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História Rodrigo, o motoboy - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Mais cerveja e mais chulé


Tive um problema urgente no trabalho e precisei ficar 4 dias hospedado num hotel perto do trabalho. Como eu não tinha o contato do Rodrigo, fiquei com medo dele achar que eu não queria repetir. Acontecia exatamente o contrário, porque eu batia uma punheta a cada vez que estava sozinho. O cheiro daquele chulezão estava vivo na minha memória.

Quando voltei para casa, já fui abrindo o app pra pedir umas cervejas. Quando a entrega chegou não era o Rodrigo, era o outro rapaz calado, mas que também é muito gostoso. Pena que eu nunca ia tentar nada com ele porque ele não dava abertura, mas resolvi arriscar alguma aproximação.

- O Rodrigo não ta trabalhando hoje? Geralmente ele que entrega aqui

- Ele ta almoçando, mas eu entrego aqui também.

Até que dava pra continuar o papo, mas eu tenho um certo bloqueio com ele e não dei andamento.

Sei que esperei uma meia hora e resolvi pedir mais algumas latinhas. Melhor sobrar do que faltar, e melhor arriscar a sorte pra dessa vez vir o Rodrigo.

Dessa vez era meu entregador macho e chulezento!! Quando ele parou a moto já perguntei se ele estava com tempo. Ele respondeu que sim, mas só passou do portão e me mostrou que estava bolado.

- Que história é essa de ficar perguntando de mim?? Quer que todo mundo desconfie e fique sabendo?

- Desculpa... Não queria te prejudicar... Só perguntei porque gosto mais da sua entrega, perguntei como cliente mesmo.

Apesar do mal entendido que eu causei, minha sorte é que eu já estava vendo o volume crescendo na  calça do Rodrigo. Ele gostava de me ver naquela situação de ameaçado e inferior a ele.

Eu encostei no pau dele por cima da roupa e chamei ele pra entrar.  Como um bom macho folgado ele foi diteto para o quarto, se jogando na cama com a bota e tudo.

Me aproximei daqueles pés incríveis e comecei a tirar as botas. O chulé subiu ainda mais forte. Como aquele macho conseguiu ficar com mais chulé do que da outra vez?? Olhando mais atentamente, percebi que ele continuava repetindo a mesma meia. Eu estava nas nuvens me dopando com aquele chulé, quando de repente recebi um chutão com a sola do pé. Que sensação incrível!!! Ela veio acompanhada de uma ordem imperativa mandando eu lamber.

Não sou de desobedecer macho, muito menos quando ele me manda fazer algo que eu gosto tanto. Abocanhei aquele pezão suado e comecei o meu trabalho. Eu lambia cada centímetro daquele pezão, sentindo a textura das solas e passando a lingua entre todos os dedos. As solas do Rodrigo são imensas e largas, eu não sei descrever como é deliciosa a sensação de inferioridade que tenho ao lamber aquelas pranchas chulezentas.

Eu estava completamente entregue aquele macho, quando ele mandou eu calçar as botas dele de novo. Por mim eu ficaria mais horas e horas cheirando aquele chulezão, mas ordem dada pelo Rodrigo, é ordem cumprida.

Calcei as botas dele enquanto agradecia pelos minutos que pude sentir aquele chulezão. Enquanto eu demonstrava minha gratidão, o Rodrigo me cortou com outra ordem.

- Não me interessa se você gosta ou não, mas eu quero ver essa bota limpa e você vai usar a boca pra isso.

Nossa, parecia um sonho. Eu sempre gostei de ver vídeos de subs lambendo tênis e botas dos seus donos, mas sempre achei que não teria coragem de fazer. Chegou a hora e eu tinha que arriscar.

Antes de começar, já veio outra ordem.

- escolhe uma bota só pra limpar, deixa a outra como está pra a gente comparar depois?

Eu resolvi suplicar pela bondade do meu entregador chulezento.

- posso tirar a bota que não vou lamber pra seu chulé ficar exalando gostoso?

O Rodrigo disse que sim e eu rapidamente tirei. Ainda não sei se ia gostar de lamber, mas a única certeza é que eu ia encarar em obediência ao macho. Com o chulezão exalando seria melhor!!

Fiz o meu melhor. Lambi aquela bota com a maior dedicação, tanto em cima quanto as solas tratoradas. Eu estava com o pau explodindo de tesão por estar cumprindo aquela ordem. Fiquei assim por mais de meia hora, até que o Rodrigo mandou eu parar.

Ao levantar, ele abriu o zíper e eu continuei no chão. Achei que era o momento de esvaziar a madeira do meu macho.

Ele  colocou o pau pra fora, falou que não era pra eu mamar, mirou na minha boca e largou um mijão quente e farto, com jato longo e grosso. Eu não estava esperando por isso, bebi o que foi possível e o restante foi caindo pelo chão.

Muito didadico, o Rodrigo me orientou.

- Dessa vez eu te peguei de surpresa e vai passar, mas na próxima que você entornar meu mijo, tu vai entrar na porrada.






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