. - Disse Regina, com uma expressão de espanto. 

- Pra manter os outros fora? 

- Para me manter dentro! - Disse Regina. 

- Regina, eu não tenho medo de você! 

- Mas deveria, realmente deveria. 

- Não vou ficar longe de você! Nem tente me impedir! 

- Robin.... - Ela tenta dizer, mas ele cobre sua boca com as mãos. 

- Eu já disse, não vou a lugar nenhum sem você. - Ele disse. 

Dali, seguiram para a cripta, onde se trancaram, Regina temia o que a rainha má poderia fazer a ele. 

Emma e Elsa já se conheciam, ambas eram imunes ao feitiço de Ingrid, e precisavam de alguma maneira detê-la para evitar o pior. 

A maldição chegou, todos na cidade estavam uns contra os outros.

Regina olhou para Robin com um toque avassalador.

- Você é mesmo imbecil! Eu disse pra não ficar aqui seu ladrão. - Vociferou. Olhou-se no espelho e usou magia para trocar as vestes. - A muito melhor agora.

- Eu já disse que não vou deixar você sua mimadinha!!! - Retrucou Robin.

- Você me chamou de quê? Eu vou incineirar você seu forasteiro petulante! - Regina fez uma bola de fogo nas mãos e olhava para ele com fúria.

- Você acha que eu tenho medo da rainhazinha metida a besta? Me poupe, se poupe Regina.

- É majestade para você! E deveria ter... - Ela se aproxima dele com um sorriso maroto nos lábios. - Eu poderia fazer um estrago nesse rostinho bonito.

- Pois.. - Ele segura Regina pela cintura, e a prensa contra a parede. - Faça! Eu não estou me importando. - Deixou seu rosto perto do dela, quase a ponto de beijá-la.
‐ Ora, pois eu...- Suspira. - Pois não quero. - Regina o puxa pela gola da camisa, tomando seus lábios em um beijo, misturado com ódio, desejo e amor.

- Ousada, majestade! - Robin sorriu a ela no fim do beijo. - Embora ainda seja uma rainha mimada, manipuladora e prepotente. - Rebateu.

- E você um ladrãozinho audacioso que cheira a floresta. - Ela o empurrou com desdém.

Emma e Elsa adentram a cripta, e ao ver a salvadora, Regina se enfureceu.

- Ora, chegou bem na hora, estava olhando nos meus livros, como transformar você em um cisne, e depois depena-lá. - Regina diz em um tom amedrontador, e Robin deixa uma risada escapar.

- Posso saber o que soa tão engraçado, seu maldito? - Repreendeu.
- Seu sarcasmo, vossa chatice. - Disse Robin.
Ambos entram em uma discussão, e Emma precisava usar do ódio de Regina para se se livrar das pulseiras de Ingrid.

Sendo assim, começou a alfinetar Regina.

- Eu vim aqui para te contar algo Regina...Eu trouxe a Marian de volta de propósito, eu queria ver você sofrendo. - Disse Emma.

- Me diga algo que eu não sei, Swan. - O olhar de Regina transparecia toda raiva que ela sentia.

- Eu quero que você seja infeliz, você destruiu a felicidade dos meus pais por 28 anos, merece pagar por isso.

Regina se enfurece e lança bolas de fogo na direção de Emma e Elsa. As duas se libertam das pulseiras e saem correndo da cripta, Regina tenta ir atrás  dela mas é impedida. Robin a segurou firmemente.

- Onde pensa que vai majestade? - Indangou ele.

- Atrás daquela estúpida da Emma. - Cuspiu com desdém.

Robin a puxou impedindo que ela saísse.

‐ Deixe de ser estúpida, você realmente é insuportável, não entendo como ainda sinto tanto tesão por uma chata. - Disse Robin.

- Eu eu não sei o que vi num forasteiro, que cheira a floresta.

- Você bem que gostou do meu cheiro outro dia.

- Eu estava fora de mim. Me poupe. Agora me solte antes que eu mate você.

- Vossa petulância sabe bem que não teria coragem de me matar.

- Se eu fosse você não teria tanta certeza. - Regina, com um gesto envolveu ela e Robin em uma nuvem de fumaça. Ambos foram parar em seu escritório.

- Por que me trouxe aqui?

- Aprecio tortura antes da morte. - Regina sorriu maliciosamente.

- Pois eu não irei morrer sem lutar, e não tenho medo de você.

Ela caminha na direção dele e o empurra para cima da mesa.

- Pois deveria, eu sou má! - Riu.

Robin segurou-a pela cintura fitando seu olhar.

- Seu problema é me subestimar vossa malvadeza. Meu lado obscuro é tão ruim quanto o seu. Mas algo inegável é que mesmo te odiando eu quero jogar você nessa mesa, e te fazer gemer meu nome. - Disse Robin.

- Se tocar em mim eu arranco sua língua! - Disse ela, em tom de fúria.

- Arranca? - Ele ri, e logo morde os lábios dela provocativamente. - Você costuma gostar do que ela faz. - Ele sussurou em seu ouvido e ela arrepiou-se.

- Então me mostre, me prove porque o meu eu brega gosta de você. - Disse Regina.

Ele leva as mãos até bunda dela, apertando, de seguida a deita sobre a mesa. Desceu beijos leves e calmos por todo seu pescoço, passou a língua pelos seus lábios que se abriram e permitiram que o beijo se aprofundasse. As mãos dele perpassavam o corpo dela de modo voraz. Os trajes de rainha má a deixavam ainda mais excitante, aquilo para Robin era surreal. Como poderia estar odiando e desejando alguém ao mesmo tempo.
Começou a beijar e a morder a orelha dela, enquanto passava as mãos pelas suas costas, abrindo o fecho do vestido.  Puxou o  mesmo para baixo, revelando a calcinha de renda que era par do sutiã.  Regina riu ao olhar para ele e ver o desejo estampado em seu rosto.

Ela ficava absolutamente linda com aquela calcinha, mas ele a preferia nua.  A retirou com cuidado e de seguida levou seus lábios a intimidade dela,  queria apreciar o seu gosto, senti-lá em sua língua.  Passou a sugar seu clitóris. Logo distribuiu beijos na parte interna das coxas, a torturando sem encostar aonde mais precisava dele, lambendo lentamente a sua intimidade. Depois, ao redor do clitóris, continuou nesse movimento tortuoso, cada vez mais rápido, com mais desejo.
Toda aquela tortura a estava deixando ainda mais molhada do que já estava, e também enraivecida. Agarrou nos cabelos dele e apertou com força tentando acalmar a excitação mas sem sucesso. Ela o queria dentro dela o mais rápido possível. Abriu os olhos fitando o cenário mais lindo que assistira em muito tempo, ele ali, completamente compenetrado naquilo que fazia. 
- Por favor Robin... Não me deixe neste estado... - Ela diz e ele para por segundos e a olha.
- Pois vai ficar! - Ele se afasta, e ela o puxa.

- Nem pense em me deixar excitada e fugir. Posso bem arrancar seu coração e exigir que me foda aqui e agora. Mas quero que você queira. - Ela diz, numa voz sensual e assustadora.

- Então você quer que eu foda você?

Num instinto, ele voltou a agarrar seus cabelos e inclinou a cabeça para trás.
Ele tomou os lábios dela em um beijo intenso, e levou seus dedos a intimidade dela, que arqueaou as costas ao sentir o toque dele, gemendo o seu nome de forma sensual.
- Robin... hmm... - Entreabiu a boca e trincou lábio de forma suave mexendo sempre a cintura, devagar e sensualmente sentindo cada milímetro dos dedos dele a tocarem onde ela mais queria.
- Faça amor comigo...Mas como se eu fosse uma puta. A puta que você ama.. - Regina rio de canto. Segurou seu rosto e o puxou para um beijo demorado.
- Então você acha que eu te amo? - Indagou ele em deboche.

- Eu tenho certeza que mesmo morrendo de ódio, mesmo querendo me matar nesse momento, você me ama. Como eu amo você! Eu só queria te estrangular e depois sentar em você, e gozar pra você e gemer por você. - Ela diz, totalmente fora de si.

- Pois fique sabendo... - Ele segura no pescoço dela. - Que eu quero muito te estrangular enquanto eu te fodo gostoso. E, eu amo você, sua vadia! - Ele abre o cinto de suas calças e a retira com facilidade. Regina leva as mãos por dentro da camisa dele, subindo até retirá-la. Ela livrou-se do sutiã, e ambos se encaravam. Havia ódio e paixão estampados. Queriam se matar ao mesmo tempo em que se devorar.
Rapidamente, posicionou-se entre as pernas dela e investiu contra sua vagina que gritava por aquilo. Regina sentia seu corpo arfar involuntariamente  enquanto ele a penetrava com força e a fundo, sentindo seu membro cada vez mais duro, e ela, cada vez mais molhada, permitindo que ele deslizasse para dentro dela com maior facilidade. Investiu mais forte, mais rápido, num ritmo frenético e exaustivo. Era visível em olhares o quanto amavam aquilo...Ele precisava ouvi-la gritar por ele, precisava beijá-la. Mas estavam ocupados demais para isso, Regina sentiu seu ápice chegar aos poucos, sua respiração ofegante tal qual a de Robin.
Ele levou a boca ao seus seios, sugando-os com voracidade, mordendo e beijando. Ela queria ser uma puta? Então ele a trataria como uma!
A puxou e virou de quatro, e puxando seu cabelo com força, com uma agressividade que não sabia de onde havia surgido. Aquele lado perverso de Robin seria uma versão de Christian Grey?
A penetrava lentamente, até que se acostumasse com a posição, aproveitava para beijá-la enquanto investia. Aos poucos aumentou o ritmo. Dando tapas em sua bunda a medida que ela gemia. Ele retirou-se assim que o clímax chegou. Regina sentia seu corpo inteiro a queimar.
- É só isso? Eu quero mais! Sou insaciável! - Disse ela.
- Veremos...Hoje você não tem posto de rainha, eu serei o seu soberano, o seu ladrão de orgasmos. Vamos fazer um jogo e vou te ensinar as regras básicas e escute bem, porque só lhe direi uma vez. Já ouviu falar em BDSM? Não é uma tortura sem sentido, mas sim prazer de ambas as partes. Bondage, Disciplina, Sadismo e  Masoquismo. E tudo anda junto com outra sigla SCC. São, Seguro e Consensual, ou seja, com o consentimento de ambas as partes. Cada um têm o seu limite e por mais que você me diga pra parar eu não pararei. Não pode gemer, a menos que eu permita, ou pagará o preço. Temos uma palavra de segurança, preto. Diga isso e eu pararei no mesmo momento. Não se esqueça dessa palavra, por favor, isso é primordial...E eu não quero te machucar...Ou talvez queira. - Sorriu sarcástico. - Você está preparada para mim???

Acariciou seu clitóris e percebeu que ela deixou escapar um gemido. Enfiou os dedos dentro de sua vagina.
- Quero que transe com meus dedos até gozar pra mim agora. Entendeu?

Regina por sua vez, não se via em posição de submissa, mas aquilo parecia excitante.

Ela estava louca com tudo o que Robin dizia. Ele estava mesmo dando uma de Christian Grey para ela? Havia visto coisa assim apenas em livros daquele mundo. Mordeu o lábio ao ouvi-lo falar. Ele era tão sexy. Puxo-o para ela para o beijar mas ele para e a olha com um olhar desaprovador.

- Não tem permissão!

- Desculpe... - Ela disse. Ele penetra os dedos mais intenso e ela abre a boca tentando a todo o custo não gemer como ele  tinha avisado para não o fazer. Ela começa a movimentar a cintura lentamente, vai aumentando à medida que o ritmo dos dedos dele também aumentam. Ela sabia que seria castigada mas a vontade de gemer era enorme. Voltou a morder o lábio para tentar impedir de o fazer e limitou-se a prestar atenção aos movimentos dele. Os seus olhos estavam fechados apreciando cada momento, cada toque e investia de Robim, por isso por momentos esquecera que estava sob estritas regras e esticou a mão para acariciá-lo no braço e de seguida no peito esforçando-se por la chegar. Voltou a deitar-se confortavel e assim que os dedos dele tocam no seu ponto mais sensivel, deixou escapar sem querer um gemido alto.
- Ooh, Robin... Haam... - Quando percebeu o que fizera, abriu bastante os olhos e levou a mão à boca tapando-a.
- Foda-se... Desculpe.

Ele retirou os dedos de dentro dela, percebendo a expressão de perda estampada em seu rosto.

- Eu disse, para ficar calada. Eu dou as ordens! Você  ganhou seu primeiro castigo. Pretende ganhar um segundo? - Seu olhar se estreitou. - Não fale até que eu dê licença para falar, e mantenha as mãos nas costas.

A deixou de quatro outra vez, a visão ampla daquela bunda perfeita, lhe deu exatamente a ideia para o castigo, dei-lhe um tapa forte, e ela não oferece resistência ao mesmo, seus dedos ardem um pouco, mas o ponto foi certo, no centro, absorvendo o impacto. Segurou seu cabelo para trás puxando seu rosto para fita-la diretamente nos olhos. Os dedos ficaram marcados em vermelho nas nadegas. Deu mais alguns tapas fortemente, e uma lágrima de excitação escorre devagar no seu olho esquerdo. Ela merecia, mas para ser sincero, também estava com pena em ver tristeza naqueles lindos olhos castanhos. Mas não parou, precisava ser firme e ignorar que a amava, e o fato de estarem amaldiçoados ajudara muito, ela queria ser uma puta, então seria, tentou emendar um sétimo tapa, ela encolhe o corpo, ela puxou e colou mais os corpos agarrando na sua nuca, e a raiz do máximo de cabelos que conseguiu. Puxo eles como num rabo, o punho direito fechado rente ao couro cabeludo.
- Você quer ser a minha vadia, Regina?
Tirou-a da mesa, e a colocou de joelhos no chão, com a bunda empinada para ele, se agachou na altura de seu corpo. Passou a morder de leve aquela bunda deliciosa e foi deixando a sua língua percorrer aquelas curvas, do ânus até a vagina.
Os quadris dela se moviam...Segurou o seu pênis com força, masturbando a su mesmo, e deixando seu semêm  escorrer em sua bunda, logo introduziu seus dedos em seu ânus...Arrancado gemidos abafados que foram punidos imediatamente com tapas na bunda.

- Eu quero que você diga, que é a minha vadia! Diga!

Logo posicionou-se dentro dela, seu membro duro já gritava por isso isso. Investia com força enquanto beijava seu pescoço.
- Eu... eu sou a sua vadia Robin. - Falava com alguma dificuldade devido às investidas fortes. Os seios balançavam ao ritmo que ele estocava, ele levou uma das mãos a agarrar um dos seios apertando-o com alguma força. Regina morde o lábio, era a única coisa que conseguia fazer. Queria tanto gemer o nome dele, queria tanto lhe mostrar que ele lhe dava um prazer infindável...Levou a mão àquele braço musculado afagando-o e logo de seguida cravando as unhas no mesmo ao sentir as investidas cada vez mais intensas. Não conseguindo aguentar, retirou a mao do seu braço e voltou a apoiá-la no chão, deixando os cabelos cairem para a frente. Abriu a boca não deixando escapar nenhum gemido mas frazindo o sobrolho. Ele a excitava tanto. Moveu a cintura de forma rápida sentindo as nadegas roçar na sua barriga e curvou mais as costas ficando com a bunda completamente empinado para ele.
- Preto! OH Meu deus. Mais rápido Robin... - Deixou escapar um gemido baixinho.
- Ah! Eu disse preto! Mais... estou quase... -  O seu corpo estava pedindo por mais pois estava quase a chegar ao clímax.
- Por favor.... me deixe gemer.. - Pedia suplicante e com voz de choro pois tudo o que queria era mostrar ao homem, o prazer que ele lhe proporcionava e o fato de não poder gritar estava a tornar-se torturante demais.
— Por favor...

Deu-lhe outro tapa forte na bunda...
- Você pode gemer Regina, eu permito que o faça, mas quero ouvir palavras de baixo calão, quero que aja como a vadia que quer ser.

A encarou com um sorriso quase imperceptível nos lábios, os olhos ofuscados pelo desejo.
- Me diz como você quer que eu te foda, Regina. - Falou em um tom intenso e envolvente.
- Assim? - Dessa vez, adentrou o seu membro lentamente na sua vagina, jogou a cabeça para trás e soltou um longo suspiro.
Não que fosse necessário, mas como ela não respondeu o questionamento, pois estava ocupada demais apreciando o lento vai e vem que, apesar de torturante, era delicioso para os dois. Enquanto ele penetrava sua vagina, tão apertada e aconchegante, levou seus dedos até o clitóris passando a estimular com vontade. A puxou pelo cabelo e a levei para o sofá ali perto, sentou e a colocou em seu colo virada para ele afim de que pudesse olhar em seus olhos. E se deixaram hipnotizar pelo olhar um do outro, ele se encaixou dentro dela, e estimulava seu quadril com as mãos firmes em sua cintura, movendo para cima e para baixo repetidas vezes, fazendo o seu membro entrar e sair em um ritmo nem lento, nem rápido, mas que permitia aos dois curtirem o momento da melhor maneira possível. Apertou as suas coxas com vontade enquanto soltava alguns gemidos contidos que eram impossíveis de controlar. Revezava o olhar dos seus olhos nublados pela excitação, para os seios que pulavam sensualmente conforme se movimentava para cima e para baixo. Tinha certeza de que jamais seria capaz de esquecer aquela cena e todas as sensações que, julgava jamais ter sentido com mulher alguma.  Tomou  seus lábios enquanto seu membro entrava e saía em um ritmo cada vez mais acelerado, conforme a necessidade de ambos se saciarem crescia, quebrou o beijo para descer a boca até um dos seus seios. O abocanhou, fazendo-a soltar um gemido audível ao mesmo tempo que fincava as unhas em sua costas. Ambos estavamos ofegantes e concentrados nos pontos onde os corpos se conectavam. Mal parecia que era uma das contaveis vezes transavam pra valer, pareciam conhecidos, tamanha era a sintonia de ambos durante as estocadas fortes. O clímax veio, trazendo consigo a explosão de sensações deliciosas e, por fim, o alívio. Ele sentiu Regina se derramar e não demorou muito para que fizesse k mesmo. Puxou seu cabelo e a beijou ferozmente.

- Eu quero fuder com você, pelo resto da minha vida. - Riu malicioso, e a puxou para um abraço.
- Eu amo você, Regina!

Nesse instante a maldição fora quebrada por Emma e Elsa. Regina se jogou nos braços de Robin exausta e riu loucamente.

- Oh meu Deus! - Risos.

- Você me perdoa? Eu nunca te chamaria de vadia...Nunca faria as coisad desse jeito. Me desculpe Regina. - Disse Robin.

- Então preciso te amaldiçoar mais vezes. - Ela riu e o beijou. - Foi o melhor sexo que fizemos! E eu gostei de ser a sua...vadia. - Mordeu os lábios e se levantou, procurando por suas roupas. - Melhor ir ver os estragos da maldição.

Ambos se vestiram, e logo saíram da prefeitura, sorriam bobamente um para o outro, era tão evidente que se tratava de dois apaixonados.

Apesar do caos, a cidade havia voltado ao normal. E agora, era hora de devolver o coração de Zelena.

Regina estava juntamente a Robin, se olharam por um instante.

- Pronto?

- Sim! Você está?

- Sinceramente, não. - Disse Regina.

- Eu vou ser sincero com ela Regina, eu quero ficar com você. - Ele disse e ela sorriu fracamente.

O coração foi devolvido e Zelena acordara. Olhou para irmã de seguida para Robin.

- Obrigada, mais uma vez. - Disse Zelena/Marian.

- Não por isso. - Regina deu as costas a eles e saiu do local. Aquilo era doloroso. Se sentir a outra.

Logo que Regina saiu, Robin esclareceu a Marian/Zelena que amava Regina. Zelena comoveu-se com aquilo e decidiu tacar um grande foda-se a Gothel. Descobriria um jeito de salvar Robin e devolver o final feliz de sua irmã e todos os outros. Após uma conversa com Regina no Granny's, ela deixou claro que Regina deveria ficar  com Robin.

Emma por sua vez, detestou a ideia.

- Me desculpa ok? Ela é minha irmã! Eu não aguento ver ela sofrendo. Ela ama aquele ladrãozinho que cheira a floresta. Eu não consegui ok?

- Agora você estragou tudo. Vamos pensar em algo. Precisamos tirar o Robin da cidade.

- Como? A Regina e ele estão próximos demais. - Disse Zelena.

- Vamos ter que acordar a Regina e contar a ela. - Disse Emma.

- Ebaaa! Mamãe vai lembrar de mim. - Anya pulava animada.

Agora estavam Zelena e Roland brincando no lago, e só havia um jeito de inventar uma boa desculpa para saírem da cidade.

Robin e Regina sentados no banco.

- Eu escolhi você!

- O que? Mas...E o Roland?

- O melhor exemplo que posso dar a ele é seguir meu coração, e ele me trouxe até você. - Robin diz e Regina sorriu bobamente.

Zelena forja um desmaio, e Roland grita. Robin corre até eles e quando Regina pensa em fazer o mesmo, Emma a segura pela braço.

- Precisamos conversar. - Disse.

- Pode ser depois eu preciso... - Emma interrompeu.

- É sobre a maldição. Eu preciso que confie em mim Regina. Vem... - Emma a puxou até o meio de alguns arbustos e lá estava Anya com o livro.

- Você pode pegar. Mas precisa acreditar. - Disse Anya.

- Oh! Eu...eu acredito! - Regina sorriu para a menina. Assim que tocou o livro, sua visão ficou turva e por um instante achou que iria desabar. Olhou para Anya com olhos marejados e abraçou.

- Oh! Meu anjinho! Meu bebê! - Chorava abraçada a menina. - Eu vou matar aquela vadia da Gothel! OH A ZELENA. MEU DEUS. - Disse.

- Calma. Tem mais coisas que precisa saber. - Emma explicou a ela todos os acontecimentos até então. E a parte mais dolorosa viria agora. Despedir-se do seu amor verdadeiro, seu marido.

- Tudo bem. - Regina suspira. - Assim que isso acabar eu o trago de volta e acabamos com isso.

Gothel ouviu todo o plano, estava escondida em meio as árvores, e para prevenir que nada desse errado, lançou  um feitiço na divisa da cidade. Ninguém entra, ninguém sai. 



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