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História Vênus e Belona - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Desculpas.


Fanfic / Fanfiction Vênus e Belona - Capítulo 1 - Desculpas.

 

 

~ Reyna 

Já havia passado quase 7 meses desde seu incidente com a caçadora e depois disso sua mente trabalhava em arrumar desculpas para ir ao Acampamento Meio sangue. Na maioria das vezes ela só dizia que era pra ver Seus amigos, só amigos homes pois ela havia descoberto que realmente ela não tinha quase nenhuma amiga, o que deixava ela mais nervosa em pensar na maldita caçadora. Mas dessa vez ela havia usado essa desculpa três vezes seguidas e todos eles sabiam que ela não era tão apegada assim. Dessa vez ela iria falar que Alec (seu melhor amigo, filho de Vênus, o que era engraçado pois ela era filha de Belona, a deusa da guerra) queria ir o acampamento meio sangue e ela só estaria de acompanhante. 

- Alec, por favor, são os últimos dias das caçadoras, depois elas partem e eu não tenho ideia de quando elas voltam... - Reyna tentou fazer uma cara de cachorrinho abandonado, mas primeiro que isso realmente não era seu forte e segundo (mesmo se ela fosse boa nisso) Alec não seria afetado e não porque era filho de Vênus ou coisa assim, mas porque ele tinha um caso com Jacke, um menino que por sorte de Reyna era do acampamento meio sangue. - Olha eu sei que quer ver o Jacke, só que pense em mim eu não tenho o mês inteiro pra isso faça um esforço por mim. - a filha da deusa da guerra juntou as mãos e ficou balançando elas pedindo obséquio.

- Olha querida. - Reyna se irritava profundamente quando ele a chama de querida, mas ela não podia estourar, pois sabia que o fofoqueiro filho de Vênus iria acabar contando para o Dakota que acabaria espalhando o segredo de sua obseção pela caçadora. - Como você quer que eu decida uma coisa dessas com seus cãezinhos me encarando desse jeito? - Ele apontou com desdém para Aurum Argentumque. - Mas se realmente elas forem embora logo não vou aguentar você  me dizendo durante os próximos meses  que foi culpa minha que você não viu sua arqueira uma ultima vez. - Alec trocou o peso de sua perna para outra fazendo que seu cabelo cor de âmbar escuro se desprendesse. O que não fazia sentido por ele tinha o cabelo raspado dos lados. - Então saia de seu trono de rainha da Roma - ele acabou dando uma risada fazendo Reyna rir também. - E arrume suas coisas, te encontro hoje a noite antes do fechamento do portal.

Reyna apenas deu um sorriso e os dois saíram da sala dos pretores. Ó deuses, Reyna iria vê-la... Passou a tarde pensando no que falar com ela quando a encontrasse, mas esse era exatamente esse o seu problema, toda vez que acha um assunto interessante para conversar ou algo legal para comentar assim que chega perto do chalé de Ártemis saia correndo e voltava para o chalé de Hermes (as vezes que ela ia ao acampamento meio sangue ela tinha de ficar lá pois sua mãe, Belona, não tinha forma grega sendo assim não tinha um chalé próprio) sem conseguir trocar mais que duas palavras com a caçadora.

Ela arrumou algumas coisas e iria até levar um presente a um de seus grandes amigos, Nico. Reyna estava muito feliz por ele, finalmente havia deixado o amor tomar conta das trevas que dominavam seu coração, mesmo ele não assumindo o namoro com o Will, ela sabia que ambos estavam muito felizes juntos. 

Reyna nem vira o tempo passar, pois olhou para a janela já estava escuro, era quase 8 horas, deuses! IRIAM FECHAR O PORTAL! A semideusa foi correndo em direção ao portal que ficava praticamente ao lado do refeitório e lá estava Alec apoiado em uma das colunas de mármore bege do portal esverdeado.

- Atrasada de novo pequena Belona, quer ficar presa de volta no limbo até o amanhecer? Ainda não aprendeu que lá eles fecham o portal 30 minutos antes? 

Definitivamente Reyna não queria ficar presa no limbo até eles abrirem de volta o portal, pois isso já lhe ocorrera algumas semanas antes. Ela e Hazel, que estava indo visitar o irmão, entraram no postal e quando elas perceberam já era tarde de mais, elas ficaram contidas em um limbo sem saída até o amanhecer. O problema não era só o frio mas sim que quando um limbo é liberado (fica sem entradas ou saídas) ele se mistura com outros caminhos de portais deixando assim o local muito perigoso, nesse dia Hazel e ela enfrentaram um bando de nascidos da terra que por mais incrível que pareça as duas estavam armadas e se protegeram bem, mas o frio deu um jeito de atrapalhar bastante. É, realmente ela não queria ficar mais 10 horas em um plano sem paredes, teto, fundo ou profundidade, aquele quase lhe deixará louca.

- Olha desculpa jovem filho de Vênus, mas pra quem o javali de pelúcia? - assim que fizera a pergunta havia notado quão estúpida era.

- Pra quem mais seria? Javali é o animal sagrado de...? - ele fez uma pausa esperando que Reyna respondesse como se fosse um professor ensinado o significado das coisas. Reyna não respondeu, apenas revirou os olhos. - Isso mesmo! - Fingiu ele - Ares! E agora meu quase namorado é filho de...? Ares! Nossa queria, você é boa mesmo nesse jogo. - ele puxou ela é ambos foram para dentro do portal, com esperança que ainda estivesse aberto do outro lado.

Mesmo durante o verão, utilizar o portal sem roupas adequadas era quase como partir direto para uma hipotermia. Ainda mais se for um portal fixo, que a magia utilizada nisso era 3 vezes maior. Mesmo assim Alec parecia muito bem com somente o seu moletom verde escuro que havia personalizado com desenhos se raízes e flores, e calças jeans. Em compensação, Reyna estava com um casaco de pele de urso e ainda sim estava com frio se sentindo mal. 

Esses portais esse não te teletransportam de um local para o outro, eles fazem com que você ande praticamente 1.000 km por segundo em uma linha reta que era projetada entre um portal fixo para o outro, dando assim uma impressão que era quase instantâneo para quem estava fora, mas ali Reyna estava congelando, muito enjoada e realmente não estava lhe fazendo bem andar no plano vazio, ela só podia ver duas coisas além de seu corpo o filho de Vênus e fim do portal, uma névoa esverdeada. Mas sua visão começou a ficar turva:

- Alec, Alec Davies! - gritou Reyna. - não me sentindo bem. Acho que vou des... - Reyna acabou desmaiando.

- A deuses Reyna por favor, só mais alguns passos ! - foi a última coisa que Reyna escutou. 

 

~ Alec 

Di Mortales como Alec iria carregar aquela garota alta vestida com uma capa imensa de pele de urso? Ele podia até ser forte mas não o suficiente pra aguentar ela o bastante pra terminar de atravessar o portal. Meus deuses porque eles foram tão tarde? De maneira alguma ele iria passar 10 horas lá preso sem ter como se proteger, pois obviamente, o cabeça de vento que ele era, deixou sua aljava e seu arco em seu quarto, e já estavam longe de mais para voltar ao acampamento Júpiter. A opção era acordar Reyna. Mas como? Já havia chacoalhando ela chamado por seu nome nada adiantava. Alem de ter deixado sua arma não havia trazido uma ambrosia ou um pouco de néctar. Ah deuses por favor que Reyna tenha sido mais responsável que eu, pensou Alec. Logo pegou a bolsa de Reyna e que estava realmente cheia de de souvenir, como se cada um dos gregos já não tivesse recebido um chaveiro de madeira com a sigla SPQR. Mas por fim achou um pouquinho de néctar em um frasquinho de vidro. 

- Por Vênus, Reyna você é incrível.-  falou ele um pouco mais alto do que o esperado, ficou com medo de ter atraído qualquer monstro mesmo o portal ainda estar aberto. A garota estava quase sem cor de tão fria que estava - Vamos Reyna, pense em sua caçadora... - Ele derramou o líquido em sua boca e POR DEUSES a cor e calor de seu corpo estavam voltando. - Di Mortales Reyna achei que ia passar uma noite aqui com você desacordada, desarmado, ainda bem que você pensou em tudo, não ia conseguir viver sem minha melhor amiga, não sem minha irmã. 

- Ah Alec - Reyna ainda no chão abraçou ele. - A DEUSES  vamos rápido antes que a saída do  portal suma de vez. 

O filho de Vênus ajudou a levantar sua amiga e assim ambos saíram correndo para que o portal não fechasse. Assim quando chegaram a névoa verde mergulharam nela e por fim estavam no pavilhão do refeitório do acampamento meio sangue.



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