História Romance Vagabundo! - Capítulo 4


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Dabi, Eijirou Kirishima, Enji Todoroki (Endeavor), Eri, Fuyumi Todoroki, Hawks, Inko Midoriya, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Momo Yaoyorozu, Natsuo Todoroki, Ochako Uraraka (Uravity), Personagens Originais, Rei Todoroki, Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki, Tensei Iida, Toshinori Yagi (All Might)
Tags Romance, Tododeku, Vida Escolar, Violencia, Yaoi
Visualizações 73
Palavras 966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo quentinhoooo

Vamos aproveitar essa bipolaridade do Todoroki.. bem que o Midoriya também é meio bipolar, mas deixa quieto kkkk Uma horas ele quer, outra ele fica de cu doce...

Então isso... Boa leitura... Comentem e não deixe de favoritar..

Bjkas e bom final de semana ♥️💛💙💚💜

Capítulo 4 - Cap 4


Fanfic / Fanfiction Romance Vagabundo! - Capítulo 4 - Cap 4

    - Vamos para minha casa? - Todoroki sussurrou entre meus lábios.

    Eu me afastei alguns centímetros.

     - Preciso saber se você ainda está com a Momo - falei, pouco ofegante, com as gotas da chuva deslizando no meu rosto.

    - Não - disse. - A gente só ficou, nada de mais.

     - Vocês não têm mais nada mesmo? - Insisti na pergunta.

    - Não - ele me olhou confuso. -Não vai querer ficar aqui na chuva, ou vai?

    Sinceramente eu não estava a fim de voltar para casa e ficar trancada no quarto e então, eu acabei cedendo. Eu estava curioso em saber onde era sua casa.

     - Vamos - falei.

     Todoroki sorriu e atravessou o braço no meu ombro, me guiando até o estacionamento da faculdade. Ele chegou ao lado de um Onix Sedã preto e abriu a porta do carro para mim.

     - Eu não sabia que você tinha um carro - falei, surpreso.

    - É, quase ninguém sabe - Todoroki continuou segurando a porta. - Entra aí, eu não mordo - e então, abriu um sorriso.

    Entrei no veículo e logo em seguida ele entrou também. Durante todo o percurso nós fomos calados até chegar em frente à casa dele, que era um casarão.

  

    Nós entramos na garagem, saímos do carro e logo em seguida, entramos na casa, que era linda por dentro, belos móveis, quadros, coisas que eu nem imaginava que teriam em sua casa. Não que eu julgasse pelas aparências, mas Todoroki tinha um jeito que era difícil não imaginar em como ele vivia.

     - Bela casa - falei, ainda olhando ao redor.

    - Valeu - disse. - Vou pegar uma roupa para você se trocar.

   - Só uma camisa já está bom.

    Ele subiu as escadas e depois de uns dois minutos, voltou apenas de calça moletom e uma camisa nas mãos. Todoroki tinha um abdômen bem definido, braços fortes. Concluindo físico perfeito.

    - Quer um lenço? - Ele perguntou, sorrindo com malícia.

    Eu fiquei super sem graça, pois eu sabia o que ele estava querendo insinuar.

    - Foi mal, nunca mais olho para você. Blz - falei, fingindo que não fiquei envergonhado.

    Ele riu e se aproximou:

    - Você não estava me olhando, estava me comendo com os olhos, ou será que estou errado?

    Eu puxei com raiva a camisa de suas mãos e perguntei:

    - Onde é o banheiro?

    - No final do corredor.

    A camisa dele ficou na metade da minha coxa o que não parecia ser dele, mas tinha o seu cheiro, que era delicioso. Quando saí do banheiro, Todoroki estava sentado no sofá e me deu uma olhada de cima em baixo.

    - Você fica muito sexy com a minha camisa - o de olhos bicolor esboçou um sorriso assanhado.

   Revirei os olhos e me sentei no sofá, a alguns centímetros longe dele.

     - Me fala sobre você - falei.       

     Ele ergueu as sobrancelhas e perguntou:

    - Por que você quer saber? Minha vida não é nada interessante.

     - Para mim parece muito interessante - falei.

    - Isso porque você é enxerido.

    - Eu não sou enxerido, você que é um grosso.

     - Anjo, grosso é o meu nome do meio - disse ele, todo cínico.

    - Ignorante. 

    - Estúpido.

   Eu me irritei e disse, me levantando:

    - Chega. Acho que está na hora de eu ir embora. 

    Caminhei até a porta e de repente, ele agarrou minha cintura por trás.

    - Não, não - disse. - Você só vai sair daqui quando eu quiser.

    - Como?! Você acha que manda em mim, é isso? - Eu me virei para encará-lo.

    - Não, babe. Mas acontece que você está na minha casa e na minha casa mando eu. Portanto, você só vai sair daqui quando eu quiser.

     - Veremos.

     Eu me virei rapidamente para sair, mas ele me agarrou e me imprensou na parede, segurando os meus pulsos.

    - Perdeu, bebê - disse, com um sorriso idiota no rosto.

    - Me solta, seu cretino.

    - Fala cretino de novo. Sua boca fica sexy.

    - Me solta.

    - É para falar cretino e não me solta.

    Eu respirei fundo. Esse garoto irresistível estava me tirando do sério. De repente, ele encostou seu corpo no meu e eu me arrepiei. Ele era safado, ele sentiu como eu corpo reagiu e sorriu se divertindo com o meu estado.

    - Eu te levo em casa quando a chuva acabar - ele soltou meus pulsos.

    - Tomara que acabe logo, porque eu não aguento mais ficar perto de você - rosnei.

    - Será mesmo? Eu acho o contrário - disse, com um sorriso torto.

    - Não me interessa o que você acha.

     Me sentei no sofá e fiquei calado até a chuva cessar.

    - Podemos ir? - Perguntei, quebrando o silêncio.

    - Claro, baby.

  ***

    Estávamos em silêncio durante todo o caminho. Quando chegamos perto da rua da minha casa, eu disse:

    - Pode me deixar aqui mesmo.

    - Nem ferrando - Todoroki disse, sem  tirar os olhos da estrada.

    - O quê?

   - Eu vou te deixar em frente à sua casa, nem louco você vai sair na rua só com essa camisa.

     Eu ri. Ele estava preocupado com a roupa que eu estava vestido, é isso?

    - Do quê você está rindo? - Ele olhou para mim.

    - Nada não - falei.

    Após dizer a ele qual era a minha casa, eu me preparei para sair do carro.

    - Obrigada pela carona -agradeci.

    - Até mais, anjo - ele disse, em resposta.

    - Até.

    Todoroki esperou que eu passasse pelo portão e logo depois saiu, quase arrancando os pneus. Entrei em casa e notei que minha mãe estava no quarto. Menos mal, sendo assim ela não iria ficar me interrogando sobre a tal camisa que eu estava vestindo.



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