História Romance vagabundo L.S - Capítulo 1


Escrita por:

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Visualizações 12
Palavras 1.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Slash, Violência

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hiii..mais uma fanfic maravilhosa..

Por favor comentem.

Capítulo 1 - Cap1


Fanfic / Fanfiction Romance vagabundo L.S - Capítulo 1 - Cap1

 Peguei meu celular enquanto eu andava naquele beco escuro.

A saída da faculdade era um terror para mim. Eu sempre tinha que passar sozinho por aquele caminho tarde da noite e não gostava nada daquilo. Não que eu fosse um garoto medroso, mas eu só não gostava de me envolver com o perigo.

Enquanto eu caminhava apressadamente naquele lugar estreito, ouvi alguns passos atrás de mim. Meu coração começou a querer saltar pela boca enquanto eu pensava no que poderia acontecer. Meus pensamentos não eram nada bons.

Tentei manter a calma e aumentei meus passos, a vontade de olhar para trás era grande, mas eu não iria fazer isso.

- Parado aí, garoto - de repente uma voz grossa surgiu atrás de mim. Senti um calafrio percorrer meu corpo.

O sujeito se infiltrou na minha frente, obrigando-me a parar. Minhas pernas começaram a ficar bambas.

- E-eu só tenho isso... - falei, oferecendo meu celular a ele em troca da minha vida. Eu sequer sabia o que estava fazendo.

O sujeito abriu um sorriso maligno, super nojento e disse, se aproximando ainda mais:

- Eu não quero isso - e em um gesto rápido, ele me empurrou com brutalidade contra a parede.

Minhas costas gritaram de dor.

- Moço, por favor, não me machuca - supliquei, temendo o pior.

- Cala a boca! - Parecia que ele ia me nocautear e eu, temeroso, fechei os olhos.

Naquele exato momento, ouvi um estalo de um soco e abri os olhos imediatamente. Um rapaz de boné estava lhe acertando com socos no rosto e o sujeito gemia de dor. Eu nem pensei duas vezes, apenas saí correndo dali o mais rápido possível e só percebi que estava fora do beco, quando alguém gritou:

- Ei, espera!

Continuei correndo, até que a pessoa se esbarrou por trás de mim e nós dois caímos no chão.

- Você está bem?

Eu me virei, era o rapaz que tinha me salvado do sujeito mal-encarado, ele estava ofegante e tinha traços muito bonitos, por sinal.

- S-sim... obrigada... - agradeci, tímido.

Ele me ajudou a ficar de pé e pegou minha mochila e meu celular do chão.

- Você tem que parar de andar por aqui a essa hora. É perigoso para um garoto como você - ele entregou meus pertences.

Como eu? Pensei.

- Eu não tenho outro caminho, só esse - falei.

- Hum - ele disse. - Vamos, eu te levo até a rua da sua casa.

Eu hesitei. Ele era um estranho e queria me levar até a rua da minha casa?

- Olha, se eu quisesse fazer alguma coisa com você, eu já teria feito - disse ele.

- Ok - concordei, receoso.

Caminhamos em silêncio e ele fez como prometido: me deixou na rua da minha casa. Antes de dar as costas, ele me deu tchau e eu, calado por ainda estar amendrontado, segui para casa e olhei para trás.

Ele já havia sumido de vista.

Entrei em casa, dei boa noite para minha mãe como se nada estivesse acontecido e me enfiei no meu quarto, adormecendo logo depois. Sonhei com um rosto de traços bonitos e boné. 

[...]

 No dia seguinte, eu fui na casa de Niall, meu melhor amigo desde o colegial. Nos conhecemos há cerca de quatro anos. Não é tanto tempo assim, mas eu o considero como um amigo fiel. Ele me ajudou nos momentos mais difíceis da minha vida.

     Contei para ele o que tinha acontecido comigo na noite passada e Niall quase teve um treco.

     - Como assim, Lou?! - Ele disse com os olhos arregalados. -Você é louco! Nunca mais passe por lá. Imagine o que poderia ter acontecido com você.

    - Eu sei, só que não tem outro caminho, Nialle. O que você quer que eu faça? - Perguntei.

    - Vai de ônibus, ora!

   - Até parece que eu vou ficar esperando o ônibus até meia-noite - falei, quase desconsiderando essa ideia.

    - Pelo menos é mais seguro. Por favor - disse ele, os olhos suplicantes.

     - Tudo bem - falei resignado. - Vou fazer o possível.

     - Ai, que bom - e então, ele me abraçou.

     Quando eu saí da casa de Niall, resolvi passar por uma rua mais movimentada. Eu estava caminhando pela calçada quando vi um rapaz que se parecia muito com aquele que me salvou ontem: alto, forte e de boné. Ele estava caminhando do outro lado da rua. E era ele mesmo!

     Eu fiquei tão empolgado por revê-lo, que comecei a atravessar a rua sem prestar atenção. Um motorista buzinou, me despertando de meus pensamentos.

     - Presta mais atenção, garoto! -Ele gritou.

     Eu corri até a calçada do outro lado da rua e o rapaz já estava virando a esquina.

     - Ei, espera! - Eu o chamei, mas ele pareceu não me ouvir.

     Corri até ele e finalmente consegui alcançá-lo. Ele continou andando como se eu nem estivesse ao seu lado.

    - Você gosta do perigo, né? Atravessa na frente dos carros e não está nem aí - ele não olhou para mim ao dizer aquilo. Notei uma pequena tatuagem no lado da sua mão esquerda em formato de cruz.

     - Ah, você me viu? Por que não me esperou quando eu te chamei? - Perguntei, acompanhando seus passos.

     - É melhor você ficar longe de mim - ele disse, ignorando minha pergunta.

    - O quê? Por quê?

    - Fica longe de mim, só isso - ele disse, estava sério.

     - Mas... eu só quero saber seu nome.

     Ele ficou calado.

    - O meu é Louis e o seu? -Perguntei.

    - Por que você quer saber? - Perguntou, meio ríspido.

    - Que mal tem eu querer saber o nome da pessoa que salvou minha vida? - Falei.

    - Olha, não leve a mal não, mas eu faria isso com qualquer pessoa, não só com você.

     - Eu sei, mas como você se chama? - Insisti.

     - Harry. Agora vai embora.

     -Por quê? - Eu não imaginava que ele fosse tão anti-social.

     - Porque sim, meu! Eu não quero você perto de mim. Entendeu agora?! - Ele gritou, os olhos sombrios.

    - Tá, tudo bem... me desculpa -falei, chateado.

    Eu me virei e saí de perto dele. O que ele tinha de bonito, tinha de grosseiro. Talvez fosse melhor eu ficar longe dele mesmo. Afinal, ele era um estranho.

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Notas Finais


Comentem..

E favorite pois tenho certeza que vcs vão amar essa história... Assim como eu gostei e ainda gosto vocês TB vão 💙💚. Larry is real...


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