História Road To Love - Capítulo 26


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Slash, Steven Adler
Tags Aria, Guns´n´roses, Rachelweisz
Visualizações 14
Palavras 1.800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


capítulo novoooo, ufa

Capítulo 26 - .controle


Fanfic / Fanfiction Road To Love - Capítulo 26 - .controle

     17 de novembro de 1987.

*IZZY*

     Dez e quinze da manhã.

    Eu havia dormido muito, desde às sete do dia anterior. Na verdade, eu não havia saído do quarto, aquele dia inteiro. Steven veio me avisar que Aria havia chego de viagem. Meu coração palpitou mais forte. Levantei da cama e tomei um banho rápido. Vesti minhas mesmas roupas de sempre e passei um perfume enquanto olhava no espelho do banheiro. Apesar de parecer pleno, meu interior gritava pelo nome de Aria. Meus dedos suavam, meu coração batia mais forte e um sorriso sincero e apaixonado, surgia em meu rosto. Típico de um adolescente ansioso pelo seu primeiro encontro com a amada.

    Fui para o apartamento de Aria com o meu Mustang. No volante, meus dedos batiam com inquietação. 15 minutos depois, lá estava eu. Um guitarrista que estava ganhando a vida na cidade dos sonhos, podendo ter todas ao seu dispor. Mas apenas ela, a sua outra metade, a luz de sua vida, o seu pecado, seu fogo, era sua necessidade. Talvez sem ela, ele não teria forças e motivos para continuar.

Um amor tão intenso...
Tão exagerado...

    – Izzy?
     
      Ela estava tão linda. Seu cabelo brilhava e cheirava macio. Seus lábios  estavam bem rosados e meu interior ansiava por eles. Eu queria beija-la até não aguentar mais, e foi isso que eu fiz.

*ARIA*

   Izzy me beijava rapidamente enquanto seus braços ficavam em torno da minha cintura. Era tão bom beijar ele novamente...

   Nossas línguas brincavam, enquanto seus lábios roçavam no meu. Nós finalizamos o beijo com selinhos. Izzy segurou meu rosto com suas mãos e disse insistentemente o quanto me amava e o quanto sentiu saudades minha.

   – Quer tomar um café? — perguntei e ele acentiu.

     Eu fiz um rápido café e nós nos sentamos na minha varanda. Lá tinha uma mesinha de vidro e o sol brilhava pela manhã apesar do vento frio.

     – Eu descobri uma coisa. — Falei devagar e Izzy olhou para mim curioso ou talvez assustado. Eu não conseguia destinguir.
      – O que?
      – Sobre minha mãe. — falei olhando para frente, onde as criancinhas brincavam na rua. — ela deixou uma herança para mim. — Izzy prestava atenção sobre tudo que eu dizia. — Mas, eu não sei se quero esse dinheiro. — falei.
        – Como você descobriu? Com quem está? Por quê você não quer? — Izzy me enchia de perguntas.
         – Eu descobri através de uma carta. — bebi meu café — Minha avó escondeu de mim por uns 10 anos. Nós nunca precisamos desse dinheiro. — falei.
          – Mas com quem está?
          – Allan.
        
      Izzy arregalou os olhos e quase cuspiu seu café que segundos antes, ele tinha dado um gole.

        – O nosso Allan? Allan Niven? — perguntou — O que ele tem a ver com isso?
         – Eu também fiquei surpresa, Izzy. — mordi um biscoito — A vida nos surpreende muito...

     Ficamos em silêncio por uns minutos, Izzy parecia digerir tudo que ouviu e eu pensava a melhor forma de entrar naquele assunto.

         – Allan foi um grande amigo da minha mãe. Talvez ele não tenha me conhecido quando eu era criança, mas ele guardou esse segredo durante anos. — falei.
          – Eu entendi. Agora você vai poder fazer faculdade. — ele sorriu — você ainda quer né?
          – É claro que eu quero.
         
       Levantei da cadeira e sai da varanda junto com a minha xícara de café. Tomei o último gole acabando com o líquido, e coloquei na pia. Depois caminhei até meu quarto retirando minha blusa.

       – Eu estava com saudades disso. — Izzy disse aparecendo de surpresa, passando seus braços por debaixo dos meus e apertando meus peitos com as mãos. Sorri.
       – Você ficou esse tempo todo aguentando por mim? — me virei para ele e semicerrei meus olhos, com um sorriso no rosto.
        – Claro. — ele soltou uma risada gostosa. — agora que você voltou, teremos que compensar esses dois meses. — sorriu malicioso para mim.

      Desci minhas mãos para o zíper do meu short e os abaixei. Chutei meu short para qualquer lugar e comecei a andar de costas chamando Izzy com o dedo indicador. Ele começou a vir lentamente até mim e riu de leve quando eu tropecei e cai na cama. Izzy subiu em cima de mim e começou a beijar meu pescoço.

      – Seu cheiro é tão bom... — disse.

      Desceu seus beijos até minha clavícula e depois novamente em meus lábios. Eu soltava suspiros enquanto acariciava suas costas. Izzy passava suas mãos em minhas curvas, como se admirasse aquilo. Às vezes ele olhava de relance para mim e abria um sorriso. Eu era tão apaixonada...

      Izzy tirou minha calcinha com rapidez. Ele percorreu um caminho de beijos, entre meus peitos até o final de minha barriga, me causando arrepios. E finalmente, começou um sexo oral em mim. Era incrível como ele fazia aqui tão bem. A língua quente de Izzy na minha intimidade era um sensação incrível e me corpo confirmava isso através de contorções. Minhas costas arqueavam e da minha boca saia sons de gemidos.

      – Ahnn... — minhas mãos acariciavam o cabelo de Izzy direcionando-o.
       
      A sensação ficou mais forte, assim como meus gemidos. Logo, senti um puxão abaixo do meu ventre, e segundos depois meu corpo inteiro de aliviou. Eu me sentia como uma pena. Leve. Fina. Relaxada.

       Izzy subiu e voltou a me beijar, fazendo eu senti o meu próprio gosto. Enquanto ele mordia e beijava meu pescoço, adiantei de desabotoar suas calças e assim que ele percebeu se afastou de mim e tirou-as junto de sua cueca. Ao ver seu membro e o jeito que estava excitado, fiquei ansiosa para tê-lo em mim. Izzy ao ver minha ansiedade, sorriu malicioso. Ele voltou a subir em mim e a cada momento eu ficava mais ansiosa e suspirava mais alto. Izzy entrou em mim devagar, e parou quando estava inteiro em mim. Gemi alto e tentei mover meu quadril. Ele sorriu malicioso ao ver que estava me matando. Matando de tesão. Izzy continuou parado em mim vendo a inquietação estampada em meu rosto.
 
      – Amor... — coloquei minhas mãos em seus ombros e o puxei para perto. — Me fode. — pedi sussurrando perto de sua boca.
      – Pede de novo. — ele estava me testando.
      – Por favor Izzy, me fode. — falei com a voz arrastada e com os olhos fechados.

     Izzy riu e puxou forte o meu lábio inferior. Depois disso apenas o som de nossos quadris se chocando e meus gemidos podiam ser ouvidos naquele quarto.

   O sexo com Izzy é algo que eu não consigo explicar exatamente. É uma mistura de sentimentos, algo que nós criamos. Às vezes é como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Com ele, é tudo mais intenso, verdadeiro, excitante.

      Naquele momento eu só conseguia erguer meus olhos para trás, apertar minhas mãos nos lençóis e reproduzir sons que mostrassem o meu enorme prazer. Gotas de suor escorriam do rosto de Izzy enquanto ele gemia rouco e abafado. Passei minhas mãos em seu rosto e ele fechou os olhos movimentando seu membro em mim mais rápido e forte. O puxei para um selinho demorado e depois tomei às rédeas da cama. Trocamos de posição e eu passei a rebolar em seu quadril, minhas mãos se apoiavam no seu peito e minha cabeça ia para trás enquanto ele me incentivava batendo suas mãos na minha bunda.

     – Você me ama? — perguntei meio ofegante.
     – É claro. — ele sorriu. — eu te amo Aria. Nunca duvide disso.

    Abri um sorriso e comecei a ir mais rápido indo ao mais fundo que eu conseguia. Izzy percebeu que aquela frase me incentivou e me empurrou para a cama voltando a posição inicial. Ele sempre gostou de controle. Izzy começou a ir mais rápido e forte, meus gemidos foram se intensificando assim como os dele e nós estávamos quase lá.

       – Ahh... — ele gemeu abafado contra meu pescoço.

    Eu sempre fui mais forte nesse jogo, então quando ele parou e descansou seu corpo contra o meu, comecei a me movimentar. Ele percebeu que eu ainda não tinha chego meu ápice e voltou a estocar só que mais devagar. Porém, aquele devagar estava me matando. Comecei a massagear meu clitóris e milésimos depois finalmente cheguei ao estado de nirvana — como eu chamo. 

Puro relaxamento. A perfeita impertubabilidade da mente e do corpo. 

     Meu corpo parecia levitar. E por mais estranho que pareça, e talvez vocês pensem que nós caímos ofegantes um do lado do outro, não. — bom, talvez Izzy tenha feito isso — mas aquele foi o meu melhor orgasmo. Enquanto Izzy recuperava seu ar ao meu lado, eu sorria igual uma boba. 

     – Ei — ele me chamou e eu o olhei. — eu senti saudades disso. — disse e me deu um selinho demorado. Ainda com os olhos fechados, eu sorri e falei: 

      – Eu também. 

     (...) 

  

  – Eu moro aqui anos e nunca provei disso, sabia? — Izzy disse enquanto se deliciava num milkshake. Eu ri de seu jeito desastrado sobre aquela cena. 

  Nós estávamos numa lanchonete localizada numa rua próxima dá onde eu morava. Era decorada com estilo do filme Grease. Na rádio tocava Angie dos Stones, no caixa uma jovem entediada batia os dedos no balcão conforme a música e algumas mesas depois da nossa, um grupo de adolescentes riam. Uma típica terça-feira em Los Angeles. 

      – Izzy? — apoiei meus cotovelos na mesa e entrelacei meus dedos apoiando meu queixo sobre eles.
      – O que foi? — ele perguntou despreocupado enquanto tirava um cigarro do bolso de seu blazer.
       – Posso te perguntar uma coisa?
       – Claro. — ligou seu isqueiro e acendeu o cigarro.
       – O que houve com você quando eu estava fora? — perguntei. Izzy olhou meio surpreso para mim e tragou bem forte seu cigarro, jogando a fumaça pelo canto da boca.
       – Você tá falando da festa do Sebastian né?
       – Eu não sei Izzy. — olhei para a rua através do vidro que ficava a nossa esquerda. — eu não estava aqui para saber. — voltei a olhar ele.
       – Eu fui drogado. — ele disse rápido e ríspido.
       – É, eu sei. — rolei os olhos — mas não aconteceu nada? — perguntei calmamente.
       – Não! — ele aumentou a voz e eu arregalei meus olhos e entreabri a boca.
       – Por que está tão nervoso? — perguntei. Eu havia ficado meio assustada.
      
      Izzy se levantou rápido e sentou ao meu lado segurando minha mão. Eu olhei para nossas mãos entrelaçadas e não expressei nenhum tipo de sentimento. 

       – Me desculpa, eu não devia ter gritado com você. — ele disse e beijou minha bochecha. — Aria, — segurou meu rosto fazendo eu encara-lo. — não aconteceu nada. Eu te amo. — e por fim, me beijou.



   "O amor nada mais é que um efeito psicológico. E pode ser destruído em horas e as vezes em minutos."


Notas Finais


então... me desculpem pela 14° vez, por sorte HOJE quando eu ia postar ESSE capítulo eu percebi que estava faltando um, e consegui consertar. só espero que isso não tenha motivado vocês me deixar.

perdoa meus vacilos e continua comigo :)


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