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História Rodrigo, o motoboy - Capítulo 5


Escrita por: Rafaelfrd

Capítulo 5 - Dois mestres, quatro botas, nenhuma cerveja


          Fiquei ajoelhado diante dos dois mestres aguardando a próxima ordem a ser cumprida. Ficava imaginando como seria o chulé do Marcos, lembrava da ameaça que o Rodrigo me fez se eu não engolisse o mijo todo na próxima vez. Eu não sabia como seriam as próximas horas. Tudo isso me causava uma mistura de apreensão com tesão. Eu realmente estava com medo, mas não passava pela minha cabeça descumprir uma só ordem, já que minha única certeza era a de que o chulé do Rodrigo vale qualquer sacrifício.

Depois de alguns minutos ajoelhado eu ouço a voz máscula do Rodrigo, ordenando minha próxima ação.

- LAMBE A BOTA DO MEU PARÇA!

O Marcos começou a mexer os pés para me provocar e eu só respondi com um rápido sim senhor.

Quando abaixei pra começar a lamber me veio o primeiro alívio: era possível sentir o chulé do Marcos exalando testosterona mesmo sem tirar a bota. Ainda não dava para fazer uma avaliação perfeita do chulé dele, mas a única certeza é que era um chulezão potente. De verdade me senti aliviado, porque até então meu maior medo era ser obrigado a lamber um pé com cheirinho de talco. Felizmente essa hipótese não existia.

A essa altura eu já não sabia se lambia as botas do marcos por obediência ou por prazer. Eu passava a língua em toda a extensão daquelas botas enormes e percebia que ele mexia os pés para me forçar a lamber as solas e eu já estava quase lambendo. Até então eu estava evitando, não por nojo, mas porque estava ansioso pelo chulé, que na parte de cima eu tinha amostra grátis. Quando eu pensei em dar um trato nas solas, o Marcos falou com o Rodrigo, como se ignorasse minha presença.

- Vou forçar esse puto a lamber as solas.

Imediatamente me contive! Seria muito melhor lamber obrigado, com aquele macho experimentando o poder que exercia sobre mim. Continuei lambendo a parte de cima ansioso pela ordem de lamber as solas, mas ela não veio. O Marcos sabia comi tratar um sub otário.

Em vez de me obrigar a lamber suas solas, ele praticamente me fez implorar para fazer isso.

Com a voz máscula que me deixava ainda mais submisso, o Marcos perguntou.

- a putinha quer cheirar o meu chulezão?

Rapidamente respondi que sim, mas não seria tão fácil. O Marcos tinha regras para eu cumprir.

- Primeiro você vai lamber a sola da minha botina, mas só quando eu autorizar. Pega outra cerveja, me serve e fica ajoelhado do outro lado da sala.

Rapidamente obedeci e fui para minha posição, mas as regras comtinuaram.

- Você vai ficar aí ajoelhado e implorando para lamber a sola da minha bota. Quando você conseguir me deixar com pena de você, eu autorizo e tu vem lamber. Depois tu  vai poder tirar ela do meu pé pra sentir o chulezão.

Parecia fácil. Tudo que eu precisava fazer era me humilhar em voz alta, pedindo para lamber as solas das  botinas de trabalho de um macho, que há poucos minutos eu nem sabia o nome.

O problema é que o Marcos tinha uma carta na manga. Ele tirou uma das botas e ficou zoando com o Rodrigo sobre quem tinha mais chulé. Aquela zuera entre os machos me deixava louco e eu já estava entregue a situação.

- Mestre Marcos, me deixa lamber as solas das suas botas? Eu preciso disso!!!

Enquanto isso ele continuava zoando com o Rodigo.

- Por favor mestre Marcos, tenha piedade desse verme otário que precisa lamber as solas da sua bota.

Nisso ele resolveu me atiçar ainda mais para ver até onde eu era capaz de ir na auto humilhação para poder cheirar um chulé. Ele pegou a bota e posicionou em cima da mesa de centro. O chulé tomou o ambiente e chegou ao meu nariz, mas como eu estava longe não conseguia aproveitar o máximo daquele cheiro.

Enquanto o chulé exalava eu me degradava ainda mais.

- Por favor MACHO SUPERIOR, me permita lamber essas botas, porque eu preciso passar por isso para ter a oportunidade de chegar perto do seu chulezão de macho. Se pudesse eu iria me encolher para viver dentro das suas botas, cheirando seu chulé durante 24 por dia. Por favor me filma lambendo suas botas pra você usar contra mim depois.

Parece que a proposta de chantagem deu certo, porque o marcos calçou as botas pegou o celular. Fez um sinal como se chamasse uma cadela adestrada e aprontou para os pés.

Eu apoiei as mãos no chão e contornei a mesa de centro de quatro e quando cheguei perto, ele levantou o pé e apoiou na minha cabeça, fazendo força como se quisesse me segurar.

- Escuta aqui otário. Não vou filmar nada porque minha palavra vale muito perto da sua. Eu já tenho você na minha mão e você vai me obedecer como o sem vídeo. Entendido?

- Sim senhor, mestre.

- Vai, aproveita minhas botas enquanto eu  não mudo de ideia.

Nisso eu já fui direto para a sola tratorada. Passei a língua em cada relevo de borracha daquele solado largo e pesado. A cada linguada eu tentava imaginar por onde aqueles pés tinham passado ao longo dos dias.

Eu fiquei ali por alguns minutos entregue, até que o Marcos me deu permissão para tirar suas botas.

Eu estava tão entregue e submisso que eu mesmo me boicotei.

- mestre, eu ainda não sou merecedor. Me deixa lamber o outro pé primeiro por favor.

Depois até me arrependi, porque dessa vez o Marcos resolveu esperar eu merecer de verdade e me deixou ali mais de meia hora, mas eu não podia pedir, precisava aguardar a nova autorização.

Eu fiquei ali tanto tempo que nem percebi que a essa hora, o próprio Rodrigo já esava pegando a cerveja para ele e para seu parça. Quando vi já tinham várias garrafas vazias espalhadas ao redor do sofá.

De repente o Marcos levantou e falou.

- Vou largar um mijão. Vem atrás de mim de quatro e continua lambendo meu pé enquanto eu mijo.

Eu obedeci e fui de quatro. Quando ele parou na frente do vaso, eu abaixei a cabeça e continuei lambendo. O marcos sabia ser dominador tão bem, que deixou algumas gotas do seu mijo caírem em cima de mim de propósito. E é claro, eu agradecia.

Na volta para a sala eu recebi a tão sonhada autorização.

Posso adiantar que o chulé que subiu foi tão intenso, que  merece um capítulo inteiro só para ele.





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