História Rin, a garota do bairro - Capítulo 22


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Categorias Inuyasha
Personagens Ayame, Bankotsu, Hakudoushi, Inu no Taishou, Inuyasha, Izayoi, Kaede, Kagome Higurashi, Kagura, Kikyou, Kohaku, Kouga, Miroku, Naraku, Rin, Sango, Sara Asano, Sesshoumaru, Youkai Satori
Visualizações 72
Palavras 1.690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia... Segue mais um capítulo 😘.

Capítulo 22 - Notícias que machucam o coração


Fanfic / Fanfiction Rin, a garota do bairro - Capítulo 22 - Notícias que machucam o coração

Inuyasha deixa Sara em sua residência e logo parte para a mansão dos Taisho.

Rin e Sesshoumaru seguindo para a casa quando o jovem desvia o caminho e para o carro num local onde há um templo antigo.

-   Quero te mostrar um lugar.

-   Mas não está muito tarde?

-  Anda Rin, vamos eu te defendo.

-. Bom se é assim tudo bem, com esses braços grandes me defendendo, eu vou. Sorri marota.

Ao olhar o local escuro quando sai do carro dá um passo para trás.

-  Não está muito escuro não?

-  Vem Rin, eu te guio. O jovem estende a mão para a morena. - Anda me dê sua mão.

Rin pega a mão do platinado e sente uma corrente elétrica passar pelo seu corpo ao olhar para orbes âmbares sorri.

-   Obrigada. Diz encabulada.

-   Venha, quero te mostrar um lugar fascinante. Diz a puxando.

No apartamento de Sara a jovem chega possessa, logo é recebida por Alexia.

-   O que houve menina é seu vestido?

-   Me deixa Alexia se não quiser apanhar.

-   Sim, senhora. Diz se retirando rapidamente.

A morena anda de um lado para o outro ainda dolorida pelos puxões de cabelos que havia levado segue para seu quarto.

-   Maldita morta de fome, mas você vai me pagar por tudo que fez comigo e vai se arrepender amargamente de ter entrado na casa dos Taisho. - Alexia. Grita.

-  Sim, senhora.

-  Quero que faça uma de suas bruxarias para amarrar de vez o Sesshoumaru, somente assim poderei me vingar daquela desgraçada. - O que está esperando saía e vai fazer nem que seja um pacto com o demônio. Gritava com a outra.

-   Sim, senhora. Diz saindo assustada com a reação da jovem.


Ambos seguem até um lago onde possuíam algumas árvores de cerejeiras e um lago cristalino, onde carpas habitavam o local e a lua iluminava o ambiente dando um ar de romantismo.

Ao ver suspira e sorri com a beleza.

-    Lindo não?

-    Sim de tirar o fôlego. Suspira.

Sesshoumaru fica a observando e logo a morena sente seu olhar sobre si.

-   Que foi que me olha assim?

-   Rin, quer ser uma garota fina e educada?

-   Está brincando com a minha cara?

-   Não, eu queria saber se quer.

-   Mas é lógico que sim.

- Eu posso te ensinar ser assim.

- Sério. Rin sorria para o platinado.

- Só que tem uma condição.

- Lá vai. Diz a jovem desfazendo o sorriso.

- Tem que manter em segredo.

- Não posso dizer nem para meu tio Inu?

- Não Rin, nem para meu pai vai ser uma surpresa para todos.

- Como assim?

- Preste atenção, quero que um dia você apareça para todos como uma menina diferente, agindo de forma certa e culta, impressionando a todos inclusive meu pai. - Para meu pai a surpresa será muito mais gratificante que para os outros.

- Ah, entendi, mas porque você que me ensinar?

- Bom, quero te ensinar, pois assim não passe vergonha como hoje. Diz.

- Nem me fale. Rin diz se lembrando do papelão que causará. - Pensei também iria me ensinar devido que gosta de mim como disse.

- Também, eu quero que mude que fique fina, assim ninguém vai te humilhar.

- Você quer que eu fique fina como a Sara.

- Isso, como ela, quero te ensinar. Que tal começarmos amanhã?

- Amanhã?

- Sim, os ensinamentos devem ser de pouco em pouco e assim quem sabe você não fica pronta até o dia do meu casamento com a Sara.


No apartamento de Sara a jovem andava de um lado para o outro.

-”  Eu não deveria ter me rebaixado, perdi minha estribeiras. Não posso me deixar levar por impulso e romper com Sesshoumaru, isso vou amanhã ligar e pedir desculpas, devo agir com cautela até casar com ele e casarei.” Pensava consigo com um sorriso.


No templo Rin estava pasma com que acabara de escutar.

-   Por que quer se casar com a Sara?

-  Bom minha mãe gostaria muito desse casamento.

- E eu?

- Você o que?

- Eu vou te ver casar com a Sara toda arrumada? Você disse que gosta de mim, mas porque vai casar com ela. Dizia com a voz melancólica.

- Eu gosto, mas minha mãe nunca iria deixar me casar com você, mas com a Sara ela ficaria encantada. Diz com um sorriso de canto.

- Se você vai se casar com ela não precisa me ensinar está bem. E muito menos se vai namorar com a Sara

-  O que tem a Sara em particular?

- Aquela nojenta é muito metida e me detesta.

- E que isso tem haver?

- É melhor eu ficar assim como eu sou.

- Bom você que sabe Rin, só estou propondo algo para te ajudar e assim você não ter que fazer novamente o papelão de hoje.

- Não me importa, pois não sairei mais com vocês.

- Mas irá sair com outras pessoas.

- Meu tio Inu não tem vergonha de sair comigo.

- Mas, ele não poderá sempre sair com você.

- Não preciso, além do mais, eu tenho minha gatinha, o Sesshō e meus animais para ficar comigo.

- Ah, o zoológico ambulante. Diz sorrindo.

- É sim e eles gostam de mim e não falam coisas ruins para mim. Fala com lágrimas em seus olhos.

- Isso não vai bastar Rin, vai ter um dia que terá novas inquietações e então vai querer recuperar o tempo perdido.

Rin olhou para Sesshoumaru e abaixa a cabeça secando suas lágrimas, logo suspira fundo e levanta a sua face.

-  Eu quero ir embora daqui.

-  É tem razão está tarde. - Vamos então. O platinado oferece a mão, porém a jovem o olha com raiva.

-  Não precisa eu vou sozinha.

-  Não estava com medo do escuro?

-  Estava, mas não estou mais. Diz se desvencilhando e correndo para o carro.

Ao chegar no carro as lágrimas começam a cair, a morena seca novamente e logo escuta os passos do jovem, este desativa o alarme e Rin entra no carro sem olhar para Sesshoumaru.

O trajeto até a mansão é feita em silêncio, Sesshoumaru dirigia o automóvel e olhava de relance de canto de olho para Rin que observava a janela, ao chegar a jovem sai do carro e segue correndo para dentro da mansão.

-   Suba sem fazer barulho. Diz o platinado ao alcançar Rin.

-   Eu tô subindo. Diz.

-  Então até amanhã Rin.

-  Até… quer saber você não serve para nada. Diz saindo correndo para seu quarto.

Sesshoumaru fica ali na ponta da escada vendo-a desaparecer, suspira e leva sua mão em seus cabelos.

-   Satisfeito com sua obra meu irmão. Inuyasha diz aparecendo no campo de visão de Taisho mais velho.

Rin ao chegar em seu quarto, joga a caixa de bombons no chão e segue para sua cama onde está Kirara ao pegar a gatinha a abraça e começa a chorar.

-  Ele não me ama Ki, não me ama. Diz aos prantos. - Esse canalha não me quer e o pior vai se casar com ela.

No andar de baixo os irmãos estavam discutindo.

-  Você humilhou a Rin, só a levou no teatro para debochar dela.

-  É eu sei. Diz suspirando.

-  Sesshoumaru, somente fez isso pois nosso pai a impõe força, vai me dizer que não foi isso.

-  É não vou mentir para você, pois é verdade. Diz se sentando na escada.

- Você perdeu o sentimento de bondade de compreensão pelo próximo. Diz Inuyasha.

- Não pense que estou feliz com que fiz.

- Oh não! Vai me dizer que está arrependido? Inuyasha questiona com sarcasmo.

- Sim, Inuyasha eu estou e muito arrependido, tanto que quando a vi subir chorando daquela forma tive vontade de pedir perdão.


No dia seguinte Kaede estava no quarto de Rin.

-   Menina você deve ter armado uma confusão.

-   Nossa Kaede nem me fale, mas quem saiu pior nisso tudo foi a cobra da Sara, ela ficou toda rasgada. Diz sorrindo.

-  Mas o que houve para ela ficar assim menina?

-  Bom eu dei uma boas bofetadas naquela magrela metida.

-  Mas porque você fez isso menina?

-  Ahh, ela não parava de falar coisas de mim, bati nela duas vezes por sinal, o ruim foi que deixei meu sapato lá no teatro, pois o Sesshoumaru me pegou pela mão e saiu comigo às pressas.

-   Aí, meu Kami não posso nem pensar no que esse crápula pode ter feito para você.

-  Se eu te contar você não vai acreditar.

Antes de falar as duas são interrompidas pelas batidas na porta, logo Nádia entra no quarto de Rin.

-   O senhor Inu disse para essa ir tomar o café da manhã.

Ao escutar Rin mostra a língua para Nádia que saí do quarto imediatamente.

No apartamento, Sara estava deitada em sua cama, quando Alexia vem com seu café da manhã.

-   Bom dia, menina Sara que bom que está melhor.

-   Alexia, você entende mesmo de bruxaria?

-   Sim, menina.

-   Então quero que faça uma para que eu me case o mais rápido possível com o Sesshoumaru.

-    Sim, menina eu posso, vejo que você está muito apaixonada por este jovem.

-    Sim, Alexia eu amo o Sesshoumaru,mas amo mais a fortuna dos Taisho.

-   Então vou preparar algo mais eficiente, mas vou precisar de um lenço que ele tenha usado nos olhos e de uma cueca do rapaz. - Pode conseguir isso?

-   Sim,mas é claro Alexia, e espero que isso funcione tão bem quanto aquele amuleto e se funcionar você será bem recompensada. Sorri diabolicamente.

Na mansão dos Taisho no desjejum Sesshoumaru transcorria o que houve no teatro para todos ali presentes.

-   Bom, quando a puxei pelo braço ela esqueceu os sapatos. Dizia rindo.

-   É verdade Rin. Inu pergunta.

-   É tio, e estou triste, pois gostava daquele sapato. Diz emburrada.

- Papai ela tirou, pois apertava seu pé, é lógico que na correria esquecemos. Sorriu.

-  Mas isso não foi o pior. Inuyasha diz. - Sara e Rin se atracaram no estacionamento.

-   O quê? Como assim? Izayoi pergunta horrorizada.

-   Ah, foi que ela me disse coisas que eu não gostei e dei um petelecos na orelha dela.

-   Coitada da Sara, depois ligarei para ela e ver como está e você mocinha trate de pedir desculpas a minha sobrinha.

-   Eu não. Rin diz.

-  É também acho melhor você pedir desculpas já que a Sara é minha namorada e logo irei me casar com ela.

Rin se levanta de imediato da mesa e olhou para Sesshoumaru.

-   Você não vai se casar com ela, entendeu não vai. Encarando as orbes âmbares do jovem.





   


Notas Finais


Até o próximo capítulo 😊😘


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