História Rise - Capítulo 3


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Categorias Animais Fantásticos e Onde Habitam, Harry Potter
Personagens Personagens Originais, Porpetina "Tina" Goldstein, Queenie Goldstein, Sr. Henry Shaw
Tags Animais Fantásticos, Assassinato, Auror, Curandeiro, Goldstein, Harry Potter, Investigação, Magia, Mistério, Policial, Romance
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Palavras 2.855
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - 02: Teatro e ocluemência


Fanfic / Fanfiction Rise - Capítulo 3 - 02: Teatro e ocluemência

  — SOPHIE!— os gritos do homem ecoavam pelos camarins do teatro, a procura da moça.— SOPHIE! Onde está Sophie? Onde está aquela garota?— ele se virou para uma mulher que passava ao seu lado, agarrou o braço dela com força fazendo-a encará-lo.— Você viu Sophie? Sophie Hawley?

  A mulher negou com a cabeça e ele a empurrou como se a descartasse.

  — Senhor Davis.— ele se virou imediatamente ao ouvir a voz de Sophie. Ela caminhava apressada, lidando com o enorme vestido vermelho da peça, se aproximando dele.— Desculpe o atraso, Sr. Davis. Eu estava... ocupada.— ela concluiu.

  — Eu não quero desculpas. Já passa das dez horas, está atrasada.— ele agarrou o braço dela desta vez, enquanto já caminhava em direção ao palco.— Não quero saber com quem estava ou o que fazia, agora, entre naquele palco e faça o seu trabalho!

  Ele a arrastou até próximo às cortinas e a largou ali, parada, esperando seu momento de estrar em cena.

  — Você entra em quinze segundos.— uma mulher a avisou, e então desapareceu por ali mesmo.

  Ao longe, Sophie pôde ouvir enquanto o Sr. Davis gritava a procura de Amin Packard.

  Ela contou o tempo, observou a cena e enfim adentrou na hora exata, quando o teclado de Amin começou a soar as notas certas.

  Sophie era uma jovem atriz de teatro, que sonhava em um dia fazer parte dos famosos filmes mudos que começavam a adentrar o mercado artísticos. Vinda de uma família bruxa em decadência na época, Sophie usava o pouco dinheiro que ganhava com suas peças para ajudar a família, formada apenas por ela, a mãe e uma irmã mais jovem. Não era grande a renda, e não era suficiente para mantê-los, o que obrigava a mãe, já em idade avançada, a trabalhar de formas que não a valorizavam em nada.

  Já Amin, um homem de meia idade, há anos tocava nos teatros para as apresentações em cartaz. Pelo pouco que se sabia sobre ele, vivia sozinho num pequeno apartamento. Nascido no Brooklyn, mudara-se para Manhattan há muitos anos. Muito comumente precisava aceitar trabalhos extras para conseguir se manter.

  Trabalhavam juntos há um tempo. Onde estava Sophie Hawley, lá estava também Amin Packard, musicando suas interpretações.

🖤

  [Manhã seguinte...]


  A garota corria pela casa. O cabelo balançava sobre os ombros.

  Ela parou e encarou a mulher que estava vidrada no exterior da janela, como se estivesse extremamente preocupada com algo. As malas ao pé, como se fosse para muito longe.

  Ela se virou para a garota, que Abigail sabia, não tinha mais do que seis anos. E, acima de tudo, Abigail sabia quem ela era ela. Sabia que era ela.

  As faces da mulher estavam molhadas por lágrimas, e os olhos grandes da garota a encaravam um tanto atônita, como se não entendesse a real gravidade da situação. Ela se aproximou da pequena, ajoelhou-se diante dela e a abraçou. Beijou-lhe a bochecha enquanto um homem ajudava a levar as malas para o carro.
 
  "Mamãe, a senhora vai voltar logo, não vai?" a garota questionou. A moça a encarou, como se pensasse na melhor resposta, e por fim disse "assim que possível, corujinha."

  Ao dizer isso, a moça, muito parecida com a menina, levantou-se apanhando a última mala no chão "até breve", ela mentiu.

  Ela não voltaria, e ela sabia. E o marido também, mas não a garota. Abigail, tão inocente, acreditava que um dia a mãe estaria de volta.

  Para ela, tudo era tão simples. Simplesmente não sabia porque viviam escondidos. Simplesmente não entendia a necessidade. Para ela, não havia a menor importância de que seu pai e sua mãe eram diferentes um do outro. Ela não se importava nem um mínimo que seu pai era bruxo e sua mãe não era. Não se importava de não haver um pingo sequer de magia em suas veias. Ela era sua mãe, e a amava de qualquer forma, mesmo que tão nova. Mesmo que não soubesse exatamente o que a palavra "amar" significasse de fato.

  A mulher a deixou, caminhando com suas malas, enquanto seu pai a tomava nos braços e caminhava com ela para uma breve e última visão, enquanto a mulher desaparecia diante de seus olhos, sendo levada por dois agentes do MACUSA.

  Abigail, após esperar e esperar, e crescer um pouco e notar que ela não retornaria, pensou que jamais poderia perdoar o MACUSA. Pensou que jamais poderia aceitar suas imposições. Pensou que jamais faria parte daquele grupo de pessoas que um dia lhe haviam tirado uma das pessoas que mais amara na vida.

  No entanto, ali estava ela.

  A coisa mais complicada para ela, era o fato de viverem tão perto e jamais poderem conversar. Eram todas as vezes em que saía de casa e se deparava com a mulher, mas ela não se lembrava de Abigail. Ela sequer sabia quem Abigail era.

  — Chega!— Abby resmungou, interrompendo a conexão de Richard Edwards com os seus pensamentos, ao apontar para ele a própria varinha e ameaçá-lo.

  Edwards já não se importava mais com todas as vezes que Abigail fazia isso. Ele tinha livre acesso aos seus pensamentos todas as vezes que isso acontecia e, sempre que a história alcançava esse ponto, Abigail se cansava de tentar. Desistia, largando Edwards para trás com mais uma ameaça e passava o restante do dia sem olhá-lo diretamente.

  — Não é dessa forma que irá aprender ocluemência.— Edwards ralhou, enfiando a varinha no bolso.

  — Eu acho que eu não quero aprender ocluemência, então.— ela guardou a própria varinha.

  — Goldstein.— ele segurou seu braço, antes que ela pudesse deixar a sala.— Se não fizer isso, pode ser um alvo fácil de mais caso tenha de enfrentar algum legilimente ou alguém versado nessa arte.— Edwards a soltou, quando ela lhe lançou um olhar fuzilante.— Está se tornando cada vez mais comum, e você sabe disso. Manter seus pensamentos afastados da mente de uma garotinha de treze anos é uma coisa, Abigail. Você sabe como lidar com a sua filha, mas um bruxo versado e experiente em legilimêcia? É completamente diferente.

  — Eu não sou uma auror, Edwards. Eu não preciso saber tudo o que um auror precisa aprender para entrar para o congresso.— ela ralhou, aproximando-se da porta mais uma vez.

  — Mas, assim como qualquer um de nós, trabalha com bruxos das trevas e nenhum deles se importa com a sua posição quando necessário o enfrentamento.— ele era rígido.— Ou você supera essa história, ou nunca vai conseguir se oficializar no departamento de mistérios.— ele soltou um suspiro.— Isso é uma fraqueza, Goldstein. Uma fraqueza da qual não pode se dar ao luxo de ter. Você é um livro aberto para quem quiser saber como te afetar.— ele tentava explicar.— Seria extremamente fácil ganhar de você num duelo de verdade de o bruxo soubesse como te desestabilizar.

  — Isso é fácil para você falar.— ela abriu a porta e saiu, sendo seguida pelo homem.— Já nasceu com esse dom, Edwards. Nasceu oclumente e dedicou sua vida ao estudo da legilimencia.

  — Por que entrou para o congresso? Por que trabalha para a equipe com os aurores se os odeia tanto?— ele questionou, fazendo-a se virar para ele com a mudança súbita em suas questões.

  — Eu não odeio o congresso e nem aos aurores.— ela disse, o encarando, enquanto sentia que os olhos de muitos dos aurores do departamento estavam sobre eles.— Eu só odeio essa lei inútil!

  — É para a proteção do nosso mundo.— Edwards dizia, pela milésima vez desde que se conheciam.

  — Até hoje, não vejo o benefício que causa à ninguém.— ela disse.

  Benjamin já tomava consciência da discussão que se estenderia mais uma vez.

  — Lauren.— ele a chamou, enquanto Edwards a largava falando sozinha e voltava para sua sala, batendo a porta atrás de si.

  Abigail ignorou ao chamado do homem, atravessando a sala até a sua mesa, num dos cantos, e se sentou na cadeira, tentando enfiar-se detrás da pilha de papéis.

  — Lauren.— ele tentou seguí-la, mas antes que pudesse alcançar sua mesa, Charles Culbert os interrompeu.

  Culbert era o chefe do departamento. Se Benjamin tinha a chance de ignorar o chamado de alguém, com certeza não era o dele.

  — Chefe Culbert.— ele se virou para o homem, que se aproximava, atirando um restoio de um cigarro no cesto de lixo ao lado de uma das escrivaninhas.

  — Cadê a Sra. Montmorency?— ele questinou.

  Num tentativa de distinção, muitas vezes, Abigail era referida como Sra. Montmorency. Ao ouví-lo chamar-lhe, realmente não queria se levantar dali, mas não tinha uma real escolha.

  — Viram o jornal de hoje?— Culbert questionou, quando Abigail parou ao lado de Benjamin, próximos à mesa dele, e ambos o encararam.

  O chefe atirou as páginas impressas sobre a mesa.

  Abigail se adiantou, apanhando-o e o abrindo.

  "Famoso dragonologista, Levi Boneville , é encontrado pela esposa, morto em sua casa nesta madrugada."

  Benjamin encarou o homem ao seu lado.

  — Quero que vocês dois investiguem isso.— Culbert disse.

  — Estão acredita que foi um assassinato?— Benjamin questionou.

  — É por isso que veio parar no departamento de mistérios.— Culbert retrucou secamente.— Vão até lá e vejam com seus próprios olhos.

  Abigail concordou com a cabeça e devolveu o jornal a Culbert. Caminhou apressada até sua mesa e apanhou seu casaco e o chapéu, enquanto Benjamin fazia o mesmo.

  Eles andaram para fora do prédio a passos rápidos. O fato de ser localizado num antigo clube noturno amenizava as chances de alguém encontrar o lugar. A entrada dava para um beco sem saída, onde não havia nenhum entrada principal para lugar nenhum, nem casas. Tudo o que tinha ali, além da entrada do clube, era uma saída de emergência aos fundos de um grande hotel, que muito bem servia como disfarce para o fluxo de pessoas que entravam e saíam do beco.

  — Você pegou o meu chapéu?— Benjamin encarou a esposa.

  — Hurum.— ela resmungou, sem dar muita atenção.— Ele combina com o meu casaco e é mais discreto que os chapéus femininos.— ela encolheu os ombros.

  Do lado de fora do departamento, Abigail tomou o braço de Benjamin segundos antes de eles aparatarem dali. Tudo girou intensamente e então parou.

  Quando sua visão se acostumou ao local novamente, Abigail reparou que estavam parados num fino caminho de pedras, no meio de um jardim, entre uma enorme casa e um grande portão de ferro.

  Levi tinha uma casa numa das poucas ruas inteiramente bruxas de Manhattan, o que possibilitava que aparatassem e desaparatassem sem muita preocupação em serem vistos. E, como a maioria das casas costuma ter feitiços antiaparataçã em seu interior, na intenção de evitar crimes, ele geralmente não se estende para os exteriores das paredes principais. Os jardim, por exemplo, era uma área comumente livre de proteção.

  Abigail soltou o braço do homem e ajeitou seu casaco verde escuro e o chapéu de mesmo tom. Ela olhou ao redor, observando o jardim muito bem cuidado e que, aparentemente, havia sido podado recentemente, já que havia alguns galhos no chão, abaixo das plantas. Ela reparou, a frente do jardim, servindo de ornamento, havia alguns pés de acônitos. As flores roxas eram muito bonitas, e serviam também como medicamento de tratamento para ansiedade, mas, o que realmente fazia Abigail reconhecê-la, era porque constava em seu exemplar de ervas venenosas.

  Tomou nota sobre isso mentalmente. Não sabia se seria útil, mas se viesse a calhar, já sabia onde encontrá-la.

  Eles se aproximaram da casa e empurraram a porta, que estava destrancada.

  Lá dentro, várias faixas amarelas e vermelhas do MACUSA cercavam as escadas e as portas, proibindo a passagem de qualquer um não autorizados. Thompson e Cooper estavam parados no meio do salão de entrada, conversando discretamente, e pararam quando viram o casal se aproximar.

  — Departamento de mistérios, Congresso Mágico dos Estados Unidos.— Benjamin se aproximou, mostrando o distintivo do MACUSA.— O que têm para dizer sobre isso?— ele fez um gesto, indicando o aredor.

  — A Sra. Boneville foi mandada para um hotel.— a Cooper disse.— E os empregados foram dispensados. Ninguém pode entrar na casa sem autorização.— ela prosseguiu.— Estávamos esperando para informar a quem o departamento escolhesse para investigar o caso.

  — Venham, vamos mostrar o que conseguimos.— o Thompson se adiantou, passando pelas faixas da escada principal e subindo um a um os degraus de madeira, enquanto era seguido pelo trio que ficava logo atrás.

  Pararam diante de uma porta dupla de madeira, mais alta do que de costume, enquanto o homem destrancava-a. Quando a abriu, entraram no que logo se mostrou ser o quarto principal da casa.

  O lugar era amplo, ao fundo, havia uma enorme janela que iluminava o quarto, desprovido de luzes elétricas. Uma cortina branca, quase transparente, ainda impedia uma parcela da claridade, e, amontoada ao cantos, uma cortina grossa de veludo cor-de-vinho decorada com dourada estava aberta.

  O chão era de madeira, quase todo coberto por tapetes estampados, muito provavelmente vindos do oriente. Nas parede, papeis do mesmo tom da cortina estampados em dourado.

  Quando Benjamin se aproximou, notou que os desenhos se tratavam de pequenos dragões e ovos dourados.

  Ao centro havia uma grande cama. As cobertas estavam bagunçadas e Levi parecia dormir, apesar de saberem que não estava.

  — Quando chegamos aqui de madrugada — a Cooper começou.— a Sra. Boneville nos mostrou a situação e fez questão de cobrí-lo. Disse que seria melhor para qualquer um que chamassemos para investigar o caso, não chegar e encontrá-lo morto tão logo.— ela se aproximou.

  A Cooper, assim como o Thompson, usava um par de luvas brancas de tecido.

  — Nós encontramos isso.— o Thompson se adiantou, apontando para dois objetos envoltos em saquinhos plásticos ao pé da cama.

  — Este — a Cooper apanhou um deles.— estava caído ao lado da cama, com vestígios se sangue. Supõe-se que seja o sangue de Levi, mas vamos mandar analizar apenas para confirmação.

  Abigail vestiu um par de luvas pretas de tecido para apanhar o objeto plastificado das mãos da outra mulher.

  Era um tesoura de jardinagem, e, assim como a Cooper dissera, havia vestígios se sangue nele.

  — A que horas se estima a morte? — ela se aproximou de Benjamin, levantando a tesoura na altura dos olhos.

  — Por volta da meia-noite.— o outro homem disse.— Acredito que a causa seja asfixia. O ferimento deve ter causado danos ao pulmão ou ao diafragma.

  — Não tem certeza?— Abigail o encarou, e ele negou com a cabeça.

  — O corpo ainda não foi enviado para a autópsia.— ele apontou para o homem no colchão.

  Benjamin se aproximou, observando-o.

  Havia um corte do lado direito do peito. A camisa branca estava desabotoada. Havia um rasgo, onde provavelmente ocorrera o ferimento antes da morte. Uma mancha de sangue no tecido branco, na barra da coberta, no lençol e na cama.

  — E o outro?— Ben apontou para o outro saco plástico, vestindo seu par de luvas.

  — Um lenço.— a Cooper apanhou-o e o entregou.— Sem sangue, sem nada. Precisa ser examinado. Precisamos ver se tem vestígios de alguém que não seja Levi.

  — Sabe se os Boneville passavam por algum problema financeiro?— Benjamin questionou, olhando o lenço.

  — Não, nenhum.— a Cooper disse.— Mas foi bom que mencionou. A Sra. Boneville acrescentou mais cedo que notou, quando chegou na casa e encontrou Levi, que o cofre — ela apontou para um retrato do casal sobre uma escrivaninha.— que fica atrás do retrato, estava aberto. O quadro estava no chão.

  — E ela o colocou de volta?— Abby se virou para eles.

  — Sim. Ela disse que o cofre era um segredo, ninguém sabia sobre ele. Como chamaria a polícia, achou que seria melhor se tornasse a fechá-lo.— a Cooper prosseguiu.— Mas quando chegamos, ela disse que sabia que o certo era contar sobre isso à nós.

  Benjamin apanhou a varinha.

  — Você usaram alguma feitiço por aqui?— ele questionou.

  O Thompson negou.

  Ele agitou a varinha e alguns traços de fumaça se formaram no ar, indicando a presença dos feitiços mais recentes realizados no local.

  Próximo a cama, uma linha branca de fumaça pairava sobre Levi e o criado mudo.

  — Feitiço de levitação.— ele resmungou para si mesmo.

  Aproximou-se. Havia uma garrafa de whisky pela metade, várias marcas de copo e apenas um copo sobre o criado-mudo.

  Ele não mexeu em nada ali.

  Mais nenhum feitiço foi encontrado no lugar. Nada esclarecedor, Benjamin concluiu.

  Abigail aproximou-se de Levi. Tirou a luva e passou as pontas dos dedos sobre a pele da bochecha.

  Voltou a por as luvas.

  Benjamin já estava acostumado com a forma com a qual ela identificava as coisas, mas jamais entenderia como ela o fazia.

  Ela encarou o ferimento por alguns instantes. Soltou um suspiro sem nem o tocar.

  Se debruçou sobre ele para verificar os olhos.

  — Alguma coisa?

  — Pupilas dilatadas.— ela resmungou.— Isso não é sintoma de asfixia. Nem a pele ressecada.

  — Vamos falar com a Sra. Boneville.— Benjamin disse.

  — Podem levar o corpo, mas não toquem em nada por aqui.— Abby disse.



Notas Finais


Espero que estejam gostando, vejo vocês terça que vem 🖤
Alguma teoria sobre o que aconteceu com o Levi?


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