História Roller Coaster - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Nate Maloley
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Nate Maloley, Nate Maloley, Personagens Originais
Tags 50 Tons De Cinza, Briga, India, Justin Bieber, Máfia
Visualizações 25
Palavras 2.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - New Boss.


Los Angeles, EUA

23 de Dezembro.

09h37 PM



— Foram então, dois cafés especiais, quatro pães de queijop pequenos e uma barra de chocolate? – Perguntou a jovem atrás do balcão. O uniforme vermelho do bistrô mal cobria seus braços deixando que a brisa fria da costumeira Los Angeles viesse a lhe causar arrepios em todo seu corpo. Assim que o senhor lhe entrega as notas ela sorri e agradece. Sua mãe ficaria orgulhosa da tamanha educação que ela tinha com os clientes, ou não já que Catarina não se impressionava com quase nada e para ela, nunca nada estava bom.  — Boa noite, Samantha. – Com um aceno ela se despede da colega de trabalho.


Logo todas as ruas de Los Angeles estão ao seu favor, o vento frio que era raro de se ter aqui em LA também estavam a seu favor. Mas aparentemente, somente o vento estava a seu favor. Em busca de um pouco de calor ela se encolheu no casaco fino que levou consigo naquele dia mais cedo. Os americanos eram tão mais frios, não demonstravam muito afeto ou qualquer outra coisa. Era fácil ver pelo jeito a um deles acabara de trombar com ela e esse ao menos pediu desculpas até que ela o puxa pelo casaco tentando se levantar já que agora por conta da forte ombrada sua boca estava sangrando e seu corpo poderia ser facilmente pisoteado.


— Ei, você não olha por onde anda? Sua mãe não te deu a mínima educação ou pelo menos o bastante para você aprender a pedir desculpas e ajudar alguém?! – Ela disse jogando as palavras contra o loiro que apenas a encarou de cima abaixo. O rapaz apenas deu de ombros olhando para o lado, tirou do bolso um bolo de notas de cem e caminhou até Alma entregando para ela algumas daquelas notas. – O que pensa que eu sou? –Disse quando a mão do rapaz deslizou até o bolso traseiro do jeans da garota deixando suas notas no local.


— Uma pessoa totalmente irritante que não sabe a hora de calar a maldita boca! – Enfim ele disse revirando os olhos. – Reclame mais uma vez e eu juro que eu... – Sua voz foi deixada ao vento quando outra muito mais alta e forte calou ele.

  

— Ryan o que é que... – Seus olhos pararam na garota e repetiram o mesmo processo que Ryan. Cima baixo, baixo cima. – Não é hora para contratar prostitutas, te espero no carro, está não vale mais que 600. 


— Eu não sou uma prostituta! — Ela disse o puxado pelo braço e interrompendo o trajeto. Ele puxa seu braço fechando os punhos. — Você não são nada educados, são dois brutos malditos. — Ela se virou entrando no beco, sua casa ainda estava longe e a roupa molhada, mas ela não precisava se preocupar já que agora poderia pagar um táxi, não seria difícil de achar um já que a estação dos taxistas estava a uma esquina de si.




Justin Bieber.

Los Angeles.

15 de Janeiro.


 — Lucinda! – Esbravejei enquanto atravessava a divisória que dava na casa dos funcionários. Aquela maldita velha conseguiu estragar minha camisa da Dior favorita. Minha vontade era de pegar aquela velha e fazer um tapete com suas pelancas. Assim que empurrei a porta de madeira vi ela encostada em um canto esfregando um lençol branco a mão, provavelmente mais um dos lençóis em que eu havia tirado a virgindade de uma garota qualquer. O quarto de madeira.


— Sim, senhor Bieber. Em que posso ser útil? – Disse caminhando até mim enquanto suas mãos passavam pelo pano de seu uniforme na tentativa de tirar a água delas. Ergui a camisa mostrando a mancha de barro preto na manga direita, Lucinda franziu seus olhos de sapo e desatou a dar desculpas. – Senhor, não quero ser mal educada, mas o senhor chegou com esta blusa ontem, ela já tinha está mancha, tentei lavar, deixar de molho mas quando falaram que queriam usar ela hoje para o evento tive que...


— Está dizendo que eu me acabei me sujando como uma maldita criança de três anos, Lucinda? É isto mesmo que estou ouvindo? — Seus olhos pairaram sobre mim junto com eles sua cabeça negou. – Resolva isto em duas horas, no máximo três. — Isso é uma Dior, cuide bem disto. – Joguei a camisa sobre seus braços vendo-a assentir e sair. Nenhuma delas me olhavam, elas sabiam que seriam punidas caso olhassem. Ri fraco com meu pensamento e me virei caminhando até meu escritório em passos ágeis.  

  — Senhor Bieber? – A voz nasalado de Mariah chegou aos meus ouvidos me fazendo parar e analisar seu “uniforme” de serviço. — O senhor irá jantar aqui? O que devo preparar? 


— Seu trabalho é cozinhar. Faça isso. 


— Tudo bem, com licença. — Ela se virou jogando seus quadris como se fosse uma stripper, se formos analisar ela não estaria longe de uma com aquele uniforme que era mais grudado que...


— Cacete! Oh, desculpe Bieber. – Charles disse enquanto puxavava o pulguento para si, encarei o animal pensando seriamente se seria uma boa ideia achar uma forma dele comer a cabeça de Charles. — Os tiras estão lá no escritório, Marcus quer pedir um aumento de propina. – Ele riu. – Eu já deixei avisado sobre aquilo lá. Ryan está vendo as coisas do sistema. 


— E você tá fazendo o que além de deixar esse pulguento soltar pelos por aí? — Levei minha mão ao bolso pegando a caixa de madeira, tiro de lá um charuto e logo acendendo ele. 


— Estou cuidando da sua agenda, cretino. – Ele disse com seu típico sorriso cínico que tirava até os mais calmos dos homens do sério. – Inclusive, já estou marcando a sua presença numa das universidades mais renomadas daqui, foi fácil porque você doa uma verba de bolsas de estudos para lá. É amanhã a noite. Não se esqueça. 


— Mais alguma coisa Charles? – Ele nega. – Ótimo. – Virei meus calcanhares indo em direção ao elevador da mansão, assim que chego nele aperto para a sala de reuniões e, uma vez que estou lá posso ver o quanto eu sou merecedor uma sala somente para receber estes inúteis aqui. O jeito caipira pobre deles deveria ser um crime.


— Senhor Bieber, como vai? Agradeço por nós receber espero que não estejamos atrapalhando. — Marcus estendeu sua mão. Inocente. 


— O que vocês querem? – Me sentei na poltrona preta analisando suas expressões. Medo.


Marcus sentou-se novamente e seu parceiro coçou a garganta. Eu ia encarava com o mais profundo tédio, eu tinha mais coisas para resolver do que qualquer merda que esses lixos tivessem para me oferecer ou reclamar; minha paciência nunca foi mais prolongada porém considerando o fato de eu ainda não ter tirado a arma da cintura e ter soltado uma bala na cabeça destes dois diante esse silêncio já era uma das inúmeras coisas que eu poderia me orgulhar facilmente.


— Então, nossos trabalho é arrumar soluções para as mortes que acabam acontecendo aqui na cidade, ajeitar os documentos para as empresas fantasmas e bem, – ele olhou para o parceiro ao seu lado que parecia achar qualquer merda naquele quarto mais interessante do que eu. – você sabe que é difícil essas coisas. 


— Ah, já sei. – Esboço o mais falso dos sorrisos. – Vocês dois querem um aumento de propina. – Eu me levantei pegando meu celular, chamei Derek com o dedo e ele caminhou até mim com agilidade. Gosto assim. – Bem, cuide deles, sabe aquele esquema nosso para aumento de propina? Faça com a dourada. – Sorri dando dois tapinhas em seu ombro. – Boa sorte, a dourada é sempre menos dolorosa.


Não demorou para que Marcus me encarasse com um olhar desesperado para mim, chegava a ser patético. O contrato de propina dizia em negrito e letras maiúsculas: “O valor da propina só pode ser redigido e decidido pelo senhor Bieber. O mesmo deverá ser acatado sem demais discussões ou reclamações.”


Logo os barulhos de tiros abafados pela sala cujo a maior função era está. Andei até o meu escritório comprimentando Ryan que estava na sala ao lado mexendo no seu computador, ele mantinha um sorriso nos lábios um tanto quanto assustador. Ryan era meu melhor amigo, mas parecia um psicopata.

 

— Pornô a essa hora Ryan? — Disse ao me encostar no batente da porta, não pude deixar de rir quando o rapaz salta da cadeira quase caindo, o que obviamente me fez gargalhar pra caralho.


—  Vai tomar no seu cu, Justin. – Ele disse fechando a página com pressa. Ryan se vira na cadeira e me encara com um papel em suas mãos, logo outro saiu da impressora. – Tenho boas... Na verdade, ótimas notícias! – Deveria ser uma ótima notícia mesmo já que havia um brilho nos seus olhos que me enjoava. – Cara, eu sou o melhor no que eu faço, na moral, eu sou foda.


— Na arte de ser um babaca você realmente é um dos melhores – Sua expressão fechou de imediato, Ryan se levanta e me estende o envelope.


— Ryan, eu transo, eu não preciso de ver fotos de meninas peladas para gozar há anos. Porque diabos você me deu isso? Dê essa merda a Chaz!


Disse enquanto analisava as fotos dentro do envelope, eram no total cinco. Uma loira com peitos falsos, a mesma loira chupando a merda de um pau - pequeno, por assim dizer. –, outra tinha um cara... Cacete!!


— Ryan você é a merda de um gênio! – exclamei dando uma risada longa, Ryan levou as mãos ao ombro fingindo tirar uma poeira de lá. Entrei para dentro do quarto e me joguei em sua poltrona, abri suas abas recentes e logo tinha em frente aos meus olhos... — O presidente da ONU tem um pau murcho do caralho. 


    — Já sabemos agora como calar a boca dele. O que você acha que a mídia colocaria de manchete para as fotos e vídeos do presidente mundial da ONU e uma adolescente de no máximo 17 anos nus? Eu chamaria de boceta da paz ou a Playboy dos Crentes! – Não consegui segurar a risada quando Ryan começou a fazer poses na minha frente. Por fim, ele me tacou um pen drive que acertou minha testa. – Conheça a sextape da nova Kim Kardashian. É tudo em nome das crianças. 




Universidade de Direito.

Auditório Principal.

Los Angeles.

15 de Janeiro.

07:32 PM


 — Eu sou a reitora Madeline. – Gritos no auditório. – Obrigada, eu sei. – Todos ali presentes riram. – Hoje é um dia importante para o futuro de vocês, é quase o fim de uma longa caminhada que eu sei que a maioria aqui está pronta para alcançar a jlinha de chegada. – A ruiva sorriu pousando suas mãos uma de cada lado da madeira escurecida de sua cabine de oratória. – Acredito que todos aqui saibam sobre o quão importante esse dia é. Eu quero agradecer ao nosso patrocinador principal, Justin Bieber. – Palmas contínuas estouraram no auditório, até mesmo da morena que fazia uma careta enquanto batia palmas. 

  — Obrigado. – Bieber sorriu. – Eu quero agradecer a oportunidade de presença que vocês me dão todos os anos, por todos os elogios e Madeline, é um prazer para todos das empresas Bieber fazerem parte deste projeto. — Ele virou o rosto para encarar a ruiva logo atrás dele, ela sorriu. — Bem, como a maioria aqui sabe, quatro de vocês serão selecionados para participar da vida da empresa por seis meses. Eu mesmo irei supervisionar cada um dos quatro e o melhor, após todo o curso ganhará uma vaga na bancada dos advogados Bieber. – Justin ajeitou sua gravata começando a falar novamente enquanto encarava o papel a sua frente com os nomes dos felizardos. – Eu peço para que subam ao palco Jasmine Gonzalez, Edward Tomlinson, Amber Walter e Josh Holloway. 


Aos poucos, um a um dos alunos foram se levantando e no final junto com as palmas de Bieber e dos demais alunos, eles subiram ao palco. Os olhos de Jasmine pairaram sobre ele, cada um foi até o rapaz apertando sua mão, Jasmine se perguntara se ele ao menos se lembrava do quão estúpido havia sido com ela, o olhar fixo em seu rosto já dizia que sim.

  — Olá, eu sou Justin Drew Bieber e serei seu chefe durantes seis meses.



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