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História Riviera Maya - Capítulo 20


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Notas do Autor


Boa noite, amores!

Desejo-lhes uma ótima leitura e atesto aqui que não tive tempo de revisar o capítulo :(
Se houver algum erro grave, peço desculpas.

Vamos ao capítulo? <3

Capítulo 20 - "Me faça esquecer...".


 

 

Regina

 

 

O meu pé batia contra o chão várias vezes, deixando claro para qualquer um naquela sala o tamanho do meu nervosismo e ansiedade. Já fazia mais de duas horas que Emma estava lá dentro com os agentes, policiais e afins. Infelizmente eu não pude acompanhar o seu depoimento, mas poderia dar o meu logo em seguida.

A porta se abriu vagarosamente e eu fui convocada, já que havia convivido com Pietro há pouco tempo e por meu depoimento ter grande valor para o Processo.

— Vocês estão liberadas! — disse um dos policiais após eu ter terminado minha fala. Minhas mãos tremiam, assim como o resto do meu corpo. — Qualquer novidade sobre o caso nós entraremos em contato com você, Emma. Se mantenha firme!

— Eu estou bem agora... Estou mais aliviada por saber que ele não sairá tão cedo. — diz Swan.

— Sim, por enquanto ele não poderá sair. Sob o seu depoimento, Pietro será investigado e isso vai demorar uns dias... — o Policial foi sincero e nós duas assentimentos com a cabeça.

Saímos da Delegacia, passamos em um shopping e Emma comprou algumas peças de roupas. Estava calada, muito mais do que o normal, e isso me incomodou um pouco. Me incomodou porque eu sabia que ela não queria ‘me encher’ com aquele assunto, mas eu não poderia deixá-la sozinha com todos aqueles pensamentos.

— Que tal ligar para o Hospital para saber como ela está? Hoje não teremos outro momento para visitas... — falei após ter me certificado do horário. Já se passava das 08:00pm.

— É uma ótima ideia! — Emma exclamou após ter me oferecido um sorrisinho amarelo. — Pode ir subindo, eu já vou. — piscou um dos olhos e gesticulou com as mãos. Eu sorri, fiz um movimento de cabeça e adentrei o Hotel após ter relutado em deixá-la sozinha.

Não demorou nada até que ela aparecesse no quarto e colocasse o resto das sacolas sobre a cama. Sentamo-nos na beira da cama e retiramos todas as etiquetas das novas peças, para que Emma já as colocasse para uso.

Romeo não estava no quarto quando chegamos e provavelmente não estava longe. Ele não conhecia a cidade e não se arriscaria em um passeio longo estando sozinho. Enviei uma mensagem para ele, dizendo que sairia para levar Emma para jantar. Logo recebi sua resposta e descobri que ele estava na piscina do Hotel ‘curtindo a noite’.

— Pode ficar a vontade, ‘tá bem?! Romeo não volta tão cedo... — falei e dei uma risadinha.

— Aonde ele foi?

— Foi ‘curtir a noite’ na piscina. — fiz aspas com as mãos e Emma também riu. — E como sua mãe está?

— Ah... — deu de ombros. — Do mesmo jeito e eu prefiro assim. Pelo menos sei que ela está viva. — respondeu com o tom de voz baixo e eu apenas meneei a cabeça. Não tinha muito o que dizer nesse momento, não é?!

— E como você está? — evidenciei a palavra ‘você’ antes de caminhar até seu corpo e prendê-la em um abraço carinhoso. — Eu estou tão preocupada... — falei com os lábios colados em sua bochecha e logo ouvi seu sorriso. — Sério!

— Mas não deveria... — respondeu-me cabisbaixa. — Não quero que esteja aqui se preocupando comigo. Não posso me dar o luxo de te preocupar ainda mais, meu bem...

— Jamais, Emma. Eu vim até aqui para cuidar de você, para te ajudar a superar isso... — ao me ouvir ela deixou os ombros caírem, como se estivesse relutando. — Por isso...

— Por isso...? — ela me olhou com uma das sobrancelhas arqueadas.

— Nós vamos jantar fora hoje, para você tentar esquecer um pouquinho de toda essa loucura. — pontuei e vi o momento em que suas bochechas se coraram. — O que foi? Não quer sair para jantar comigo?

— C-claro que quero... Só não pensei que isso aconteceria tão rápido. — ela disse de forma divertida. — Há poucos dias estávamos tão longe uma da outra...

— O importante é o que estamos vivendo agora, não acha?

— Ah, mas com toda certeza! — exclamou e beijou o meu rosto com ternura. — Você é a pessoa que eu mais gosto de gostar...

— Hum... É muito bom saber disso! — retribuí seu beijo no rosto e ela me abraçou logo em seguida.

Ficamos dentro desse abraço por longos minutos, até nos separarmos e eu ir para o banho enquanto Emma separava a roupa que vestiria.

 

 

 

 

Emma

 

 

Regina, não sei como, me trouxe até a ilha em que tivemos os nossos momentos mais especiais. Porém, ela teve todo um cuidado ao pedir o rapaz do lancha que nos deixasse no lado oposto ao que dava vista para a Pousada.

— Eu busco vocês daqui a três horas... — anunciou o rapaz antes de voltar para a lancha e sumir em meio ao mar.

— Algum motivo especial para essa vinda aqui? — eu a questionei enquanto a observava estender o lençol sobre a areia.

— Nada de especial... — respondeu com um pouco de dificuldade, já que o vento estava atrapalhando sua ação de estender o lençol. Dei uma risadinha e neguei a cabeça quando ela começou a correr de uma ponta a outra para tentar alinhar o tecido. — Emma, será que...? — olhou-me e eu meneei a cabeça no mesmo instante, fazendo questão de ir até ela para ajudá-la.

Estendemos o lençol sobre o chão de areia e nos assentamos frente a frente. Regina estava alusiva, como quem estivesse pensando em algo e tivesse dúvidas sobre compartilhar ou não.

— Está confortável aqui? — ela me perguntou de forma aleatória e eu fiz que sim com a cabeça. — Só depois pensei que poderia não ser legal vir aqui.

— Mas é claro que seria legal. — falei ao me virar de frente para ela e aproveitar essa posição para lhe fazer um carinho no rosto. — Você precisa entender que estar com você é legal, independente do lugar.

— É muito bom saber! — ela exclamou meio envergonhada. — Fico extremamente feliz...

Regina pousou sua mão sobre a minha, que permanecia em seu rosto, e em um movimento delicado a levou até seus lábios. Com bastante carinho ela me olhou e passou a depositar beijos no dorso da minha mão. Eu sorria genuinamente enquanto a admirava e tinha noção do quão perene era a onda que nos encontrávamos naquele momento.

Após esse breve momento, estiquei-me para alcançar a bolsa térmica que havíamos trazido com algumas comidinhas e bebidas. Dentre elas, uma garrafa de vinho que encontramos no frigobar do Hotel. Não pretendíamos brindar e nem tínhamos motivo para isso, mas apesar de toda a tristeza que me consumia internamente, eu também não podia potencializar os motivos que me levavam a preocupação.

— Sobre o que quer falar? — ela perguntou assim que voltei a me sentar ao seu lado. Eu a ofereci um dos copos cheios com vinho e ela aceitou.

— Eu não sei... Podemos falar sobre você, sobre o Colégio... — dei de ombros e ela fez uma expressão engraçada, como se esse assunto fosse o pior de todos. — Como está Ingrid?

— Ah, ela está amando... — respondeu de forma divertida, fazendo-me rir também. — Ela realmente está apaixonada por Stefan e isso me assusta bastante.

— Por quê?

— Sinceramente? Não sei. Talvez eu não a enxergasse como essa pessoa impulsiva que ela tem se mostrado. Tudo parece estar acontecendo de forma tão rápida... — gesticulou. — Tenho medo dela se decepcionar ou se machucar.

— O cara é um babaca? — perguntei e ela negou com a cabeça no mesmo instante.

— Ele é gente boa até demais, na verdade. Ela quem não faz muito o tipo dele, pelo menos na minha concepção. Ingrid sempre foi muito liberal, muito ‘vida louca’ e extremamente livre de rótulos. Então o meu medo é que ela se canse de brincar de casalzinho e se machuque quando se der conta de que realmente está apaixonada.

— Mas você pode alertá-la quanto a isso. — pontuei e Regina arqueou uma das sobrancelhas no mesmo instante. — Não?

— Não. Eu prefiro não me envolver. — ela disse objetivamente. — Às vezes ela se torna a pessoa mais petulante que eu conheço. Então, eu prefiro ser o ombro amigo do momento em que ela precisar chorar.

— Uau! Isso parece bem frio da sua parte... — beberiquei um pouco do vinho e me ajeitei para sentar um pouco mais perto de Mills. — Porém, te entendo!

— Entende mesmo ou está internamente me julgando neste exato momento? — buscou o meu olhar enquanto sorria de lado. — É porque eu não quero que ela se sinta mal em um momento que, para ela, está sendo o melhor de todos.

— Quando você diz isso, tenho a impressão de que ela tenha feito algo parecido com você e que agora você não quer fazer o mesmo. Estou certa? — Regina entreabriu a boca para dizer algo, mas desistiu no meio do caminho e limitou-se a apenas menear a cabeça. — Ela não acredita em nós?

— Como?

— Ela não acredita que podemos dar certo?

— Por que acha isso, Emma? — ela se virou para mim e aproveitou para jogar as pernas por cima das minhas, puxando-me pela cintura de encontro ao seu corpo. — E não... Acho que Ingrid só não é intensa e romântica como eu sempre fui com minhas paixões.

— Foram muitas? — questionei-a sem pretensão, apenas para estender o assunto. — Não precisa responder.

— Não, eu faço questão! — exclamou. — Foram duas paixões, sendo você uma delas.

— Uma mulher tão vivida e experiente está me confessando que só se apaixonou por duas pessoas durante toda uma vida? Isso é realmente incrível... — bebi mais um pouco de vinho, sem tirar os olhos dela.

  Alguns minutos se transformam em horas facilmente; dependendo da companhia, do ambiente e do assunto que está sendo tratado. E com Regina não era diferente. Os minutos se juntavam e logo uma hora completa havia se passado, deixando-nos brevemente chateadas por saber que daqui a alguns outros minutos iríamos nos separar.

— Luna vai me buscar assim que chegarmos. — anunciei. Estávamos deitadas lado a lado, observando o céu ao som das ondas que se quebravam vez ou outra. — Ela preparou um cantinho pra eu passar esses dias.

— Sério? — ela perguntou com uma entonação de quem estivesse muito surpresa. — Poxa, eu pensei que ficaria comigo no Hotel.

— Regina, eu não posso pagar para dormir lá todos esses dias. Eu adoraria, mas seria injusto com você e Romeo... — fui sincera e ela franziu o cenho no instante seguinte. — Não faça essa carinha, vai! — tentei imitar sua expressão e ela gargalhou.

Virei de lado e joguei metade do meu corpo para cima do seu, fazendo com que ela me envolvesse gentilmente com um de seus braços. Beijei-lhe o queixo e lhe ofereci o rosto para que pudesse retribuir o meu carinho. Além de beijar minha bochecha, Mills fez questão de mordiscá-la.

Dei uma risadinha boba e passei a beijar todo o seu rosto, descendo para o pescoço e já sentindo suas mãos inquietas na base da minha coluna. Coloquei-me completamente por cima de seu corpo, deixando uma perna de cada lado de sua cintura.

— Não estamos a sós... — ela murmurou em meu ouvido.

— Não existe ninguém melhor para testemunhar do que o Céu, o Mar e a Lua... — falei de forma manhosa, sem parar de beijar a extensão de pele na região de seu pescoço. Eu sentia seu arrepio sob os meus lábios, e a cada aperto que eu recebia na cintura, mais minha boca trabalhava nas carícias molhadas em seu corpo.

Sentei-me sobre o seu quadril e me livrei da blusa regata que cobria a parte superior do meu corpo. Eu vi o brilho nos olhos de Regina ao vislumbrar os meus seios presos dentro do sutiã azul. Eu vi sua língua, de forma discreta, umedecer seus lábios.

— Você é uma mulher incrível, Swan! — ela confessou em uma exclamação, se sentou e me abraçou pela cintura. Encurvei o corpo para trás, oferecendo-lhe o meu colo por completo.

Peguei o resto do vinho que havia em meu copo e levei até a boca, deixando cair algumas gotas – propositalmente – por entre os meus seios. Regina ergueu o olhar para mim e mordeu o próprio lábio inferior.

— Emma, eu... — ela negava com a cabeça. Eu poderia parar por ali e chamá-la para irmos embora, mas eu sabia que faltava muito tempo para o rapaz nos buscar e tinha a total noção de que, a partir do momento em que eu saísse dali, minha vida voltaria a ser a mesma. — Meu amor... — ela ponderou enquanto suas mãos subiam e desciam por toda a extensão das minhas costas. — Eu não te trouxe aqui pra isso, viu?! — roubou-me um selinho. — Eu lhe trouxe aqui para que você se desligasse e se esquecesse um pouquinho só de tudo aquilo.

— Então me faça esquecer... — eu falei um pouco baixo. — Me faça esquecer e me faça sua esta noite, Professora!

— Você já é minha... — ela respondeu em meio a uma risadinha e mordiscou o meu ombro esquerdo.

O sorriso de Mills foi se desfazendo quando ela percebeu que eu não estava blefando. Quando me olhou nos olhos e viu a seriedade da minha frase, seu semblante mudou de sereno para luxurioso. Uma troca de olhares e sorrisos se fez presente, e a mulher que antes estava insegura, agora buscava em minhas costas o fecho do meu sutiã.

Seu olhar sempre tão ativo e curioso me deixava completamente despida, mesmo ainda estando com a maior parte das minhas peças de roupa. Senti a textura de sua língua na lateral do meu seio esquerdo e arrepiei-me por completo. Logo o seu olhar buscou o meu e eu, silenciosamente, dei a ela toda e qualquer permissão que faltava para que tomasse os meus seios para si.

Como da última vez que estivemos juntas, Mills deixava nítida a satisfação que sentia ao abocanhar o meu seio e chupar, vagarosamente, o meu mamilo. Vez ou outra abria os olhos, como quem quisesse se certificar de que estava fazendo um bom trabalho.

— Você gosta assim? — ela perguntou de forma sacana após ter puxado o mamilo por entre os dentes e eu ter reagido com um gemido manhoso. Segurei uma boa quantidade de seus cabelos e os puxei. — Eu posso te dizer o quão linda você é? — ela me perguntou ao parar repentinamente o que estava fazendo.

— Você sempre diz isso... — eu a abracei carinhosamente e ri, porque havia momentos que era impossível acreditar que ela existia.

— Sim, mas não digo sob a luz do luar. Eu te acho linda, inteligente e sexy, mas sob a luz da lua você fica deslumbrante... — ela colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha, e provavelmente minhas bochechas coraram. — Não precisa ter vergonha, meu bem. — não disse?

Aproveitei o momento de distração e segurei a barra da blusa que ela vestia, pedindo permissão para tirá-la. Regina ergueu os braços e logo nos livramos daquela peça que, momentaneamente, tornou-se extremamente indesejada ali.

Em um movimento calculado e inesperado por mim, Regina me deitou sobre o lençol e colocou-se sobre o meu corpo. Sua boca e língua continuaram trabalhando em meu colo, umedecendo-o de amor e prazer naquela noite tão agradável. Seus lábios desciam até o meu umbigo e faziam uma prévia do que viria a seguir.

Vi o momento em que Regina retirou meu short e minha lingerie, que fazia conjunto com o sutiã. E ali estava eu. Nua. Eu estava nua em frente a Regina Mills.

— Eu amo observar o seu corpo, Emma... — ela disse em um tom de alusão. — Eu gosto de poder sentir o seu cheiro de mulher. A minha mulher! — ela exclamou um pouco mais baixo antes de traçar uma linha de beijos que ia desde o meu umbigo até minha região íntima.

Pressionei uma perna contra a outra quando senti a língua de Mills desenhando algo abstrato em minha intimidade. A sensação era gostosa, porém extremamente nova. Eu tanto esperei para tê-la aqui, e agora que tenho, o meu maior desejo é sair correndo.

— Meu amor, nós não precisamos fazer nada disso... — abri os olhos quando sua voz se fez presente e só assim me dei conta de que minhas mãos estavam cobrindo o meu rosto. — Eu quero você relaxada, aproveitando tanto quanto eu estou. — ela beijou minhas mãos e eu as retirei da frente do rosto.

Ofereci-lhe um sorriso, respirei fundo e me abri completamente para ela, que não tirou os olhos dos meus após ter usado os dedos para me acariciar intimamente. O beijo intenso e profundo, cheio de chupadas e mordidas, se fez presente da forma mais natural possível. Regina me estimulava com suas mãos delicadas e eu me abria ainda mais aos seus carinhos.

Quando sentiu que eu estava mais a vontade, ela refez a trilha de beijos e voltou a se deitar ao lado do meu corpo para que pudesse retomar ao que havia começado anteriormente. Segurou minhas pernas com carinho e lambeu lentamente minha fenda.

— Ah... — gemi baixinho e logo ouvi sua risadinha sacana. Ela repetiu o mesmo movimento várias vezes, até usar os dedos para afastar meus grandes lábios para que ela pudesse ter um melhor acesso a minha entrada, a essa altura, completamente úmida.

Os lábios de Regina pareciam conhecer intimamente o meu corpo, pois a maneira como me davam prazer era desconhecida por mim.

Com precisão, delicadeza e firmeza ela me penetrava com a língua e subia para chupar o meu clitóris de vez em quando. Meu corpo respondia de forma obediente aos seus estímulos, dando espasmos e anunciando o orgasmo que viria logo a seguir.

Fechei os olhos com força, e mesmo contra a minha vontade, segurei os ombros de Regina e a afastei. Ela me olhou sem entender e eu quis rir, confesso.

Sentei-me e a olhei da mesma forma, mas logo a beijei de forma lenta, enquanto a empurrava para que pudesse se deitar sobre o lençol.

— Emma, por q...?

— Eu quero chegar lá com você. — pontuei enquanto retirava o resto da sua roupa. — Eu quero sentir você em mim. Agora. — praticamente ordenei. Ela, que antes não estava entendendo nada, logo se situou e abriu um enorme sorriso.

Segurei seu membro, já ereto, e passei a masturbá-la com as duas mãos. Os olhos de Regina brilhavam e parecia algo incrível me ter daquela maneira. Sentei-me sobre o seu quadril e usei minha região íntima para continuar acariciando-a. Nossos líquidos se misturavam e o contato se tornava ainda mais gostoso.

Os suspiros abafados de Regina eram o meu maior incentivo. Aumentei o ritmo da fricção, segurando-me em seus ombros para ter um melhor equilíbrio, e senti o momento em que nos derramamos juntas.

“Até o momento em que viu o ondular do corpo de Emma sobre o seu, Regina acreditava que as ondas do mar eram a dança mais harmônica.

O vai e vem ritmado, juntamente aos suspiros ofegantes da mergulhadora, levavam Mills ao extremo do prazer.”

— O seu corpo é o meu mar particular, Emma; e eu estou amando navegar em você... — ela disse antes de se erguer brevemente para beijar um dos meus ombros.

Deslizei-me por seu corpo, ficando com o rosto na altura de seu quadril e aproveitei para lamber toda a extensão de sua parte íntima, assim como ela havia feito comigo. Entre carícias, beijos e lambidas, lá estava ela pronta novamente. Em uma troca de olhares sugestiva, posicionei-me sobre o seu quadril novamente e encaixei o seu membro em minha entrada.

— Eu não trouxe camisinha... — ela disse com certa tristeza na voz e eu a olhei sem entender. — É sério, gatinha! — segurou uma das minhas mãos e beijou.

— Eu jamais lhe pediria isso. Confio tanto em você... — falei sinceramente e me abaixei para beijá-la.

— Eu sei, mas é algo importante e responsável. — piscou um dos olhos e eu meneei a cabeça antes de sair de cima do seu corpo e voltar a me deitar ao seu lado.

Regina segurou minha perna esquerda e levou para cima do seu quadril, usando a mão para acariciar minha coxa.

— Desculpa! — ela exclamou em meu ouvido e eu neguei com a cabeça. — Eu não queria te desapontar...

— Jamais! — respondi de forma carinhosa e lhe dei um selinho. Um breve silêncio se instalou sobre nós, até que Regina disse:

— Tem como desmarcar com Luna? — eu a olhei sem entender e ela assentiu com a cabeça. — Não importa se você tem dinheiro ou não. Eu só quero que fique comigo, Emma... 

— Eu também quero ficar com você. Perto. Bem perto. — rocei o meu nariz com o dela e senti seu sorriso contra o meu queixo. — Mas agora eu só acho melhor nos vestirmos, porque está quase na hora do rapaz voltar.

— Nossa, é verdade! — ela pontuou e se levantou.

— Mas antes... — eu disse sugestivamente e intercalei o olhar entre a água e ela.

— Ah não, Emma! — Mills exclamou e foi se afastando de mim. — Deve estar gelada...

— Vai ajudar a acalmar ele, não?! — impliquei ao mirar seu membro ainda ereto. Ela me mostrou a língua e cedeu ao meu convite.

Fomos até a água e nos abraçamos bem apertadinho para tentar amenizar a onda de vento gelado que batia em nossos corpos.

— Lembra de quando nadamos juntas? — ela me perguntou.

— E demos o nosso primeiro beijo? Claro que lembro. — falei com a boca colada na sua. — Lembro como se fosse ontem.

— E você está a fim de repetir?

— Agora?

— Agora!

E nós nos beijamos. 

 

 



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