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História Romance Selvagem - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Única


As mãos ásperas dele aproximou-se da minha cintura e puxou-me brutalmente contra seu peito, suas mãos deslizaram sobre a blusa para chegarem ao cós, o fino pano preto foi levantado levemente e as mãos de Kacchan tocaram nas curvas escuras do meu corpo, proporcionando arrepios que levantou os poucos pelos do meu braço. Suas orbes vermelhas me encaravam com brilho intenso, tão vivo que soube perfeitamente o significado; luxúria. Os lábios se aproximaram brutalmente dos meus na busca urgente de um beijo. Fiquei nas pontas dos pés para facilitar a diferença de altura entre nós e entrelacei meus braços em seu pescoço em quanto suas mãos agarraram-me com vomtade. Um beijo urgente, voraz e cheio de paixão faziam nossos lábios dançarem na sintonia do desejo. A essa altura do campeonato puxava os fios loiros próximo à nunca.

Com nossos corpos colados podia sentir sua expressura crescendo e roçando no meu corpo. Desci uma das minhas mãos para seu volume, entre o beijo seus lábios tremeram num gemido abafado, não pude deixar de sorrir.

Ele bateu a porta do apartamento e a trancou, enpurrando-me contra ela, choquei-me na superfície amadeirada deixando um gemido escapar dos meus lábios. Bakugou abaixou-se levemente a fim de agarrar minhas coxas e tirar meus pés do chão, rapidamente entrelacei minhas pernas em sua cintura, beijando-o novamente na mesma intensidade de outrora.

Sabia que ele andou em direção ao quanto, conhecia bem o apartamento. Novamente um baque estremeceu o cômodo, suponho que tenha fechado a porta com os pés, pois só depois do estrondo que ele me soutou para tirar o traje de herói, não perdi tempo e fiz o mesmo. Meu corpo já implorava para tê-lo, sentia minha intimidade formigar gerando fluidos que com certeza estavam deixando minha calcinha molhada. Quando finalmente me livrei dos sapatos e joguei a calcinha para qualquer canto do quarto. O loiro pegou-me novamente de forma voraz jogando-me em um dos ombros ele bateu em minha nádega antes de aperta-la. Violentamente fui atirada conta o colchão. Ve-lo sorrindo com malícia e os olhos rubros encarando-me de forma sexy analisavam cada parte do meu corpo .

Seus braços fortes possuiam veias um pouco sobressaltadas, o abdômen detalhado continha algumas cicatrizes de lutas. Cortando o peito ao meio uma trilha de pelos dourados como o sol aumentavam gradativamente até chegar em seu membro atiçado, mordi os lábios e encarei seu sorriso que acabou de aumentar.

– Apreciando a visão? – Falou, sua voz ecoou pelo quarto iluminado pela luz lunar e a fluorecente luzes da grande cidade. As palavras causou espasmos pelas minhas veias, não deixei de corar com aquelas palavras.

– Claro – Respondi, e novamente mordi os lábios inferiores quando Bakugou veio em mim aparentando ser meu predador, lentamente, sem tirar os formosos olhos sobre mim, posicionou-se entre minha pernas. Uma mão ficou ao lado de minha cabeça, se apoiando nela, em quanto a outra apertou minhas bochechas forçando a encara-lo.

– Fale o mesmo que você falou na primeira vez – Ordenou, os olhos semicerraram-se e seus lábios fechou de forma séria, o fogo que estava em cada parte do meu corpo parecia ter ganhado toras de madeira e uma quantidade exagerada de oxigênio para ter aumentado de tal forma que pouco me fodia em quem poderia ouvir, meus quadris já rebolavam no membro que roçava em minha intimidade, implorando por ele.

– Não me trate como boneca de porcelana! – Falei em tom mais alto cuja a forma saiu desesperada, e de fato estava, eu o queria mais que tudo.

– Boa garota. – Tirando a mão do meu rosto, ambas deslizaram sobre meu corpo, me fazendo arfar. Ele segurou meus quadris de modo impetuoso, impedindo-me de rebolar. Sua mãos agrediram minha coxa em tapas estralados e da minha garganta seu nome ecoava pelo quarto.

O rosto corado dele desceu em direção aos meus seios os mordiscando e chupando de maneira que ficariam marcas arroxoadas por um certo período de tempo. Uma mão apertou o outro seios cuja a atitude foi o estopin para gemer mais uma vez, agarrei os fortes ombros o empurrando, Katsuki trilhou marcas agressivas em um caminho babado sobre minha barriga, descendo lentamente, resistindo aos meus empurros e indo no próprio ritmo, torturante para mim.

Os lábios famintos lambeu o botão já inchado deixando-me atordoada, as mãos precionavam minha coxa com tanta pressão que ameaçava deixar-me com hematomas e ansiedade por não ter forças para rebolar. O loiro guiou uma perna minha ao seu ombro, em quanto afastava a outra, facilitando a abertura dos grandes lábios e podendo me lamber com  facilidade. Gemi mais uma vez, enterrando minha cabeça no travesseiro com tais movimentos de sua língua, arqueei minhas costas do colchão em quanto meus pés afundavam nos lençóis de algodão.

Os dedos que me penetraram proporcionou contrações no meu corpo, encolhendo-me em suas estocadas úmidas dentro de mim em quanto a textura da língua sobre meu ponto fazia querer abrir minhas pernas, mas as mãos me mantinham no mesmo lugar. A barba loira estava em fase de crescimento, os grossos pelos rocavam na parte de dentro das minhas coxas me causando arrepios leves na perna.

– Goza! – Mandou, o que aparentou sair como um rosnado. Mordi minha boca fechando os olhos com força ao ouvir a voz rouca, arepiei-me por completo, da nuca aos pés. Senti meu interior pulsar forte com o tapa em cima do meu clitóris. – Agora.

E como se meu corpo entendesse cada comando, e correspondesse a qualquer toque dele ou posição que ordenasse, como mandado correspondi a ordem, liberando tudo no alge do meu ápice. Meu peito subia e descia acelerado, os batimentos eram frenéticos bombardeando sangue por todo o corpo e meus olhos pareciam ver fogos de artifício no teto branco.

– Katsuki... – Chamei em um sussuro baixo. – Eu...te amo.

Abri meus olhos, senti minhas bochechas pegarem fogo ao ver o sorriso malicioso e os famosos rubis que tanto me encantavam; analisando cada parte do meu corpo.

– Eu também te amo e amo ainda mais quando você está rebolando, Ana. – Ele mostrou a mão suja com meus fluidos, lambendo o líquido viscoso que escorria em seu pulso. – Vira.

Sorri maliciosa e não pude deixar de provoca-lo com meus lábios, os mordi de forma leve, soltando vagarosamente e como de costume seu olhar parou nos meus lábios, como se estivesse hipnotizado. Os rubis subiram lentamente até encarar meus olhos.

– Agora? – Provoquei, sem obedece-lo.

– É, agora. – Ordenou, porém...

– E se eu não virar? – Me sentei na cama e aproximei nossos rostos – O que acontece?

– Eu te viro, maldita – Katsuki me empurrou de forma bruta e choquei minhas costas novamente com a cama, não pude deixar de gargalhar. Suas mãos agarraram meus tornozelos e os viraram, com esse movimento minha bunda já estava para cima e meus joelhos e mãos no lençol bagunçado. Novamente estava com minha cabeça em seu travesseiro afofados cujo o perfume entrou em minhas narinas deixando meus olhos com corações, adoro seu cheiro forte.

Novamente Bakugou estava entre minhas pernas, seu pênis gotegejante deslizou na minha entrada enxarcada, posicionou o membro entre meus lábios menores de forma vertical. Rebolei minhas nádegas a fim de encachar-mos por completo, porém quando eu estava prestes a conquistar meu objetivo, afastou-se.

– Calma, safada – Diz ele, em resposta gruim revoltava. Rebolei indo para trás, e dessa vez ele apertou minha nádega direita me impedindo novamente.

Ele resmungou algumas palavras, pelo seu tom estava frustrado. Ouvi o som de plástico sendo rasgado e franzi meu cenho.

– Bakugou, anda logo!! – Gritei.

– O plástico da camisinha não tava abrindo! – Retrucou e não conti a gargalhada. Como um belo castigo ele estralou sua mão contra minha bunda e coxa. – Braços aqui. – Falou colocando uma mão na curva das minhas costas e traseiro.

Meus seios doloridos encontraram com os macios lençóis decor escura em quanto posicionava um de meus pulsos por cima do outro, Bakugou os segurou firme e me penetrou, são contive o gemido alto, me perguntando pela primeira vez nesta noite se alguém nos ouviu. Minhas pernas tremiam com suas estocadas brutas, proporcionando barulhos prazerosos dos nossos membros se chocando. Estabelecendo um ritmo selvagem em quanto eu empurrava sua cama. A mão seca agarrou meus cabelos encaracolados de forma que ficassem em rabo de cavalo mal feito os puxou para trás tirando meus seios do colchão.

Nossos corpos se moviam de maneira uniforme, meu rebolado com suas estocadas era capaz de nos levar ao delírio do prazer, podia senti-lo dentro do meu interior quente de forma que as investidas jogavam para fora os fluidos que deslizavam para meu clitóris, umbigo e caiam no lençol.

Era nesses momentos que sabia; éramos um casal selvagem, sempre ficando entre tapas e beijos, ódio e desejo. Um casal que se ama, um sem o outro o mundo é vazio e as cores mais vibrantes ficam incolor. Os parasse e internautas perguntam se amamos um ao outro e a resposta é sempre sim. Mesmo quando o mando embora, ele da as costas eu o chamo de volta e nos entendemos com mais calma.

Com o suor escorrendo em meu corpo e meu clímax próximo gritei para ir mais rápido, suas mãos agarraram meu quadril e os seguraram com força, impedindo meus movimentos do vai e vem de suas estocadas, só havia ele se movimentando em quanto gemia por mais, e seus gemidos me atiçavam de uma maneira incontrolável, sitia meu orgasmo embrulhar na barriga, tão próximo que sentir o doce do líquido branco era uma consequência tentadora. Meus pés se dobaram, minhas unhas cravaram nas fronhas amarrotadas em quanto minhas paredes se contorceram no desfazer dele dentro de mim. Caímos, Bakugou apoiava nos cotovelos no colchão um braço em cada lado. Beijou e dando leves chupões no meu pescoço sussurrou que me amava. Estendi meu braço até seus cabelos dourados, massageando os fios rebeldes. Sua respiração colidiu com minha pele, era quente, rápida me dexava orgulhosa por ser a causa de suas emoções mais intensas.

– Merda... – Sussurrou próximo a minha orelha.

– O que foi? – O olhei de relance, desconfiada.

– Você é única  – Katsuki desmoronou ao meu lado me puxando para um abraço lateral, em quanto o viscoso líquido escorria entre minhas pernas, entrelacei-as nas suas. Minha cabeça em seu peito era tudo que há de bom, e poder ouvir seus batimentos acelerados. As mãos de kacchan acariciavam meus cabelos cacheados, bem no topo da minha cabeça, em movimentos delicados de carícia. Meus olhos fechavam aos poucos com meu sorriso bobo no rosto em quanto reparava na diversidade de nossos tons.




Notas Finais


E aí, gostaram?


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