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História Rock Your Heart - HOT - NCT 127 - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, olá. Não me agridam que dessa vez a culpa foi da internet, ok!? Não postei este capítulo ontem, pois minha internet fez o favor de dar ruim 🙄🙄🙄

Em parte foi bom, sabem por que? 😏😏😏

MINHA GENTE, AGORA SÃO FORTES EMOÇÕES. EMOÇÃO ATRÁS DE EMOÇÃO. Era a parte da história que eu tava mais ansiosa para chegaaaaar 😍😍😍😍😍

Espero que vocês gostem. Chega de enrolação e bora ler, né!? 🔥🔥🔥

🏳 Desculpem os erros🏳

Capítulo 10 - As Chaves


Fanfic / Fanfiction Rock Your Heart - HOT - NCT 127 - Capítulo 10 - As Chaves

Mark

Após a manhã agitada, onde cuidei das crianças do centro médico, fui para casa, tomei um banho e comi algo antes de me dirigir para a academia de dança, pois tínhamos ensaio pela frente.

Confesso que foi uma surpresa e tanto encontrar S/N no centro médico, envolvida com atividades de entretenimento infantil, afinal, ela não tem cara de quem gosta de fazer essas coisas. Eu diria que ela é uma bailarina riquinha e mimada pelos pais.

A caminhada até a academia de dança é longa, mas me distraí tanto com os pensamentos, que quando me dei conta, já havia chegado em frente à porta. Adentrei o lugar e me dirigi até a sala onde costumamos ensaiar.

Os meninos já estavam presentes, todos se aquecendo e treinando alguns passos novos, que serão introduzidos na coreografia, substituindo alguns. Varri os olhos pela sala, parando num par de olhos castanhos, que me encaravam com certa curiosidade.

S/N estava numa rodinha com Taeil e Lucy, ouvindo Johnny explicar algo, entretanto, seus olhos não paravam de me encarar. Incomodado com a situação, continuei me aquecendo, mas bufei e ergui uma das sobrancelhas para ela, impaciente com aquilo. Ela percebeu e desviou o olhar, tornando a dar atenção para Johnny.

Deve ter sido um choque e tanto para S/N ao descobrir que não tenho família, por isso ela está me olhando dessa forma. Se tem uma coisa que eu detesto é que sintam pena de mim; não suporto o olhar das pessoas de dó, por isso não conto à ninguém sobre o ocorrido com a minha família. É o melhor a se fazer.

- Certo, pessoal. - Taeil esfregou uma mão na outra, ansioso. - Tenho uma novidade para vocês. - Nos aproximamos do centro da sala, esperando que ele contasse a novidade.

- Durante algumas conversas, a S/N sugeriu que ao invés de deixarmos a coreografia nas costas do Mark, nós poderíamos dividir a função. Ajudar ele. - Johnny comentou.

- Que!? - Arqueei as duas sobrancelhas.

Durante todo esse tempo, sempre estive à frente das coreografias e nunca me senti sobrecarregado. O que essa garota está fazendo?

- Vai me ajudar também, pois estou participando de uma atividade com o pessoal do ballet. - S/N disse, olhando diretamente para mim, mas falando alto para que todos escutassem. - Assim todos participam e me dá um pouco de tempo. - Deu de ombros.

- Sim, e também, decidimos alguns passos que serão feitos tanto com a galera do hip hop, quanto com a do ballet. - Taeil fez um sinal com a mão e Jungwoo correu até o aparelho de som, colocando uma música de ballet clássico.

Lucy começou a movimentar-se pela sala, fazendo uma sequência de passos de ballet; a música era tão lenta, que estava me deixando com sono. No meio de toda aquela dança, pousei meus olhos em S/N, que estava maravilhada com a harmonia de Lucy. As vezes, olhando para ela, imagino uma criança aprendendo coisas novas, encantada com tudo à volta. Era algo fofo até.

Acabei me distraindo com os devaneios e quando retornei à realidade, S/N me encarava, então desviei o olhar, na mesma hora que os meninos aplaudiram Lucy.

- O que acharam? - Johnny indagou esperançoso.

- Achei incrível. - Yuta comentou.

- É meio lento, mas é bom. - Jaehyun deu de ombros.

- Quem criou esses passos? Já consigo imaginar quando entrar o hip hop. - Taeyong estava visivelmente animado.

- S/N que criou, mas ainda faltam alguns passos de hip hop. - Johnny estava orgulhoso. Ele e S/N se encararam com um sorrisinho no rosto. Rolei os olhos.

- Não me encheu os olhos. - Disse simplesmente, chamando a atenção de todos para mim.

- Como assim? - Taeil franziu o cenho.

- Isso foi só ballet. - Dei de ombros. - Se vamos misturar os dois estilos, ela precisa ser mais rápida. - Bufei.

- Mas isso estava... - Johnny tentou argumentar, mas S/N o impediu.

- Hãn... O-O que você não gostou? - S/N me encarou. - Podemos mudar...

Ah não. Eu conheço esse olhar. Puta que pariu! Eu sabia que havia algo errado. A maneira como ela estava me encarando e toda essa mudança, já devia imaginar que boa coisa não era. S/N está com pena de mim e estou furioso com isso.

- Podemos ensaiar logo? - Indaguei com o maxilar travado, tentando mudar de assunto. Todos me olharam com o cenho franzido, confusos com minha reação, mas só eu sei o que estou sentindo nesse momento. Preciso aproveitar o momento e descarregar esses sentimentos na dança ou vou pirar.

***

- 6, 7 e...8! - Taeil marcou. - Muito bom, pessoal. Encerramos por hoje. - Comentou satisfeito, dirigindo-se até o canto da sala, onde estava a sua mochila.

- Vocês vão na festa amanhã? - Jaehyun indagou após beber toda a água da sua garrafinha.

- Que festa? - Haechan franziu o cenho, guardando suas roupas na bolsa.

- Aquela festa que tem todos os anos antes do campeonato de dança. - Jaehyun disse simplesmente.

- Soube que esse ano eles fariam à fantasia. - Taeyong comentou. - Eu já estava planejando ir vestido de pirata.

- Eles mudaram porque não tinham a confirmação do evento. - Jaehyun explicou. - Vai ser uma festa das cores agora.

- Nossa, eu adoro essas festas. - Doyoung estava animado.

- Estou animado para ir. - Jaehyun deu de ombros, dirigindo-se para fora da sala, sendo acompanhado por Taeyong, Doyoung, Taeil, Haechan e Yuta, que estavam eufóricos.

- O que tem demais nessas festas? - S/N finalmente se pronunciou, enquanto desamarrava as sapatilhas.

- Nunca foi em uma? - Johnny indagou surpreso. S/N balançou a cabeça negativamente. Concentrei-me em guardar minhas coisas na mochila.

- Você precisa vir com a gente! - Jungwoo comentou animado.

- Não sei se... - Tentou argumentar.

- Ah, vamos! Vai ser divertido e as vezes é bom se distrair um pouco. - Johnny insistiu.

- Essas festas só servem para sujar roupa. - Revirei os olhos, pondo a mochila nas costas.

- É complicado. - S/N deu um sorriso de canto, com aquele olhar. Tentei me segurar, mas agora já deu.

- Você quer parar com essa merda? - Suspirei.

- Que isso, Mark? - Jungwoo arqueou as duas sobrancelhas.

- Sinto muito, eu... - Interrompi-a.

- Para! - Gritei olhando no fundo dos olhos de S/N.

- Hãn... - Johnny alternou o olhar entre nós dois. - Acho que eles precisam conversar, Jungwoo. Vamos nessa. - Johnny puxou Jungwoo para fora da sala, nos deixando à sós.

Ignorei-a completamente, dirigindo-me até a aparelhagem de som, onde havia deixado meu celular carregando. Tirei ele da tomada e chequei as horas.

- O que foi que... - S/N começou, mas não deixei que terminasse.

- Para de me tratar diferente. - Disparei, sem paciência.

- Não estou lhe trat...

- Ah não? - Girei sobre os calcanhares, com uma das sobrancelhas arqueadas. - Vai dizer que continua me odiando e me tratando com arrogância após a enfermeira ter contado aquilo tudo? 

- N-Não é que... - S/N buscou por palavras, mas não chegou em nada. Rolei os olhos.

- Foi o que eu pensei. - Endireitei a mochila nas costas e passei por ela, caminhando até a porta.

- Queria que eu reagisse como, uh? - S/N disparou, fazendo eu parar no meio do caminho para encará-la. - Fingir que nada aconteceu e ignorar a maneira como você está se sentindo? - Ergueu as duas sobrancelhas e abriu os braços, como se estivesse dizendo algo óbvio.

- Você não tem cara de quem liga para essas coisas, S/N. - Ri soprado. - Me poupe do seu teatro.

- Teatro? - Ergueu uma das sobrancelhas. - Você não sabe...

- Não sei que você é uma riquinha mimada que por qualquer coisinha corre para o colo da mamãe? - Soltei uma risada incrédula. Me senti vitorioso ao não escutar uma só palavra de S/N, mas ao ver que ela se calou porque estava chorando fez meu sorriso fraquejar.

- Você não sabe nada da minha vida, então cala a boca. - S/N disse com a voz embargada.

- Ficou ofendida? - Ergui uma das sobrancelhas, com um sorriso de canto. S/N revirou os olhos, enxugou as lágrimas e caminhou na direção da porta, batendo os pés. Antes que ela pudesse sair, parou segurando a maçaneta e disse olhando para mim:

- Não te tratei diferente, pois compartilho a mesma dor de perder um ente querido. - Engoliu em seco e desviou o olhar. - Eu não tenho mãe e meu pai é ausente, mas tudo bem, já acabei o meu teatro. Passar bem. - Forçou um sorriso e bateu a porta, me deixando completamente perplexo, parado no meio da sala.

Como eu fui idiota! Meu Deus! Não sabia que ela não tinha mãe e que o pai não ligava para ela. Pensei que... Ah, não. Merda. Merda. Merda. Por que estou me sentindo desse jeito agora? Um aperto no coração, um sentimento de culpa talvez. Merda!

Corri na direção da porta, na expectativa de encontrar S/N, mas acabei trombando com Taeyong, Yuta e Jaehyun, assustando-os.

- O que houve, Mark? - Jaehyun estava com o cenho franzido.

- A S/N. - Respirei fundo, tentando normalizar a respiração, pois desci as escadas correndo. - Onde ela está?

- Não a vimos. Ela foi embora tem muito tempo? - Yuta indagou. Ah, não. Já era.

Se ela não quiser mais vir aos ensaios eu estou lascado. Pus tudo a perder nessa merda. Os meninos vão me odiar para sempre e nunca ganharão o campeonato. Se arrependimento matasse, eu seria um homem morto e enterrado.

***

Tive uma noite de sono agitada, pois não consegui dormir após toda aquela história com S/N, como se meu subconsciente me relembrasse a cena de 5 em 5 segundos, impedindo que eu conseguisse fechar os olhos.

Não deveria ter agido daquela forma, mas não sabia que ela tinha esses problemas. O centro médico estava bastante movimentado por conta dos três dias do festival de dança, onde várias pessoas se juntaram para entreter as crianças doentes, trazendo um pouco de vida à elas.

Dentre as diversas salas com crianças, parei em frente à uma delas, onde estava um pequeno grupo de meninas aprendendo ballet. Um sorriso involuntário surgiu no meu rosto, pois era algo fofo de se ver. Dei as costas e me dirigi até o refeitório.

- Entreguei tudo. - Avisei colocando a caixa de plástico vermelha em cima do balcão.

O refeitório estava 3x pior do que as salinhas, pois as pessoas aqui não paravam e só faltavam trombar uma com as outras. Era literalmente um fervo!

- Certo, só faltam mais 5 salinhas e está liberado. - A mulher da cantina disse, colocando mais alguns lanches na caixa de plástico. Nem deu tempo de pensar em algo, pois assim que ela terminou de pôr os lanches na caixa, me empurrou para fora do refeitório na mesma hora.

Me arrastei pelos corredores resmungando, mas entreguei as comidas em todas as salas restantes, deixando as crianças eufóricas. Sabe, não é algo que possa fazer alguma diferença na vida dessas crianças, mas a felicidade delas me cativa bastante.

Endireitei a jaqueta no corpo e comecei a caminhar para casa, pois precisava comer algo antes de ir para a academia de dança, isto é, se S/N quiser nos ensaiar ainda. Parece coisa de filme, mas durante o caminho, sentada num ponto de ônibus, encontrei S/N revirando sua bolsa. Olhei para os lados e notei que estávamos sozinhos ali, caso ela tente me matar, ninguém saberá. Terei que correr esse risco.

Pus as mãos no bolso da jaqueta e me aproximei lentamente dela, que permanecia focada em sua busca por algo na bolsa; sentei ao seu lado, sem que ela percebesse e após alguns instantes, pigarreei.

- Desse jeito você vai acabar rasgando a bolsa. - Comentei, chamando sua atenção. Encarei um ponto à minha frente, sem fazer contato visual com ela.

- O que você... - Interrompeu sua frase ao meio, expirando alto.

- O que está procurando? - Indaguei olhando para ela, que havia tornado a fuçar a bolsa.

- Minhas chaves. - Disse concentrada em sua bolsa, sem olhar para mim. Ponderei por alguns instantes e um pequeno chaveiro em cima do banco chamou minha atenção. Parece que S/N não percebeu que ele estava ali.

- Precisamos conversar. - Encarei ela.

- Não temos nada para conversar. - Revirou os olhos, abrindo uma necessarie para ver o que tinha dentro.

- Sim, nós temos... - Estiquei o braço lentamente, alcançando o chaveiro sobre o banco.

- Tudo bem, mas estou ocupada agora. - Bufou.

- Depois eu te ajudo a encontrar as chaves. - Insisti, pondo as mãos dentro da jaqueta outra vez. Ela não percebeu.

- Ah, vai me ajudar? - Arqueou as duas sobrancelhas, dando uma risada incrédula. - Mark, corta essa, ok? Não esqueci do que disse ontem.

- É sobre isso mesmo que quero falar. - Disse simplesmente.

- Não, obrigada, mas eu... - Rolei os olhos, parando de prestar a atenção no que ela dizia. Tirei a mão do bolso da jaqueta, revelando o molho de chave, fazendo S/N se calar. Antes que ela pudesse agir, pus a mão volta no bolso da jaqueta e me levantei do banco, caminhando para longe dali. S/N veio atrás.

- O que está fazendo? Preciso das minhas chaves para entrar em casa. - Avisou, caminhando atrás de mim. Parei bruscamente e girei sobre os calcanhares.

- Bom, eu estou indo comer algo. Sabe? Estou com fome. - Dei um sorrisinho de canto enquanto alisava a barriga. - Até chamaria você para comer comigo, mas parece estar ocupada agora. - Estreitei os olhos com um sorriso convencido nos lábios.

- Estou falando sério, Mark. - S/N inspirou fundo.

- Eu também. - Arqueei as duas sobrancelhas. - Entregar todas aquelas comidas sem poder tirar casquinha de nada é difícil. - Dei um sorriso de canto.

- Tudo bem. - S/N suspirou. - O que você quer para que me devolva as chaves? - Cruzou os braços abaixo dos seios, me encarando. Ponderei a situação.

- Bom, estou indo comer. Me acompanhe para resolvermos isso. - Sorri vitorioso, fazendo S/N rolar os olhos.

- Não estou com... - Não deixei que terminasse de falar.

- Dinheiro? Isso não é um problema, senhorita. Sou um cavalheiro, posso pagar para você. - Fingi fazer uma reverência. Estendi o braço para ela. - Me acompanhe, por favor. - Forcei um pouco a voz, zombando da situação. S/N revirou os olhos, caminhando na minha frente. Não pude deixar de gargalhar.

***

- Está me dizendo que eles simplesmente surtaram e foram embora? - S/N arqueou as duas sobrancelhas, surpresa com o que eu havia acabado de contar. - Que bando de maluco!

O almoço ocorreu tudo bem, pois S/N e eu optamos por simplesmente nos desculparmos. Eu pedi desculpas pela forma como a tratei e ela por causa de sua reação exagerada. Estamos de boa agora e os ensaios permaneceram. Salvei a pátria mais uma vez.

Após o almoço, comprei sorvete e resolvemos fazer uma caminhada pela calçada, onde contei algumas coisas para S/N, como a divisão do grupo e o surto do Jinyoung.

- Pois é, foi uma surpresa para todos. - Dei de ombros comendo um pouco do meu sorvete de flocos.

Caminhamos até um banco em frente à uma praça e nos sentamos, ficando num completo silêncio, mas não era um silêncio desconfortável ao ponto em que você precisa dizer algo. Sabe, até que S/N era uma menina legal. Como qualquer pessoa, tem seus problemas e dificuldades, mas seu diferencial é que está sempre vendo coisas boas em tudo.

- Sempre gostou de dançar? - Indagou comendo seu sorvete de morango. Encarei-a.

- Não. - Soltei uma risada nasalada. - Meu irmão meio que me inspirou. - Dei de ombros. S/N arregalou os olhos e ficou boquiaberta.

- D-Desculpa, e-eu... - Prendeu a respiração.

- Não tem problema. - Sorri. - Sabe... - Encarei um ponto ao longe, observando o parque. - Ele era um garoto legal, muito atencioso, mas depois que nossos pais morreram ele se perdeu, saca? - Encarei S/N, que me observava atentamente. - Depois que ele morreu eu meio que me perdi também, mas me encontrei na dança. - Dei de ombros, desviando o olhar para as crianças que estavam correndo.

- Quando minha mãe morreu eu também me perdi e me encontrei no ballet, mas foi para me sentir mais próxima dela. - S/N comentou, encarando as mesmas crianças que eu. - Ela era bailarina e tudo o que fazia tinha uma magia diferente. Eu sentia muito a sua falta. - Encarou as mãos, perdida em pensamentos.

- Pelo visto você herdou o gene da dança. - Comentei fazendo ela me encarar com o cenho franzido. - Você é uma ótima bailarina. - Dei de ombros comendo mais um pouco do sorvete.

- Você também não é nada mal para quem dança essas coisas aí. - S/N comentou com um sorriso no rosto, fazendo eu gargalhar do seu "elogio".

Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis, mas viver é enfrentar um problema atrás do outro, onde o modo como você o encara é que faz a diferença.

[...]


Notas Finais


HUMMMMMMMMM 👁💋👁 ENTÃO ELES ESTÃO AMIGUINHOS NÉ... 😏🔥
Aiaiai viu vou nem dizer nada, preciso? 😂
O que vocês acham que vai acontecer? Vai dar ruim ou não? Será que tá rolando falsidade genteeee 😮

ME CONTEM O QUE ACHAMMMM HAHAHAHA

Até o próximo capítulo!!! ❤❤❤


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