História Riverdale - Capítulo 21


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Clifford "Cliff" Blossom, Dilton Doiley, Elizabeth "Betty" Cooper, Ethel Muggs, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Frederick "Fred" Andrews, Ginger Lopez, Hal Cooper, Hermione Lodge, Jason Blossom, Joaquin, Josephine "Josie" McCoy, Kevin Keller, Marmaduke "Moose" Mason, Mary Andrews, Melody Valentine, Penelope Blossom, Personagens Originais, Polly Cooper, Pop Tate, Reginald "Reggie" Mantle, Smithers, Treinador Clayton, Veronica "Ronnie" Lodge, Xerife Keller
Tags Amor, Assassinato, Colegial, Escola, Híbrido, Lobisomem, Mistério, Riverdale, Romance, Sobrenatural, Suspense, Terror, Vampiro
Visualizações 55
Palavras 3.560
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - 2 Temporada : Nick St Clair


CHERYL BLOSSOM

A noite tinha acabado de começar. Quer dizer, a madrugada. Estava tendo uma rave em uma praia próxima. Resolvi ir, e todos resolveram ir. Enquanto me arrumava com as meninas, dava pra sentir os olhares esquisitos. Olhares de pena, dó. Eu não quero isso, nunca quis. Nem quando meu falecido irmão resolveu ter paz morrendo. 

- Tá. - Suspirei. - Eu não aguento mais esses olhares esquisitos. Eu estou bem, estou bem melhor na verdade. E se vocês são realmente meus amigos vão me apoiar, se não.. Temos um grande problema. - Sorri. - Ou são meus amigos, ou inimigos, e como sabem, eu costumo matar meus inimigos. - Sorri e passei o dedo no nariz da Betty. 

Me levantei e fui até o banheiro pra pentear o cabelo. Dava pra ouvir os garotos falando em como me trazer de volta. Revirei os olhos. Respirei fundo. 

Era uma hora da manhã. Saímos de casa e fomos de carro até lá. Eu estava na moto do Chuck. Ele estava bem fortezinho por sinal. Passei a mão de leve em sua perna quando paramos no sinal. E fui subindo até seu membro. Sinto falta do Chuck selvagem na cama, ele manda muito bem. Ele não correspondeu, nem falou nada. Só continuo dirigindo. Sorri em seu ouvido, um sussurro.

- Perde o jeito Chuckzinho? 

Ele não respondeu. Chegamos uns minutos depois, a festa estava realmente legal. Tinha muitas pessoas bebendo, pulando, e outras se beijando. Fui até o centro, onde tinha muita gente dançando e pulando enquanto a musica tocava alta bem de frente pra a gente. Comecei a dançar com umas duas meninas e dois meninos, comecei a pular com eles jogando meus cabelos de um lado pro outro. Eu não escutava nada, além da musica que penetrava minha cabeça, e acho que até meu cérebro tava pulsando de acordo com cada batida. Nem vi os outros, olhei de relance e vi Verônica e Archie dançando, sorri ao vê essa cena. O Chuck estava dançando com uma garota, de repente começaram a se beijar, resolvi ir até eles. Comecei a dançar atrás do Chuck, a garota logo me puxou e começou a me beijar. Logo o Chuck começou a nos beijar. Era um beijo triplo. Depois Chuck me puxou pela cintura e começou a me beijar. Ele beijava bem, apesar de ser um idiota. Depois de tudo, sei que o que ele sempre quis foi isso. Ficar comigo de novo. Ele segurou minha mão e me puxou, caminhando comigo até um lugar que não sei bem. Continuamos andando, até ficar totalmente longe da festa, onde ficava umas pedras na praia. Estava totalmente escuro. Ele me pegou no colo e me colocou em cima da pedra enquanto me beijava. Sua mão estava na minha bunda. 

- Nossa, tá com uma bundinha gostosa. - Ele sussurrou enquanto me beijava. 

Eu estava de vestido, então não foi nada complicado. Ele me pegou no colo novamente e me colocou de costa pra ele, com um pé em cima da pedra. Enquanto tirava o próprio cinto. Sorri pensando na loucura que estava fazendo. Ele me penetrou devagar, e depois aumentou a velocidade. Ele continuo naquele movimento de vai e vem por um longo tempo. Eu estava apertando as pedras, e a palma da minha mão sangrava quando algumas eram pontudas, mesmo com a musica alta não queria gemer. Ele começou a puxar meu cabelo, me fazendo ficar meio envergada, com a cabeça pra trás. Logo começou a beijar meu pescoço, e minha orelha enquanto gemia baixinho e sussurrava o quanto eu era gostosa. Depois de um tempo percebi que ele estava fazendo um chupão no meu pescoço. Empurrei ele, ele estava bêbado, sorriu pra mim ofegante e totalmente suado. Pelos ombros empurrei ele fazendo ele sentar em um tronco de árvore que estava cortado, e depois sentei em cima dele enquanto quicava ele apertava minha cintura e me olhava nos olhos. Ficamos assim por quase meia hora, até que finalmente ejaculou no chão, não queria que o Chuck ejaculasse dentro, mesmo não podendo engravidar, não quero dá essa moral toda pra ele. Eu estava um pouco bêbada, aquela loucura toda fez a bebida subir pra mente, então voltamos rindo alto e Chuck estava com a camisa aberta, mostrando seu corpo todo arranhando. Me perdi dele, fui até a mesa de bebida e um rapaz alto me olhou sorrindo, ele segurava um copo na mão e me deu enquanto sorria. Ele era bonitinho, apesar de tudo. Ou eu tô muito bêbada. Bebi na mesma hora, virando o copo todo. Sorri pra ele fazendo careta.

- O que tem aqui? 

- É vodka pura amor. 

- Qual seu nome?

- Nick... Nick St Clair. - Ele sorriu.

Eu estava ficando tonta. Olhei para os lados e todo mundo sorria alto, pulando. Aquela música alta estava começando a me incomodar. Estava com dor de cabeça forte, coloquei a mão na cabeça e ele me segurou. Ele falava muito próximo de mim mas eu não prestei atenção no que. De repente ele tava me levando.

- Não.. Pra onde tá me levando? - A única coisa que consegui falar antes de apagar.

Apaguei. Acordei com dor de cabeça e ainda sonolenta. Estava em uma espécie de casa, apartamento. Onde é isso? Estava só de calcinha e sutiã, presa as duas mãos em uma braçadeira do lado da cama, e duas nos pés. Eu não conseguia me mexer. Estavam com verbena, eu estou sem força. Nick percebeu que eu acordei e se levantou da poltrona do lado da cama, ele estava lendo um livro e sorriu ao me vê tentar sair.

- Quem é você? - Eu despertei total. 

- Nick St Clair.. Sou um caçador, você conhece essa historia? - O que é um caçador? Ele sorriu ao perceber que não sabia e se sentou do meu lado com a mão nas minhas coxas. - Bom, caçadores são treinados para matar pessoas como você, e seus amigos. Nem todo mundo pode ser, só quem tem o dom sobrenatural, eu tive, herança do meu amado pai. Você não vê, mas tenho tatuagens pelo corpo, que vão criando mais vida a cada sobrenatural morto, quando eu completar tudo, você verá, quer dizer, não verá. - Ele sorriu debochando de mim. - Eu fui criado para matar pessoas como vocês, mas eu vi tantas coisas, já vi tantos seres que você nem imagina que existe. Você é especial, mas não é única. Pode morrer sim, só não sabem como. E eu, eu sei. - Ele sorriu. 

Ele se levantou e foi até uma comoda que estava no canto da parede, e quando abriu puxou uma estaca de madeira. Eu conheço essa estaca. Lembrei. Quando me capturaram, lá em Nova York, enquanto eu estava desacordada eu via muitas coisas. Como sonhos, porém reais. Me via matando a Toni, me via matando meu irmão Jason, e todos meus amigos. Ele sorriu vendo minha cara.

- Essa estaca é uma estaca normal de madeira, mas tá vendo isso? - Ele apontou pra um liquido que tinha, na verdade não é liquido, já foi, acho que é prata. - Isso é prata derretido derramamos isso em volta, e depois fica sólido como está. Lindo não é? Bom, isso te mata ruivinha linda, mas calma. Não existe por ai, é um mito, ninguém sabe se te mata mesmo, mas já matei um híbrido antes e sei que funciona. Eu fiz essa a mão, ficou linda não é? Mas antes vamos nos divertir. 

Ele colocou a estaca no criado mudo, bem do meu lado. Eu tentei me soltar, mas a cada tentativa queimava meu braço, me deixava mais fraca. Ele pegou uma garrafinha de vidro, e tinha um líquido verde dentro. Ele logo derramou pela minha barriga. Comecei a gritar de dor. Isso queima, olhei pra minha barriga e estava com a pele em carne viva, a cicatrização demorou. Ele sorriu.

- Pode gritar, essa festa aí você não vai ouvir nada. - Ele sorriu. - Ah, esqueci de comentar tirei sua roupa, você vomitou nela, que menina mal educada. - Ele sorriu e derramou mais. 

- Para... O que é isso? - Gritei de dor. 

- Mata lobos, é como verbena, mas isso eu misturei com verbena, então você não vai se curar nem tão cedo.

Era lua cheia. Eu estava com muita raiva do Nick, eu gritava de dor. O que é isso? Eu nunca me transformei, mas hoje eu estou. Eu sinto isso. Meus olhos mudaram de cor, e meus dentes cresceram. Enquanto sentia meus ossos quebrarem. Nick me olhou assustado. Eu voltei a gritar, uivando muito alto. Nick me olhou e logo pegou uma siringa e injetou alguma coisa em mim. Acho que é a mesma coisa. Senti aquilo queimar meus órgãos, eu voltei a uivar. E logo depois parei, ofegante, eu estava fraca demais. Não conseguia nem abrir o olho direito. 

- Nunca vi isso, uma híbrida se transformar por causa da lua cheia. Mas isso vai parar a transformação. O que você tem? 

- Raiva... Muita raiva de você. - Falei baixinho ofegante. 

- Calma amor, agora você precisa ficar bem quietinha. 

Ele sorriu e tirou a camisa enquanto me olhava. Dava pra vê sua ereção nítida na calça jeans. O que ele vai fazer? Ele se deitou por cima de mim enquanto beijava meu pescoço. E depois foi beijando descendo até meus seios. Ele mordeu o mesmo de leve e me olhou sorrindo, depois começou a me beijar. Eu não mordi sua boca e ele apertou meu pescoço, eu não consigo respirar. Eu estava ficando vermelha, sem ar. Ele continuo beijando meu corpo, ainda me enforcando. Eu estava totalmente sem ar, ele soltou um pouco, e ficou apenas segurando meu pescoço e sorrindo da minha reação ofegante. Ele estava prestes a tirar minha calcinha. Não acredito que isso tá acontecendo. Não acredito mesmo. De repente uma onda de sentimentos veio, comecei a chorar. A janela quebrou, e tudo parou. Os sentimentos acabaram. Eu estas prestes a ligar minha humanidade, mas o Archie e o Chuck quebrando a janela me fez parar. Archie estava prestes a matar ele.

- Não.. - Falei ainda zonza. - Ele é um caçador. - Apaguei.

Acordei em casa já. Estava tomada a banho, limpa e cheirosa. Estava no quarto, me levantei e caminhei até a sala. Eu estava usando uma camisa do Archie. Sei que é dele. Ficou um vestido em mim, tinha manga comprida, e era um azul escuro quase preto. Na gola tinha três botões abertos mostrando meu decote, fechei os mesmo e cruzei com o Archie e a Verônica na sala assistindo filme. Já estava claro, acho que passei a noite inteira dormindo. Betty estava na cozinha preparando o almoço, e nem sinal do Jughead.

- O que aconteceu? Cadê o Nick?

- No porão trancado, estamos alimentando ele e dando água, infelizmente não podemos mata-lo. 

- Eu sei um jeito. - Falei me sentando do lado da Verônica.

- Qual? 

- Seres sobrenaturais não podem mata-los, então hipnotizamos um humano, ele mata ele com a simples historia de que o Nick estuprou a filha, ou esposa dele, então ele por vingança matou. 

- E a polícia vai atrás dele, vai prender um inocente.

- Ai já é culpa dele.. Antes ele do que nós. Ou se quiserem podem mata-lo e ser atormentado por anos, até se matar.. Mas quero ele morto.

- Mas não podemos fazer isso..

- Priminha..Continue com seu trabalho com o almoço que o cheiro está ótimo. Vou atrás de um humano, e se me impedirem, teremos um grande problema. 

Sorri e sai caminhando até meu quarto. Me troquei e pulei a janela, indo em direção a praia. Assim que cheguei Toni estava lá com uma garota morena. As duas estava rindo alto, e parecia está se divertindo. Toni foi mergulhar, resolvi aproveitar a situação e fui até a garota. Assim que cheguei não falei nada, apenas sorri pra ela e dei um soco fazendo a mesma desmaiar. Joguei ela nos meus ombros, ela é bem pesada por sinal, fui até o porão. Lá estava o Nick, sorrindo pra mim. Joguei a garota no chão. Sorri pra ele.

- Vai me matar ruivinha? 

- Não me chame assim. E sim. - Sorri pegando uma faca e analisando a mesma, esperando a garota acordar.

- Sabe o que acontece? Vai desejar a morte, vai me vê, me ouvir, em todos os cantos. Então vai em frente, quero aproveitar quando você for no banheiro. - Ele sorriu me olhando de cima pra baixo.

- Na verdade um sobrenatural não pode te matar, mas um humano.. - A garota acordou. Sorri pra ele.

Fui até ela e hipnotizei a mesma pra não ter medo. Ela acreditou cegamente na historia em que Nick estuprou ela e ela desejou vingança. Então vai mata-lo friamente. E depois vai enterrar o mesmo no jardim de sua bela casa. E em seguida vai viver a vida normalmente e vai dispensar a Toni, e depois vai se mudar pra bem longe, mas se a polícia por acaso achar suas digitais na cena do crime, ela irá assumir a culpa. A porta do porão se abriu, Archie entrou correndo, ele estava assustado. Sorri pra ele e dei a faca pra garota. Ela foi lá e esfaqueou o Nick. Seus gritos eram como poesias para os meus ouvidos, ele gritava alto, seu sangue escorria e sujava todo o chão. Ela matava friamente, sorri vendo os dois enquanto abri o freezer e pegando uma bolsa de sangue. Eca, estava gelada, um gosto horrível. Joguei a mesma no chão e fui até a garota que já tinha matado o Nick. Mordi seu pescoço, seu sangue era uma delícia. Nossa, que sangue gostoso. Não consigo parar. Ela estava fraca já, soltei ela. Ela caiu no chão, zonza. Toni entrou correndo no porão, e vendo aquilo tudo, ela veio em minha direção e me jogou na parede. Cai no chão sorrindo. 

- Isso doeu lobinha.. 

- O que você tem? Poque tá assim? - Ela ajudou a garota se levantar e Archie deu seu sangue, curando a mesma. 

- Jogou sujo Archiezinho, agora não posso mata-lá. - Sorri. 

- Por isso te deixei, porque você é assim. Só pensa em si própria, não consegue aceitar uma coisa, não aceita o não, você é mimada, você merece viver assim, se revezando entre o Chuck e o Reggie. Tem medo de assumir um compromisso? Ótimo, porque a única pessoa que te amava agora te odeia. 

Sorri pra Toni. Fingindo não me importar. Mas isso doeu. Isso realmente foi doloroso. Eu não queria admitir, mas eu apenas escondi meus sentimentos, agora. Não ligo mais pra ninguém. Em super velocidade fui até elas, arranquei o coração da garota e dei uma mordida no mesmo. Joguei um pedaço nela, que segurou com nojo, enquanto chorava feito uma criança. Todos me olharam assustados enquanto eu sorria. Eu sentia a escuridão tomar conta do meu corpo, sentia tudo de ruim. Todos meus momentos felizes, meus momentos com ela foram esquecidos. Toni me empurrou novamente na parede e foi pra cima de mim com um pedaço de madeira que ela quebrou da vassoura, que estava no canto. Ela se ajoelhou ao meu lado e estava prestes a enfiar em meu peito. Sorri pra ela.

- Bobinha, isso não me mata. 

- Mas será doloroso, e quero vê quem vai conseguir te ajudar. 

Gritei com ela. Ela se afastou se sentando do meu lado. Depois de uns minutos Jughead saiu do fundo do porão. Nem sabia que existia isso, e logo se ajoelhou diante de mim. Sorri pra eles. Cruzei os braços olhando isso. 

- É, parece que eu sou realmente poderosa. Preciso estudar mais sobre os híbridos. Eu sou uma Alfa, líder de vocês. E quem for contra mim, será extinto, simples assim. Ou me obedecem, ou morrem. 

- Você sabe que se eles quiserem, eles podem não seguir você né? 

- Cala boca Archie.. Também sou líder dos vampiros. Ninguém pode se livrar de mim.. Ah, antes que pense na Bettyzinha, sou uma bruxa. E não envolva minha priminha nisso, eu tenho extinto familiar. - Sorri saindo do porão. 

Eu realmente sou poderosa. Eu não tinha ideia de como isso era possível. Pensei que que eu obedecesse há Verônica pela ligação do criador. Mas parece que quebrei isso quando desliguei minha humanidade. E agora sou uma alfa. Sou uma líder. Controlo todo mundo que eu quiser. Isso me deixa feliz. Sorri e me joguei na minha cama. Acho difícil continuar nessa casa, preciso sair o quanto antes. Comecei a fazer minhas malas rápido, eles vão tentar me trazer de volta. Ouvi passos, senti uma respiração. Me virei rápido, por sorte consegui segurar um dardo antes dele me derrubar. Era Verônica, ela lançou outro com uma arma esquisita. Desviei novamente. Ela jogou no chão e pegou uma siringa, a mesma da casa do Nick, acho que ela roubou algumas coisas dele. Ela veio pra cima de mim. Começamos a lutar. Ela era rápida, e eu mais ainda. Joguei ela na parede, e antes dela bater na parede lhe peguei pelo pescoço e joguei no chão. Ela caiu gemendo de dor, enquanto eu segurava seu pescoço. Subi em cima dela prendendo seus braços com minha perna e peguei a siringa da mão dela. Sorri olhando a mesma. Ela era uma mistura de verde, com roxo, e tinha umas pétalas ainda. Estava prestes a enfiar nela.

- Sabe, essa posição me lembrou daquela nossa pequena noite de loucuras de drogas e bebidas. Foi divertido Verônica, pensei que a gente poderia repetir.. Acho que seu Archiezinho adorou aquela noite. - Sorri e enfiei a siringa em seu braço. 

Injetei nela, uma quantidade boa pra deixar ela fraca. Sai de cima enquanto ela tentava se levantar. Sorri pra ela. Peguei a estaca que ela tentou enfiar em mim e chutei ela. Fazendo ela cair novamente, me ajoelhei ao seu lado e mirei em seu coração. Lentamente fui empurrando a estaca enquanto olhava em seu olhos e sorria. Ela estava de olhos fechados, e quando abriu estava chorando. Dava pra sentir seu medo, dava até pra sentir ela implorando mentalmente. Senti seu coração, sorri pra ela. 

- Última chance Ronnie, ou está comigo ou contra mim.. 

- Não vou me aliar a você.. 

- É simples, desligue todos esses sentimentos bestas, todo o ciumes que sente quando o Archie vai pra praia some, toda a dor do seu querido Nikolas some, todo esse medo que está sentindo agora some. Vamos pra balada, tomar umas.. Conhecer novos garotos gostosos, até mais que o Archiezinho.. Vamos Verônica. Desliga.

- Não. - Ela continuo de olhos fechados segurando meu braço pra eu não enfiar a estaca.

- DESLIGA - Gritei em tom de comando. 

Ela fechou os olhos. Sorri e de repente senti uma tontura. Me senti fraca, cai do lado dela. Betty atirou em mim, sorri tentando me levantar e ir em direção há Betty. Eu estava cega de raiva, e muito ódio por ela. Ela começou a caminhar pra trás com medo. 

- Priminha.. Péssima escolha.. - Sorri quase me levantando. 

Verônica se levantou, e quebrou meu pescoço. 

Acordei lentamente. Bem fraca por sinal. Estava acorrentada, correntes com verbena e mata lobos. Meus braços, minhas pernas, e meu pescoço. Totalmente acorrentada. Estavam todos eles me olhando, tinha pouca iluminação ali, sorri pra eles tentando me soltar. Mesmo me queimando eu tentei. Jughead estava sentado em uma cadeira me olhando, ele segurava uma faca pequena, e derramava mata lobo na mesma. Ele usava luvas. Archie estava com um computador na mão. Ele virou o mesmo pra mim e me mostrou o vídeo do papai matando o Jason. Aquilo me fez lembrar de tudo, do quanto eu amava ele, do quanto eu queria ele vivo. E por isso eu só quero esconder mais ainda meus sentimentos, vê aquilo doeu demais, mas eu preciso esconder isso deles, eu não quero sofrer, não quero sofrer mais por ninguém. 

- Onde conseguiu isso?

- Câmera de segurança, invadimos e achamos o vídeo. - Betty falou.

- A ideia foi sua?

- Você nunca amou ninguém como amou ele, talvez vendo isso pode vim tudo a tona dentro desse coração obscuro.

Sorri. Péssima ideia, isso me fez esconder mais ainda. Sabia que era ideia dela. E na minha vida toda só amei três pessoas, e duas estão mortas, quer dizer, não sei bem se uma está morta. Mas a outra está, Jason morreu, não tem volta. 

- Péssima ideia priminha. Jason morreu, acabou. Foi uma morte fria, uma morte dolorosa, mas ele morreu. Papai morreu, pelas minhas mãos por sinal, então está tudo pago. Agora me solta.

- Isso é pior do que imaginamos.. - Chuck comentou descendo as escadas do porão.

- Porque? - Jughead comentou enquanto mirava a faca e jogou bem no meu ombro. 

Gritei de dor, esse lobo estúpido. 

- ME SOLTA - Gritei em tom de ordem. 

Betty tirou o Jughead de lá, ela sabe que ele lá iria me ajudar. Sorri com sua inteligência. A faca estava presa no meu ombro, que dor. 

- Se nem o Jason fez ela voltar a humanidade, acho que ninguém mais é capaz. 

- Na verdade existe uma. - Chuck me olhou.

 



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