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História Rihanna: A Quarentena. - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Capítulo 1 - Prazer.


Fanfic / Fanfiction Rihanna: A Quarentena. - Capítulo 1 - Capítulo 1 - Prazer.

POV Rihanna

Mensagem de voz do dia 16.03.2020 - Primeiro dia de Quarentena.

Oi, eu sou Rihanna. Se você estiver ouvindo essa mensagem, é porque eu fui pega ou eu consegui. Espero que seja a segunda alternativa.

Surgiu um novo virus. Pesquisei e pesquisei para achar uma solução para detê-lo. Eu não consegui... no começo.

Eu tive que ligar para os meus contatos de Barbados, minha cidade natal, encontrei algo que me intrigava: Se existia há muito tempo, por que começou a aparecer agora?

Essa era pergunta que eu tinha dúvida e em como resolvê-la. A base das minhas pesquisas mostraram que o COVID-19 não apareceu na China antigamente. Apareceu nos Estados Unidos.

De acordo com meus estudos, o Corona Vírus foi usado como uma forma de defender o teu partido político, a sua moral e ética, nas décadas de 40, sim no início da Segunda Guerra Mundial. Se eu não fosse empreendedora, tentava ser uma professora de História bem gostosa. Enfim, a conclusão é que o Corona Virus foi criado pelos próprios humanos. Ele não evoluiu. Agora eu preciso saber o porquê de terem feito isso e porquê vazaram na China primeiro. Eu acho que já tenho uma resposta: a guerra.

Pode ser um inicio de uma guerra iminente? E se for o que rolou entre Irã x Estados Unidos?

Eu preciso descobrir. Eu sou Robyn Rihanna Fenty, uma mulher bem sucedida nessa vida e perfeita, de 32 anos, sofri muito nessa vida para chegar até aqui, tenho contatos suficientes para conseguir resolver esse vírus. Tenho muito pela frente.

Eu consigo fazer a cura. Preciso somente de algumas informações, se eles formaram o vírus, eles tem informações suficientes para acabar. Preciso ir ao Estados Unidos. O problema é essa quarentena. Se você sair, posso ser espancada, presa ou algo do tipo. Quase uma ditadura.

Fim da mensagem.

Eu moro em São Paulo, aqui é o Estado que mais tem casos suspeitos e confirmados desse vírus. Eu preciso achar e adivinha quem que terei que pedir ajudar? Sim, ao Drake.

Aquele canalha sem vergonha. Ele é um criminoso, o unico que pode me ajudar para sair do país e ir ao Estados Unidos. Eu conheci ele foi em uma balada gay, eu precisava de uma... uma maconha. Eu me arrependo super, alias eu não me arrependo não. Era bom! Drake me ofereceu uma maconha e como eu estava péssima naquele dia, comprei e transei com ele. Essa última parte, eu me arrependo. Eu jurava que ele era gay. Eu fui para casa dele, e eu só durmo sem sutiã. Fiquei pelada. Ele estava na porta me olhando no banheiro, depois que eu vi que ele estava excitado. E como eu sempre falo: Nunca perca a oportunida, pois nunca saberá quando terá a proxima. Transei com ele.

O Drake pode me conseguir passaporte falso e identidade falsa. O ruim é que eu sou um pouco conhecida. Então, terei que pensar em uma forma de depistar os filhos da puta que fizeram isso com o nosso planeta. O Drake sempre vivia escondido, mas, olha, ele vivia escondido bem para caramba. A casa dele é enorme.

Já conheço o caminho. Era em um condomínio rico. Não sei como deixavam passar o cheiro de maconha ou drogas, se quiser algum entorpecentes, é com Drake. Eu tinha meu próprio carro, não gostava de muito luxo, então era um Fiat Argo.

Cheguei na porta dele, bati a campanhia, eu era uma moça educada. Já ouço ele gritando.
— JÁ VAI, CARALHO!
Não precisa gritar, sem graça. Bufei. Ele chegou depois de segundos e sem camisa. Que belo peitoral.
— Ah, você... Achei que fosse alguém importante. — Falou Drake, em tom de ironia.
— E quem disse que eu não sou importante? Alô, você está falando com Rihanna Fenty. — Ele ficou me encarando, tentando me decifrar. — Não vai me chamar para entrar?
— Depende do que você queira. — Ele mordeu os beiços.
Que safado! Pensando já em transar. Entrei na casa dele, estava toda limpa e confortável. Eu amo esse quadro, é uma obra inspiradora. Deve ser por isso que está na sala, bom gosto, o Drake tem.
— Você não veio para olhar a minha casa. Pode falar o que você quer.
— Eu vim pedir a tua ajuda. Eu preciso que você faça um passaporte e uma identidade falsa para mim. — Sorri.
Drake começou a rir.
— Pera, pera. Você quer que eu faça um PASSAPORTE e uma IDENTIDADE para RIHANNA FENTY? — Ele enfatizou as palavras e continuou a rir.
Até que ele tem razão, mas eles não vão deixar eu viajar em plena pandemia.
— Sim. Por favor, Drake. Eu preciso urgentemente. — Implorei.
Ele andou voltas e voltas, pensando. Até que se virou a mim.
— Ok. Eu faço!
Eu sorri para ele e quando eu ia abraçá-lo, de forma agradecida, ele interrompe.
— Só por uma condição: Deixa eu ir com você.
Fiquei paralisada, sem reação. Eu não posso levar um doido junto comigo em uma missão ULTRA EXTREMAMENTE SECRETA.
— Oi?
— Sim. Por que não poderia ir? Eu vou com você.
Eu preciso de passaporte. Então tenho que aceitar. Até porque eu preciso de alguém para culpar, se algo der errado. Ou até mesmo entregá-lo para os cachorros quando for para correr.
— Beleza. Iremos para os Estados Unidos.
— Ok.

Drake abriu a porta para eu ir embora. Tudo bem, já consegui o que eu queria. Quando eu saia, Drake impediu a porta e se aproximou mais de mim. Ele era gostoso e gato, mas eu ainda tinha consciência na cabeça de que aquilo era errado. Bem que se eu for pegar o balde de novo, não terá problema. Ele revezava os olhares entre a minha boca e os meus olhos.

Eu precisava ir embora, me afastei um pouco, na espera de que ele se tocasse. Drake abriu o caminho.

Consegui fazer mais uma coisa em minha lista: Passaporte e Identidade falsas. Agora preciso de um visual novo. Eu preciso pelo menos estar irreconhecível. 



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