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História Rockabye - Capítulo 8


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Capítulo 8 - Anna Snow


Fanfic / Fanfiction Rockabye - Capítulo 8 - Anna Snow

Capítulo 7 - Anna Snow 



Mal eram dez horas da manhã e a garota ruiva estava jogada sobre a sua carteira no fundo da sala, sem fazer questão de prestar atenção na aula de literatura. Por sorte o garoto na sua frente era grande, então ela poderia se encolher e ficar bem escondida atrás dele enquanto cochilava de bruços sobre a mesa.

Anna Snow não era exatamente a aluna mais inteligente da Arendal High School - mesmo sendo razoavelmente boa na maioria das matérias -, e nem a mais popular, apesar de andar pra cima e pra baixo Astrid Hofferson - sua única amiga mas a não a melhor - e namorar um dos jogadores de futebol americano, Kristoff Bjorgman. A verdade era que Anna só andava com Astrid porque ela lhe passou cola na prova de recuperação de física no outro ano, então a loira achava que devia um grande favor para a ruiva e se autoproclamou "a melhor amiga" dela, mesmo que sua melhor amiga fosse a sua própria irmã, Elsa.

Quanto à Kristoff, eles dois se conheceram no primeiro ano e mantiveram uma boa amizade até o loiro criar coragem de pedir ela em namoro, do seu modo desajeitado é claro. Então eles começaram a namorar fazem uns bons 5 meses, mas a ruiva já sabia que o amava mais que tudo e que queria passar o resto da sua vida ao lado de Kristoff, que era super carinhoso e atencioso com ela, apesar de atrapalhado e esquecido na maior parte do tempo.

Por várias vezes a garota se pegava sonhando com o dia em que o loiro a pediria em casamento. Às vezes imaginava algo romântico ao extremo, ou simples e fofo, ou do mesmo jeito em que ele a pediu em namoro, que era o jeito que mais a fazia sorrir boba.

A ruiva despertou dos seus sonhos com o seu celular vibrando em cima da mesa. Ela acordou em um sobressalto e jurou que estava tendo um mini ataque cardíaco pelo susto. Depois de dar uma olhada para o professor dando sua aula normalmente na frente da sala, ela se encolheu de novo e abriu a mensagem que havia chegado.

"Me perdoe". Era o que Elsa tinha mandado.

Anna estranhou a mensagem e franziu o cenho enquanto digitava uma resposta.

"Perdoar pelo que? Está tudo bem?"

Algumas horas se passaram e de meia em meia hora Anna perguntava o porquê da irmã não ter-lhe respondido mais nada. Uma forte preocupação tomou conta da menina depois da terceira mensagem que havia mandado e não havia recebido resposta, o que a fez ficar nervosa e mais distraída do que o normal, olhando o celular o tempo todo e roendo as unhas.

Quando o sinal da saída bateu, a ruiva arrumou as suas coisas e praticamente voou até a sala onde Kristoff estaria tendo a sua última aula. Ela até ignorou Astrid lhe chamar no corredor.

- Kristoff! Pega a sua caminhonete e me leva pra casa agora! - Ordenou quando o viu arrumando suas coisas tranquilamente.

- Tá, mas porque a agonia? - O loiro perguntou no tom avoado de sempre.

- Agora! - Anna rosnou, o que o fez ter medo enquanto era arrastado pela menor pelo corredor até o lado de fora.

- Anna, a gente não ficou de estudar hoje? Aonde você está indo? - Astrid perguntou em alto tom enquanto tentava passar no meio dos alunos e via o casal seguir para o lado de fora.

- Agora não vai dar, Ast! Deixa pra outro dia! - A ruiva respondeu no mesmo tom, sem nem ao menos encarar a amiga.

Os dois entraram no carro e Kristoff se preocupou enquanto via de canto de olho a namorada encarar nervosamente o lado de fora da janela durante todo o trajeto até a sua casa. Ele mal estacionou e Anna já havia pulado para fora do carro e se assustou ao ver a porta da frente entreaberta. Quando entrou, estava tudo estranhamente quieto.

- Elsa? - Anna chamou, indo até a cozinha e depois voltando para subir as escadas até o quarto da irmã, sendo seguida pelo namorado logo atrás - Elsa, você está a… - Cortou sua frase ao meio quando viu a figura sentada na cama de Elsa.

Hans levantou o olhar do celular quebrado no chão até o casal na porta. A ruiva também encarou o objeto, reconhecendo-o como o celular de sua irmã. Kristoff colocou-se na frente dela quando viu mais velho os encarar, e Anna fez uma rápida análise pelo quarto, vendo várias roupas espalhadas e algumas dobradas em cima da cama.

- O que está fazendo aqui, Hans? - Kristoff perguntou em um tom assustador, o qual Anna nunca havia ouvido ele usar.

- Vim ver a minha namorada - O ruivo respondeu simplesmente, de maneira fria e sem emoção.

- O que você fez com a minha irmã? - Anna sibilou em um rosnado, saindo de trás do namorado e andando até Hans, agarrando-o pelo colarinho da camisa polo branca que usava - ONDE ESTÁ A ELSA?! - Perguntou em tom exaltado.

- Eu não sei - Hans rosnou de volta, sem se sentir intimidado - Mas quando eu encontrá-la … vou matá-la - Acrescentou.

Anna não se conteve e socou o rosto do garoto na sua frente, fazendo-o virar o rosto para o lado com o impacto. Kristoff se apressou para segurá-la pela cintura para afastá-la do ruivo.

- SE ENCOSTAR EM UM FIO DE CABELO DA ELSA DE NOVO, EU JURO QUE EU TE MATO SEU FILHO DA PUTA! - Ela gritava enquanto se debatia para sair dos braços do namorado, que a segurava fortemente.

- Você vai encontrar Elsa pra mim, Anna - Hans se levantou e colocou um sorrisinho cínico nos lábios.

Ele acabou levando um chute no queixo dado pela ruiva que continuava se debatendo nos braços de Kristoff, o que o fez morder a língua e o gosto de sangue tomar o seu paladar.

- SUA VADIA, VAI SE ARREPENDER DE TER FEITO ISSO! - Ameaçou, fazendo menção de se aproximar.

- Se tocar nela, quem te mata sou eu - Kristoff rosnou, finalmente soltando a mais nova e se colocando cara a cara com Hans - Vaza daqui, ou eu vou chamar a polícia e contar tudo que anda fazendo - Ameaçou.

Apesar de mais novo, Kristoff era um pouco mais alto e bem maior do que Hans, que mesmo tendo um físico invejável, ainda era menor em tamanho. Ele massageou o queixo dolorido e saiu a passos pesados. O casal só conseguiu suspirar aliviado quando ouviram a porta da frente bater, e então Anna caiu no chão em lágrimas enquanto segurava a mão direita, que estava doendo por causa do soco que havia dado no outro ruivo.

- Ei, você está bem? - O loiro voltou no tom carinhoso e preocupado de sempre, e ajudou a namorada a se levantar e se colocar sentada sobre a cama.

- E-eu só queria saber se a Elsa está bem - A ruiva respondeu em meio ao choro - O vôo dela era amanhã. O-onde será que ela pode estar? -

- Ela pode ter ido pra algum lugar, a casa da sua tia, sei lá - Kristoff tentou.

- Não. Kris, ela me mandou uma mensagem me pedindo perdão e depois não me respondeu mais. Aí a gente chega e o celular dela está quebrado no chão e o Hans está esperando por ela - Anna contou - A mala dela não está mais aqui, mas a passagem sim. E-ela foi embora de algum outro jeito. Será que … será que o Hans fez alguma coisa? - Perguntou-se - Será que ele ameaçou ela?? EU VOU MATAR AQUELE DESGRAÇADO! - Gritou e pôs-se a chorar novamente.

Kristoff a abraçou e tentou confortá-la do melhor jeito que conseguisse, segurando as lágrimas que queriam cair dos seus olhos por ver a namorada naquele estado. Ele também não estava entendendo nada, mas preferiu deixar que Anna chorasse tudo que tinha para chorar.

- Por que não liga para a sua tia? Ela deve saber de alguma coisa - Sugeriu.

Anna apenas assentiu positivamente e se afastou enquanto secava as lágrimas e soluçava levemente. Ela pegou o seu celular no bolso do casaco rosa pink e procurou o número da sua tia nos contatos, discando-o em seguida.

- Alô? -

- Tia Yelana? Sou eu, a Anna - 

- Anna, querida! Como vai? Estão precisando de alguma coisa? - A mulher perguntou.

- Não, tia. Está tudo bem. Eu só queria saber se a senhora sabe onde está a Elsa. Ela passou por aí ou disse alguma coisa? - Anna perguntou.

- Não. Não vejo ela tem alguns dias. Mas sabe como a sua irmã é, não é? Ela deve estar batendo perna por aí, entregando currículos - A tia respondeu inocentemente.

Yelana era a tia avó de Anna e Elsa, por parte de mãe, e um dos seus poucos familiares vivos. Desde a morte dos seus pais, Anna e Elsa continuaram morando na mesma casa, mas passaram a serem sustentadas pela tia avó - que vivia da herança significativa do marido falecido e morava na capital, Lansing - recebendo uma quantia em dinheiro o suficiente para elas viverem confortavelmente. Ela não havia sido comunicada sobre o incidente de Elsa com Hans, por pedido da platinada, que não queria preocupar a velha senhora, então a resposta inocente que havia dado para Anna era compreensível, fazendo a ruiva entrar em um dilema se contava ou não para a tia de que Elsa havia sumido e o motivo disso ter acontecido.

- Tia, eu tenho uma coisa para lhe contar - Anna disse com receio - Acho melhor a senhora se sentar - Sugeriu.

Anna acabou contando tudo o que aconteceu no último mês com o coração na mão, enquanto Kristoff estava ao seu lado a encorajando apenas com o seu olhar firme. Ao final ambas as mulheres estavam chorando de desespero, mas depois resolveram aceitar o que estava acontecendo e confiar em Elsa para que tudo dê certo e ela e a criança fiquem bem.


Os dias se passaram e Anna não conseguia superar perder a sua irmã daquele jeito. Ela entendia os motivos que provavelmente levaram Elsa a supostamente fugir de casa, e por isso culpava e amaldiçoava Hans todos os dias por ter trazido tanta desgraça para a sua família. Olhar para a porta fechada do quarto de Elsa sempre a fazia querer chorar, e Anna chegou no ponto de já não querer ficar mais sozinha naquela casa, com medo que algo acontecesse com ela, sempre pedindo para que Kristoff ficasse por ali ou passasse a noite com ela, mas nunca realmente querendo sair de lá.

Depois de algumas semanas ela percebeu que não poderia ficar vivendo assim. Kristoff morava com a mãe, e essa estava tão preocupada com Anna quanto ele. Por isso o convite dela para a ruiva morar com eles pegou a mais nova de surpresa. Ela pensou sobre isso por bastante tempo, até que finalmente cedeu.

Bulda e seu marido, Cliff, tinham pouco menos que 40 anos e eram dois neurocirurgiões de sucesso que moravam em um apartamento grande no centro da cidade, junto dos dois filhos, Kristoff, de 17 anos, e Sven, de 9 anos, e o pai da mulher, que pede para ser chamado de vovô Pabbie. Para Bulda, ter mais uma presença feminina na casa realmente deixou o ambiente mais descontraído, e a mulher fazia muito gosto no relacionamento de Kristoff com Anna, por isso não se importou em colocá-los juntos debaixo do mesmo teto. Quanto a sua sogrinha, Anna não tinha o que reclamar, ela era divertida e um amor de pessoa, apesar de um pouco inconveniente - assim como todos naquela família -, mas ela se sentiu muito bem acolhida por eles e feliz.

Anna passou apenas alguns meses morando com eles até sua tia Yelana descobrir um câncer terminal no cérebro. Com medo de perder o último familiar que lhe restava, a ruiva se mudou para Lansing para cuidar da tia, que não tinha filhos e nem mais ninguém além da menina, e passou um ano morando com ela, até ela vir a falecer enquanto internada no hospital. 

Quando fez 18 anos, Anna recebeu a herança que sua tia a deixou e vendeu a casa dos seus pais, para usar o dinheiro para poder pagar a faculdade de arquitetura que queria fazer em Detroit. Ela finalmente conseguiu doar as coisas que Elsa havia deixado para trás e resolveu seguir em frente, voltando a morar com os Bjorgmans por insistência da matriarca.

Os três anos seguintes se passaram tranquilamente. Kristoff fazia medicina veterinária e Anna arquitetura, ambos na Detroit Mercy, e nenhum deles nunca mais tiveram notícias de Hans e nem o tinham visto. Anna estava feliz e amava demais a família de Kristoff, que era super divertida e alto astral, sentindo-se parte dela também. Ela ainda sonhava com o dia em que o loiro a pediria em casamento, já que agora eles já faziam quase 6 anos juntos, e ela pensava que já estava mais do que na hora, assim como Bulda, que fazia questão de puxar esse assunto sempre que conseguiam fazer um jantar em família, fazendo Kristoff engasgar e tentar mudar de assunto. Isso partia um pouco o coração da ruiva, mas ela o conhecia e sabia que ele era um pouco tímido e provavelmente estava esperando o momento certo. De preferência sem que esse seja na presença do resto da família.

Naquela noite Anna teve um sono inquieto. Ela se remexia na cama e fazia caretas como se estivesse assustada com alguma coisa. Kristoff ao seu lado não parecia muito incomodado, já que ele possui o sono pesado e não acordava assim tão facilmente.

Em seu sonho Anna estava no meio de uma tempestade de neve, e ouvia uma voz gritando uma melodia suave e encantadora, mas parecia estar pedindo por ajuda. A ruiva tentou correr atrás daquela voz, e cada vez a ouvia mais e mais alto e começava a reconhecer aquele timbre. Era a voz da sua irmã, e ela parecia desesperada. Anna correu até chegar na beira de um penhasco, e então ela se virou para trás, onde agora nevava fracamente, e viu Hans segurando Elsa pelo pescoço, que estava vermelha enquanto era sufocada. O homem se aproximou mas passou direto por ela, como se a ignorasse, e então ele jogou a platinada do alto do penhasco, fazendo Anna arregalar os olhos e gritar pela irmã enquanto corria para salvá-la, mas acabava caindo também.

A ruiva acordou gritando o nome da irmã, e isso foi o suficiente para fazer o loiro ao seu lado acordar em um pulo, acreditando que o mundo estava acabando ou algo do tipo.

- O que foi? Você está bem? - Ele perguntou em tom levemente desesperado enquanto via a ruiva andar de lado para o outro do quarto murmurando sozinha - Anna?! -

- Kristoff, a gente tem que ir atrás da Elsa! - Ela exclamou, parando de repente e encarando o namorado na meia-luz do quarto.

- O que? Por que? - 

- Eu não sei! - Ela exclamou e começou a falar desesperadamente, tudo em um fôlego só, enquanto o loiro a encarava confuso - Eu estava sonhando e ouvi uma voz que parecia a da Elsa aí eu comecei a correr atrás dela no meio de uma tempestade e depois eu cheguei no alto de um penhasco e quando eu virei o Hans tava segurando ela pelo pescoço e depois jogou ela de cima do penhasco e eu caí também. Eu acho que isso significa que a Elsa precisa da minha ajuda, com o Hans solto por aí ele pode encontrar ela e fazer alguma coisa. Eu preciso ir atrás da Elsa e encontrar ela antes dele se não e… -

- ANNA VOCÊ QUER CASAR COMIGO? - Kristoff falou mais alto, de repente, mas na intenção de fazê-la se calar e se acalmar.

- … Então é por isso que … espera, quê? - A ruiva o encarou confusa, cortando o seu raciocínio ao meio.

- Anna Snow, você quer casar comigo? - O loiro se levantou e se ajoelhou na frente da mulher, tomando as suas mãos, e ela apenas o encarava surpresa, e um tanto assustada.

Anna pareceu ficar meia hora encarando o namorado ajoelhado na sua frente, vestido apenas em uma cueca box preta no meio do quarto escuro, iluminado apenas pela luz da cidade que entrava pela porta de vidro da sacada.

- Que porra de momento é esse pra me pedir em casamento?! - Exclamou revoltada - É claro que eu aceito! - Exclamou de novo e se jogou em cima do homem, abraçando-o e depois tomando-lhe os lábios em um beijo apaixonado.

Quando se separaram, Kristoff sorriu e encarou fundo nos olhos azuis da agora sua noiva.

- Eu entendi o que você quis dizer, então vamos fazer assim: A gente vai atrás da Elsa, e nos casamos depois que a encontrarmos, tudo bem? - Sugeriu.

- É perfeito - Anna sussurrou emocionada - Eu te amo tanto -

- Eu também te amo - O homem sussurrou de volta - E nós vamos dar um jeito de encontrá-la, eu prometo -


Depois disso, foi difícil para os dois convencerem a mãe do loiro a permitir que eles trancassem a faculdade para sair atrás de uma pessoa que eles não tinham noção nenhuma de onde poderia estar. Em compensação, Bulda ficou muito feliz pelo noivado e depois de muito insistirem, ela permitiu, e disse para tomarem cuidado, principalmente com Hans.

O casal começou uma longa viagem por todo o país para tentar encontrar Elsa. Inicialmente foram para Los Angeles apenas para confirmar as suspeitas de que a platinada sequer havia pisado na cidade. No caminho eles conheceram vários lugares e se divertiram bastante, como se estivessem em uma lua de mel sem nem terem se casado ainda, e ambos tiveram a oportunidade de ter certeza de que queriam passar a eternidade juntos. Então eles chegaram a conclusão de que Elsa poderia nunca nem ter saído do Michigan. Depois de rodarem por vários lugares, a segunda coisa que fizeram foi ir até Salto da Santa Maria, em Ontário, Canadá; que é a cidade que faz fronteira com o estado americano do Michigan, e descobriram que Elsa também não esteve por lá.

Depois disso eles acabaram voltando para Detroit para uma visita aos pais do homem e para saber as novidades. Por sorte continuaram sem muitas notícias de Hans, e pensaram que a essa altura ele já deveria ter se esquecido deles e de Elsa. Ficaram pouco tempo e logo voltaram a viajar, desta vez percorrendo todo o estado e indo em cada cidadezinha que estivesse escondida no mapa.

Então finalmente, depois dois longos anos e meio, foi em um bar de  beira estrada na pequena cidade de Clare que o casal conseguiu uma informação valiosíssima para a sua busca.

- Eu tô te falando, lá tinha uma dançarina branquinha muito gostosa e talentosa. Parece que todo mundo na cidade conhece ela e que é proibido tocar, infelizmente - Um homem vestido em roupas simples de frio comentava com o dono do bar no balcão.

- Uma putinha que não se pode tocar, essa nova - O outro homem riu.

- Mas é sério. Nessa minha vida de caminhoneiro eu já vi muitas coisas, mas aquela albina … ela foi o auge. Casaria com ela se pudesse! - Exclamou divertido.

A conversa dos dois homens interessou Anna desde o princípio, estando sentada em um canto do bar junto de Kristoff enquanto comiam.

- Kris, não acha muito coincidência essa mulher ser branca e dançarina? - A ruiva sussurrou para o noivo.

- Hum? Sobre o que está falando? - O homem perguntou, avoado como sempre, fazendo a mulher bufar.

- Eles estão falando de uma mulher albina que dança! - Exclamou em um sussurro - Eu vou lá perguntar onde ele viu ela - Fez menção de se levantar, mas foi impedida pela mão do noivo ao redor do seu pulso.

- Não, Anna. Pode ser perigoso - Tentou.

- Não há perigo nenhum que eu não vá enfrentar para encontrar a minha irmã - Dito isso Kristoff a soltou e a viu se afastar - Com licença? Eu acabei ouvindo a conversa e fiquei curiosa para saber onde essa dançarina fica. Pode me dizer? - Perguntou educadamente para o caminhoneiro.

Ele apenas a encarou de cima a baixo com leve malícia, mas depois olhou brevemente para Kristoff ainda sentado na mesa, que tentou assumir a melhor expressão de malvado que conseguisse fazer. O homem bufou e se encostou na costa da cadeira antes de se virar para a ruiva novamente e abrir a boca infestada com o hálito de álcool para dar-lhe uma resposta.

- Foi em Traverse City, ao norte. Ela dança no Bar do Carvalho Errante -


Notas Finais


Porquê nunca denunciaram o Hans pra polícia será para sempre um mistério...

Anna nos representou, diva sem defeitos '3'
Eu vi um meme que era assim: 
Homem narigudo e bobão = homem perfeito = Kristoff, Jake Peralta e José Bezerra. 
E esse meme não tá errado
Melhor pedido de casamento ever

Enquanto eu escrevia esse capítulo eu simplesmente esqueci que era uma fanfic Jelsa e não Kristanna rs
Como eu shippo esse casal Brasil!


É isso, espero que tenham gostado!
Bjss da TitiaMeiko 💋


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