História Risk - Interativa - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Medieval, Risk, Romance
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Palavras 1.124
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Explicações sobre o universo da Risk:

Mortal - Qualquer ser que não seja uma Entidade
Entidades - Conjunto de seres divinos como Deuses, Titãs, Personificações, Semi-Deuses e Ascendentes.
Deuses Mágicos - Filhos de Deuses Antigos com Deuses Antigos
Semi-Deuses - Filhos de Deuses com Mortais
Deuses Míticos - Filhos de Deuses Mágicos com Deuses Mágicos
Personificações - Seres criados pelos Deuses Mágicos
Titãs - Origem desconhecida.
Ascendente - Mortais com poderes de Entidades.

Quando seres morrem, eles tem três jeitos de voltar a vida; primeiro é um Ceifador o encontrando e levando-o para se transformar em um demônio ou em um anjo. O segundo é se transformando em uma Alma Vagante, que é imortal porém ninguém a consegue enxergar e saber de sua existência, nem mesmo os Deuses. O terceiro é sendo revivido por um sacerdote poderoso, podendo se transformar em um Vampiro, Ghoul entre outros…

Qualquer dúvida é só perguntar nos comentários!

Capítulo 6 - .a carta


—;... vamos testar suas habilidades.  — disse com um sorriso confiante no rosto. Enquanto os guardiões iam em seus dormitórios, Anna entregou um pergaminho em suas mãos, nesse pergaminho dizia —:

 ❝ Reiner Shiman, o sobrevivente, você é o herói encarregado de treinar futuros heróis, seu poder é muito mais do que pensa. Mero mortal, você acha que é, porém há um segredo escondido no fundo do baú. Na hora do Colapso, irá despertar tudo de si, não se esqueça desta carta, Galloth está em jogo.❞

 

— Quem foi que enviou essa carta? — perguntou assustado.

— Sei lá, Hazard achou na sala dele e mandou te entregar. — Anna pegou sua espada de prontidão quando viu um arbusto próximo deles se mexer. — Quem está aí?

— O fim de vocês. — disse uma voz assustadora, parecida com a de mil demônios gemendo de dor. — ajoelhem-se e peçam perdão por seus pecados contra os Deuses.

 Não vou me humilhar por um demônio desocupado! — gritou Anna partindo pra cima do arbusto.

— Calma! — Adelaid saiu do arbusto em guarda. — Sou eu, calma!

 Por que fez isso?! — Reiner estava quase chorando. — Nunca mais ouse fazer isso! Anna dá um jeito nela… por favor. — disse secando suas lágrimas.

— Pode deixar, medroso. — guardou sua espada na bainha. — Você é a Adelaid, certo?

— Sou. — disse despreocupada. — E você, quem é?

— Que abuso! Será castigada! — gritou indignada com a atitude da Ceifadora. — Adelaid Maknor, agora será oficialmente a faxineira da sede!

— Como assim?! Só pode estar de brincadeira! — ajoelhou-se e implorou;— Não faz isso, por favor!

— Agora não adianta pedir! 

Todos os membros da Risk estavam enfileirados na frente de Reiner e Anna, que já estavam de armaduras prontas. Cada um com suas próprias armas e armaduras, magias e habilidades.

— Tá na hora da ação, vocês farão um primeiro treinamento para aquecer, porque vai vir muito por aí! — Reiner sacou sua espada e a levantou, em sinal de glória, porém ninguém o correspondeu. — Ninguém, sério? — olhou para os lados. — Tudo bem, sigam-me, vamos à arena da central da Risk.

Agora sim, todos afirmaram, e seguiram Reiner e Anna por corredores extensos. Até que enfim, chegaram em um grande portão de madeira bordado a ouro; com detalhes em prata. Reiner pediu para que os guardas que ali estavam abrissem o enorme portão, e assim o fizeram, dando vista às arquibancadas do enorme estádio; era parecido com a dos antigos gladiadores.

— Olha o tamanho disso! — Ariel, maravilhada, observava cada detalhe do enorme estádio. — Isso é maior que um titã!

— Eu acho que não, dizem por aí que titãs podem levantar montanhas com uma mão só! — respondeu Bill, o anjo caído. — Queria poder ver um de perto.

— O que são titãs? — Luca ajeitou sua manopla, que estava torta, enquanto andava ao lado de seus companheiros.

— São seres mágicos que surgiram antigamente misteriosamente. Primeiro surgiram os cinco titãs primordiais, aí foram nascendo outros. —explicou Bill. — São tão forte quanto os Deuses, e são gigantes. Um titã deitado tem o tamanho de GrandWind inteira. Sabe; não sei como não sabem onde eles estão hoje em dia.

— E você, menina, já viu algum titã? — Ariel questionou à Karolyne que estava só. — Você não é de falar muito, né?

— Desculpa… — corou instantaneamente. — não, eu nunca vi nenhum titã.

— Eu já vi. — Adelaid disse séria. — Não são tão grandes, é um mito. São tão fortes quanto os Deuses, porém não passam de dez metros. Gigantes são bem maiores, porém não são tão fortes.

— Como assim você já viu, batalhou contra ele? — Poslan gritou.

— Não, ele era gentil. Eu ajudei ele, estava com um galho cravado no pé. — disse dando de ombros. — Porque todo mundo tem esses preconceitos? Só porque alguém é um demônio não quer dizer que é maligno, se alguém é um Mecha, não quer dizer que não tem sentimentos. Porra, que merda! — secou suas lágrimas.

— Demônios são malignos sim. — Wild disse. — Já viu algum para saber?

— Eu pareço maligna para você? — mostrou sua marca do pescoço. — E ele — apontou para Bill. — parece maligno? — dessa vez apontou para Wild'mim. — E você mesmo, eu sinto magia demoníaca em você…

— Ei, sem brigas pessoal. — disse Théo paciente, colocando a mão no peito dos dois. — Vamos ao treino, vocês podem resolver as coisas lá.

Reiner estava sentado na arquibancada, afiando sua espada, enquanto Anna falava com os Guardiões da Risk. Ela estava com sua armadura nova, sem defeitos ou marcas de batalha, sua espada estava embainhada porém parte da lâmina estava a mostra, com seus pés cravados no chão apedrejado, gritava para seus alunos —;

— Vocês estão aqui por um motivo nobre, uma causa nobre, não falhem; o mundo depende disso. Como sabem, meu nome é Anna Hakkas, filha do general, porém eu não sou só um nome em uma lista, eu sou a líder da Risk. O primeiro treinamento vai ser especial, quero que todos deem seu máximo, e mesmo se falharem se levantem e tentem de novo, entenderam?! — disse em um pico de emoções, toda sua vida ela foi preparada para esse momento, fazer algo importante, ser encarregada de algo que realmente importasse ao mundo. — Eu não sou só a filha do general, eu sou Anna Hakkas. Todos conhecem o lema de GrandWind, né? “Mate antes que te matem”, levem isso a sério, não é um pedido, é uma ordem. Agora, vou dar a palavra para o Reiner; ele vai explicar como vai ser o treinamento. — tirou a espada da bainha e deu-a para Reiner.

— O que? Por que me deu ela? — Reiner tentou a devolver porém Anna rejeitou.

— Ela é sua agora. Essa espada já me ajudou em muito sufoco, cuida bem dela. — A líder colocou seu capacete, que estava pendurado em sua cintura, na cabeça e foi até a arquibancada.

— Bom, prestaram atenção nela né? — ele realmente não sabia o que falar. — Dane-se, vamos direto ao assunto; o treino de hoje. Farei um sorteio, cada um de vocês pegará um papel com um número, o companheiro que pegar o mesmo número irá batalhar com você. As regras para a luta são simples; sem armas, sem habilidades de classe. Dúvidas?

— Quem ganhar vai receber alguma recompensa? E quem perder? — questionou Adelaid gananciosa.

— Quem ganhar vai ficar feliz, e quem perder vai ficar triste; essas são as recompensas. — respondeu Reiner ignorante. — Ei, Hazard, traz os papéis! — pegou uma caixa de madeira. — Gente, esse é o Hazard, chefe do correio de GrandWind, ele é o mensageiro oficial da Risk.

— Oi. — disse seco.

— Que animação, em Hazard? Vai embora. — deu um leve chutinho na traseira do mensageiro. — Bom, façam uma fila, vamos começar o sorteio.

Todos pegaram papéis, iam do número um ao quatro.

— Então, quem pegou o número um? — perguntou Reiner vendo que a caixa já estava vazia.

Eu. — disseram os dois em uníssono.
 


Notas Finais




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