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História Richard Bates. (Segunda Temporada). - Capítulo 5


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Notas do Autor


Boa Leitura.

Capítulo 5 - De volta a Nova Iorque.


Fanfic / Fanfiction Richard Bates. (Segunda Temporada). - Capítulo 5 - De volta a Nova Iorque.

Richard

 

A encarei boquiaberto e com tamanha incredulidade que me causava espanto. Essa é a Ana mesmo? Será que ela foi trocada por um alienígena que tomou a sua forma e que está tentando me enganar? Eu sei que a Ana é louca, mas isso me pegou de surpresa. Ela além de louca, gosta da coisa. Ela percebeu o quanto estava espantado e repetiu claramente para que não restasse nenhuma dúvida.

— Quero comandar a Máfia ao seu lado, Ric.

Levei a minha mão a boca.

— Gata, só tenho três coisas para te falar.

Ela ergueu uma sobrancelha, e me perguntou curiosa.

— ah, e o que é?

Meneei a cabeça sorrindo.

— Puta..., que..., pariu!

Ela continuou me olhando seriamente.

— Estou falando sério Richard!

Pelo que conheço bem dela, ela está ficando irritada. É melhor não cutucar a onça.

— Eu sei que você está falando sério, Ana. Em momento algum duvidei disso. Mas isso foi tão de repente que me pegou de surpresa. Deixa ver se eu entendi. Você quer participar dos servicinhos sujos da máfia e tomar seu posto de dama do crime, é isso?

Ela respondeu com convicção.

— Isso mesmo, você entendeu direitinho.

A apertei em meus braços e fiquei ainda mais excitado. A imaginei ao meu lado, hackeando sistemas de empresas e bancos, e comandando extermínio de nossos inimigos. Puta merda, fiquei duro só em pensar. Soltei uma risada e mergulhei meus olhos nos dela. Cocei a cabeça e acho que fiz careta também.

— Gata, você tem certeza disso?

Ela girou os olhos e suspirou alto.

— Claro que eu tenho certeza, Bates. Você está tentando arrumar alguma desculpa para me deixar de fora do jogo é?

Franzi o cenho. Que história maluca é essa? A Ana viajou legal.

— Claro que não, Gata, é porque isso é um caminho sem volta. Quando você começa, dificilmente consegue parar. É como se fosse um vício. — A olhei profundamente e acariciei o seu rosto. — Vou adorar ter você ao meu lado como parceira, Gata. Você é inteligente, corajosa, aposto que vai plantar o terror comandando a Máfia ao meu lado. E digo mais, acho você ainda mais cruel do que eu.

Ela sorriu alto e mergulhou seus olhos castanhos nos meus.

— É mesmo?

Sorri de canto e assenti.

— Umhum.

Ela ficou por cima de mim e beijou meus lábios. Depois, ela encostou sua boca em meu ouvido e sussurrou.

— Acho que sou mesmo. — Ela deslizou sob os lençóis e segurou o meu pau. Rosnei ao senti sua boca me chupando deliciosamente.

— Ah, Gata!

 

(...)

 

Chegamos em Nova Iorque antes das seis da manhã do domingo. Como era muito cedo, decidimos pegar as crianças na casa do Antônio à tarde, pois assim, daria tempo a gente descansar da viagem. Entramos em nosso quarto e nos jogamos na cama. A Ana se aconchegou em meu peito e suspirou alto.

— Será que eles já acharam o corpo do David?

Acariciei os seus longos cabelos escuros, e depois, segurei o seu olhar.

— Provavelmente sim, gata. Aposto que até o começo da tarde, a notícia vai estar em todos os jornais e sites de notícias. Até porque o David era um político renomado. Vai ser um maior escândalo.

— E se eles chegarem até nós?

Pensei um pouco.

— Com certeza os filhos dele sabem, e todos os convidados, mas você deve ter em mente que todos os presentes são meus subordinados, Ana. Quanto o Roger e a Josephine, eles não podem fazer nada contra mim, até porque se eles tentarem alguma coisa, as cabeças deles irão a prêmio.

Ela franziu o cenho.

— Irão a prêmio?

Tentei explicar melhor.

— Sim Ana, está em nosso código e conduta. Eles assim como o pai, são membros da Máfia Russa. Se eles se rebelarem contra o chefe maior que sou eu, eles serão lançados no sistema como desertores. Esse sistema é mundial e todos os membros em qualquer parte do mundo, receberão todos os dados e as ordens de mata-los. A recompensa para quem trouxer a cabeça varia muito, mas geralmente são recompensas milionárias.

Os olhos da Ana brilharam como luzes de natal diante dessa informação.

— Nossa! Quer dizer que vocês têm um banco de dados com informações de todos os membros da Máfia e seus familiares.

Essa é minha Gata. Esperta pra caralho!

— Isso mesmo.

Ela mordeu o lábio e depois sorriu.

— Eu estou nesse banco de dados, Ric?

Tensionei o queixo.

— Sim. Você e as crianças.

Isso soa meio estranho, tinha medo da reação ela, mas de novo, ela me surpreendeu.

— Desde quando?

Suspirei alto.

— Desde que nos casamos. Você se lembra que eu te disse que se você se casasse comigo você teria imunidade assim como as crianças?  Pois é. Vocês estão no banco de dados com imunidade máxima. Minha família tem proteção total assim como eu.

Ela ficou cada vez mais interessada.

— É um banco de dados com foto e tudo?

 

Ana

 

O Ric me encarou de uma maneira engraçada. Ele me olhou como se estivesse vendo um alienígena que tinha acabado de chegar na terra.

— Gata, por que tanto interesse nisso?

Estava tão curiosa que estava a ponto de explodir.

— Eu quero ver.

Ele entortou a cabeça e ficou confuso.

— Ver o quê, Ana?

Girei meus olhos.

— Quero ver o banco de dados, Richard.

Ele meneou a cabeça.

— Não! Pra que você quer ver isso, Ana? Puta que pariu!

Decidi provocá-lo. Ele vai ter que ceder a minha vontade. Até porque se vou comandar a organização ao seu lado, quero saber de tudo o que se passa na Máfia.

— Quero ver se estou bonita na foto.

Ele me censurou.

— Isso não é brincadeira, Ana.

Afff, como ele tá chato.

— Richard, deixa de ser chato, me mostra essa merda logo!

Ele fixou seus olhos em mim.

— Você não vai me deixar em paz se eu não te mostrar, não é?

Meneei a cabeça.

— Não mesmo. Eu prometo que se você me mostrar, eu faço aquilo que você gosta. E garanto que vai ser bem gostosinho.

Os olhos do Ric ficaram escuros. Eu sei que ele sabe do que estou falando, e aposto que esse tarado ficou de pau duro só de pensar na ideia de fazer sexo anal comigo.

Ele suspirou alto e me encarou com desejo.

— Isso não se faz, Gata.

Sorri maliciosamente e dei um selinho em seus lábios.

— Me mostra vai..., aí eu te dou.

Ele mordeu os lábios e franziu o cenho.

— Tá bom, vai. — Ele abriu a gaveta do criado mudo e pegou o iPad. Ele colocou no colo, ligou o aparelho e digitou a senha. Depois de digitar vários códigos aos quais eu não entendo, ele entrou em uma página com várias fotos e dados pessoais de várias pessoas; homens, mulheres e crianças. Observei tudo com atenção e em silêncio. Depois, ele clicou em uma outra página, onde estava a foto dele com seus dados pessoais e mais a baixo, uma foto minha e das crianças. Estava tudo detalhado, nome, endereço, idade, filiação. Era como se fosse uma árvore genealógica, o Richard estava no topo da arvore, eu estava ao lado, e logo abaixo ligado a nós dois, as crianças. Engoli seco, não sabia o que pensar sobre aquilo. Tudo bem que fui eu quem insistiu para ver, mas fiquei um pouco incomodada com aquilo. O Ric percebeu a minha inquietação e acariciou o meu rosto.

— Hei, Gata. Não se preocupe. Esse banco de dados foi criado para a nossa segurança. Nós temos imunidade dentro da máfia. Todos os mafiosos tem o dever de nos proteger e nos deve obediência. Você quer comandar a Máfia comigo, não quer?

Assenti com a cabeça.

— Pois então, de hoje em diante, você comandará não só a empresa ao meu lado, mas a Máfia também. Você vai ser minha parceira em todos os sentidos Ana. Você é a minha alma gêmea. Vou repetir sempre, nós somos iguais e isso me deixa muito feliz.

Sorrio com os olhos fixos nele. Então, ele deu um sorrisinho bem sacana e colocou seu iPad sobre o criado mudo.

— Bem, te mostrei o que você queria, agora..., vou querer o que você me prometeu.

Mordi o lábio e encarei sua boca.

— Te dou tudo o que quiser, meu amor.

Em um movimento rápido, ele me segurou pelas coxas e me girou na cama. Dei um gritinho de surpresa e sorri junto com ele. Ele mergulhou seus olhos verdes nos meus.

— Ah, Gata! Vou querer tudo hoje. Tudinho!

Arfei diante de tal promessa. Ele encostou seus lábios nos meus e me beijou apaixonadamente. O Ric sugou todo o meu ar enquanto suas mãos fortes passeavam pelo meu corpo. Em um certo momento, ele parou de me beijar e começou a desabotoar a minha blusa. Mordi o lábio enquanto o observava desabotoar cada botão pacientemente. Me sentei na cama para que ele pudesse tirar a minha blusa. Ele acariciou meus seios por cima do meu sutiã e segurou o meu olhar.

— Você é linda, gata. Você me deixa louco. — Ele votou a me beijar enquanto suas mãos alcançavam o fecho do meu sutiã. A peça deslizou pelos meus braços, dando livre acesso ao Ric. Ele chupou um dos meus seios enquanto massageava o outro. Gemi de prazer quando os dentes do Ric prenderam o bico dos meus seios, ele deu uma leve mordidinha e depois chupou. Entrelacei os meus dedos em seus cabelos ruivos e fechei os meus olhos, aproveitando a delícia de suas carícias. Ele se levantou e começou a tirar rapidamente as suas roupas. Ele subiu na cama completamente nu sob meu olhar de desejo. Ric tirou minha calça jeans e minha calcinha que deslizou pelas as minhas pernas. Ele colocou sua mão em minha boceta úmida que já estava implorando por ele. Ele deu um sorrisinho bem sacana e se deitou ao meu lado.

— Quero fazer uma coisa bem gostosa com você, gata.

Franzi o cenho e o olhei curiosa. Ele me puxou pelos braços e me fez deitar em posição de 69 em cima dele. Peguei o seu pau e coloquei em minha boca. Ric puxou o ar entre os dentes e senti sua língua explorar a minha intimidade. Ele lambia e chupava meu clitóris enquanto eu chupava deliciosamente o seu pau. O Ric bateu em minha bunda e continuou chupando até me fazer gozar. Continuei chupando seu pau delicioso até ele gozar em minha boca, engoli tudo e montei nele. Posicionei seu pau que estava incrivelmente duro em minha fenda. O Ric deslizou para dentro de mim enquanto segurava a minha cintura. Gemi ao me sentir preenchida por ele. Comecei a cavalgar forte em cima dele. Pude sentir cada músculo do meu baixo ventre se contrair. Ric me segurou pela cintura e estocou por baixo.

— Hmmm, Ric!

Ele me tirou de cima dele.

— Deita de lado, Gata.

Me deitei de costas para ele. Ele abriu as minhas bandas e encaixou seu pau em minha entrada. Ele investiu com força enquanto gemia alto. Depois, ele tirou o seu pau da minha boceta e colocou em meu cu me fazendo prender o fôlego. Ele empurrou a cabecinha me tirando um gemido de dor. Ele beijou o meu pescoço e sussurrou em meu ouvido.

— Relaxa gata, não quero te machucar.

Respirei fundo e relaxei. Já fizemos isso várias vezes, mas é um pouco incômodo no início, pois o Richard é muito bem dotado. Ele continuou empurrando até estar enterrado até as bolas dentro de mim. Respirei ofegante e senti seus beijos em meu pescoço. Ele começou a se movimentar enquanto me fazia juras de amor.

— Ahhh, Ana. Eu te..., amo... — Sua voz saiu ofegante e embriagada de prazer. Entrelaçamos nossas mãos enquanto ele continuava investindo forte. Senti ondas elétricas me invadir e o meu corpo tremer. É incrível o quanto meu marido conhece cada parte da minha anatomia onde sinto mais prazer. Ele enfiou a língua dentro do meu ouvido e sussurrou.

— Te amo.

Engoli a saliva tentando formular as palavras.

— Eu te amo..., Richard! — Fechei os olhos e uma explosão de cores tomou conta dos meus sentidos. Gozei forte e todo o meu corpo tremeu por conta do intenso orgasmo. O Ric deu mais algumas estocadas e gozou dentro da minha bunda. Senti o seu sêmen grosso escorrer assim que ele saiu de dentro de mim. Me virei para ele e o encarei. Seus lábios se esticaram em um lindo sorriso.

— Que foda deliciosa, Gata.

Concordei sorrindo enquanto acariciava a sua barba.

— Sim, tenho que concordar sobre isso. — Suspirei alto. — Ric, vamos tomar banho e pegar as crianças. Estou morrendo de saudades deles.

O Richard concordou.

— Claro. Eu também sinto falta deles. — Ele se levantou e estendeu a sua mão para mim. Antes de segurá-la, contemplei o seu corpo nu que estava suado por conta da nossa transa. Sorri e agarrei a sua mão, ele me puxou para o banheiro. Richard entrou debaixo do chuveiro e logo me juntei a ele. A água quentinha caiu em meu corpo me fazendo relaxar. Ele pegou shampoo e esfregou em suas mãos.

— Deixa-me lavar seus cabelos, Gata.

Sorri e assenti com a cabeça. Ele massageou meu couro cabeludo e lavou meus longos cabelos que molhados, estavam quase alcançando minha bunda.

— Seu cabelo está gigante, gata.

Brinquei com ele, pois sabia que ele ia surtar.

— Vou cortar ele semana que vem. — Abri meus olhos para observar sua reação e ele estava me olhando com a cara fechada.

— Mas, de jeito nenhum.

Ergui minha sobrancelha.

— Ah, mas por que?

Ele me puxou e colou seu corpo no meu.

— Gosto de puxar seus cabelos enquanto eu te fodo.

Sorri forte e segurei seu olhar.

— Mas ainda você vai poder puxar. Vou cortar e não raspar, Ric.

— Mesmo assim, Ana. Gosto do seu cabelo assim, do jeitinho que está.

A verdade é que nunca cortaria meu cabelo, só falei para irritá-lo mesmo, mas se eu quisesse, ele não iria me impedir.

— Você está sendo machista, sabia?

Ele fez careta e coçou a cabeça.

— Tá bom, Ana. Pode cortar se você quiser.

Dei uma risada e segurei o seu olhar.

— Eu não quero, Ric.

Ele franziu o cenho.

— Ana, você é louca ou está querendo me enlouquecer? Você acabou de dizer que queria cortar...

Dei um selinho nele.

— Era brincadeira, Ric.

Ele sorriu aliviado.

— Que bom que é brincadeira Gata, mas se você cortasse, ficaria linda do mesmo jeito. — Ele me empurrou me fazendo colar as costas contra o azulejo frio do banheiro. O contraste da água quente com a parede fria do box, fez o meu corpo se arrepiar. Os olhos do Ric ficaram escuros e ele me beijou apaixonadamente.

 

***

 

Richard

 

Fomos em direção ao estacionamento da mansão onde estão estacionados vários dos meus carros. Tenho uma coleção de carros, entre eles esportivos e sedãs. Três deles são da Ana. Ela parou  em frente aos carros esperando que eu escolhesse. A encarei de braços cruzados.

— Você dirige, Gata.

Ela franziu o cenho.

— Ric, não peguei as chaves de nenhum dos meus carros.

Girei os meus olhos.

— Ah Gata. As chaves do carro têm que ser que nem sua pistola, você tem que carregar consigo.

Ela me olhou como se estivesse se desculpando. Mordi o lábio inferior e fixei meus olhos em sua boca. Eu não resisto a essa carinha dela.

— Me desculpe, Ric.

Coloquei a mão no bolso da minha calça jeans, peguei as chaves de um dos sedãs e entreguei para ela.

— Pegue o sedã preto vai.

Ela deu um sorrisinho, se aproximou do carro e abriu a porta do motorista. Me sentei ao seu lado no banco do passageiro e assim como ela, coloquei o cinto.  Ela deu a partida e saímos em direção a casa do meu sogro.

Durante todo o percurso, a admirei. A Ana fica absurdamente linda dirigindo. Meus olhos mergulharam em suas coxas grossas que estavam descobertas pela sua saia relativamente curta. Senti meu cacete latejar só em ver essa cena.

— Estou vendo você me secar Richard.

Meu sorriso se alargou, mas respondi sem tirar os olhos de suas coxas.

— Não consigo evitar, Gata.

Ela sorriu alto e meneou a cabeça.

— Você é um tarado, isso sim.

Não posso discordar dela.

— Sou mesmo, assim como você, Gata. Ou você acha que eu nunca percebi seus olhares para o meu pau?

Ela me olhou rapidamente e depois, voltou a olhar para a estrada.

— Também não posso evitar. Seu playground é muito atrativo, e se eu pudesse, não saía de cima dele.

Dei uma risada.

— Assim você me mataria, Gata. Você me dá uma canseira dos diabos, ainda bem que dou conta do seu fogo, apesar dos meus trinta e sete anos. Ainda sou jovem, mas nem se eu tivesse dezoito anos, teria tanta energia para ligar direto com você.

Ela sorriu novamente e ficou em silêncio. Já pensei várias vezes sobre isso. A Ana é uma máquina de sexo e devo confessar que as vezes ela me assusta. Não sei como ela aguenta tantas horas de sexo. Puta merda. Ainda bem que eu gosto da coisa e nunca broxei mesmo tendo gozado várias vezes seguida. Nossa, se isso acontecesse seria terrível. Credo, não quero nem pensar sobre isso. Depois de alguns minutos, chegamos na casa do Antônio. A Ana estacionou em frente da casa de seu pai e saímos do carro. Nos aproximamos da porta e ela tocou a campainha. Rapidamente a Norah abriu a porta.

— Ana, Richard. Que surpresa, achei que chegariam de viagem amanhã.

Ela nos cumprimentou e a seguimos para dentro da casa. Olhei para ela e respondi.

— Decidimos voltar mais cedo.

A Ana esticou o pescoço e olhou para o corredor onde ficam os quartos.

— Cadê as crianças, Norah?

Ela sorriu.

— Bem, a Hanna está com a Ava no quarto dela, já os gêmeos saíram com o avô.

A cara de decepção da minha gata e evidente. A Norah continuou.

— Desculpe querida, mas não sabíamos que vocês viriam hoje, senão eles ficariam aqui esperando por vocês.

Ela suspirou alto.

— Eu sei, vocês não têm culpa. É que estou morrendo de saudade deles.

— Bem, eles não devem demorar muito.

A Ana concordou com a cabeça.

— Ok. Eu vou ver a Hanna.

Me apressei em dizer.

— Vou com você, Gata. Estou morrendo de saudade da minha gatinha.

Segui a Ana até o quarto da Ava. Avistei as duas sentadas na cama assistindo desenho.

— Minha filha! — A Ana correu até a Hanna e a pegou nos braços. A bebê deu um sorriso mostrando sua linda banguela.

— Ma...,ma. — Ela colocou a mão na boca enquanto se babava todinha. Dei risada ao ver a cena.

— Oi Ava.

Falei com a Ava rapidamente e fixei meus olhos em minha filha. Achei a coisa mais linda quando ela fixou seus olhos castanhos esverdeados em mim e sorriu. Ela estendeu os dois braços em minha direção.

— Oi meu amor? Sentiu minha falta? — A peguei do colo da Ana que me entregou meio que a contra gosto. Eu sei que ela morre de ciúmes da filha por ela ser mais apegada a mim, mas não posso fazer nada com relação a isso. A Hanna puxou a minha barba com suas pequeninas mãos.

— Ai, isso dói, gatinha.

Ela soltou um gritinho e sorriu. Escutamos o barulho das crianças no corredor. Os gêmeos entraram no quarto e abraçaram, a Ana.

— Oi meus ruivinhos.

— Oi, mamãe.

O Rafa veio em minha direção e abraçou a minha cintura.

— Oi papai senti sua falta.

Meu sorriso se alargou.

— Eu também senti a falta de vocês, furinho no queixo. — Ainda segurando a gatinha nos braços, me inclinei e beijei sua cabeça.

 

(...)

 

Voltamos para a mansão no início da tarde. Decidimos almoçar fora com as crianças e relaxar um pouco. A Ana estava desconfortável por eu ter dado folga ao Jean hoje, mas eu disse que não teria perigo pois ela estava comigo. Sou mais letal que o Jean, até porque sou melhor atirador do que ele, e ainda assim estou tranquilo, pois mesmo sem a Ana saber, deixei vários de meus homens nas imediações do restaurante onde estávamos, só por precaução mesmo. Os gêmeos foram para a sala de jogos brincar. Me sentei com a Hanna em meu colo no balcão da cozinha. A Ana ligou a tevê e foi até a geladeira pegar um suco para nossa gatinha. Uma notícia chamou nossa atenção.

 

"Foi encontrado morto na noite de ontem, o governador do Arkansas David Mcfield. O corpo dele foi encontrado no escritório de sua casa onde estava acontecendo a festa de aniversário do seu filho mais velho, Roger Mcfield. Até agora não foi divulgado a causa da morte. A família e nem a polícia não quiseram falar com a imprensa. A qualquer momento voltaremos com mais informações".

 

Meu sorriso se alargou. Lógico que a polícia não iria se meter nesse assunto. Quanto ao Roger, aquele inseto não me causa nenhuma preocupação, mas se ele insistir, não hesitarei de esmagá-lo como um verme que ele é. A Ana me encarou preocupada. Olhei fixamente para ela.

— Calma, tá? Sabíamos que a imprensa ficaria sabendo. Isso é só uma coisinha besta, nada mais além disso.

Ela assentiu sarcasticamente com a cabeça.

— Coisinha besta? Sei, Bates.

 

Continua...


Notas Finais


Olá meus amores. Momento fofura do casal Bates e os filhos. Bem, o Richard e suas coisinhas bestas, mas as coisas podem se agravar. Espero que tenham gostado e deixem seus comentários.

Dias de postagens: Terça: Richard Bates, Quarta: Loan Huxley, Sexta: O Poderoso CEO. Se não publicar nos dias citados, publicarei no dia seguinte.

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Minhas Outras histórias:
Link Richard Bates ( Primeira temporada completa): https://www.spiritfanfiction.com/historia/richard-bates-primeira-temporada-completa-16250410
Link O Poderoso CEO: https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-poderoso-ceo-18271127
Link Fanfic Loan Huxley: https://www.spiritfanfiction.com/historia/is-it-love-loan-huxley-18629718
Link Fanfic Mark Leviels: https://www.spiritfanfiction.com/historia/is-it-love-mark-leviels-16799227
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