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História Romance Proibido - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Capitulo 2


Fanfic / Fanfiction Romance Proibido - Capítulo 2 - Capitulo 2

Manuel on

Quando eu acordo percebo que eu estou em um quarto totalmente branco, e o pior de tudo e que eu não sei como cheguei aqui. 

Logo vejo alguém entrar, um garota e um homem. Quando os mesmo vem que eu estou acordado a garota me olha e diz:

- Quem bom que você acordar, principe. 

Quem e essa garota e por que ela está me chamando de príncipe? Sinceramente acho que essa garota esta ficando doida só pode. 

Manuel: Quem e Você?? 

Por algum motivo ela me olha como se eu a conhece a anos, e sinceramente eu não imagino quem ela é. 

O homem estranho para mim diz:

- Como assim irmão,ela e a Bia sua melhor amiga e irmã da Helena. 

Esses dois estão literalmente tentando me enganar, pois eu não conheço nenhum Bia e nenhum Helena e outra por que ele está me chamando de irmão. 

Manuel: Eu não faço ideia de quem você são, agora será que da pra chamar o meu pai. 

O Homem novamente me olha confuso, porém o mesmo diz que vai ligar pro seu pai Antonio. Não entendo o por que ele ligar pra esse tal Antonio, eu disse que quero meu pai não tem esse nome. 

Manuel: Meu pai não chama Antônio, você dois podem fazer o favor de me deixarem sozinho? 

A garota volta a me olhar e diz:

Bia: Manuel, eu e o Vitor não estamos entendo. 

Manuel: Quem não está entendo nada sou eu. 

Bia: Você deve ter perdido a memória, vou chamar seu médico.... 

Eu não aguento mais esses dois tentando me enganar, por isso eu interrompo a garota e digo:

Manuel: O que eu preciso e do meu pai e não de vocês, saiam do meu quarto se não eu vou chamar o médico e dizer que vocês estão tentando me enganar. 

Bia: Principe, você não lembra da época que a gente se conheceu, do Vitor e da Helena? 

Eles estão insistindo demais, não os conheço e mesmo assim eles acham que eu os conheço. Por que eles simplesmente não vão embora e me deixam quieto. 

Manuel: Não sei quem sao vocês, será que agora pode fazer o favor de me deixar em paz? 

Quando eu falo aquilo percebo que a mesma esta começando a chorar, por algum motivo aquilo me causa uma estranha sensação, o homem ao ver ela chorando diz:

- Vamos, Bia. 

Ele ainda me olha por um tempo, quando ela vai falar ela diz com voz de choro:

Bia: Tudo bem principe, depois a gente volta. 

Não quero que eles voltem eu nem os conheço, depois que ambos saem do quarto eu fico pensando o que aconteceu comigo pra mim estar em um hospital. 

Alguns minutos depois que os mesmo saem o médico entra no quarto e ao me ver diz:

- Manuel, que bom que você acordou. 

Sério? Quantas pessoas vão me falar isso hoje? 

Manuel: Eu já escutei isso hoje Doutor, o senhor sabe me dizer como eu vim para aqui? 

Ele me olha por vários segundos e parece pensa por um bom tempo até que o mesmo me diz:

- A cerca de uma semana você chegou aqui no hospital, pelo que fui informado você acabou sendo atropelado. Em primeiro momento achávamos que você não iria sobreviver devido a forte pancada que levou na cabeça. 

Manuel: Uma semana? 

- Sim, você acabou entrando em uma espécie de coma por causa da pancada que levou na cabeça. 

Preciso perguntar do meu pai pra ele, talvez o mesmo saiba alguma coisa. 

Manuel: Meu pai esteve aqui? 

Ele me olha por muito tempo, o motivo eu não sei. 

- Seu pai ainda não esteve aqui, as únicas pessoas que vieram aqui foram a sua amiga e seu irmão Vitor. 

Manuel: Eu não conheço eles. 

- Devido a pancada você pode ter perdido a memória, isso não vai ser permanente, mas ainda não entendo como você se lembra apenas de uma pessoa. 

Manuel: Eu sou quero o meu pai, não sei quem são essas outras pessoas e nem quero saber. 

- Você se lembra o nome do seu pai? 

Quando eu iria responder eu vejo um homem que eu nunca vi na minha vida estrar no meu quarto aqui do hospital, logo o médico pergunta ao homem? 

- Poderia me informar quem e o Senhor? 

Eu nunca vi esse homem na minha vida sinceramente, o que e mais estranho e que eu lembro o nome do meu pai, porém não lembro como ele e fisicamente. 

Talvez esse homem que entrou aqui seja meu pai, tomara que seja, pois não aguento mais ficar nesse hospital onde estou cercado de pessoas que não conheço.

Então o homem olha pra mim e depois pro médico e diz:

-Eu me chamo Julio Gutiérrez, sou pai do garoto. 

Meu pai se chama Julio, porém não lembro se o sobrenome e esse.

Novamente o homem diz:

Julio: Eu gostaria de conversar com o Garoto, será que pode nos dar licença? 

O médico antes de sair diz que mais tarde eu terei que fazer vários exames pra saber como esta a minha saúde. Depois que o mesmo sai do quarto o homem me olha e diz:

Julio: Bom garoto, acho que temos muito o que conversar não e mesmo? 

Manuel: O médico me disse que você não tinha vindo antes. 

Julio: Sem sentimentalismo garoto, eu estava em uma viajem muito importante por isso não vim antes. 

Manuel: Quando eu vou poder sair daqui? 

Julio: Sinceramente espero que logo garoto. 

Não sei quanto tempo que se passa depois disso, por causa da medicação e volto a durmir Novamente.  

Julio On

Quando o meu irmão me ligo achei estranho, porém quando o mesmo me disse que o garoto tinha sofrido um acidente eu fiquei meramente feliz. 

Tomara que ele se esqueça te todos, assim, ficará mais fácil eu concluir os meu planos. Apesar de tudo isso penso que ele poderia ter morrido, mas isso realmente não importa afinal uma pessoa como eu não tem sentimento ainda mais pra uma pessoa que e tão facilmente manipulável.

Hoje uma semana depois eu voltei para Buenos Aires simplesmente para ver se o garoto tinha acordado e pra minha surpresa quando cheguei no hospital fiquei sabendo que ele havia acordado e que não se lembrava de ninguém. 

Quando eu entrei no quarto pensei que ele não saberia quem sou eu, bom de certa forma ele não sabia só lembrava do meu nome. 

Até que eu achei bom isso, a única coisa que sinceramente entranhei foi o fato dele saber meu nome, onde será que ele escutou esse nome. 

Ele vai ser perfeito para o plano, tenho certeza que ele e o irmão se darão muito bem, afinal posso fazer o que eu bem entender com o garoto. 

A guarda do moleque sempre foi minha, porém eu o mandei morar com os Gutiérrez quando ele ainda era um bebê e Antônio por sua vez mandou ele pra viver com a irmã da minha garota. 

Infelizmente a mãe do garoto, morreu a alguns anos, pra ser exato quando o Manuel ainda era um bebê de poucos meses. 

Desde então Antônio mandou o garoto para morar com Lúcia que criou o garoto com se fosse filho dela, porém a mesma a uns anos faleceu e o garoto foi morar com a pessoa que ele achava que era seu pai. 



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