História Rockstar - Fillie - Capítulo 30


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Categorias It: A Coisa, Stranger Things
Personagens Beverly "Bev" Marsh, Dustin Henderson, Edward "Eddie" Kaspbrak, Eleven (Onze), Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Michael "Mike" Hanlon, Mike Wheeler, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, Will Byers, William "Bill" Denbrough
Tags Cadie, Fillie, Finn Wolfhard, Joah, Millie Bobby Brown, Nillie, Noah Schnapp, Sillie, Soah
Visualizações 219
Palavras 1.152
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 30 - "Se"?


Depois do banho eu vesti as roupas que estava usando antes, do dono desse apartamento... nós dormimos feito anjos e senti Finn me abraçar a noite inteira. Na manhã seguinte ele me levou até o apartamento, onde troquei minhas roupas e fui de carona com ele para a Columbia. Wolfhard insistiu em me levar mesmo eu não querendo.

Estava em um momento de devaneio durante a aula, mas a presença da minha loira preferida me fez voltar à realidade.

- Olha só, tá gatinha hoje. Seu cabelo tá incrível, transou muito ontem? - olhei atônita para ela, que soltou uma risada escandalosa no meio da aula, pedindo desculpas à professora logo depois.

- Como... - revirei os olhos - como você sabe disso sua doida?

- Ah qual é! Quando uma mulher aparece sorridente e com cabelo e pele exageradamente bons é porque se divertiu muito nas noites anteriores.

- Você é totalmente doida Iris Apatow. - balancei a cabeça rindo

- Você também é Millie! - ela sorriu e voltou a dar atenção para a aula


Depois que a aula acabou eu dispensei a carona com o Schnapp e segui para uma cafeteria. Eu necessitava de um pouco de cafeína no sangue. Fiz o pedido de um expresso simples e chamei um táxi até o Museu Met. Sentei na escadaria e fiquei observando as pessoas que passavam por lá.

Enquanto apreciava a correria de Nova York meu celular começou a tocar, quando olhei na tela vi o nome de Finn.

- Finn?

- Oi... você está ocupada?

- Na verdade não.

- Posso ir te buscar? Precisamos resolver uma coisa.

- Hã... claro. Só que não estou em casa.

- Percebi pelo barulho, onde você tá?

- No Met.

- O museu? O que faz aí?

- Nada, só passeando pós aula.

- Okay... chego aí em alguns minutos.

Ele desligou. Parecia nervoso.

Não demorou muito para aquele carro preto parar na frente da escadaria. Eu já havia acabado o café há um certo tempo então joguei o copo no lixo público que estava no caminho. Abri a porta do carro e ajeitei a saia antes de entrar. Finn me olhou por alguns segundos e apenas sibilou um "oi" com um sorriso fraco no final. Repeti o ato.

- Eu imagino o que seja.

- Hum?

- O problema que vamos resolver. Tem a ver com a Sophia não é? E o bebê.

- Na verdade precis... - ele parou e me olhou rápido - É isso mesmo. Nossa, você é uma ótima adivinhadora.

- Não é preciso ser um espertão pra saber que seria disso que iríamos falar. - ri fraco

- Nós vamos na casa dela. Ela disse que queria conversar comigo e eu não sei... mas me sinto melhor se estiver comigo. - ele falou calmo e colocou a mão na minha perna, sorri boba com sua fala.

- Eu vou estar lá por você então... - sorrimos um para o outro.

O caminho foi silêncio, vez ou outra Finn murmurava coisas que eu não entendia. Sua mão foi o caminho toda na minha perna, e a minha mão sobre a dele. Gélidas, era como elas se encontravam. Tentei aquece-las com o meu calor mas nem isso adiantava, talvez ele estivesse ansioso, apesar de Finn nunca ter me dito que tinha problemas com ansiedade.

Quando chegamos na frente de uma pequena casa em tons de branco e bordô eu me surpreendi, imaginava algo mais chique. Se bem que ele me contou de toda a história dela e da vó doente, eu devia imaginar algo mais simples. 

Ficamos lado a lado em frente à porta, ele tocou a campainha e pude ver suas mãos tremerem um pouco. Agarrei uma delas e sorri para ele. Wolfhard sorriu de volta e apertou a minha mão.

Logo apareceu uma ruiva com roupas velhas, daquelas que usamos apenas para ficar em casa. Sua blusa mostrava um pouco a barriga, que ainda não era perceptível. Seu cabelo parecia ser curto e estava preso com um grampo de lado.

- Oi... podem entrar. - ela disse abrindo espaço

Entramos e Finn me puxou para o sofá, nos sentamos lá e eu agarrei o seu braço colocando minha cabeça em seu ombro. A mulher ruiva se sentou na poltrona de frente para o sofá. A observando melhor, vejo que ela deve ser uns 2 ou 3 anos mais velha que eu.

- Millie, essa é a Sophia. - Finn disse baixo, meio constrangido.

- Oi Millie. - ela sorriu, fiz o mesmo - Me desculpe chamar você assim Finn... eu precisava saber como vai ser o futuro desss criança. Ou se ela vai ter um futuro.

Finn a olhou bruscamente, ele parecia incrédulo com a última frase.

- "Se"?

- Você sabe... se não quiser que eu tenha o bebê eu posso abortar.

- Sophia, não. Eu posso ser um cara horrível e já ter feito muitas coisas erradas. Mas nunca iria te pedir pra fazer algo assim. É uma vida.

- Eu sei... mas... - ela suspirou - Tem razão.

- Já contou para o seus avós? Seu namorado?

- Não... quer dizer, sim. Pro Wyatt só. Ele está muito chateado comigo, mas disse que não vai me abandonar com uma criança. Meus avós ainda não sabem... eles esperam que eu tenha um futuro de sucesso ainda Finn. Imagina quando eles souberem que a neta de 22 anos deles que trabalha em uma merda de lugar está agora grávida também. Que decepção.

- Sinto muito. Por tudo isso.

- Também sinto.

Me senti deslocada, e um pouco mal... mas não por mim e sim pelo bebê. Toda essa rejeição seria horrível pra uma criança, então decidi agir.

- Ei pessoal. Vocês não precisam ser tão negativos...

falei sem olhar para eles, mas então decidi continuar de cabeça erguida.

- Pode ser difícil agora, mas certeza que quando vocês virem a carinha desse bebê vão se derreter. - os dois riram fraco - Ele pode trazer muitas coisas boas. Vocês já pensaram no que pode ser? Nos nomes? Vamos lá, positividade!

- Bem... você tem razão Millie. - Sophia disse colocando a mão na barriga - Às vezes eu sinto que vai ser uma menina.

- Imagine só... uma garotinha dos cabelos ruivos iguais ao seu. - Finn riu.

- E qual seria o nome dela? Eu pensei em Rose... talvez.

- É bonito, mas prefiro Anna. - Finn apoiou os braços nos joelhos

- Hum... e você Millie, alguma ideia? - me surpreendi com Sophia querendo minha opinião para algo tão importante como o nome de seu bebê

- Eu?

- Sim! Diga um nome que você acha bonito.

- Maddison. - sorri, lembrando de minha amiga Maddie.

- É lindo. - Finn falou

- É sim. - Sophia confirmou

Continuamos a conversar por um bom tempo sobre coisas de bem e eu até me animei com a ideia de virar madrasta aos 19 anos. Esse bebê mesmo sem querer, seria bastante amado.




Notas Finais


oq vcs acharam desse cap?


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