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História Rivals of love- Lee Felix - Capítulo 19


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Notas do Autor


Stop baby don't stop...
Eu demorei de novo kkkk já devem ter acostumado, mais desculpa me falta tempo.
Trouxe mais um capítulo fresquinho para vocês, tá meio ruim mas, foi o que eu consegui fazer.
O nome da boate peguei inspiração de um RPG que estou e que eu amei entrar tendo o Ten como meu personagem kdjkd
Enfim espero que gostem e vai me desculpando por qualquer erro!
Tenham uma boa leitura

Capítulo 19 - 019


Fanfic / Fanfiction Rivals of love- Lee Felix - Capítulo 19 - 019

Se arrependimento matasse eu já estaria morta... 

A rapidez na qual Felix levantou da cadeira me fez sobressaltar e dar alguns passos para trás até sentir minhas costas atingir uma das prateleiras de livros. Seus olhos analisavam meu rosto lentamente, dava para sentir sua respiração acelerada atingir minhas bochechas, que a esta hora já devem estar avermelhadas.

Você tem algum tipo de problema? Ou apenas fingi? Veio pegar a merda de um livro ou zoar com minha cara? Não achou suficiente todos os alunos rirem da minha cara?

 – Idiota foi você, de ter caido nos joguinhos da Seonmi... Então você é trouxa do ano. – sorri.

Sai daqui… – disse suspirando fundo.

E se eu não quiser? – arqueei uma das sobrancelhas, ficando mais próximo do seu corpo.

Eu te jogo pra fora dessa biblioteca a força…

O que está esperando então? Eu só vim pegar a porcaria de um livro e você desconta a raiva em mim?

Você deu a porra de um tapa na minha nuca! O que queria? Um agradecimento? Por favor... – revirou os olhos rindo.

Ainda prefiro quando você era um nerd... – sussurrei olhando para meus tênis.

Hm...? Você o que? – arregalei os olhos espantada. Não esperava que ele pudesse ouvir.

Vê se me erra Felix. – espalmei minhas mãos em seu peito empurrando-o para trás saindo da biblioteca. – Merda… – sussurrei voltando. – Os livros…

Corredor cinco. – apontou ainda de costas. Foi falta de educação da minha parte não agradecer, mas eu estava com vergonha suficiente de não olhar para sua cara. 


•••


Estava fazendo os livros? – Ana reclamou assim que eu joguei o livro em sua mesa.

Era Ana, demorou pra fazer, sabe? – sorri sínica. – Por favor, cuidado. – apertei sua bochecha indo me sentar.

Encontrou algum fantasma no caminho? – Hyunjin me cutucou.

Encontrei... Um pálido alto e loiro mas prefiro não comentar mais nada. – sussurrei logo me calando.


UMA SEMANA DEPOIS…


O que há contigo? É fogo? – tentei acompanhar Wonwoo pelos corredores do colégio.

– Não, eu sou estou com saudades da Jinji. – respondeu olhando para os lados.

Okay, mas por que estamos parecendo dois fugitivos? – ri nervosa.

Também não sei. – sacudiu os ombros ficando ereto. – Afinal, depois do intervalo, você viu algum sinal da Seyoung? 

Esqueceu que eu não saí da sala? – expliquei rindo da sua cara de paisagem.

O que estão fazendo? – fechei os olhos agarrando a ponta da camisa de Wonwoo segurando o grito, eu jurava que meu coração havia feito uma corrida pra fora do colégio. – Parece que estão fugindo de alguém… 

Estamos brincando de João e Maria, o que acha? – Wonwoo respirou fundo massageando o peito. – Vamos fazer um trato, antes de nos procurar, não importa quem seja… Liga! Eu não quero morrer tão cedo.

Cala a boca emo sem coração…

Ta! Se matem, eu irei procurar pela Seyoung, ninguém é obrigado a observar uma discussão diária. – levantei do canto da parede subindo as escadas. – Eu juro que, se me seguirem e continuar trocando farpas, eu amarro os dois cara a cara. – ameacei dando as costas.

Que grosseria… – disse em voz baixa.

Não enche Ana, quem manda ficar de papo com Johnny...

Vai ficar contra mim agora? – esbravejou sacudindo os braços. – Sou sempre eu, quem leva a culpa.

Não, você não é a culpada! Ninguém é culpado… O problema é que vocês dois não sabem conversar! Vai arrancar algum pedaço de fizeram isso? Acho que não! – a respondi seguindo a passos rápidos até o nosso corredor, a sala onde Seyoung estava, havia poucos alunos, mas nenhum sinal dela e do grupinho.

Nada…? – neguei observando Wonwoo inclinar o corpo para o lado olhando de espreita para sala. – Vou me arriscar ligar para ela…

Wonwoo discou seu número enquanto nos afastava da sala para não chamar atenção; a ligação chamou uma, duas, três e na quarta vez foi atendida.


– Seyoung? Onde você está? Por que não está no colégio?


– Não é a Seyoung. – a voz do outro lado da linha riu. – Mas achei fofo sua preocupação.


– O que está fazendo com o celular dela?! O que…


– É o seguinte, eu sei que a aula de vocês acabou…


– Mas como...

  

– Sem perguntas! – cortou. – Me encontrarem na esquina do colégio, e não demorem.


Por que… – assim que terminou de falar a chamada foi finalizada. – Vamos embora.

O que houve…?

Eu sei que vocês ouviram, então apressem. – puxei a bolsa largada no chão, saindo atrás de Wonwoo; saímos costurando alguns alunos que nos olhavam assustados, três animais correndo desesperados pelo portão seria normal?

Ou, ou, ou sem correria!

Eu jurava ter visto Wonwoo pular no pescoço da Ana e dar um grito, e eu quase atropelei os dois.

Por aqui… – indicou atravessando a rua. – O que estão fazendo aí parados? Andem!

Que japonês mais atrevido… – Ana sussurrou ao meu lado.

Eu sou o que? – o ruivo olhou por cima do ombro com uma cara nada boa.

Olha… Não liga, hoje há algo de errado com ela. – respondi o segundo. No caso, os dois. Seguimos para um beco onde havia uma placa grande de led com o nome "in la Lux" e abaixo uma segunda placa com o nome "Input"; – O que estamos fazendo numa boate

Sem perguntas. – o japonês empurrou a porta logo sendo recebido por dois homens que eu julgava ser os guardas pelas suas vestes; seguimos um corredor pouco iluminado com alguns quadros decorativos. – Me esperem aqui... – disse afastando-se; o local estava iluminado em tons de vermelho e roxo dando um ar mais sedutor; havia também uma pista no centro juntamente as barras de ferros onde provavelmente davam um show; sofás nas cores branco e cinza encontravam-se espalhados pelo local assim como cadeiras ladeavam a pista e um bar extenso e chamativo do lado direito.

Como assim, tem uma casa noturna escondido próximo do colégio?! – Ana olhava surpresa.

Do mesmo jeito que os alunos fumam no fundo do colégio. – Wonwoo deu de ombros rindo.

Vamos subir… A propósito meu nome é Yuta, então não me venham com japonês. – disse subindo as escadas.

Existe tpm masculina? – Ana olhou confusa e eu ri.

Não implica vai… – seguimos os dois que já estavam bem mais a frente de nós, depois de dois lances de escadas e um corredor cheios de portas que seriam provavelmente os quartos para os clientes, chegamos a uma porta que ficava mais escondidas das outras. Yuta deu duas batidas e alguém a abriu.

Estou ficando cada vez mais surpresa com essa boate. – Ana dizia tentando olhar para dentro do quarto.

Finalmente! – Taeyong saltou do sofá rindo. – Faltava pouco para um de nós ir atrás.

Ta, o que estamos fazendo aqui? – Wonwoo manteve o olhar preso em Yuta.

Se eu soubesse que eles eram lentos eu teria dado uma segunda desculpa. – Yuta girou o celular sobre a palma da mão rindo.

Seu idiota! – Wonwoo gritou em sua direção.

Segura a onda aí amigo. – Taeyong impediu que avançasse.

É, eu não quero que destruam este lugar. – Johnny saiu de uma segunda porta que havia na sala.

Você…

Olha, vamos esquecer que tivemos uma discussão no refeitório, pela Seyoung, combinado? Porque se eu fizer pela Ana você vai querer me matar. – disse estendendo a mão.

Vai logo. – Ana empurrou o namorando em direção a Wonwoo. – É um pouco ridículo ver você com ciúmes por algo tão bobo.

Okay, desculpa pelo ciúmes BOBO. – Wonwoo deu ênfase na última palavra olhando para Ana e apertou com um pouco de força a mão do Suh.

Olha cara, foi mal se ficou com raiva do que eu disse antes. – Yuta levou uma das mãos até o cabelo bagunçando pelo nervosismo. – Esse é meu jeito.

Vamos ao ponto principal, sabem que agora somos melhores amigos da Seyoung. – explicou Taeyong. 

Ou até mais do que amigos… – Johnny sussurrou olhando para o teto segurando a risada.

Yá Johnny! – Taeyong o repreendeu e Yuta gargalhou alto sendo empurrado pelo Lee; o barulho  da porta sendo destrancada nos fez olhar diretamente para porta, onde Jaehyun saiu de dentro de um possível quarto com os fios castanhos bagunçados e uma cara de mau humor.

–  Algum resultado? –  Johnny direcionou um olhar preocupado a Jaehyun.

Consegui acalmá-la um pouco. – o maior escorou na poltrona nos encarando.

Vocês não vão explicar o que diabos está acontecendo aqui? – Wonwoo elevou a voz.

Primeiro... – Jaehyun avançou em sua direção e se não fosse por Yuta, ambos teriam embolado no chão. – Abaixe seu tom de voz, aqui não o colégio... Se acha que eu tenho medo de você, está bastante enganado! Segundo, se não fosse por nós, Seyoung teria dado um sumiço, então vê se cala a boca!

Ótimo! Vocês chegaram... – Ten fechou a porta sorrindo. – Esperamos não ter atrapalhado vocês em algo... – disse na maior calmaria. – Vamos a uma explicação rápida! Primeiro sentem-se, que falta de educação dos meus amigos!

Eu até tentei, mas alguém aqui queria iniciar uma briga... – Taeyong olhou de relance para Wonwoo. – E eu não me atreveria a separar.

Por favor... – Ten apontou para o sofá sorrindo. – Estão lembrados da mini briga entre a Seyoung e Danjin...? Esse é o motivo... Todos nós sabemos que Mingyu trabalha para os pais dela e ambos precisaram viajar... Seyoung foi para Osaka e China com sua mãe e Mingyu foi para Los Angeles com o pai dela e Jeonghan, e é aí que Danjin e Seonmi entram... 

Tinha quer ser as pragas do colégio. – fechei os olhos suspirando.

Pelo o que Jeonghan nos disse e além da explicação dada por Seyoung... – Ten deu um sorriso de canto, voltando seu olhar para Jaehyun. – Vamos lá Jaehyun, conte você mesmo, sabemos que está com mais raiva. – Jaehyun por outro lado observou Ten caminhar até a janela e sentar na ponta cruzando os braços. – Estamos aguardando... 

Bem... – Jaehyun suspirou frustrado. – Nessa festa, Mingyu traiu Seyoung com Danjin. – o maior riu sarcástico, umedecendo os lábios, nessa hora Wonwoo levantou do sofá assustado.

Impossível!

Veja por você mesma! – Johnny jogou o celular em direção ao Jeon, que aparou sem esforço algum. – As primeiras fotos são do momento em que Danjin  aproximou-se de Mingyu. – Ana rapidamente encostou ao lado de Wonwoo. – As próximas fotos são os momentos em que beijaram e por fim o vídeo. –  aproximei-me dos dois assistindo o vídeo. 

E-ele retribuiu...? – Ana afastou apontou para o celular. – Céus… – ela parecia tão mais surpresa que eu.

Como vocês obtiveram esse vídeo? – a voz de Wonwoo saia tão baixa e fria.

Está rodando por toda empresa dos Yoon. – Jaehyun deu de ombros rindo.

Julgando o Jeonghan... – Yuta  encolhendo os ombros rindo. – Deve estar matando o Kim… 

Por que ele faria isso…? – perguntei curiosa; em suma Jeonghan parece ser tão calmo.

Eu já fui melhor amigo de Mingyu, vivíamos colados, mesmo depois dos dois dar início a um namoro…

Então espera… Você já conhecia a Seyoung? – perguntou Ana.

Trocamos pouquíssimas palavras, as vezes eu a acompanhava, nada demais… Naquele tempo ela era bem tímida. – um sorriso brincalhão surgiu em seus lábios fazendo os meninos acompanhar com um riso baixo. – Mas ele prometeu não prejudicar a Seyoung… Quero dizer magoá-la.

Então, o que iremos fazer! – olhei para os sete à espera de uma resposta.  


POINT OF VIEW XYKHEI.


A expressão da Im, era a mais relaxada dentre a de todos presentes naquela sala, ela sabia controlar perfeitamente; mas no fundo estava magoada. Conheceu em tão pouco tempo mas já o tinha como irmão. E trair a confiança de sua namorada e seus amigos era um erro terrível.

Nada... – Ten atravessou a sala parando próximo de um frigobar. – O mínimo que devemos fazer, é dar espaço para Seyoung e apoiá-la e acima de tudo... – o tailandês olhou por cima para todos. – Nada de matar o amiguinho…

Não diga isso para nós, ao menos não para mim. – Taeyong deu de ombros brincando com a barra de seu casaco. – Assim como vocês, também estou decepcionado com o Kim... Mas não vale a pena espanca-lo por isso, não contem comigo para isso.

Frangote... – Johnny lançou a almofada no rosto do Lee.

Cala a boca animal! – disse contra-atacando com a mesma almofada. – Não se esqueça de que entre nós, você foi o único pego pela polícia por entrar numa briga. – um sorriso vitorioso desenhou o cantos dos lábios de Taeyong ao ver o Suh revirar os olhos e bufar diante da provocação. 

Vamos fazer um trato, ninguém aqui vai fazer algo ao Mingyu... Estamos todos de acordo? – ditou Ten, recebendo um "sim" como resposta de todos, exceto da Im, que mantinha seus pensamentos longe. – Certo S.N? – os olhos escuros da menor voltou para o Chittaphon, que mantinha o corpo inclinado em sua direção. – Não precisa fazer cara de espantada, naquele colégio não escapa nada… No primeiro dia em que pisou naquele colégio, você passou a ser o topo das notícias. – riu.

Eu não me importo… Já foi motivo de várias coisas. – após ter dado a resposta, um barulho alto foi dado do cômodo, fazendo Jaehyun saltar da poltrona e adentrar o quarto. 

Solta isso! – gritou segurando suas mãos que já estavam sujas de sangue, próximo da janela no chão, havia cacos de vidro espalhados. – O que deu em você? 

E-Eu só ia limpar a bagunça… – sussurrou sendo guiada pelo Jung até o banheiro. 

Você disse que não podia destruir a casa. – Ana arqueou a sobrancelha olhando para Johnny.

Justo… – riu olhando-a de canto. – Mas Seyoung é um caso diferente, então isso não vale para ela.


UMA SEMANA DEPOIS.


O que há de errado contigo? – Wonwoo direcionou um olhar confuso para S.N, que estava estirada sobre a mesa de olhos fechados.

As primas dela de Seattle ainda estão aqui. – Seyoung respondeu em manter contato visual; depois de ter passado três dias num quarto abatida pelo acontecimento, resolveu dar as cartas no colégio, estando com seu ânimo nos ares.

Como sabe disso? – perguntou Hyunjin.

Quando fomos ver a mãe e o pequeno Sunoo, eu fiquei conversando com suas primas. – riu. – E pelo o que ouvi, não vão embora tão cedo… Valor lembrar que S.N mesmo disse que seus parentes não batem bem da cabeça, talvez esse seja o motivo.

Boa sorte com suas primas S.N e não perca a cabeça. – Woozi alisou seu cabelo rindo. – Nós precisamos ir para sala… – Jeongin foi o primeiro a colocar-se de pé e beijar os lábios de Hyunjin rapidamente, fazendo Wonwoo abaixar a cabeça e rir em negação; era engraçado para o Jeon ter seu cunhado gostando de alguém do mesmo sexo, mais mesmo assim o apoiava independente de tudo. – Vamos Jinji? 

Está bem. – a Yoon enfiou os cadernos na mochila levantando-se. – A gente se vê no intervalo. – Seyoung acenou para os quatro, correndo em direção ao corredor, sendo acompanhado por Woozi e Jeongin.

E então, vamos? – Ana saltou da mesa, seguido por Wonwoo.

Vão na frente, não tô afim de ficar na sala. – disse levando uma das mãos para o alto balançando; indicando que pudessem ir. – Dêem uma desculpa aos professores dizendo que não estou bem, e que irei direto para enfermaria.

Toma cuidado e vê se não se mete em confusão. – disse Wonwoo entre risos.

Vai ser feliz emo. – respondeu de forma irônica, sabendo que ele havia entendido.

Quando ouviu os passos dos dois distanciar, S.N ergueu-se puxando a mochila de forma preguiçosa quase atigindo sua canela; seguiu o corredor a passos rápidos a fim de não topar com nenhum monitor. Subiu três lances de escada até reconhecer onde estava, abriu lentamente a porta que dava acesso a biblioteca e adentrou sem importar, caso tenha a existencia de algum aluno, jogou a bolsa na primeira mesa que avistou e se acomodou ali fechando os olhos. Do outro lado da biblioteca estava Felix, empilhando novos livros enquanto cantarolava uma canção baixinha. 

Okay... Só falta mais alguns livros. – disse suspirando aliviado. O Lee deu a volta no corredor, seguindo para o balcão. – Espera... – o loiro inclinou o corpo, focando na mesa que ficava no promeiro corredor. – Não havia ninguém quando cheguei aqui. –  sussurrou para si mesmo confuso; a ponta dos pés, caminhou ate a mesa reconhecendo a pessoa que estava ali. –  S.N? 

Eu não vim a procura de um livro, só me deixa ficar aqui... – sussurrou baixinho.

Está sentindo alguma coisa? – abaixou-se até uma certa altura, tocando o dorso da mão em sua testa. – Você está com frebre.

Não... Eu só fiquei tempo demais no sol...

Me espera aqui... – Felix correu em direção ao balcão, procurando pela mochila; assim que encontrou o que procurava voltou até a mesa onde se encontrava a garota. – Beba... – estendeu a garrafinha e um comprimido de Ácido acetilsalicílico.

Por que, você tem aspirina guardada na mochila? 

Para casos como esses, agora bebe... – pediu sentando de frente para menor. – O que te levou a ficar assim? 

Não faço a mínima idéia e você? O que te fez me ajudar? – indagou rindo. 

Por que você tem que abrir a boca pra dizer coisas tão desnecessárias? – disse aproximando-se mais da menor.

Por que você teve que transformar num badboy metido e namorar uma garota escrota que só queria popularidade? – os olhos castanhos caíram sobre os de Felix fazendo-o negar. 

E você tem algo haver com isso? – Felix tombou a cabeça para o lado, observando a expressão de S.N que continuava a mesma— alguém sonolento—.

– Qual é a sensação de ganhar um belo par de chifres? – provocou vendo Felix revirar os olhos.

Melhor impossível e qual é a sensação de ser trocada por outra? –  o sorriso do Lee aumentou fazendo S.N olhar desconfiada. – Sabe de quem estou dizendo hm?

Como soube disso? – seu tom de voz havia elevado mais que o normal. – Quem lhe contou sobre isso? – a menor levantou cambaleando. 

Está vendo como é bom provocar os outros? – Felix ficou de pé sorrindo.

Quem te deu permissão para dizer isso?! Como soube! – S.N depositou toda força na palma da mão, empurrando Felix contra o balcão. 

– Sabe... Seungyeon tem tantos amigos... – riu.

Desgraçado! – a menor afastou-se do Lee aos tropeços, sentia seu corpo soar e tremer.

Ei...

– Não encosta! – apontou esfregando a palma da mão sob as bochechas, sentindo o quão quente estava. – Eu te odeio Fel... 

•••

– Quando deu a desculpa de que iria a enfermaria, achei que era brincadeira... – Wonwoo observou S.N brincar com o cateto em seu pulso. 

É, eu também achei... – riu.

Se mexer mais uma vez eu vou ter bater... – Ana ameaçou erguendo a mão. – Sabe quem lhe trouxe aqui? 

– Juro que quero saber... – disse olhando para o teto.

Felix... 

Como pequenos lances de flash, S.N lembrou do início da discussão na biblioteca; a forma como Felix a tratou lhe sentir pequenas pontadas em seu coração. No fundo a garota sentia uma pequena e estranha atração pelo Lee. "As vezes são as pequenas coisas que nos chamam mais atenção, que nos fazem suspirar" era o que sempre ouvia de seus pais e foi isso que lhe atraiu em Felix; nem mesmo seus amigos sabiam disso, ao menos é o que ela acha.

Vai agradecê-lo? – Wonwoo a encarou rindo.

Nem que me espanquem! 

Qual é S.N! Ele te trouxe na enfermaria! – Ana berrou.

Ele podia me deixar morrendo lá! Eu odeio aquele garoto! – esbravejou jogando o travesseiro no rosto.

Você ama ele, isso sim. – provocou a Hwang.

– Fecha a boca pra não falar merda Ana. – disse alto.

QUEBRA DE TEMPO.

A sua mãe já o que aconteceu? – Wonwoo estacionou o carro em frente a casa da Im e logo atrás estava o carro de Jaehyun e Johnny.

Tenho absoluta certeza... – riu. – Vocês vão entrar? o grupo já estava reunido na entrada da casa, Wonwoo segurava S.N pela cintura, tendo total certeza de que a garota não iria beijar o chão.

Eu abro! – Ana deu dois pulinho a frente, destrancando a porta.

S.N? Você está bem? – Wonwoo encarou a pele pálida da garota. Seus olhos estavam perdidos dentro da casa. – O que...

– S.N...? 


Notas Finais


E ela não tem um momento de paz sksksks
Bem espero que tenham gostado! Até o próximo capítulo galerx!


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