1. Spirit Fanfics >
  2. Riverdale Choni >
  3. Sai comigo?

História Riverdale Choni - Capítulo 2


Escrita por:


Capítulo 2 - Sai comigo?


Fanfic / Fanfiction Riverdale Choni - Capítulo 2 - Sai comigo?

Toni topaz - Point Of View


-Preciso ir embora 

Tentei me levantar da maca que estava deitada mas senti minhas pernas fraquejarem e uma dor repentina tomar conta de mim novamente fazendo com que caísse no chão. 

-Não pode ir embora - Penélope me ajudou a levantar me colocando na cama hospitalar novamente - Preciso que alguém venha te buscar Toni, está com o rim rompido.

-Rompido? -Perguntei assustada 

-Sim Toni não se lembra do que aconteceu? 

Mesmo antes da minha resposta Penélope acendeu uma mini lanterna nos sobre meus olhos para poder ver se estava tudo como devia estar 

-Só me lembro de quando cai do chão e começaram a me bater, afim como vim parar aqui? 

-Cheryl estava saindo do treino quando viu alguns homens te batendo aí te trouxe para cá 

-Meu pai deve estar preocupado - encostei minha cabeça no travesseiro - marcamos de pintar meu cabelo hoje depois da escola 

-Posso ligar pra ele se quiser - Olhei para a mulher ruiva que tirava suas luvas as jogando no lixo 

-eu prefiro ligar, sabe onde está meu celular? 

-Vou buscar 

Assenti para a mulher que sorriu para mim, quando colocou a mão na maçaneta para abri-la Cheryl adentrou a sala sorrindo para nós duas, senti meu coração palpitar ao ver seu sorriso e olhos sobre mim 

-Você está bem? 

Perguntou se aproximando de mim 

-Cheryl - Penélope chamou pela filha que a olhou - Vou buscar o celular da Toni, fica com ela? 

Observei a mulher assentir para mãe que saiu do quarto fechando a porta, Cheryl voltou seu olhar para mim arqueando as sobrancelhas esperando por alguma fala minha.

- Estou bem sim só rompi um rim 

Debochei da minha situação fazendo a ruiva rir 

-Obrigado por ter se importado comigo 

Agradeci 

-Você é a novata tenho que te infernizar por um tempo - Ri da mesma - mas não é por isso que eu iria ver você sendo espancada e iria deixar 

-Te devo uma 

-Deve mesmo e eu vou cobrar senhorita Topaz 

-Quando quiser Blossom 

- Que tal hum - levou sua mão ao queixo pensando - sairmo... 

-Voltei - Penélope abriu a porta do quarto entrando no local e me entregando o celular - pelo o que percebi tem algumas mensagens do seu Pai 

- A ótimo ele já está surtando 

Revirei os olhos


_________________


Se passaram dois dias desde que meu pai me buscou na casa dos Blossom para me levar ao hospital, sim eu estava com o rim rompido por conta da surra que levei de mais de três marmanjos, digamos que se não fosse a Cheryl naquela hora eu poderia ter ficado bem pior... Devo minha vida aquela ruiva.

Eu estava saindo do hospital hoje por voltas das sete da noite mais o menos, com remendo por toda parte do corpo, não conseguia me mover muito bem, sempre que tentava pegar algo no chão ou até mesmo se sentar parecia que estava levando socos ao lado da barriga.

-Vamos embora? 

Levei meu olhar para meu pai que abria a porta do quarto onde eu estava 

-Graças a Deus 

Resmunguei ficando em pé 

-Deixa eu te ajudo 

Correu até mim pegando meu braço direito e colocando sobre seu ombro para me apoiar.

-Obrigado pai 

Agradeci 

No corredor uma enfermeira me esperava com uma cadeira de rodas, agradeci mentalmente por saber que não iria precisar andar até o último andar para chegar até o carro. Meu pai estava sendo meu herói nesses últimos dias, mesmo sendo o xerife da cidade e sempre estando com a sua agenda lotada ou não conseguindo ficar muito em casa, sempre recebendo chamadas de assaltos problemas na delegacia ou coisa do tipo, ele conseguiu tirar alguns dias de folga para cuidar de mim.

Quando o carro estacionou em frente a nossa casa o cheiro de comida invadiu minhas narinas me fazendo suspirar, sentei na cadeira de rodas sendo empurrada para dentro de casa, avistei Jughead na cozinha preparando o jantar.

-Toni 

Correu até mim me abraçando, resmunguei por conta da dor 

-Hey cuidado garoto 

-Foi mal pai -Se desculpou, rimos- só senti saudades dessa maluca 

-Saudades de mim Jug? 

-Claro - deu de ombros - ficar sem ninguém para poder atentar ou fazer lavar toda a louça não é fácil sabia? 

Revirei os olhos 

-Afinal, você é minha irmãzinha 

Fofo, mas nojento, ele está querendo algo, conheço ele amais de 15 anos.

Sentamos todos na mesa para jantarmos, confesso que senti falta de ter meu pai conosco nos jantarem, sempre que o mesmo chegava em casa ou eu estava dormindo ou estudando então não nos víamos muito na parte da noite.

-Toni - Jug chamou minha atenção - Espero que esteja melhor até o final de semana que vem 

-Por que? 

Perguntei enquanto levava uma colher cheia de comida até a boca 

-Inauguração do inferninho da Veronica, ela quer todos lá inclusive eu e você 

Arqueei as sobrancelhas, estava surpresa com aquilo, se vocês acham a Cheryl rica e mimada, é porque ainda não viram a Veronica, o pop’s? Coração de Riverdale... presente de aniversário de seus pais para ela Hermione Lodge e Hiram Lodge, foi esse casal que gerou a uma das patricinhas de Nova Iorque que agora é de uma pequena cidade dos Estados Unidos.

-Vamos estar lá, Jug 

Sorri confiante 

-Vocês só vão se a Toni estiver melhor 

O tom duro do meu pai fez com que jughead e eu olhássemos pra ele juntos 

-Eu vou estar - falei firme- vou ficar de repouso até lá se for preciso.

-Eu preciso ir para a inauguração mesmo se for sem a Toni pai

-Por que quer tanto ir a essa festa Jughead? 

-Para me enturmar talvez? - Perguntou num tom de deboche - e também - suspirou - A Betty vai estar lá 

-A claro - Interrompi - A Elizabeth Copper vai estar lá 

Revirei os olhos 

-Filha da Alice? 

-É pai, filha da Alice Copper

-Você só vai se a Toni for e ponto final 

Posso estar com o meu corpo todo fodido, mas isso é só mais um motivo para infernizar a vida do meu irmão até essa inauguração.

Me senti uma deusa quebrada no colo do meu pai enquanto me levava para o meu quarto, e meu bobo da corte atrás com a cadeira de rodas 

-Certeza que não quer dormir no quarto comigo? 

-Absoluta pai qualquer coisa eu grito 

-Está bem filha -Fechei os olhos sentindo os lábios quentes de meu pai sobre minha testa - dorme bem 

-Você também 

Claro que não consegui dormir tão cedo passei um bom tempo pensando em como agradecer a Cheryl pelo o que ela fez por mim, mas não só isso, tem algo naquela menina que não está certo, não entendi ainda o porquê do meu coração acelerar ao pensar nela. Amanhã era sábado não teria como pedir para Jughead falar com a garota na escola, ou seja, minha ansiedade iria ter que esperar até segunda. 

Depois de ler algumas páginas do meu livro acabei pegando no sono com o mesmo sobre meu corpo, acordei no dia seguinte com um pássaro cantando na janela do meu quarto e algumas vozes vindo do andar debaixo. Não queria incomodar ninguém então decidi tentar me levantar sozinha, com muito esforço e algumas dores consegui, duo dando passos lentos até a escada e lá já havia percebido que não iria conseguir descer sozinha.

-Pai 

Chamei pelo homem que não demorou muito para parecer na escada e correr até mim 

-Toni você não pode fazer isso sozinha

Me pegou no colo com cuidado me levando até o sofá da sala 

-Estou com o rim rompido e não aleijada 

-Mas se ficar sendo teimosa e se esforçando vai ter bem mais do que só um rim rompido 

O fim de semana passou voando, meu pai passou os dois dias inteiros comigo e com meu irmão, assistimos filmes, brincamos, comemos muito, jogamos jogos. Na segunda de manhã eu já estava bem melhor, conseguia me levantar e andar sem sentir dor mas como meu pai disse “Não se esforce Toni”.


12:00 


Escutei a campainha da minha casa tocar, pensei ser o mala do meu irmão que poderia ter esquecido a chave de casa, mas quando abri a porta tive uma grande surpresa, meu coração pulando para fora do peito e meus olhos brilhando por conta do sorriso para mim.

-Oi Toni 

-Oi Cheryl 

Que voz calma a dela 

-Só vim saber se estava bem e também te trazer alguns dos meus bolinhos de cereja - estendeu a cesta para mim -Foi minha governanta que fez 

Peguei a cesta com um sorriso bobo no rosto 

-Você tem uma governanta? 

Perguntei 

-Na verdade, Helena é mais mãe do que governanta para mim 

Deu de ombros 

-Helena, esse é o nome dela 

-Todos chamam pelo nome, mas só eu a acho de Nena 

-Lindo nome 

Sorriamos 

-Como você está? 

Perguntou 

-Viva graças a você - Ri da minha própria desgraça - Aliás, obrigada novamente devo a minha vida a você, então quando quiser ajuda sabe quem procurar 

-Quero uma coisa sua sim - cruzou os braços rindo de lado - Sai comigo? 


Notas Finais


Me desculpem pelos erros
E pela demora também, não sabia que já tinha feito tanto tempo
Sorry


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...