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História Romance é uma flor de bônus - Capítulo 6


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Notas do Autor


Estou postando agora depois de passar o maior susto da minha vida, achando que tinha perdido a história e esse capítulo. Ficou curto sim, porque eu já escrevi demais nos capítulos anteriores.

Beijos e boa leitura ♥

Capítulo 6 - Eu e você, pelo tempo que tiver de ser


Fanfic / Fanfiction Romance é uma flor de bônus - Capítulo 6 - Eu e você, pelo tempo que tiver de ser


Perdi Jungkook duas vezes em vida..

A primeira vez foi naquela discussão que tivemos depois que eu deixei o ciúme falar mais alto dentteo de mim, e nossa discussão naquele dia acabou nos afastando por semanas. Sei que não foram meses, e também anos. Mas eu senti como se tivesse pedido algo importante de minha vida, como a página rasgada de um livro de ficção, por mais que você dê continuidade a leitura, jamais saberá o que aquela página continha, e o que ela poderia ter significado em toda a história... Muita coisa é perdida. E nada pode ser recuperado.

A segunda vez — e mais assustadora do que a primeira — foi há um ano atrás. Lembra que Jungkook ficou doente? DPOC? Pois é, meu namorado conseguiu um transplante de pulmão depois de meses árduos nos quais seus pais, eu e nossos amigos — sim, o senhor Jeon, pai de Jungkook, pareceu extremamente alarmado depois de perceber que os dias se passavam e Jungkook só piorava pela doença — passamos muito preocupados com sua saúde, e o fato de ela só piorar conforme as semanas passavam lentamente e nenhuma boa notícia surgir do hospital. Desde o dia em que descobri que ele estava com DPOC, meus dias se resumiram basicamente a Jungkook. Às vezes quando estava livre do trabalho na floricultura, e do cursinho de inglês, eu sempre arranjava uma maneira de ir até a sua residência, e passar o restante do dia ao lado de Jungkook, como o mesmo pediu assim que nos reconciliamos naquele dia em sua casa.

Claro que, mesmo agora, eu ainda não consigo explicar a felicidade que senti em meu peito quando descobri que havia um doador. Depois de muito tempo em espera, Jungkook finalmente seria salvo.

Ou era o que pensava.

No dia da cirurgia, a única coisa que conseguia pensar era nas possibilidades de haver alguma complicação durante o procedimento. Complicações que pudessem levá-lo para longe de mim. Sim, eu sabia que isso poderia acontecer até com a pessoa mais forte do mundo, porém nunca quis acreditar que realmente poderia acontecer isso com Jungkook.

Um de meus maiores medos era: e se a compatibilidade dos
parâmetros antropométricos estivesse errada? E se de repente descobríssemos que as medidas referentes ao seu peso, altura geral e do tórax, tal como o volume pulmonar total tivessem sido trocadas ou sei lá, medidas de forma equivocada? Eu tinha medo de saber, no último segundo, que seu corpo havia rejeitado os pulmões novos, ou que eram demasiado grandes ou pequenos demais para Jungkook.

Uma complicação vascular quase o tirou de mim. Mas felizmente deu tudo certo no final, e hoje, um ano depois da realização de sua cirurgia, ambos estamos juntos, felizes e mais apaixonados do que nunca. Eu, além do mais, estou mais irritada do que nunca, porque por mais que tenha estado à beira da morte há não muito tempo, Jungkook não deixa de ser um tremendo folgado irritadiço quando quer.

Como agora, enquanto assistimos filme juntos em sua casa e ele não para de enrolar meus cabelos entre seus dedos, tentando colocar pequenas mechas entre o lábio superior e o nariz, fazendo de conta que o mesmo é um bigode fajuto. A senhora Jeon está na floricultura e me ofereceu o dia de folga — agradeço mentalmente por não ter de ir ao curso, também —, desse modo, posso passar as próximas horas apenas curtindo a companhia de meu namorado como há muito tempo não fazia.

— Você está babando no meu cabelo — brado, lançando uma expressão observativa no menino deitado com a cabeça apoiada sobre meu peito.

O quarto está fechado, e o ar condicionado ligado deixa o ambiente levemente gelado, frio e aconchegante. Estamos assistindo uma das mais famosas produções de James Cameron há quase uma hora inteira, e tenho a impressão de que Jungkook dormiu por pelo menos vinte minutos desde que o filme começou a rodar no aparelho de DVD em um compartimento pequeno da estante em seu quarto.

— Eu não gosto desse filme — sussura Jeon, sua voz suave ressoando abafada por conta do rosto levemente pressionado contra o tecido em minha blusa de algodão.

Franzo o cenho ao ouví-lo resmungar. Em seguida, ainda acariciando seus cabelos castanhos de fios macios e sedosos, os quais deslizam harmoniosamente entre meus dedos, inclino um pouco a cabeça para poder fitá-lo. Ao perceber, Jungkook também remexe-se na cama de modo que possamos ficar cara a cara, e sua expressão de puro sarcasmo me faz unir as sobrancelhas de imediato.

Eu sei que ele detesta a maioria dos filmes que eu gosto, e sim, romance com uma pitada de tragédia está no topo de sua lista imaginaria de "filmes que a Eleanor gosta, mas que eu odeio". Eu não sou o tipo de garota que gosta de assistir filmes do gênero sozinha, porém com Jungkook ao meu lado, a história é completamente inversa.

— Qual o problema com Titanic? — pergunto com minha voz ressoando baixa, quase sussurrante, o braço direito de Jungkook ao redor da minha cintura.

Prendo o lábio inferior entre os dentes, antes de congelas minhas pálpebras novamente na tela do filme em suas duas horas de duração.

— Não sou muito fã de filmes de romance trágico — diz ele sem emoção alguma. — Principalmente Titanic. Essa coisa de perder alguém que ama quando tudo está perfeito é deprimente, ainda mais desse jeito. Jack não pode ouvir o último eu te amo de Rose, e ela nem pôde enterrá-lo. Os últimos momentos dos dois foi no meio de um oceano, perto de lugar nenhum!

Dito isso, Jungkook fica em silêncio. Em seguida, ouço sua respiração resfolegante ressoar como um eco oscilando até meus ouvidos. Elevo minha mão direita até a ponta levemente ondulada de suas madeixas castanhas, enrolando uma mecha de cabelo no dedo indicador. Os cabelos de Jungkook estão bem maiores do que antigamente, e acho que esse visual combina totalmente consigo, apesar de que ter certeza absoluta que Jeon continuaria perfeito mesmo estando careca, ou usando um saco de batatas no lugar de suas roupas comuns.

Eu não digo nada depois de ouví-lo sibilar aquilo, porque agora encontro-me ponderando silenciosamente sobre o fato de que quase o perdi, também. Aquela cirurgia de transplante de pulmão poderia ter sido nosso último adeus, a última vez que o vi. O último dia em que tive a oportunidade de confessar meu amor por ele, e saber que era correspondida. Jungkook me disse, naquele dia em sua casa, quando nos reconciliamos, que continuaria me amando mesmo que já não estivesse mais aqui, como um ser humano vivo. E eu não desconfio disso. Afinal, sei que o que nós dois temos um com o outro é intenso demais para ser esquecido, mesmo ambos sendo jovens demais e com a vida toda pela frente.

Eu sei que teria melhor parte de Jungkook em minha memória, caso ele tivesse partido àquele dia — ainda me recuso a usar as variações da palavra "morte". No entanto, não sei por quanto tempo exatamente eu seria capaz de suportar sua ausência permanente em minha vida. Eu sei que quebrar o braço dói, ser baleado dói, fazer tatuagem dói... Mas nada nessa vida dói mais do que perder alguém que ama, não importa quem ela seja.

Um machucado no joelho cicatriza e desaparece depois de meses. Mas a a morte de uma pessoa amada não some nunca. Você nunca esquece, porque a dor está lá, pronta para aparecer quando menos imaginar. É uma ferida que não cicatriza, a gente apenas aprende a conviver com ela.

Engulo em seco por um momento, fechando os olhos com força ao imaginar que estive a um passo de perdê-lo. Não consigo evitar sentir meu coração massacrando minhas costelas abaixo do peito, minha cabeça sendo atingida por pontadas tão dolorosas quanto a porta da floricultura golpeando minha têmpora — uma lembrança engraçada de Jeon e eu. Amor é algo complicado, e às vezes eu me sinto como uma grande egoísta por não querer aceitar viver em um mundo onde Jungkook não esteja nele.

— Bom, eu gosto — respondo mecanicamente, assim que meus olhos tornam a fitar as cenas transcorrendo na televisão a frente da cama. Enrolo mais mechas do cabelo de Jungkook em meu dedo. Seus fios têm cheiro de amêndoa. — O drama do filme me faz lembrar de quando quase te perdi. Eu me senti horrível. Acho que a morte de Jack me faz pensar que eu não conseguiria ser como Rose...

— Como assim? — pergunta meu namorado, cortando minhas palavras sem que eu as tenha terminado. Ele inclina a cabeça para me fitar, nossos olhos se encontrando rapidamente quando ele torna a voltar à posição inicial, orbes fixas na tela da TV. — Não iria querer ficar com um passageiro da terceira classe ao invés do noivo ricasso e egoísta? Frio como gelo.

Jungkook ri, e eu o acompanho.

— Para com isso — resmungo, desferindo um soquinho leve em seu braço direito. — Claro que não é assim. Eu jamais conseguiria seguir em frente depois de perder alguém que amo. Se fosse você, eu teria morrido junto. Jungkook, é sério. Eu jamais conseguiria aceitar viver em um mundo sem você.

Jungkook balança a cabeça, como se dissesse "isso é locura". Mas eu sei que ele pensa o mesmo.

Eu, particularmente, estou sendo honesta ao dizer que não conseguiria ser como Rose. Sabe, é confuso quando penso mais profundamente sobre isso, porque se a questão fosse inversa, ou seja, se fosse eu quem estivesse à beira da morte, é claro que iria querer que Jungkook tivesse uma vida boa. Não iria querer pensar nele sofrendo por mim.

Rose, de Titanic, casou-se, teve filhos e até mesmo netos. Ela seguiu sua vida vivendo ao máximo que podia, um dia de cada vez, priorizando suas maiores vontades. Mas eu não seria como ela. Não poderia seguir em frente com outra pessoa e fazer de conta que nunca conheci Jungkook.

Talvez eu ainda seja nova demais e sequer tenha noção do que penso ou falo a respeito disso, porém o pensamento de realizar meus desejos de um futuro a dois ao lado de alguém que não seja o próprio Jeon Jungkook, é suficientemente assustador. Portanto, eu o afugento ao máximo, desfazendo-me dos mesmos antes que estes venham a percorrer caminhos cuja rota escapatória é difícil de ser encontrada.

— Eu não ia querer isso. Você sabe, meu maior desejo é vê-la feliz, mesmo que não seja comigo.

E lá vamos nós novamente, eu penso. Jungkook soa sério, e eu sei que estava certa ao pensar que ele gostaria que eu fosse como Rose.

Faço uma careta involuntária. Em seguida, Jungkook remexe o corpo, retirando o braço direito envolta da minha barriga, e lança um olhar repleto de ternura em minha direção.

Eu congelaria o tempo agora mesmo, se pudesse. Tudo isso para nunca deixar de vê-lo sorrir, e sentir-me agradecida com o fato de estarmos juntos agora, tendo em mente os perrengues que passamos para poder estarmos aqui, agora.

— Não fala isso — peço, sentindo meu peito se encher de alegria conforme Jungkook move seu corpo na cama grande de seu quarto, subindo o tronco para ficar na mesma altura que eu. — Eu te amo, seu bobão. Não preciso de outra pessoa na minha vida quando tenho tudo o que eu preciso.

— E quem é tudo o que você precisa? — Ergue as sobrancelhas.

Eu lanço-lhe um sorriso aberto.

— Você — respondo, tímida.

Mas toda a minha timidez se dissipa pelos ares quando Jungkook inclina o rosto em minha direção, e nossos lábios se tocam de forma rápida, porém intensa. As cenas finais do naufrágio de Titanic já não são mais uma prioridade para nós dois nesse momento, pois, assim que eu abro mais os lábios, permitindo que Jeon se acomode entre eles de uma maneira mais completa, ele faz disso um convite voraz e empurra sua língua contra a minha, embalando-as em um contato desejoso.

Eu não me preocupo em pedir para que ele pare. Sabe, Jungkook e eu nunca fizemos nada além de beijos, porque até uns meses atrás ainda me perturbava a possibilidade de que qualquer contato íntimo entre nós pudesse desencadear a si mesmo uma série de ataques de falta de ar. Antes eu reclamava quando era ele quem me afastava, mas o medo me dominuou depois de sua cirurgia.

Um arrepio ondula por todo o meu corpo no instante em que Jungkook deita-se sobre mim, nossas bocas ainda conectadas em um ósculo ardente. Ele, então, desliza os dedos da mão direita pela extensão de minhas coxas nuas — meu short curto possibilitando a facilidade de seu ato —, e minha pele torna-se quente em toda a área onde ele a toca. Afoita, meus braços circundam seu pescoço e meus dedos puxam seus fios de cabelo com leveza. Eu arfo assim que ele deixa uma mordida suave em meu lábio inferior, respirando fundo.

Me vejo forçada a quebrar o beijo quando percebo que estamos adentrando uma área ainda não desbravada. E o medo de Jungkook ter um possível ataque de insuficiência respiratória me deixa nervosa.

— Espera... — sussurro, meu coração batendo forte. Jungkook me olha com uma gigantesca expressão de interrogação em sua face, certamente tentando entender o que há de errado. — Acho melhor pararmos por aqui. Eu tenho medo de você passar mal. Seus pulmões tecnicamente ainda são novos.

Jungkook não se afasta. Mas permanece com os olhos fixos em mim.

— Meus pulmões estão saudáveis, amor — sussurra rente ao meu ouvido. Outro arrepio me invade por inteira. — Mas acho que você está com medo de mim, sabia?

Seus lábios avermelhados deixam beijinhos quentes em meu pescoço, enquanto sussurra coisas que não consigo acompanhar pelo frenesi que me toma. Sexo é uma coisa que, assim como Jungkook, eu ainda não fiz. É algo totalmente novo para mim. Mas não é com isso que eu me preocupo.

Os meses seguintes após a cirurgia de Jungkook foram calmos. Nós nunca tentamos fazer nada porque, como eu disse, tinha medo de provocar faltas de ar nele. Afinal, eu não tinha a menor idéia de como seria fazer sexo com pulmões recém transplantados — morro de vergonha de dizer isso, mas é óbvio que há cansaço depois.

— Tenho medo por você — sibilo, suspirando outra vez. Mas abro os olhos quando ele se afasta, e nossos olhos se conectam novamente. — Não quero que fique cansado demais. E se alguma coisa der errado? E se você não gostar?

— Shhhh. — O dedo indicador de Jungkook pressiona meus lábios, um pedido silencioso para que eu fique quieta. — Eu não vou passar mal. E não diga que eu não vou gostar, Eleanor, eu estou quase enlouquecendo. Como pode pensar isso?

— É minha primeira vez — brado, sentindo-me enrubescer como um tomate grelhado. Meu corpo quente como brasa. — Eu não sei o que fazer.

— Eu também não, mas ora, se deixe levar.

Em um ato rápido, nossos lábios se conectam outra vez e eu não hesito nem um pouco ao deixar que ele faça o que deseja. Minutos se transcorrem em preliminares e eu sinto como se estivesse prestes a explodir. Jungkook faz tudo com muita calma; me beija, desliza as mãos pelas curvas de meu corpo, seus dedos tocando cada lugar que vê pela frente. Ele me beija nos lábios, desce pelo pescoço, contorna meus seios com a língua e entre as pernas. É tudo novo, e acontece em perfeita calmaria.

— Você é linda — sussurra, quando reveste seu membro hirto com um preservativo que Jimin havia lhe dado ontem quando soube que eu viria para cá hoje, segundo ele. — Eu também te amo, garota da loja de flores. A flor mais bela que há em meu jardim.

E é isso que ouço quando eu mesma faço questão de inserí-lo em mim, lá embaixo. É desconfortável à princípio. Mas a dor se esvai conforme Jungkook se movimenta com calma, nossos dedos entrelaçados, nossos olhares fixos um no outro e suspiros escapando por nossos lábios.

O quarto fica quente, o ar condicionado nem parece estar ligado. Estou prestes a entrar em combustão, explodir em mil pedaços. Beijo Jungkook na mesma intensidade em que ele o faz, e mergulho no momento de cabeça, disposta a permitir que ele sinta todo o meu amor.

— Eu te amo mais — sussurro rente aos seus lábios, roçando nossos narizes. Meus dedos apertam suas costas e meus ouvidos se agraciam com o som melodioso de seus gemidos baixos, outros nem tanto.

Eu sorrio. E ele também curva seus lábios em um sorriso gentil, repleto de ternura.

E então nos beijamos continuamente.

Com ele sobre mim, e depois com meu corpo acima do seu, minhas coxas acima das suas e conectados em todos os sentidos, Jungkook move-se dentro de mim com uma lentidão agonizante que se alterna em questão de segundos, e logo transforma-se em uma velocidade enlouquecedora instantes depois. Vou ao céu e volto. Vejo estrelas. Quase subo pelas paredes e vejo anjos no quarto enquanto Jungkook ondula seu quadril em direção ao meu, nossos lábios juntos e corações batendo ao mesmo ritmo.

Então, eu finalmente me rendo ao oceano de prazer que deságua sobre mim, quando Jungkook e eu atingimos nosso limite depois de um momento de amor.

Nossas respirações aceleradas se tornam uma só quando minha cabeça repousa sobre o peito de meu namorado, e eu quase ainda não acredito que, depois de muito tempo, finalmente cedemos à paixão.

— Se você dormir, eu não vou te acordar — Jungkook brinca, puxando o lençol para cobrir minhas costas nuas. — Você parece um anjo quando está dormindo.

Solto um sorrisinho baixo.

— Então acordada eu sou um demônio?

— Claro que não! — Ri. — Você entendeu o que eu quis dizer.

— Isso foi... Maravilhoso — confesso depois de algum tempo em silêncio.

— Foi maravilhoso por ser com você — Jeon beija o topo de minha cabeça. — Foi como eu sempre imaginei... Perfeito.

Com minha cabeça ainda acima de seu peito de músculos fortes, eu consigo ouvir o bater de seu coração abaixo das costelas, e é como música para meus ouvidos.

Sabe quando te dizem que a vida é feita de escolhas? E que muitas não são tão fáceis quanto escolher se deve escrever uma atividade com caneta azul ou preta. Mas isso que é especial. A euforia de não saber o que acontecerá amanhã ou depois, tal como nem imaginar quem iremos conhecer.

Há uma frase de Titanic em que Jack diz: "a vida é um dom e eu não pretendo desperdiçá-la". Eu sei que há algumas horas atrás, disse que não conseguiria seguir em frente se perdesse alguém que amo, como Rose. Mas agora acho que sou como Jack, sem dúvidas, porque não sabemos quanto tempo temos de vida, e cada minuto deve ser vivido como se fosse o último.

Nossas escolhas também, e a minha principal, todos os dias, sempre será a mesma: ficar ao lado de Jungkook hoje, amanhã e pelo resto de nossos dias.


Notas Finais


Hot não é algo que me deixa confortável em escrever, mas eu me esforcei o bastante para deixar isso intenso e natural.

Me despeço dessa história dizendo que logo logo teremos um Park Jimin dando as caras em alguma fic nova🙄♥♥ obrigada a todo mundo que acompanhou e me motivou desde o início. Eu nunca vou esquecer de ninguém!!!


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