História Robotic girls - Capítulo 4


Escrita por: , Gabass e Yasmin243

Postado
Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Aninha, Carmem, Cascão, Cascuda, Cebola, Denise, Do Contra, Eduardo "Dudu", Franjinha (Franja), Irene, Magali, Maria Cebolinha, Marina, Mônica, Penha, Personagens Originais, Titi, Toni
Tags Casgali, Cebonica, Franjina, Revelaçoes, Turma Da Mônica, Xavenise
Visualizações 263
Palavras 1.720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FINALMENTE PORRA A MINHA VEZ CARALEOOOOO

Próximo Com A bisavó Malu claro e eu tenho uma coisa pra contar.... ELA VAI FAZER ALGO TOMEM CUIDADO

B
O
A

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Capítulo 4 - Brincando de Boneca


Fanfic / Fanfiction Robotic girls - Capítulo 4 - Brincando de Boneca

Pov Cebola

Cê: Você se lembra de algo! Eu sei disso e não minta pra mim eu sou o seu mestre. - gritei com raiva da Mônica.

As robôs eram pra terem ido com os meninos, mas como o Franja insistiu pra entregar elas só depois de "examiná-las" elas ainda estavam na minha casa.

Os meninos ja tinham ido embora, e como as robôs estavam "supostamente" dormindo, eu aproveitei pra ter uma conversa com a Mônica.

Mônica: Ué você não é um gênio? Pode muito descobrir se você quisesse, e pra sua informação Cebolitos - que raiva disso - eu não me lembro de tê-lo declarado meu mestre. - essa robô esta abusando da sorte.

Cê: Eu te criei! EU! Você me deve respeito, a menos que você queira ser desligada. - ela gargalhou irônica (o que me assustou afinal ela nem deveria ter emoções) e voltou a me olhar fria.

Mônica: Se você quisesse me desligar você já teria feito isso, não acha Cebola? - ela me olhou de um jeito incompreensível e veio na minha direção.

Cê: O que você está querendo insinuar?

Mônica: Não sei mestre, afinal estou aqui para obedecer não? - finalmente o software estava dando certo.

Cê: Então vá para o seu quarto e não saía de lá até minhas ordens. - disse ríspido e ela continuou me encarando.

Tudo isso era muito estranho pra um simples robô, depois de alguns troques de olhares frios ela saiu batendo a porta e bufando.

Cê: Céus! Não poderiam todas serem iguais a Nikka? Essas coisas ja estão me dando nos nervos. - reclamei me jogando na cama.

Apenas mais alguns dias para examiná-las e tudo estaria resolvido, o mundo saberia dessa evolução e tudo voltaria ao normal. Eu seria reconhecido e FINALMENTE eu poderia ficar orgulhoso de mim mesmo.

Eu só teria que arrumar os controles de obediência da Mônica e tirar esses "sentimentos" das outras. Sem contar que eu ainda precisava saber se a Mônica se lembrava de algo, eu ainda estranho aquela robô.

No dia seguinte

Acordei muito cansado, não consegui dormir direito a noite, e como já eram 08:37 resolvi tirar o dia de folga (eu estava precisando). Tomei um banho gelado vesti roupas de ficar em casa e desci.

As meninas estavam na cozinha conversando com.... Os meninos? Sim eles estavam lá também. A Mônica (como de costume) não estava lá, eu me aproximei e eles ficaram quietos.

Cê: O que todos vocês estão fazendo aqui? - perguntei aos meninos.

Franja: Eu disse que precisava examinar elas e.... como você ainda estava dormindo a Magali atendeu a porta pra gente.

Cascão: Realmente ela foi uma graça. - encarei o Cascão com um olhar fuzilador e ele pareceu entender.

Cê: Elas ainda são MINHAS criações, meus robôs. Não criei elas para terem sentimentos ou.... serem umas "graças", elas foram feitas apenas para obedecer e não darem opiniões próprias. - eu ja estava cansado dessa bobeira de "ah temos sentimentos também", elas eram robôs e pronto!

Xaveco: Calma careca! Também não precisa se estressar tanto.

Cê: O que você quis dizer com isso? - perguntei mais nervoso.

Mônica: Ele quis dizer pra você largar de ser um estupido e arrogante. Será que alem de idiota você também é lesado? - pude ouvir um "Oh ou" do pessoal e senti meu sangue ferver.

Cê: O que você disse seu robô idiota? - falei me virando na direção dela.

Mônica: Ah ótimo! Ele é estupido, arrogante, idiota, lesado é surdo também era só o que me faltava.

Cê: Você vai ver o que eu fazer com você sua robozinho de quinta. - ameacei indo em sua direção quando senti as mãos do Franja e Cascão me segurando.

Cascão: Velho relaxa ela é apenas uma máquina, desobediente e sem sentimentos. - a Mônica fechou a cara e saiu pra fora.

Franja: Ela vai fugir?

Cê: Não! Ela não tem pra onde ir, me soltem pode deixar que eu vou atrás dela. - falei mais calmo e eles me soltaram.

Já estava na hora de colocar essa robô no lugar dele, tomar as rédeas e colocar tudo em ordem. Quando cheguei na parte de fora de casa não podia ter visto algo pior, meu primo Toni dando em cima da minha criação.

Cê: O que você esta fazendo aqui, priminho? - cheguei perto deles atrapalhando a conversa.

Toni: Eai primo como vai? - ele perguntou com um sorriso cínico no rosto.

Pode-se dizer que eu e ele não nos damos muito bem, dês de quando ele roubou a minha primeira namorada. E também sempre brigávamos pelas meninas do bairro de quando pequenos, ele vivia enchendo meu saco por ter dislalia e sempre me batia.

Cê: Estava bem melhor até você chegar. - ele soltou um risinho e olhou para a Mônica.

Toni: Eu acabei de conhecer a sua namorada. - ele disse beijando a mão da Mônica que na mesma hora o empurrou.

Mônica: Não somos namo.....

Cê: Ah que bom, por que pelo menos agora você aprende que ela é só minha. - ótimo! Onde eu fui me meter? Tentar impressionar o Toni é?

Mônica: EI!

Toni: Parece que o casalzinho teve uma briga, será que a Mônica não gostaria de passear pra espairecer as idéias?

Mônica: Pra começar seu loirinho falso, eu não vou sair com ninguém. E segundo, eu e esse imbecil não somos um..... - puxei a Mônica pelos ombros e sussurrei no ouvido dela:

Cê: Apenas dance conforme a musica.- ja estava na hora dessa marionete arrogante servir para algo. - Acho que você entendeu Toni, vai embora você sabe que não é bem-vindo aqui.

Toni: Okay primo. - ele disse se virando pra ir embora, mas rapidamente ele virou a cabeça e piscou pra Mônica antes de falar - Quando quiser um homem de verdade senhorita Mônica, me procure. Ja sabe meu sobrenome e eu acredito que uma bela dama como você seja esperta.

Mônica: E vocês garotos ainda continuam idiotas. - o Toni saiu e ela tirou minhas mãos dela - Da próxima vez que você quiser me usar, lembre-se que eu não sou sua marionete.

Cê: Na verdade é sim robozinho, sem mim e minha inteligência você não estaria aqui.

Mônica: Infelizmente temos que jogar com as cartas que nos são dadas, não tenho culpa se você não enxerga nada alem de máquinas.

Cê: Mas é isso que vocês são, apenas máquinas! Fantoches que eu uso, eu tenho o poder e apesar desse seu software danificado, quando eu consertar você não vai passar do meu bichinho de estimação.

Mônica: Mas.....

Cê: Entra agora! - ela entrou batendo os pés e eu fui junto.

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Depois de horas que o Franja tentou analisá-las ele chegou a conclusão de que tudo aquilo era ciência MUITO avançada até pra ele. Então decidi liberar as meninas para irem embora, a Mônica não voltou a falar comigo depois da nossa "discussão" principalmente depois que as outras foram embora.

Ela ficou sentada na varanda até começar a chover. Como já estava ficando tarde eu resolvi ir até ela, ela usava uma blusa cinza minha e estava de short, por isso levei um cobertor.

Cê: Oi.

Mônica: Primos? Você e.... aquele loirinho?

Cê: Infelizmente. - comentei olhando pra chuva também - Esta com frio?

Mônica: Você esqueceu? Sou um "robozinho", apenas esperando pra virar seu bichinho de estimação. Se eu não tenho sentimentos você acha que eu posso sentir algo?

Cê: Acho que fui muito grosso hoje de manhã, me desculpa só não estou acostumado com..... Isso. - disse tentando gesticular com as mãos. - Certeza de que não vai querer o cobertor?

Mônica: Tudo bem. - ela disse sem expressão - Sempre achei muito lindo a chuva. - ela disse de repente me olhando.

Cê: Também gosto. - falei indo segurar sua mão mas deixei minha mão sobre sua perna. Ela me olhou feio e eu disfarcei olhando pro outro lado.

Era meio difícil me controlar, principalmente quando se tem uma robô do sexo oposto muito gostosa na sua casa. Ela até parecia real, sei que eu tinha feito pra se parecer ao máximo com uma humana mas dessa vez eu tinha me superado.

Mônica: Por que você nos criou?

Cê: Para todos verem a minha inteligência, e também para ter algo de me orgulhar.

Mônica: Sério? Não é por quê você é uma pessoa solitária e só?

Cê: E dês de quando você pensa que me conhece tão bem?

Mônica: Até agora não vi seus pais, namorada, esposa ou até mesmo filhos. Você não nos criou pra isso, você queria robozinhos que te dessem atenção e fossem seus admiradores.

Cê: Como você é arrogante! - disse e pela primeira vez ela riu.

Ela tinha um sorriso encantador e.... Se ela não fosse uma máquina talvez eu poderia até pegar ela. Ela continuava a me olhar com aqueles olhinhos curiosos, eu passei minha mão pela sua nuca e continuei a encarar aqueles lábios tão tentadores.

Mônica: Você vai me ...... beijar? - ela perguntou de olhos fechados.

Cê: Eu vou..... descobrir isso..... agora. - falei puxando e beijando aqueles lábios doces.

Era tão real, nem parecia que ela era apenas uma máquina. Peguei sua cintura puxando para mais perto, a essa altura ela ja tinha passado os braços em volta do meu pescoço e começado a retribuir também.

Dei impulso pra ela que subiu no meu colo, nossas respirações se coincidiam e ela ofegava parecendo buscar ar. Levantei com as pernas dela enlaçadas na minha cintura, e empurrei seu corpo contra a parede.

Ela me olhava de um jeito diferente, eu podia até dizer que eu conhecia esse olhar mas... Ela era apenas um.... Robô. Passei a beijar seu pescoço e morder seu queixo enquanto ela jogava a cabeça pra trás gemendo baixinho.

Cê: Mônica você é tão......

?????: Cêzinhoooo. - fui atrapalhado por uma voz que vinha de fora da casa. Nos separamos mais rápido do que começamos, ela estava vermelha e sua respiração estava fraca.

Cê: Eu tenho.... eu tenho que atender, Mon....

Mônica: Claro! Mestre. - ela disse fria de novo. E tudo o que tinha rolado a poucos segundos ne parecia que tinha acontecido.

Fui até a porta, abri e vi a pessoa que eu menos desejaria ver naquela hora.

Cê: Irene?


Notas Finais


#MorraIrene 😂😂

O próximo é com a titia Malu bye amorecos ✌


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