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História Ritmo - Capítulo 1


Escrita por: _Ppotattoes_

Notas do Autor


essa fic é um projeto meu desde que terminei de assistir o arco de Dressrosa e eu sou SUPER apaixonada no Doffy, na personalidade dele e o fato dele ser um vilão tão carismático ao ponto de conquistar e governar um reino inteiro e ainda ser tao influente no submundo. Claro, não concordo com a visão dele ou vou justificar o que ele fez por causa do passado triste dele (que é algo que todos os personagens de One Piece tem, Oda machuca nois demaiskk) e tudo oq rolou depois, mas o Doffy é aquele tipo de vilão que a gente até odeia no começo, mas depois começa a gostar e ele crontibui pra que Dressrosa seja um dos melhores arcos - se não o melhor, na minha opinião - de One Piece!
Enfim, é só isso msm que eu queria dizer e espero que gostem~

Capítulo 1 - Demônio Celestial


Você se movia ao ritmo da música, ansiando a atenção do pirata excêntrico que bebia desesperadamente o vinho, esperando que ele a fizesse sua naquela noite. Isso, antes de saber onde estava se metendo. 

 

Você era dançarina em um bar localizado na costa de uma pequena ilha sem lei, ocupada majoritariamente por piratas e ladrões. Por ser, junto com sua amiga Leona, uma dançarina, os piratas sempre te olhavam maliciosamente e alguns iam além, oferecendo convites para noites em seus barcos, mas você jamais aceitou um único sequer. Você odiava piratas, eles haviam matado sua família quando você era bem pequena e não te restou outra escolha senão ser obrigada a trabalhar naquele lugar imundo e infestado com a maldita escória pirata. E, mascarando seu desgosto através de um sorriso descarado, você dançava ao ritmo da música tocada pela banda.

Naquela noite de Lua cheia, você se espantou com a quantidade de piratas no bar e a quantidade de olhos voltados para você naquele traje vulgar que compartilhava com Leona do outro lado do palco. Sua amiga te olhou, encorajadora. Pelo pouco que sabia dela, também tinha sido alvo de piratas e ganhava a vida naquela droga. Você desviou do olhar desejoso de um capitão que queria desesperadamente pôr as mãos em você e continuou se mexendo ao ritmo da música sensual. Quando a banda finalmente parou, vocês agradeceram à plateia e Leona sumiu de sua vista, provavelmente foi até o camarim e lá ficaria pelo resto da noite. Você, querendo aproveitar o fim do expediente, pegou o casaco ralo e saiu do bar.

O porto estava estranhamente quieto, ocasionalmente um bêbado ou outro cruzava seu caminho e você sorria cordialmente. Você andou até o cais e seguiu pelo píer de madeira desgastada, tocou o corrimão e debruçou-se sobre a plataforma, inalando aquele cheiro já conhecido de maresia, peixes e bebida que cercavam a atmosfera da ilha. No horizonte, você distinguiu um barco singular, com uma proa chamativa e intrínseca naqueles mares rebeldes mas que, para você, era como um sinail de luz em meio a escuridão: tratava-se do navio do Demônio Celestial, Donquixote Doflamingo. Não havia ninguém perto. O navio atracou no porto e Doflamingo, seguido por seus Executivos, desceram um a um. Então, o Demônio Celestial te encarou da plataforma. Um arrepio percorreu sua espinha e você gelou, paralisada no local. 

Você e Doflamingo não eram estranhos, tinham história juntos apesar de seu ódio natural por piratas. Você havia se rendido a ele, anos atrás, por uma noite de prazer e luxúria, completamente entregue ao próprio diabo celestial e suas façanhas, a encarnação da maldade. Doflamingo, um ex-Tenryuubito, não era do tipo que gostava de ser submisso, mas sim do tipo dominante, controlador, adorava o topo e o poder. Sua personalidade sagaz e sorriso sádico compunham uma parte de um desejo misturado a maldição e o Shichibukai mostrava-se um ávido diabo, o próprio dono do inferno. Suas coxas tremularam ao lembrar dos toques voluptuosos de Doflamingo e o ar lhe fugiu dos pulmões. "Mas que raios ele faz aqui?", você se perguntou, correndo de volta para a plataforma. 

Escondida nas sombras, você seguiu Doflamingo. Você não tinha ideia do que faziam ali, mas sabia da fama de conquistador que o pirata carregava e que era o dono do submundo com seu epíteto de "Joker", o Coringa, um traficante de SMILE. Os Executivos foram para os galpões atrás do bar onde provavelmente cumpririam suas missões, mas, subitamente, não viu mais o Demônio Celestial entre eles. Você recuou demasiadamente assustada com a ideia de ser pega bisbilhotando o diabo, porém a adrenalina que corria em seu corpo impediu que fugisse. Foi quando você sentiu um aperto em seu pulso erguido acima de sua cabeça e o viu, sorrindo com a malícia de um verdadeiro demônio, porque era isso que ele era. O nome estava preso entre seus lábios e o forçou a sair, seguido por ganidos de medo.

- Do... Doflamingo! 

- Ora, ora... - O Shichibukai riu e inclinou parcialmente o corpo, erguendo seu queixo com o indicador. - A presa estava me vigiando, isso vai contra a lei da selva. 

Você grunhiu, inebriada pelo terror impregnado em cada músculo de seu torso esbelto, entretanto obrigou-se a olhá-lo: Doflamingo estava diferente, os cabelos antes espessos tinham diminuído consideravelmente e parecia mais velho. O reflexo do óculos vermelho ficou opaco e você contemplou os olhos dele. O pirata ergueu seu queixo ainda mais, forçando-a a encará-lo frente a frente. Você engoliu em seco e mordeu o lábio inferior, amedrontada. As lembranças de anos atrás vieram.

 

Mas, naquela noite, o Demônio Celestial não foi até você... Você resolveu ir até ele e, seduzida pelo próprio diabo, provou do gosto infernal do homem intrigante. No fim, você abriu uma exceção em sua regra: não odiava TODOS os piratas. O galante sedutor Doflamingo conquistou seu íntimo em segundos, deixando-a à mercê de seu próprio desejo. 

 

Doflamingo manteve-se impassível, sorrindo. Você quis fugir, mas ele não permitiu.

- Eu sabia que viria atrás de mim novamente. - Ele sussurrava, te tendo muito perto do próprio corpo. - Não se conteve, ainda me deseja como naquela noite? Ainda espera que eu vá atrás de você? - Doflamingo riu. - Não seja tola... 

- O que veio fazer aqui? - Você perguntou quando conseguiu juntar as palavras antes esparsas em sua mente turbulenta. 

- Negócios.

O Corsário encostou os lábios macios na linha do seu maxilar e descobriu seu corpo com a mão vaga, ouvindo-a suspirar audivelmente. Ele sabia bem como te desestabilizar em segundos apenas com toques em locais certeiros, e quando Doffy atingiu sua cintura, você teve de reprimir um gemido para não dar ousadia ao pirata que continuou pelo caminho sinuoso e enterrou os dedos bem fundo em seu íntimo que já estava sensível, desejando-o inconscientemente.

- D-Doflamingo... - Você arquejou, vermelha de vergonha. - Oe...

O TenYasha penetrou dois dedos e você teve de se segurar no braço dele, trêmula. Você achou que fosse derreter de puro prazer, queimando como carvão até virar cinzas ainda mais depois de Doflamingo atiçar as chamas. O diabo recuou e levou os dígitos molhados com seu líquido e os lambeu sensualmente diante de você, sorrindo tenebroso. Doffy odiava ficar embaixo, e tentaria tomar vantagem em tudo, mesmo naquela situação. Ele te prensou nas paredes do beco mal iluminado em que estavam e aproximou o rosto do seu. 

- Você vai implorar por mim como naquela noite, vai pedir que eu te faça minha e somente minha. Eu sei que você deseja isso, querida. Se lembra daquela noite? 

- Não... Poderia me esquecer... - Você piscou, aturdida e serena com as palavras calmas de Doflamingo. - Doffy... Por favor... Me fode... 

O Demônio Celestial sorriu maliciosamente e invadiu sua boca em um beijo desesperado sem qualquer outro sentimento que não a luxúria e o prazer, o desejo ardente de estar dentro de você, de ouvi-la gemer seu nome. Você fechou os olhos, incapaz de recuar as vontades de Doffy, pois sabia que sempre estaria diante dele, aos seus pés. Você repetiu a si mesma várias vezes que odiava piratas e que queria que eles fossem todos para o inferno, mas o diabo mostrou-se extremamente cativante.

 

Você o provou e ele te bebeu como fazia com um belo e delicioso vinho. Entre quatro paredes, a verdadeira natureza de Donquixote Doflamingo, o conquistador, Corsário, ex-Tenryuubito, não eram nada comparado ao Doffy que você descobriu e que ele, assim como os outros, odiava ser subjugado. Você foi dele naquela noite tanto quanto as estrelas são do céu, sentiu sensações variadas deleitando-se no corpo anormalmente grande e musculoso de Doffy. Dormiram juntos e na manhã seguinte, você foi embora. Olhou uma última vez para a cena de Doflamingo dormindo e soube que o diabo não era tão hostil quanto parecia. 


Notas Finais


espero que tenham gostado
bai~


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