1. Spirit Fanfics >
  2. Rey Adam além da ascensão Skywalker >
  3. Capitulo oito- Jantar

História Rey Adam além da ascensão Skywalker - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


o jantar parecia digno da realeza, mas por trás da beleza, elegância e gentileza das pessoas sempre tem um lado negro escondido, além disso Rey se ver surpreendida com as supostas investidas de Raj que a coloca por acidente em um triângulo amoroso no qual está longe de seus planos.

Capítulo 8 - Capitulo oito- Jantar


Fanfic / Fanfiction Rey Adam além da ascensão Skywalker - Capítulo 8 - Capitulo oito- Jantar

Na sala de jantar haviam tantas pessoas, todos muito elegantes, Rey percebia que tinha os olhares admiradores deles tanto quanto pros senadores. Haviam músicos tocando uma música tranquila e a cantora tinha uma certa sensualidade e elegância com jeito de cantar e agir. A senadora abraçava e cumprimentava alguns convidados com muito entusiasmo supostamente velhos amigos.

Rey sorria e apenas dava um "Olá" e "boa noite" sendo respondida igualmente, tudo bem diferente do jeito ignorante de Jakku.

-Docinhos senhorita? -perguntou um senhor simpático com bandeja estendida.

-Ah... aceito, muito obrigada!

-Não tem de quê senhorita, estou parar servir. -disse. Rey comeu um pedaço. Muito delicioso. -Humm isso ta uma delicia!

-Obrigada! Era a receita da minha amada mãe.

-Ela se sentiria orgulhosa de sua receita ser passada adiante tão carinhosamente e bem feita.

O senhor sorrio feliz e deu um tchau com uma reverência e saiu de perto. Rey o seguiu com os olhos entregando os docinhos de tira gosto antes do jantar.

Todos entretidos conversando, rindo comendo, até que algo deixou Rey indignada. Um homem alto de aparência bruta e corpo forte havia se esbarrado no velhinho deixando sua taça de bebida azul entornar tanto na sua quanto na roupa do velhinho e o tratou com rispidez e de brinde ainda derrubando a bandeja dele de propósito:

-Por que não olha por onde anda incompetente! Olha o que fez com minha roupa! Save quanto custou?

-Sinto muito senhor! Eu mesmo irei mandar lavar!

-Mandar lavar?! Há, há! Deveriam despedir você! Não sei o porquê de contratarem velhos inúteis como você!

-Desculpe senhor! Não irá se repetir, mas por favor não me demita minha filha morreu e minha neta só tem a mim e é muito doente meu trabalho ajuda no tratamento dela...

-Problema seu!

-Como pode ser tão cruel e insensível! -Reclamou Rey ficando no meio dos dois, pessoas perto deles os observavam, Rey ajudou a pegar a bandeja dele e a levanta-lo.-Não esta vendo que ele é um senhor de idade e gente como todos nós.

-As classes sociais fazem tida diferença, ele não é nada!

-Eu sou a prova viva que pessoas sem títulos podem fazer toda diferença todo são iguais na força e foi você mesmo que esbarrou nele!

O homem fuzilou Rey com os olhos mas de alguma forma olhando melhor sua roupa elegante suavizou sua ira, mas ainda mantinha a cara fechada. O senador e seu irmão apareceram.

-Ora! Ora! Temos algum problema por aqui?

-Nenhum senador, foi só um mal entendido essa celebração está maravilhosa, preciso apenas ir ao toallet limpar meu traje, com licença.

O homem parecia outro ao falar com os senadores de alguma forma ele tinha um certo medo e sentimento supostamente respeituoso com o próprio, mas aparentava uma amizade com Raj seu irmão ao baterem as mãos como despedida breve.

-Ja disse que não gosto de suas amizades Raj!- alertou o irmão, Rey se surpreendeu.-Não é a primeira vez que aprontam alguma coisa, seus amigos não tem compostura.

-Não me diga o que fazer irmão! -ele respondeu chateado.

-Muito obrigada moça. - sussurrou o velhinho pra Rey.-Que bom saber que ainda existem pessoas que enxergam mais do que os olhos podem ver.

-Não tem de quê! - disse Rey sorridente segurando o velhinho.-E sobre sua neta, um dia desses adoraria visita-la, quem sabe não posso ajuda-la.

-Oh! Isso me deixaria extremamente feliz, não saberia como agradece-la.

-Não precisa.

-Raj você sabe que tem que dar bom exemplo, andar com boas influências, seus amigos apesar de terem títulos muito se comenta de terem uma entegridade duvidosa.

-Você está sendo preconceituoso Darien! Só pelas origens deles?

-Claro que não! Não seja ridículo Raj!-eles agora discutiam, apesar de ninguém reparar ou se importar, apenas Rey ouvia.-Mas esses comportamentos vulgares e arrogante e esses títulos que tiveram tão rapidamente é tudo muito suspeito não confio neles!

-Guarde sua opinião pra você! Você é um chato que não quer que eu me divirta e tenha amigos e fica criando teorias! O planeta deles estava numa situação muito complicada foi necessário criar um título de governo imediato.

-Isso é o que seu amiguinho diz Raj!

-Ah! Me poupe Darien!

-Não vou discutir com você! Estamos num evento importante! Você deveria estar mais entusiasmo com a volta de Dalilah, você já está na hora de dar bom exemplo, você pode acabar liderando Tatooine ao lado dela!

-Dalilah e eu somos apenas amigos nunca dei esperanças pra elas eu sei que ela é linda, mas não sei se viver em Tatooine seria meu objetivo de vida e ainda mais digamos que poderia ter uma possibilidade de eu estar de olho em outra pessoa.

Rey nessa hora fingiu não ouvir apesar de reparar os olhos do senador Darien e Raj para ela que nesse momento ajudava a limpar com um pano molhado a mancha do traje de garçom do velhinho.

-Nem pensar!-disse o senador Darien voltando os olhos pro irmão.

-Por que não?

-Isso traria desgosto à Dalilah! Demétria já apoia e abençoa a união de vocês! Você mesmo me disse que não seria nada mal se um dia ficassem juntos.

-Mas as coisas mudaram.

-Você está sendo ridículo. Ela pode perder o emprego, ja perdeu entes queridos passou por tantos traumas da Primeira Ordem e a Ordem Final, não pertube a garota por um capricho!

-Ela não é comprometida e tecnicamente muito menos eu!

-Meus queridos! -Chamou a esposa do senador. -Parem de ficar tagarelando vamos se sentar a mesa! O jantar ja vai ser servido!

-Sim milady.- disse Raj.

Ele passou um olhar fuzilando o irmão e foi se sentar, indo Rey e Darien em seguida.

O jantar estava com um ótimo aspecto. Rey ficava em dúvida sobre que talher usar. A senadora dava um pigarro discreto pra Rey indicando que estava utilizando opção errada e um ok no certo ela agradecia com um sorriso. As pessoas observavam os dançarinos nesse instante utilizavam trajes com cores quentes vermelho, amarelo que pareciam dançar com lenços longos de mesma cor que rodopiavam e faziam movimentos delicados como o bater de asas de um pássaro ou ondas do mar todos ficaram maravilhados. Rey utilizava a força discretamente mudando de direção um pedaço de comida assada do prato de Raj que tentava dar uma garfada distraído assistindo e falando com seu irmão senador Darien que batia sempre no próprio prato. Apenas o velhinho via e sorria discretamente.

-Ta vendo você me estressou tanto hoje que minha mira até na comida está péssima! -A culpa não é minha se sua visão é pior que de um stormtrooper!

-Rapazes se comportem.-disse Demétria sorrindo.

-O que não faço por você meu amor. -Disse Darien.

Raj deu um riso de deboche pro irmão como se ele fosse um faz tudo da esposa. -É sempre bom valorizar as pessoas que gostam da gente.-alfinetou o senador.

-Perdi alguma coisa? -disse Dalilah.

-É só um problema de irmãos querida cunhada, coisas idiotas, nada que iria lhe interessar! Melhor admirar a beleza da dança isso sim é interessante. -Tudo bem.-ela sorriu pra ele com a mão no queixo. Rey teve um pouco de pena da senadora, mas não achou que deveria se meter nos assuntos pessoais da família. Ou pelo menos por enquanto.

-Rey! -Raj inesperadamente a chamou assim que a apresentação acabou.- Porque não demonstra sua técnica de luta com sua arma de luz! Todos na mesa o olharam surpresos e depois pra Rey.

-Não creio ser o lugar adequado, tem muitas pessoas e é uma arma muito perigosa.

-Ah! O que é isso! Apenas uma demonstração breve e com poucos movimentos todos estamos curiosos! Deviam ter visto lá no mercado era lindo de se ver!

A senadora Dalilah o olhou de uma forma confusa e desconfiada. As pessoas no evento parecerem ter um súbito interesse até se afastando. Darien e Demetria lhe passaram um olhar que não precisava fazer isso se não quisesse, mas a insistência de Raj causou o entusiasmo dos convidados. Rey tirou o sabre do bolso invisível de seu vestido e ligou todos ficaram maravilhados e de olhos arregalados, havia quem ficasse com um pouco de medo de uma arma numa ocasião desnecessária.

Rey juntou segurou com as duas mãos e o balançou devagar esquerda direita, ao sair o som cortando o ar todos sorriram maravilhados. Rey finalizou dando um ziguezague rápido e dando um giro finalizando apontando pro chão com a mão esquerda e desligou ao mesmo tempo em que todos aplaudiam empolgados.

-Esse é o padrão de elegância digno pra uma guarda. -disse Raj sorrindo e aplaudindo de pé semelhante aos convidados.

Dalilah ficou de cara fechada pra ele e começou a fuzila-lo com os olhos. Como ja dizia Han Solo: Mulheres sempre descobrem tudo.

-Bom com suas licenças preciso me retirar, agradeço a presença de todos e as boas vindas aproveitem o resto da recepção. Rey perceberá o que aconteceu se levantou e foi até a senadora que saia rapidamente da salão:

-Senadora Dalilah está tudo bem?

-Ah sim minha querida, eu só... sei lá não estou mais disposta, nada com que se preocupar.-ela sorria gentilmente disfarçando a tristeza.

-Se agir de forma inadequada peço mil perdões.

-Não, não querida único problema sou eu mesma, mas pode aproveitar o resto do evento está dispensada hoje, pode ir se divertir.

-Sabe que se precisar de mim posso lhe acompanhar.

-Não precisa. Preciso apenas colocar meus pensamentos em ordem. Digamos que nem sempre da pra se sonhar com um relacionamento como nos contos antigos de Naboo.-ela agora deixava escorrer uma lágrima.

-Um dia a senhora irá viver isso eu tenho certeza. -Rey enxugou a lágrima dela.-com quem ama ou com alguém que irá te ver com muito amor e admiração. A senhora é uma pessoa muito boa e nobre, tenho certeza que terá um ótimo destino. Eu me apaixonei uma vez por alguém que era o oposto a tudo que eu idealizava e considerava certo e apesar de eu rejeita-lo e tudo ser tão complicado eu conseguir traze-lo de volta a luz e enxergar o mundo do jeito certo, apesar dele não estar mais presente sou muito grata à ele e digo que tudo é possível, as pessoas ainda podem mudar e as esperanças ainda podem ser revividas. Tudo segue os desígnios da Força.

-Força? -ela se surpreendeu.

-Sim, ela existe e o lado luminoso escolhe pessoas para trazer o equilíbrio e conseguirem suas vitórias trazendo justiça e paz para a galáxia.

-Eu ja houvi falar da Força, mas não tenho certeza se de fato ela existe! Nunca presenciei ela. Acredito apenas nas voltas que o mundo da, as consequências de atos errados que podem voltar pra nós mesmos no futuro, "seja boa e justa" dizia mamãe antes de morrer.

-Digamos que tudo esta ligado. Mas também a força tem seu lado ruim no qual devemos sempre combater.

-Espero que a Força então me ajude a superar minhas frustrações e seguir em frente se necessário. -ela sorrio esperançosa.

-Eu também espero. -Rey dizia pelas duas.

No salão de festas o cara valentão havia ficado parado como estátua ainda perdido em seus pensamentos. "A arma de luz dourada" pensava. "Tão bela, prática e eficaz nas mãos de uma garota tão jovem e frágil" pensou. Certamente ele tinha seus próprios planos ou pensamentos de que qualquer um com bom porte e altura poderia rouba-la.

Rey voltou ao salão de festas.

-Senhorita Skywalker! - disse Raj!- você sumiu inesperadamente serviram a sobremesa e...

-Fui ver se estava tudo bem com a senadora, você também deveria ver!

-Olha... Rey eu não sei a impressão que você tem ou que andam dizendo, mas Dalilah e eu somos apenas cunhados e amigos eu nunca tive nenhum envolvimento com ela. Rey se surpreendeu com as explicações e satisfações desnecessárias.

-Eu... acredito que não precisa me esclarecer nada.

-Rey.-ele tocou em seu rosto. -Eu não sou nenhum vilão nessa história.

-Então vamos dizer que eu tenha preferência por vilões. Com licença- ela se afastou o deixando confuso e sozinho.

Se aproximou do senador Darien e tentou puxar assunto:

-Meu senador, desculpe minha indelicadeza, mas não pude deixar de perceber sua indiferença com aquele brutamontes ignorante.

-O que dependesse de mim ele nem estaria aqui.-disse tomando um gole de bebida azul na taça sem nenhuma descrição.-Meu irmão acha que é implicância minha, mas não confio nele, minha intuição sempre foi contra ele e seus amigos. Tem algo de muito errado.

Rey tomou um gole pequeno da taça, o sabor era doce e agradável, embora forte também e apesar de gelada descia quente, Rey preferiu continuar tomar bem devagar e em poucas quantidades.

-O senhor desconfia da índole dele? -Com certeza! E te recomendaria não confiar nele.-Darien se aproximou mais de Rey e falou mais baixo: -Você tem minha total permissão e apoio pra investigação, te darei nomes e algumas informações que sei sobre eles Rey. E se não for pedir muito fique de olho neles inclusive agora.

-Como quiser meu senhor.

Rey o observava de longe. Agora não tirava os olhos dele. Todos se retiraram animados antes de partir, Rey aguardava na saída junto com alguns guardas. O homem acompanhado de um pequeno grupo de rapazes saiam rindo e conversando com aspecto de estarem bêbados com exceção suposto líder que agia agora de forma amistosa:

-Bela moça da arma de luz, embora não termos nos conhecidos nas melhores circunstâncias, acredito que ainda nos veremos. Lamento nosso pequeno incidente. Foi deselegante minha atitude, ainda mais na frente de uma bela moça, sinto muito.

Rey continuava séria e em silêncio apesar de boas palavras ela não conseguia ter uma boa impressão daquele homem.

-Ah! Qual é! Começamos com o pé esquerdo! -ele sorria.-Acredito que iremos nos dar bem muito em breve.

-Quem sabe. Adeus senhor.-disse sem emoção.

O cara ainda mantinha um jeito amistoso e deu uma reverência como despedida. Rey se sentiu aliviada quando o homem desapareceu do seu campo de visão. Até verificou se seu sabre ainda continuava em seu bolso e se sentiu aliviada por encontra-lo em sua verificação.

Enquanto isso em um lugar muito distante, um jovem garotinho fazia sua faxina de sempre, discretamente sem ninguém por perto pegava sua vassoura e fazia movimentos com ela como um tipo de treino.

-O que está fazendo piralho idiota! Volte ao trabalho! - gritou um homem com ele enquanto dava um puxão em sua orelha, deixando a vassoura cair.

Ele se recompôs e recolheu a vassoura a raiva e tristeza percorrendo seu olhar, até um objeto descer de sua manga e ficar exposto em seu pulso que inexplicavelmente parecia lhe dar uma sensação de conforto e esperança... sua pulseira.


Notas Finais


a batata ta assando e esse final de episódio? Aos poucos tudo começa a se interligar.Que venha o próximo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...