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História Riviera Maya - Capítulo 15


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Notas do Autor


Boa noite, amores!
Às quartas temos atualização de Riviera Maya? Temos sim, Senhor!
Boa leitura!!!

Capítulo 15 - Professora Regina.


 

 

Regina

 

 

Um bom dia é aquele onde você sai da cama com o pé direito, se espreguiça em meio a um bocejo, toma um bom banho e sai de casa cantarolando. Começar um dia bem é sinônimo de que toda a sua vida se encontra da mesma maneira.

E eu hoje, ao contrário dos últimos dias, não levantei com toda aquela mesma animação e entusiasmo. Talvez precisasse de algo para completar o tal vazio que já era perceptível em meu peito. Não se sabe ao certo quando minha alma passou a ser dependente de outra que, nitidamente, estava diretamente ligada a minha. Não se sabe.

O que se sabe agora, mediante ao edredom que me protege do frio nova iorquino, é que a única coisa que me faltava era a voz de Emma bem aqui, juntamente com os seus toques delicados e olhos expressivos.

Talvez um único ‘Bom dia’ vindo de Swan, fosse a única coisa que eu precisava para me levantar da cama com o pé direito, me espreguiçar em meio a um bocejo, tomar um bom banho e, enfim, sair de casa cantarolando.

 

 

 

 

Emma

 

 

— Querida, me avise quando for sair com Pietro para ajustar as coisas do barco. — diz mamãe enquanto eu tomava o café da manhã no sofá.

— Aviso sim... — respondi em meio a um sorriso amarelo e ela seguiu para a cozinha com seu avental em mãos, já se arrumando para descer e começar os seus trabalhos na cozinha da Pousada.

— Você usou o barco ontem à noite? Eu estava olhando pela janela e vi que ele não está do jeito que deixei... — Pietro surge na sala afivelando o cinto e com a camisa jogada sobre um dos ombros. Apenas meneei a cabeça para responder a sua pergunta. — Saiu com a mulher?

— Mãe, eu já estou descendo! — optei por ignorá-lo. Levantei-me do sofá, fui ao banheiro escovar os dentes e saí de casa após ter colocado o celular no bolso.

Entrei no barco antes de Pietro e comecei a organizar algumas coisas e retirar alguns lixos que estavam por ali. Varri o chão, organizei alguns baldes que usávamos para pegar peixes e lavei o ‘banheiro’ que havia na cabine. Ele se juntou a mim e começou a olhar a parte técnica enquanto eu permanecia atenta aos detalhes superficiais.

— Eu sinto falta de ter uma ligação maior com você, Emma. — olhei para trás no mesmo instante e comecei a rir. Porque aquela frase era, no mínimo, extremamente engraçada. — Falo sério, garota!

— Mas não parece... — comentei.

— Apesar de tudo e qualquer coisa, sempre tive você como uma filha. Te vi crescer e a partir de outro momento te ajudei a crescer junto com sua mãe. — ele seca o suor que cobre sua testa e me olha. — Só não sinto orgulho das coisas que você faz...

— Você não precisa sentir orgulho de nada que se refere a mim. — falei friamente. — Absolutamente nada!

— Você não entende que eu só quero proteger você e Vivian. Tenho medo de que alguém possa machucá-las e levá-las de mim...

— O seu jeito de amar é muito, mas muito estranho. Acho que a única coisa que eu consigo sentir com essa ‘proteção’, é vontade de fugir dela o mais rápido possível... — gesticulo.

— Se soubesse o quanto isso me fere... — ele suspira e eu rio.

— Se soubesse o quanto já me feriu com suas palavras duras e desnecessárias... — digo alusiva e ele volta a dar atenção a sua tarefa.

Uso o meu apito para chamar os Golfinhos e logo eles rodeiam o píer em busca de alimento. Mesmo sem roupa de mergulho, pulo n’água e aproveito para nadar com eles e me distrair um pouco.

Se aqui são 07:54am, em NYC são 08:54am. Cedo demais para tentar me comunicar com Regina. Afinal, ainda estou aguardando sua resposta para a mensagem que a enviei ontem à noite. E sinceramente? Talvez essa resposta nem venha. Ao voltarmos para nossa realidade, tudo aquilo que era encanto se perde. E pode ser que Regina tenha desencantado ao se dar conta de que esse relacionamento nunca daria certo.

 

 

 

 

Regina

 

 

— A sensação é de que estávamos de férias. Nunca me diverti tanto em uma viagem didática. Esses meninos são incríveis e muito engraçados, Zel! — falo enquanto arrumo alguns livros em meu armário na Sala dos Professores. — Sophia é um encanto de menina, Caio é um bobo com todos e eu me encantei ainda mais por eles.

— É uma responsabilidade enorme, não? Eu não teria coragem. — diz minha amiga. — O bom é saber que deu certo e você pode ter a certeza de que estou muito feliz e orgulhosa. A aula era de Matemática, mas passamos o tempo todo conversando sobre a famosa Riviera Maya e a mergulhadora...

— Eles falaram sobre Emma? — sorri e ela meneou a cabeça. — Emma foi uma surpresa boa para todos nós, na verdade.

— Acredito que sim... — ela sorri também antes de diminuir a distância entre nós para me abraçar. — Você precisava disso, Regina! Precisava se desconectar um pouco, mesmo ainda conectada.

— Exatamente! — dei-lhe um beijo no rosto. — Agora eu preciso me conectar novamente e voltar a rotina normal. — caminho até a porta para sair.

— Sua licença começa a partir de semana que vem? — paro e olho para ela. — Sobre a cirurgia que você vai fazer... Lembro de ter comentado algo sobre isso uma vez.

— Ah sim... — dou um sorrisinho amarelo. — Bom, tudo vai depender do meu médico. Eu passarei com ele na sexta-feira e saberei melhor sobre os trâmites que precisam ser feitos.

— Se precisar de qualquer tipo de ajuda, saiba que estarei disponível. — ela pisca um dos olhos e eu a agradeço com um sorriso.

 Segui para a sala de aula dos alunos que fizeram a viagem e me surpreendi quando adentrei e vi uma algazarra fora do comum. Apesar de eles serem adolescentes inquietos, eu nunca havia entrado na sala e a encontrado da mesma maneira que encontrei hoje.

— Posso saber o que está acontecendo? Já não estamos mais em Riviera Maya! — exclamei em voz alta e logo eles se dispersaram para suas cadeiras. — Hum... Melhor assim. Bom dia!

— Bom dia, Professora Mills! — responderam em coro, fazendo-me rir. — A gente tava falando com a Emma. — um dos alunos disse.

— Ah é? E eu posso saber o cunho dessa conversa? — sentei-me na ponta da mesa e observei um por um. — É tipo um segredo então?

— É... — Sophia respondeu e eu meneei a cabeça.

— Então vocês compartilham segredos com Emma e comigo não? Bom saber! — fiz charme. — Como vocês estão após a viagem? Conseguiram descansar e matar a saudade da família?

— Minha mãe não me larga um minuto. Até no banheiro ela entrou comigo pra saber de todos os detalhes sobre tudo o que fizemos por lá... — diz Caio em uma entonação divertida. — Eu falei pra ela dar uma segurada, porque eu ainda sou o filho dela.

— Deixe-a matar a saudade... — digo. — Num apanhado geral, vocês estão satisfeitos?

— Sim! — responderam juntos novamente.

— Então quer dizer que posso aplicar um teste agora sobre tudo o que estudamos por lá?

— Ah, Professora... Aí não! — diz Shirley.

— Uhum... Sei bem qual é a de vocês, viu?! — levantei-me e peguei meu material para aplicar alguns exercícios.

A manhã passou voando e logo deu o meu horário de ir embora. Cheguei em casa por volta das 02:40pm e não me preocupei com outra coisa a não ser retirar os sapatos, massagear os dedos e me deitar no sofá junto a companhia de minha TV.

 

 

 

 

— Talvez você goste mais de observar do que ser observada... — ouço a voz de Emma atrás de mim e me assusto com o toque gelado de sua mão em meu ombro.

— É... Talvez eu goste mais de observar do que ser observada, mas... — viro-me em direção ao seu corpo molhado devido ao recente banho de mar. — Isso pode mudar.

— Pode?

— Uhum... — murmuro e ela estreita os olhos, como quem pensasse a respeito daquelas entrelinhas que acabara de ouvir. — Porque se você perceber, eu tenho permitido que você me observe o tempo todo.

— Ou talvez eu faça isso sem que você perceba e... — aproxima-se de meu ouvido e sussurra: — ... e agora você quer sair por cima, como quem sabe e tem controle de todas as coisas que acontecem ao redor. — sua voz me causa um arrepio sem igual e eu me permito fechar os olhos para ouvi-la com mais veemência.

— Então você está dizendo que sou uma mentirosa que se contradiz? — abro os olhos para admirar sua expressão surpresa ao menear a cabeça em afirmação. — Isso é muito perigoso...

— Te contradizer ou...? — mordo o meu lábio inferior e a puxo delicadamente para se unir ao meu corpo. Ela tomba a cabeça quando beijo a base de seu pescoço e respira fundo. — Não precisa responder...

— E quem disse que eu iria? — mordisco sua orelha e ela arfa.

— Regina, eu... — começa a dizer ao se esquivar, mas eu a mantenho perto de mim. — Você me tira toda a atenção...

— Eu? — afasto apenas a cabeça para que pudesse olhá-la. — Imagina!

— Filha da mãe!

— Shhhh! — balbucio já com os lábios colados nos seus, sentindo perfeitamente a textura de seus dentes em minha boca.

 

 

 

 

Dias depois...

 

 

Sexta-feira; 06:10pm.

 

 

Talvez o significado do amor esteja diretamente ligado a saudade, a ausência da pessoa amada ou até mesmo a dor de uma despedida. Logo eu, após anos de vida, jamais me permiti acreditar nos Contos de Fadas, até porque minha vida sempre esteve muito distante de se parecer com isso.

Mas mediante a saudade que sinto de Emma todos os dias e a vontade absurda de voltar para o ‘nosso lugar’, pondero sobre estar vivendo o amor; mesmo que superficialmente, visto que não nos falamos desde que partimos. Por quê? Não sei. Talvez ela esteja muito ocupada ou talvez tenha percebido a loucura que fez ao ficar comigo. Ou até mesmo... Ah, deixa pra lá!

— Está pronta? — assusto-me com a voz de Ingrid na porta do banheiro. — Temos 40min para chegar até lá.

 — Dr. Andrew disse que me atenderá entre um paciente e outro. Não precisamos correr, porque vamos ficar muito tempo esperando... — digo a minha amiga, que dá de ombros e volta para onde estava.

Termino de ajeitar meus cabelos, coloco um novo par de brincos e saio do banheiro em direção ao quarto. Pego minha bolsa, dou uma última olhada em minha roupa e vou até a sala para dizer que podemos, enfim, ir.

— Nada de música de pessoas que já foram traídas, Regina. Pelo amor de Deus! — Ingrid me alerta assim que adentramos o meu carro. — Deixe-me escolher a playlist.

— Como se realmente tivesse um bom gosto musical... — implico, recebendo uma careta como resposta. — As músicas que ouço são músicas lindas e que contam histórias de amor reais.

— Emma realmente te transformou, minha amiga. Não me lembro de ouvir esse tipo de música antes. — ela diz em um tom desapontado e eu apenas deixo que ela escolha a música que queira.

Resultado? Fui dirigindo ao som de um funk brasileiro que, pelo pouco que entendi, estava falando sobre os bumbuns das mulheres. E ela? Ela se divertia e dançava da maneira que podia ali no banco, fazendo-me rir e negar com a cabeça.

Passei pela consulta com Dr. Andrew e falamos sobre uma possível data para a cirurgia. Ainda não havíamos discutido sobre, mas dessa vez ele quis dar uma previsão e pediu para que eu finalizasse os exames e retornasse.

25 de Novembro de 2019 era a data. Isso só mudaria se desse alguma alteração em meus exames ou, é claro, se eu desistisse. E eu desistiria?

— Acho que devemos tomar um bom drink para nos despedirmos dessa fase. — Ingrid diz assim que saímos do consultório. — Vamos? Tem um barzinho ali do outro lado da rua.

— Ok! Vamos lá! — exclamei e a segui até o outro lado da rua.

Sentamo-nos em uma mesa para duas pessoas, pedimos dois chopp’s e alguns petiscos para acompanhar. Jogamos muita conversa fora e rimos bastante ao lembrar algumas passagens de nossa vida juntas.

— Com licença? — um rapaz chamou nossa atenção e viramos a cabeça para olhá-lo. — Boa noite!

— Olá, boa noite! — falei com a mesma simpatia que ele. — Podemos ajudar em algo?

— É que eu e meu amigo estamos sentados no balcão há duas horas e... — ele diz meio tímido. — ... e desde que chegamos não havia entrado mulheres tão bonitas quanto vocês.

— Vocês querem pagar uma bebida para nós duas, é isso? — Ingrid fala e eu bato em seu ombro. Nós três acabamos rindo e o rapaz assentiu com a cabeça. — Podemos pensar um pouco?

— O tempo que for necessário! — ele beija a mão dela e a minha e sai.

Nós duas nos olhamos prendendo o riso e decidimos assim, através desse olhar, que não daria nada aceitar uma bebida de rapazes gentis. O bar estava movimentado, era no Centro da cidade e o policiamento era bem reforçado aos fins de semana.

— Então você se chama Regina e da aula de Biologia? Uau! — diz um deles, que disse se chamar Romeo. — Professora Regina é um chamamento que remete ao respeito superior... — ele diz.

— As pessoas costumam dizer isso mesmo, mas eu não acho. Aos meus alunos eu gosto de ser vista dessa maneira, sim. — pisco um dos olhos. Beberico um pouco do Martini que estava no copo e observo Ingrid extremamente entretida num assunto com o outro rapaz.

— Ei! — ele chama minha atenção. — Eu trabalho numa empresa que faz manutenção de sistema de tubulação e tudo mais. Quando precisar desse tipo de serviço, é só me ligar. — ele tira um cartão do bolso e me entrega. — Talvez saia de graça... — pisca um dos olhos e se aproxima para tentar me beijar, mas eu me afasto rapidamente. — Opa! Perdão!

— Não precisa pedir perdão por isso, Romeo! — exclamo. — Na verdade, eu preciso ir embora e ir ao banheiro. Ér... Preciso ir ao banheiro primeiro e depois ir embora.

— Ok, eu já entendi! — ele dá uma risadinha e eu sigo para o banheiro. Chego em frente ao espelho e me encaro durante longos minutos. Mulheres entram e saem e eu permaneço ali. Lavo o meu rosto e nesse processo acabo me lembrando de Emma pela milésima vez durante o dia. Tento não me prender muito, para não me sentir triste por não poder vê-la nesse momento e volto para o bar, a fim de chamar Ingrid para irmos embora.

Quando volto para onde estava, vejo que Ingrid beijando Stefan, amigo de Romeo, e suspiro por saber que ficaríamos por mais um bom tempo. Então, a fim de me distrair e não perder a noite, eu resolvo engatar em um papo agradável com meu novo amigo que, na realidade, só quer me levar para a cama. Mas a gente pula essa parte e ‘segue o baile’...

— Você conheceu Riviera Maya? — meneio a cabeça. — É tão paradisíaco como dizem?

— Lá é surreal de lindo, Romeo. Quando tiver oportunidade, faça uma visita e participe do Luau que fazem em uma praia que fica ao lado da principal, que foi onde ficamos. — gesticulo e ele assente.

— Se quiser me acompanhar, tenho a certeza de que descobriremos muitos outros lugares. — ele investe novamente e eu sorrio sem graça, já querendo matar Ingrid por não desgrudar do cara para irmos embora logo.

— Eu não sei se isso é uma coisa que eu deveria falar agora, mas... — apoio as mãos sobre o balcão e me viro para ele. — É provável de que nunca mais nos encontremos, então...

— Se depender de nossos amigos, iremos nos encontrar sempre. — ele diz e nós dois rimos. — Mas, diga lá Professora Regina!

— Eu tenho uma pessoa e, por mais que não tenhamos nada sério, eu não quero ter a sensação de que estou traindo um sentimento. — digo sinceramente e ele ergue as duas sobrancelhas. — Desculpa por te desapontar, ok?

— Eu não devo nem aceitar esse pedido, porque não há nada de errado com isso. Aliás, eu te entendo bem! — exclama. — Eu também tenho uma pessoa, tenho sentimentos e que, infelizmente, não são correspondidos. Então hoje o meu amigo me trouxe pra cá, com a ideia de me fazer esquecer e seguir em frente.

— Ela está com alguém?

— Sim. Ela se casou semana passada... Nós nos envolvemos alguns meses atrás, ela disse que se apaixonou e me deu falsas esperanças de que deixaria ele para ficarmos juntos. — ele diz com os olhos cheios de pesar.

— Ela o traiu com você? — pergunto e ele meneia a cabeça. — Uau!

— É minha antiga chefe, na verdade. Ela acabou se desligando da empresa depois que ele a pediu em casamento e nunca mais nos vimos... — sinto meu coração apertar ao ouvir o seu relato. — Não houve um rompimento, entende?! Ela simplesmente se foi e eu fiquei...

— Ficou com todo o sentimento envolvido... — falei mais para mim mesma. — Quer saber? Eu acho que você não a merece.

— Sério?

— Sério! Você é um cara bacana, apesar das péssimas cantadas, e me aparenta ser muito responsável. — ele riu da minha pontuação. — Bola pra frente, man!

— Pensei que professoras de Biologia fossem chatas, mas até que você é legal! — foi a minha vez de dar risada. — Eu vou te ajudar a ir embora agora, porque acho que já bebi demais e preciso que meu amigo me acompanhe. — ele diz antes de se levantar e ir em direção aos dois que não paravam de se beijar.

Pouco tempo depois Ingrid veio meio descabelada, sorridente e visivelmente animada. Piscou um dos olhos pra mim, virou o resto de bebida que estava em seu copo e colocou o objeto sobre o balcão.

— Vamos? — ela me chamou com um movimento de cabeça e eu apenas assenti. — Você podia ter se divertido com Romeo!

— Com certeza! — falei ironicamente antes de nos aproximarmos dos dois rapazes que, a essa altura, já estavam pagando a conta. — Meninos, foi um prazer!

— Ah, imagina! Eu adorei conhecer e conversar com vocês. — diz Romeo ao me dar um abraço. — Acho que podemos trocar nossos telefones, não?

— Stefan já está com o meu. Quem sabe marcamos algo algum dia desses? — Ingrid diz e os dois sorriem. — Obrigada pela companhia e pela noite agradável!

Despedimo-nos novamente e seguimos para fora do bar. Ingrid e eu deixamos o carro no estacionamento da clínica de Dr. Andrew e pegamos um táxi até o meu apartamento.

— Onde está essa chave? — pergunto para mim mesma enquanto reviro a bolsa. — Amiga, será que deixei no carro?

— Ah, Regina! — ela me repreende e me ajuda a procurar dentro da bolsa. — Me dá aqui! — ela pega a bolsa da minha, se abaixa e vira tudo no chão. Logo a chave aparece em meio a algumas maquiagens, carteira e acessórios e ela me entrega enquanto junta a bagunça. — Oh, o seu celular está tocando! — ela bate em minha canela com o aparelho e eu me viro para pegá-lo.

— Você não passou o meu número para Romeo, não é? — ela dá um sorrisinho amarelo e eu a olho feio antes de atender: — Alô?

Oi Professora...

 

 


Notas Finais


Romeo?
Beijos! <3


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