História . riddles of life . - Capítulo 4


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Categorias Harry Potter
Personagens Abraxas Malfoy, Alvo Dumbledore, Avery (Riddle-era), Gellert Grindelwald, Merope Gaunt, Personagens Originais, Sra. Cole, Tom Riddle Jr., Tom Riddle Sr.
Tags Drama, Revelaçoes, Tom Riddle, Tom Riddle Jr, Tom Riddle Sr
Visualizações 311
Palavras 3.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - . capítulo quatro .


Quando Cecilia e Riddle se conheceram, eles tinham 16 anos. Eles se odiaram.

Cecilia, na época ainda Hamilton, era a filha mais velha de um conde e uma aristocrata, a mais esperta e mais bonita de todas as suas irmãs. Sua mãe não tinha tida nenhum filho homem, então ela era responsável de se casar com alguém no mínimo tão rico e importante quanto sua família e continuar a linhagem Hamilton. Ela era uma garota de cabelos dourados e olhos safira, atuando na peça de sua vida para uma audiência que era muito crítica, sempre esperando mais. Tom era um garoto de olhos e cabelos escuros, tão belo quanto alguém poderia ser e ela conhecia muito bem sobre o tipo dele, escutara sobre todas as meninas, ricas e pobres, que tinham perdido a virgindade para ele e então foram esquecidas e deixadas sozinhas com um punhado de perguntas sem respostas como única companhia.

(Anos depois, ela descobriria que todos os boatos eram mentira. Tom Edward Riddle tinha perdido sua virgindade para Mérope Gaunt e ele nem conseguia se lembrar direito de como isso tinha acontecido, nem tinha tido a escolha)

Ele e os pais entraram em sua casa com sorrisos reluzentes. Pareciam a família perfeita, mas se havia uma coisa que Cecilia tinha aprendido em todos seus anos de vida, é sobre a complexidade das famílias nobres. Não há amor envolvido, apenas dinheiro, heranças, fachadas (e ela sempre foi uma mestra do disfarce, não é? Escondendo sua inteligência, sua dor, sua culpa, ninguém nunca imaginaria que uma cabeça aparentemente tão oca guardaria tanta astucia). Se perguntou como os Riddle realmente eram de portas fechadas, se Mary realmente era tão feliz quanto fingia ser ou se, como sua mãe, sua maquiagem impecável escondia marcas vermelhas e roxas e uma história de dor e violência.

Os Riddles passaram a noite em sua casa e, na tarde seguinte, os adultos tinham mandado as crianças irem cavalgarem juntos, para que Riddle mostrasse a cidade a Cecilia – ninguém se importava que ela vivesse em Little Hangleton a tanto tempo quanto ele, que ela conhecesse a cidade melhor que ele. O passeio fora um pesadelo fantasiado de diversão; ambos adolescentes não queriam estar juntos, ambos adolescentes não queriam se ver nunca mais. A pele de Cecilia queimava onde se encontrava com a Riddle, tornando a possibilidade de pular para fora do cavalo estranhamente atraente.

Foi naquele dia que eles conheceram Mérope e os outros Gaunt. Cecilia nunca se esqueceria daquelas pessoas que nem pareciam pessoas de verdade, caindo aos pedaços. A imagem daquela família nunca sairia de sua cabeça. Deus sabe que ela não acreditava em bruxaria, mas era impossível não achar que eles fossem ao menos um pouco parecidos com as bruxas de nariz grande e aparência assustadora de contos de fadas. Apesar disso, ela nunca poderia ter imaginado que Riddle iria ter desaparecido apenas algumas semanas antes do casamento dos dois, apenas para voltar quatro anos depois, afirmando ter sido enfeitiçado por Mérope.

Os primeiros meses depois da chegada dele tinham sido o inferno completo. Se não bastasse George Hamilton o ameaçando de morte, as mudanças que tinham acontecido com Riddle naqueles anos eram horríveis demais para se pensar que eram um teatro. Até hoje, ela não consegue pensar no olhar aterrorizado que ele tinha em seu rosto sem querer vomitar e, mesmo depois de tantos anos, Riddle pulava com barulhos muito bruscos ou quando alguém que ele não conhecia o tocava. No mesmo momento que ele melhorou o suficiente para sair da cama e começar a comer alimentos não líquidos, sua mãe já começou os preparamentos do casamento dele e Cecilia.

— Ou você se casa com ele — seu pai lhe disse —, ou com alguém muito mais velho que não vai ser tão compreensivo.

Sua irmã mais nova, Alexa, concordou.

— Você tem sorte — ela falou. — Deveria estar agradecida. Tom é lindo. Todas as meninas da cidade vão te invejar!

Mesmo que Cecilia temesse o que estava acontecendo, todo mundo fazia a alternativa soar ainda pior. Para piorar, alguns dias antes do casamento, sua mãe revelou que ela também não queria se casar com seu pai, no começo.

— Eu estava gritando e chutando o caminho inteiro até a igreja — ela contou a filha, afagando o cabelo dela e lhe beijando na testa. — Mas eu aprendi a ama-lo. Você também vai.

Ela não se lembrava da cerimonia – tudo era um borrão, os juramentos, as orações e os rostos assistindo –, mas ela se lembrava do caminho até o altar, se lembrava das unhas de seu pai fincadas em seu braço e a empurrando para frente com tanta força que ela precisava segurar seus soluços. Cecilia se lembrava que, quando o padre falou que Riddle podia beija-la, ela virou seu rosto e a boca dele acertou sua bochecha, se lembrava do olhar de alivio no rosto dele e da sua mãe gritando "O beije na boca!" em seu ouvido. Ela recusou.

Embora parecesse, a festa não podia durar para sempre. Inevitável como o anoitecer, como o inverno, como a morte, finalmente chegou a hora deles irem para cama. Ambas suas irmãs estavam muito animadas com sua primeira noite com ele, sorrindo de olheira a olheira. Elas até disseram: "Nos envie uma carta contando tudo!"

Cecilia as odiou. Ela odiou suas irmãs, seus pais e, principalmente, odiou seu marido.

Enquanto ela e Riddle caminharam em direção a sua nova casa, Cecilia se lembrou de todas histórias sobre as virgens que Riddle tinha magoado, se lembrou dos gritos saídos do quarto de sua mãe sempre que seu pai tinha um dia ruim, os gritos que todo mundo fingia não escutar, e como ninguém perguntava para George porque sua esposa não saia da cama por 3 dias. Cecilia pensou na porta, naquela porta horrível, e no rosto aterrorizado de sua mãe sempre que ela se fechava com força. Pensou nos gritos sufocados e agonizantes e soluços que vinham de trás dela e pensa em como, daqui a pouco, esses gritos sairiam de sua boca. Imagine sua surpresa quando Riddle não a tocou aquela noite. Ou na próxima, e então em todas as noites pelos próximos seis anos. Eles mal dormiam na mesma cama, a não ser que tivessem visitas em casa e, quando isso acontecia, ele permanecia no outro lado da cama de casal gigante deles, completamente vestido e sem mover um musculo ou fechar seus olhos. Era assustador.

Demorou tanto para que ela conseguisse a confiança dele. Ainda mais para que o convencesse a dormir com ela, a ter um filho com ela. Foram anos de trabalho duro, anos lidando com Riddle até em seus dias mais ruins, quando ele não se lembrava que tinha conseguido fugir de Mérope e tudo que ele podia fazer era encarar o nada em pânico. Ela teve paciência, ela teve que trabalhar com seus traumas e os traumas de Riddle e criar um jeito para que o relacionamento deles não fosse um completo fracasso. E, agora, tudo seria jogado no lixo. Por causa de Tom.

Cecilia o odiou.

Não a si mesma. Não a seus pais por terem a estragado e nunca preparado ela para lidar com emoções como pessoas normais deveriam. Ela odiou apenas Tom e ela precisava acreditar nisso, acreditar que a culpa era dele, ou o remorso a engoliria.


...


Riddle tinha se esquecido dele.

Cinco dias se passaram e seu pai parecia ignorar completamente o fato de que tinha tirado seu filho de um orfanato e prometido nunca o abandonar. Tom não sabia se devia se sentir indignado ou aliviado. Com certeza não estava surpreso.

Os quatro primeiros dias tinham sido uma bênção. Ele não conseguia se lembrar da última vez que tinha se dado ao luxo de ter preguiça. No orfanato, a Senhorita Cole fazia de tudo para que nenhum dos órfãos nunca tivessem um tempo livre e passassem toda as horas do dia fazendo algo produtivo ou útil – eles ajudavam Martha a preparar o almoço até que a comida não tivesse mais gosto nenhum, limpavam o pavimento até suas mãos estarem sangrando e cuidavam das crianças menores até que seu cérebro vibrasse com os gritos delas muito depois delas terem ido dormir. Na casa de Riddle, parecia que os criados, quase nunca vistos à luz do dia, passavam a noite limpando tudo por ali e capinando os dentes-de-leão que nasciam por entre as pedras do calçamento para que o lugar parecesse perfeito para os moradores. Sua parte favorita era a hora do banho. Em Wools, eles só se lavavam uma vez por semana e só usavam água fria, mas os banhos na casa de Riddle eram incrivelmente quentes e o sabão fazia muita espuma, o que fazia Tom olhar surpreso para a água através do vapor. Ela, a espuma, era mais aromática do que qualquer uma de que ele se recordasse. Tinha cheiro de riqueza e desperdício e ele sentia sua pele pinicando com uma sensação de renovação.

No quinto dia, seus avos apareceram.

A criança, como não tinha recebido ordens, vinha vagando pelo terreno. Os quartos de Riddle e Edward lhe eram proibidos, mas ele não gostava de ficar dentro da casa por mais tempo do que necessário, então era suficiente para ele observa-la de fora, contando suas janelas e portas. Ele se deitava no chão, deixando a grama verde e quente fazer cócegas nas suas palmas, contente por suas mãos estarem calejadas demais para sentir. O ocre amarelo das paredes da casa brilhava sob a luz e então apagava. Ele listava mentalmente quais quartos da casa ficavam escuros a que hora do dia. Erguia os olhos para as laranjeiras. Às vezes, ele dormia.

Os criados e vizinhos se esforçavam para ignorá-lo. No começo, lançaram olhares que variavam de confusão a nojo e raiva, até mesmo pena, algumas vezes. Tom mal se importou, mesmo quando tinha subido em uma arvore e escutado escondido a vizinha que tinha visto eles saindo do carro aquele primeiro dia, Caroline, falando sobre ele. Naquele dia, ouvindo os sussurros malvados da mulher, as risadas desdenhosas de suas amigas e sentindo as lagrimas pinicando contra seus olhos, Tom entendeu a hierarquia social em Little Hangleton. Como um bastardo, ele estava abaixo de todos. Com o desdenho aparente de Cecilia e Riddle, estava desprotegido para ser pisado e desdenhado por todos.

Durante as refeições, ele comia com o restante da família de Riddle. Aquelas horas eram o verdadeiro inferno – Edward gritava e chorava o tempo todo, jogando comida para o lado, Riddle mal levantava o rosto do seu trabalho, nunca tocando em seu prato e Cecilia, a única em toda a mesa que realmente comia, encarava as paredes com uma expressão em branco, ignorando Tom. Sim, ela o ignorava completamente, agia como se ele fosse o vento durante uma noite de outono ou a sujeira sob seus pés descalços em um dia de verão. Está lá, você sabe, você nota e sente, mas não vale a pena reconhecer. Fazia ele se sentir mal, mas ele não sabia se isso era realmente um problema. Era melhor que ela o ignorasse do que gritasse com ele.

No terceiro dia, já conseguia fazer um mapa mental das dependências: os corredores, os estábulos, a forja, os pequenos galpões de estoque, uma casinha perto do jardim. A propriedade era grande, especialmente por ainda estar dentro da cidade, mas Tom gostava de conhecer seus arredores e, com um pouco de vontade, tinha conseguido decorar tudo.

No quinto dia, Tom estava sentado numa ladeira suave perto do pomar, a uma altura que lhe permitia ver o casal de velhos vindo da estrada na direção dele muito antes deles chegarem. Ambos estavam muito bem vestidos, a mulher com um vestido dourado, seu cabelo preto e fino voando sob a brisa, e ele com um terno e sapatos brilhantes. Quando se aproximou, a criança ouviu eles murmurando entre si e soube que ele era o alvo da irritação do homem.

— Você — ele falou, apontando para o garoto. Tom se sentou na grama, apoiando-se em seus cotovelos. — O que você está fazendo? Isso é uma propriedade privada, sabia? Meu filho mora aqui e eu tenho certeza que ele não gostaria de saber que uma criança de rua está andando pelo jardim dele.

Tom o encarou com as sobrancelhas franzidas. Por um segundo, ele pensou em não dizer nada e só deixar o velho resmungar, mas quando viu a velha dar um passo para frente, a mão enrolada no braço do marido com força, e percebeu o medo nos olhos dela, Tom notou que ficar calado apenas o faria parecer culpado.

— Eu acho que você está enganado — respondeu, engolindo em seco. Gaguejar, apesar de ser a única coisa que Tom queria fazer, seria um desastre, uma demonstração de fraqueza e uma entrada para o homem passar sobre ele e gritar ainda mais. — Essa é a casa do meu pai. — A palavra deixou um gosto amargo em sua boca, mas teve o efeito desejado

— Você é filho de Tom? — a velha perguntou. Sua voz era mais calma e delicada que a de seu marido, quase calorosa, mas isso não mudava o assombro em seu rosto. — Oh, você só pode ser de Mérope! Eu achei que ela estava mentindo!

— É o que todo mundo diz — ele sussurrou. Antes que pudesse pensar em alguma coisa para falar, a mãe do velho apareceu do nada e apertou o pulso dele, forte o suficiente para deixar marcas, as juntas brancas. Tom se virou para lutar, mas encontrou seus pés arrastando ao longo do cimento, quando ele perdeu o equilíbrio.

– Você vem comigo – disse pro garoto, antes de fazer sinal com a mão para sua esposa para indicar que devia ser seguido.


...


Seus pais deveriam estar em Londres.

Riddle tinha um plano perfeito. Sabia o que iria falar para Mary e Thomas quando eles chegassem, tinha toda a história perfeitamente traçada em sua mente, pontos e contrapontos na ponta de sua língua e explicações guardadas em sua manga. Saberia o que fazer se eles concordassem em manter Tom mas não quisessem falar com o menino, saberia o que fazer se eles quisessem falar com ele e manter contato diariamente e até mesmo como fazer eles mudarem de ideia se quisessem jogar o menino na rua.

O problema do plano dele? Não importa quantas precauções ele tenha tomado, ele nunca teria imaginado que seus pais voltariam para a cidade em menos de um mês. E se tem uma coisa que Tom Riddle Sr. não sabe fazer, é agir quando surpreendido.

E ele estava surpreendido, mais do que em qualquer outro momento de sua vida. Mary e Thomas simplesmente não calavam a boca sobre aquela viagem nos últimos 7 meses ou até mais. Um leilão ia acontecer em algum museu importante e Mary falava o tempo todo sobre os moveis e as decorações que iria comprar, enquanto Thomas não calava a boca sobre as pinturas que planejava adquirir. Riddle não lembrava de vê-los tão animados desde muito antes do Acidente Mérope, então porque os dois estavam lá, na frente dele, dias antes do planejado para eles voltarem?

— Você tem muito para nos explicar, mocinho! — sua mãe gritou.

Mas Riddle não olhou para ela, nem escutou direito o que ela disse, porque, naquele momento, tudo que ele conseguia ver era o rosto assustado de Tom e as mãos de Thomas segurando o braço dele apertado de mais.

Se fosse ser sincero, Riddle teria de admitir que estava fugindo da criança, mas não era por mal. Depois da primeira noite, ele decidiu que precisava de um tempo para pensar – Tom precisava de um pai de verdade e ele não conseguiria ser um se não planejasse o futuro da criança. No primeiro dia, cuidou do resto da papelada, depois, viu as roupas e brinquedos que precisaria comprar para Tom, procurou qual era a melhor escola da região, até mesmo o observou durante as refeições e tentou pensar em um cardápio com as coisas que Tom parecia gostar mais.

Fora difícil fazer isso tudo sem nenhuma comunicação, mas não queria lembrar Tom ainda mais do quanto ele não o conhecia.

— Eu poderia explicar alguma coisa e papai poderia soltar meu filho — Riddle disse. — Vê, tornaria tudo mais fácil e seria do benefício de todos se ambos fizéssemos o desejo do outro.

Thomas encarou Riddle como se não tivesse certeza que ele estava falando sério e então, devagarzinho, soltou o braço de Tom. E- sim, Riddle conseguiu ver as marcas dos dedos de seu pai na pele dele. Ótimo.

— Tom, esses são Mary e Thomas, seus avós — ele apresentou, rangendo os dentes. — Mãe, pai, esse é Tom, seu neto.

— Eu posso ver isso! — exclamou Mary. — Ele é a sua cara. E, obviamente, só pode ser da garota Gaunt. Me pergunto, sim, desde quando você sabia da existência dele e porque só o conheci hoje.

— Tom não está aqui a tanto tempo. — Riddle fez um gesto de demissa. — E você sabe que eu venho tentando descobrir a ferocidade da existência dele a um bom tempo.

— Mas você não tinha nos contado que havia o encontrado. Isso é algo muito sério para esconder de seus pais, Tom! Duas crianças são trabalho demais para você dar conta sozinho.

Alguém coçou a garganta atrás deles. Cecília estava na ponta escada. Ela estava... bem parada ali. Olhando para Riddle.

— Eu disse para ele que isso seria uma ideia horrível — ela comentou, correndo para encontrar Mary. Lançou um sorriso malicioso para Tom, antes de se virar para Thomas. — Ele simplesmente não consegue botar na cabeça que não temos estrutura para cuidar de um órfão.

— Que bom que ele não é um órfão então — rebateu Riddle.

— Ele está certo sobre isso, Cecília — disse Thomas, frio como sempre quando falava com sua nora. Como se seu olhar não fosse o suficiente para dizer o quanto ele odiava a mulher. — Essa criança, não importa quem seja a mãe, ainda tem nosso sangue. O que me faz questionar — continuou, olhando para ela com ainda mais intensidade —, o que você esperava quando nos chamou aqui. Imagino que ele seja o assunto urgente, mas não tenho certeza do que você esperava que nós fizéssemos com ele.

— Bem... — Cecilia gaguejou, mas Riddle não a deixou terminar.

— O que? Você os chamou? — ele rosnou furioso. Viu a culpa crescer nos olhos dela. — Você realmente quer tanto destruir meu relacionamento com o meu filho que se rebaixou a procurar pelos meus pais? Você está mesmo num nível tão baixo.

— Não se preocupe, Tom — falou Thomas. — A bala ricocheteou. — Ambos Riddle e Cecilia se viraram para ele com expectativa e assombro, querendo saber logo o que tinha dado de errado. — George também está vindo.



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