História Right Next Door to Hell - Capítulo 6


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Acdc, Aventura, Drama, Estados Unidos, Led Zeppelin, Los Angeles, Lynyrd Skynyrd, Musica, Rock, Rolling Stones, San Francisco
Visualizações 14
Palavras 2.886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse capítulo é o ultimo dessa parte da historia...

Uma pessoa me disse q o Robert poderia ser parecido com o Jim Morrison, e é mais ou menos isso mesmo ahsiahs, mas imaginem o cabelo um pouco mais enrolado

Capítulo 6 - Adeus, San Francisco...


Fanfic / Fanfiction Right Next Door to Hell - Capítulo 6 - Adeus, San Francisco...

                 Point of View: Adam

Assim que entramos na casa, nos deparamos com um arsenal de instrumentos dos mais variados tipos. Tinham instrumentos de sopro, percussão, alguns de corda e outros que eu não fazia ideia do que eram.

O andar de baixo era um salão enorme. A festa ainda não tinha começado e Eddie nos chamou para conversar

- A maioria desses instrumetos eram do meu pai, ele deixou pra gente quando nos mudamos pra cá, mas esse não é o assunto.

Eddie parecia um pouco apreensivo, olhava ininterruptamente para o irmão enquanto falava

- Nossa banda se separou, não dá mais. Aqueles dois idiotas que eram nossos vocalista e guitarrista são insuportáveis, e pra piorar, Brian resolveu sair com eles. Só restou eu e Matt. Então, o que vocês acham de a gente se juntar? 

Coincidência não podia ser. Quase todo mundo falando que nós devíamos montar uma banda e aparece uma oportunidade dessas. 

Os olhares de todos que estavam naquela sala se cruzaram, olhei para Rob e ele me suplicava com seu olhar fixo para que eu dissesse "sim", e foi o que eu fiz

- A gente topa, não é, Rob?

Ele fez que "sim" com a cabeça

Eu fiquei um pouco sem graça de aceitar assim tão de repente, mas meu instinto me disse para não recusar

Eddie continuou:

- Bom, como vocês já perceberam, a gente tem equipamento sobrando, tem espaço pra fazermos barulho e nos reunirmos, mas o que a gente precisa é...

- De uma gravadora! Disseram Rob e Eddie ao mesmo tempo

- É, uma gravadora, resmungou Matt ao fundo

Com isso teríamos que cancelar o show que tínhamos marcado no Rock Your Soul, e quem sabe remarcar para tocar já com a nova banda

Enquanto conversávamos, ouvimos uns barulhos vindos lá de fora. Chegaram umas vinte e poucas pessoas amontoas em três carros. Olhei pela janela e vi uns marmanjos enormes e umas mulheres, umas de vestido e outras com roupas bem curtas 

- É hora da festa! Disse Matt, sinalizando para irmos até o outro lado da casa, até o salão, onde tinha um pequeno bar, mas com muita bebida, um pequeno palco para strippers, algumas mesas de madeira para duas pessoas e um sistema de som de tamanho médio.

Ainda chegaram mais umas cinquenta pessoas. As luzes amarelas que iluminavam o lugar se apagaram, e deram espaço para os feixes coloridos que incidiam sobre o palco de strippers e as fracas luzes que iluminavam o bar

Todo mundo se separou, e eu não conseguia mais enxergar meus amigos, mas nem fazia questão

Festas não são muito a minha praia, geralmente eu só bebo um pouco e converso com alguém. Mas dessa vez eu tentei me misturar

Estava tocando Metallica, já tinha ouvido falar da banda, mas escutei muito pouco

Eu já estava um pouco bêbado, virei duas doses de Vodka.

Eu vi uma menina loira sentada sozinha em uma das mesas. Ela parecia triste, então cheguei perto e perguntei se queria conversar. O que eu tinha a perder? 

Sentei do outro lado da mesa e começamos a bater um papo

- Por que você tá aqui sozinha?

- Só vim porque preciso esquecer meus problemas, terminei com meu namorado há alguns dias, me convidaram pra essa festa e foi o melhor lugar que achei pra me desestressar 

- Então, quer beber alguma coisa?

- Pode ser, eu gosto de Whisky

Ela é linda, parece ser tão meiga, Senti alguma coisa por ela, mas não sei se quero me apaixonar agora

Andei até o bar e pedi duas doses de Whisky. Voltei até a mesa e continuamos conversando

- O que você faz da vida? Ela me perguntou

- Eu sou músico, toco com meu amigo, Robert, há alguns anos. Mas agora nós vamos fazer uma banda com o Eddie e o irmão dele

- Eddie? Então vocês são amigos?

- A gente se conheceu depois de um show, nós abrimos pra eles, depois fomos falar com eles e viramos amigos. E você, conhece ele de onde?

- Ele namorava minha irmã, mas eles terminaram faz uns meses. A gente virou amigo, ele sempre me chama pras festas

- Mas e você, o que faz?

- Quero ser veterinária, mas ainda estou na faculdade

- Eu não gosto muito de animais, comentei com uma leve risada

****

Kate e Rob não se desgrudaram por um segundo, eu os vi subirem as escadas até um dos quartos

Enquanto uns trinta caras babavam em frente às strippers, eu parecia ter encontrado alguém que era igual a mim, não gostava muito de festas.

Quem quer que fosse que estava colocando as músicas, tinha um ótimo gosto. Já ouvi tocar Van Halen, Kiss e até Led Zeppelin

Já passavam de onze da noite, tinha gente caindo no chão de tanta bebida, alguns móveis quebrados. Passei o tempo todo conversando com aquela menina que eu nem sabia o nome e muito menos sabia se a veria novamente outro dia 

Matt veio té mim, visivelmente bêbado, e me perguntou se não queria tocar alguma coisa, apontando para o pequeno palco improvisado que ficava do outro lado do salão

Eu disse que gostaria, mas que não sabia onde estava Robert.

- Acho que ele está lá em cima, mas não vá lá, vai deixar ele puto

Ele sequer escutou a frase inteira e foi andando até os quartos procurando Robert.
Terminei minha quinta dose de Whisky daquela noite, levantei-me e disse para a menina que estava comigo que eu já voltaria

Fui atrás de Matt. Por sorte, os dois não estavam fazendo nada demais naquela hora, só estavam conversando na cama

Minha lingua já enrolava para falar, mas falei mesmo assim:

- Rob, o Matt quer saber se a gente não quer tocar alguma coisa lá embaixo, eu tô afim, e você?

- Dá pra esperar um pouco? Eu já vou, vão arrumando as coisas então

Desci novamente, eu e Matt avisamos Eddie que Rob topava, então os dois foram colocar os instrumentos no palco 

Quinze minutos depois, Eddie parou a música, ligou o microfone e pediu silêncio:

- Vamos fazer uma brincadeira aqui... temos alguns instrumentos, qualquer um pode vir aqui no palco e tocar ou cantar qualquer música, e pra começar, vou tocar com meu irmão e meus amigos que agora são da nossa banda

Quando Rob finalmente desceu do quarto, fomos até o palco e nos preparamos para tocar. Cada um escolheu uma música, quatro no total.

Eu estava muito bêbado, e com um pouco de dificuldade de me manter em pé, mas isso não me atrapalhou para tocar

Me impressionou o fato de tanto Matt quanto Eddie saberem tocar as músicas que escolhemos, eu sentia que eles eram muito bem preparados

Tocamos Whole Lotta Love, Paranoid do Black Sabbath, Back in Black e Walk this Way.

Eu na guitarra, Rob nos vocais e na guitarra base em algumas, Matt na bateria e Eddie no baixo.

A sensação que eu tive era extraordinária. Todas aquelas pessoas pararam no meio de uma festa para nos ver tocar. Eu ficava o tempo todo olhando para a menina que eu passei a festa toda conversando, tentando impressioná-la de alguma forma.

Como é incrível tocar com Robert, sua voz parece rasgar sua garganta, mas o som é divino. Ele sabe adaptar sua voz para qualquer música 

Matt faz muito barulho com a bateria, bate com toda força, e o som é muito bom

Eddie não consegue ficar quieto no palco com seu baixo, ele parece tirar o máximo que consegue daquele negócio

Nosso pequeno showzinho terminou rápido, nem vi passar, mas foi o suficiente para sentir como é ter uma banda, a magia é muito mais forte

Eu estava tonto e precisava ir ao banheiro

Voltei à mesa onde eu estava antes e procurei por minha "amiga" mas não a encontrei.
Olhei em direção ao palco e vi uma menina subindo nele, com um violão, apertei meus olhos para conseguir enxergar melhor

Não conseguia ter certeza, mas parecia ser ela. Levantei-me novamente, andei um pouco me apoiando nas mesas para me equilibrar, tentando olhar para aquela menina em cima do palco 

Tive certeza que era ela quando cantou a primeira nota de Dead Flowers, dos Rolling Stones

Que voz doce ela tinha, suave, limpa e extremamente afinada. Queria perguntar várias coisas à ela, mas fiquei completamente seduzido por aquela voz incrível

Robert estava um pouco à minha frente, com Kate. Precisei sentar à mesa onde estava porque não conseguia mais ficar em pé, eu estava bêbado demais

Eu sentei e apaguei em cima da mesa alguns segundos depois, não me lembro de mais nada daquela festa

****

- Adam. ADAM, ACORDA, temos que ir embora...

- C-como eu vim parar aqui?

- Como assim, Adam? Só levanta e vamos embora, a festa já acabou

De alguma forma eu fui parar na cama de um quarto. Quando me levantei, um pedaço de papel que estava em cima de mim caiu no chão 

Me abaixei para pegar, e estava escrito "Me encontre quando quiser" e tinha um endereço em baixo. Só podia ser uma pessoa. Eu nem queria imaginar como ela me trouxe até o quarto, mas com certeza pediu ajuda de alguém.

Eram duas horas da manhã, tínhamos que pegar um táxi de volta, deixar Kate e irmos para casa

Eu estava fedendo, mas acho que me diverti mais do que imaginei 

             

 

             Point of View: Stephanie
                               (Alguns dias depois)

Daqui dois dias vou para Los Angeles, reencontrar meu irmão e meu melhor amigo.

O show do Kiss ontem à noite foi sensacional, nunca vi uma banda conseguir agitar tanto o público como eles, todo mundo pulando o show inteiro. Acho que foi um ótimo jeito de me despedir daqui

Escrevi minha última matéria para o jornal aqui em San Francisco, foi publicada hoje. Agora estou oficialmente pronta para partir

eu queria muito que James e Adriana fossem comigo, vai ser difícil me acostumar a viver sem eles

Mas eu não poderia ir embora sem antes comer pizza em algum lugar qualquer, E é isso que vamos fazer hoje à noite 

São quatro e meia da tarde, está chovendo desde cedo e não fiz quase nada o dia inteiro. James já voltou do trabalho, Adriana está deitada no sofá lendo alguma coisa e eu estou com preguiça demais para sair da cama.

Escutei James conversando com Adriana:

- Amor, o que acha de irmos num shopping e depois pra pizzaria? Se eu ficar mais uma hora aqui dentro sem fazer nada eu durmo e só acordo amanhã

- Vamos, pergunta se a Steph quer

James veio até meu quarto e eu ja estava me arrumando

- É tudo por sua conta, eu disse rindo

- Tá bom, ele gargalhou

Coloquei uma roupa qualquer, com um agasalho, entramos no carro de James e fomos até um shopping que fica bem no centro da cidade

Eram dois andares gigantescos. Não estou acostumada com muitas coisas e pessoas no mesmo lugar, não consigo prestar atenção em tudo ao mesmo tempo. Eu queria entrar em todas as lojas que via. Lojas de roupa, produtos esportivos e claro, as de música.

Nós entramos em tantas lojas que passaram duas horas e nem vimos. Comprei duas jaquetas de couro e dois livros de romance, porque não aguento ficar sem ler um romance

Depois andamos num trenzinho de brinquedo que Adriana encheu o saco pra ir porque queria fingir que era uma criança, e foi um pouco constrangedor porque ela ficou gritando que nem uma, mas foi uma experiência muuuuito excitante. 

Saímos do shopping às oito da noite e procuramos uma pizzaria. 

Encontramos uma bem perto dali, com uma aparência bem italiana, um ambiente simples, aconchegante e não muito cheio.

O maior problema era decidir que sabores pedir. Escolhemos o maior tamanho, com dezoito fatias, seis para cada sabor. James pediu de pepperoni, Adriana pediu de ovos e bacon e eu de quatro queijos. Bebemos cerveja e James ficou falando sobre sua infância, depois os dois me contaram como se conheceram.

Eles eram amigos de escola, não muito íntimos. Se separaram quando Adriana foi fazer faculdade em Los Angeles. Quando ela voltou para San Francisco, foi para uma pizzaria, a mesma que James estava naquela noite. Adriana estava com suas amigas e James com seus irmãos que não moram mais aqui, depois disso voltaram a se falar e acabaram namorando.

Fiquei surpresa em saber que se conheciam a tanto tempo, apesar de ja ter desconfiado, pelo jeito que eles conversam. 

No meio da conversa eles começaram a me perguntas umonte de coisas

- Você nunca namorou, Stephanie?

- Nunca, mas não gosto de falar sobre isso

- Por quê? Você nunca gostou de ninguém?

- Gostei sim, mas eu não tenho coragem de me aproximar dos meninos

- O que você fazia no seu tempo livre então?

- Ficava brincando com minha irmãzinha e vendo meu irmão e meu amigo tocarem. Ou conversando sobre assuntos sem sentido com eles

- Admiro você por conseguir ficar sem fazer muita coisa além de ficar em casa 

Depois de muita conversa e muita cerveja, voltamos pro carro e voltamos pra casa. James estava bem alegre, aumentou o volume do rádio do carro até o máximo quando começou a tocar Roadhouse Blues do The Doors. Eu não sei porque ele ama tanto aquela banda, mas tive que aguentar ele cantando do começo ao fim

Yeah!

Keep your eyes on the road, your hands upon the wheel

keep your eyes on the road, your hands upon the wheel

yeah, we're goin' to the roadhouse

we're gonna have a real
              good time

- É, mantenha os olhos na estrada, James, disse Adriana, zombando. 

(Dois dias depois)

Nem acredito, mas estou indo embora de San Francisco. Os meses que passei aqui foram tão incríveis, conheci pessoas maravilhosas, e vou ter que me despedir de das duas pessoas que me acolheram e fizeram meus ótimos momentos aqui.

Meu voo para Los Angeles é as dez e meia da manhã, acordei bem cedo para me preparar, ajeitar as últimas coisas e me despedir dos dois

Tinha dó de acordá-los, mas tive que fazer.

Bati na porta do quarto e james disse:

- Só um pouco!

Os dois sairam do quarto e Adriana me deu o abraço mais longo da minha vida

- O que eu vou fazer sem você aqui? Volta logo

- Eu vou sentir muita falta, você sabe. Mas por que você não vai pra lá? 

- Um dia quem sabe...

- Até logo, Adriana, eu amo você, mal posso esperar pra te ver de novo

Enquanto isso, James foi pegar alguma coisa no sótão da casa, e voltou com uma caixa larga e pesada 

- Compramos pra você levar, disse James, descendo as escadas. Pode abrir

Eu rasguei o papel que cobria a caixa, tirei a tampa e dei um berro

Tinham oito LPs de algumas das bandas que eu mais gosto e umas miniaturas de vários modelos de guitarra. Eu sempre quis essas miniaturas pra deixar no meu quarto mas eu nunca achava em lugar nenhum

- Onde vocês acharam isso? Eu procurei tanto e nunca encontrei

- Tinha um pequeno leilão do lado do meu trabalho, os LPs eu peguei lá, as miniaturas eu comprei numa feira lá perto também

- Bom, Obrigado! Eu amo vocês, nem sei como agradecer 

Depois de muitos abraços e lágrimas, chamei um táxi pra me levar até o aeroporto.

Ter que olhar para eles pela última vez e dizer "tchau" foi uma dor que eu só tinha sentido uma vez na vida.
O táxi começou a andar e eu olhava para trás e via os dois abraçados, com Adriana chorando nos ombros de James

Por outro lado, eu estava muito nervosa porque não fazia ideia de como era andar de avião, mas por sorte, a viagem era curta.

Fiquei observando tudo que via pela janela até chegar ao aeroporto, toda aquela cidade que eu conhecia tão pouco mas que marcou um momento muito especial na minha vida.

Os prédios enormes iam ficando para trás, e bem ao fundo eu avistava aquela magnifica ponte vermelha que ficava na fronteira da cidade, a Golden Gate, o dia ensolarado, sem nuvens, que parecia ter vindo apenas para me dar adeus naquele dia

Quando cheguei no aeroporto tive que correr, para não correr risco de perder o voo. Tive que pedir ajuda para um instrutor porque eu não sabia direito o que tinha que fazer, mas no fim deu tudo certo, e eu estava dentro de um avião pela primeira vez.

Tudo parecia normal e tranquilo. O piloto anunciou no microfone que decolaríamos em dez minutos.
Meu coração começou a bater mais forte, mas controlei minha ansiedade e nervosismo. 

O avião começou a andar até a pista e eu fiquei mais nervosa.

Eu estava ao lado da janela, e tinha medo de olhar por ela enquanto o avião estivesse decolando, mas eu sou curiosa demais para não olhar

As turbinas ligaram e aquilo ia ficando cada vez mais rápido. Eu olhava para o saco de vômito pensando "pego ou não?" No fim, não peguei e nem vomitei, primeiro passo concluído.
Agora tudo ia ficando pequeno lá embaixo, os carros, as pessoas, tudo. 

Adeus, San Francisco...


Notas Finais


E olá Los Angeles!

Tadinha da Stephanie :(

Aaaaa o proximo cap vai começar a pegar fogoo


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