História Romanceando Hades - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais, Mitologia Grega
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Palavras 761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Seinen, Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Mentiras e ameaças


Em quanto eu agonizava na beira do rio Estige,dois  dos deuses mais pacíficos que já conheci entravam no submundo buscando guerra com a personificação da morte.

Deméter parou na estrada do mundo inferior e apenas gritou 

" Eu exijo ver a minha filha!" aos pés de Deméter começaram a nascer plantas trepadeiras que começa às a se espalhar ela entrada rústica do submundo que se acemelhava a sentada de uma caverna subterrânea.

‡°∆π∆°‡

 Hades mesmo estando muito mais a dentro de seu reino pode ouvir a vóz que na hora se acemelhou a um trovão, o tipo de trovão que desritimisa o coração. Saio correndo até kore que por impulso ao escutar a mãe furiosa se jogou na cama e se cobriu com os mantos.

" Kore?" ele se aproxima com cautela. "Está tudo bem?"

"Não quero ver minha mae." Ela diz em meio a solussos. "Ela vai me levar de volta para casa, eu não quero ver aquele lugar nunca mais."

"Tá bom, se você não quer ir ninguém pode te obrigar, nem mesmo sua mãe, já tem idade para sair sozinha."

Do meio dos mantos surje o rosto angelical e agora avermelhado de kore.

"Você não conhece a minha mãe. Se acha que ela vai me deixar sair de casa" Ela diz fungando para tentar não chorar.

"Tem razão." Ele suspira cançadamente. "Vai ficar tudo bem. Eu vou conversar com a sua mãe."

Hades vestiu, por cima da toga preta, um manto groço que tinha capus, marchou junto a Cébero até a entrada que já estava começando a parecer uma floresta.

O cão começa a rosnar assim que vê Dionísio, Cébero tenha repulça por gente bêbada.

"O que quer?" O deus da morte Vossifera usando tudo o que conhecia sobre parecer assustador e confiante.

"Não se faça de idiota! Está com a minha filha não está?"

Hades sorrio lateralmente e arqueou as sombrancelhas.

"E se estiver?"

"Seu maldito." Ela avançou mas Dionísio a segurou.

Ela vira o rosto enfurecido para o amigo.

"O que é isso? Do lado de quem você está?"

Dionísio queria responder que apenas queria que ela continuasse viva mas não conceguia falar em frente a hades.

A baixo de Hades as plantas começaram a apodresser aos poucos e foram morrendo até chegarem aos pés de Deméter.

"Se quiser que eu continue é só falar..." Ele ameaça.

"Cretino inútil!" Ela continua presa por Dionísio. "Por que raptou a minha Kore?"

Pra isso, hades ainda não tinha esvontrado uma boa desculpa, commeuçou a rir como um vilão de filme, para tentar ganhar tempo.

"Simples!" Ele finalmente diz, sem saber bem do que está a falando. "Ela estava lá, eu estava lá e agora ambus estamos assim, não pressiso de motivo para cumprir meus caprichos, apenas presido de coragem, coisa que eu vejo que seu acomoanhante não tem."

Dionísio estava tremendo, nem sabia como estava concegundi se concentrar o suficiente para segurar uma mãe raivosa.

"Você que incoste um só dedo na minha filha pra você ver!" Ela ameaça mesmo não estando em condição disso. "E se você não lembra ela é filha de Zeus também, seu irmão mais forte."

Hades se sentiu enjoado ao ouvir o nome da escoria que esteve junto com ele no estômago do pai. Tinha que terminar logo com aquele teatro antes que se irritasse de verdade.

" Não posso te entregar a garota." Hades olha-a de cima mostrando toda sua superioridade no olhar. "Se der mais um lado juro que queima."

"Eu vou reportar aos céus, tenho meus contatos, farei uma guerra!"

Desta vez foi uma boa ameaça. Uma coisa que Hades abominava era a guerra.

"Vamos fazer um pequeno trato." Hades sugere começando a ficar sem ideias. "Eu continuo com a sua filha até o verão, pouco tempo, pense nisso como um intercâmbio e em quanto isso você fica com esta coisa há aqui."

Ele tira do bolço uma pylceira de ossos de pássaro que acabara de fazer.

"Ela vai fazer seu pulso arder se sua filha estiver em algum perigo."

“ Acha que isso vai me calar?” ela quase rosna.

“Ou isso te cala, ou a morte. A escolhe é. Totalmente sua”

Antes que Deméter pudesse responder ela acaba desmaiando. Um truque de Dionísio.

“ Trato feito.” O Deus do vinho concegue dizer.

Vejo ao longe eles voltando devagar com meu barco, cada segundo parecia uma nova eternidade.

 Dionísio atraca ao meu lado e me ajuda a entrar no barco. Eu não estava em condições de xinga-lo, se não teria o xingado mesmo que não tenha sido exatamente culpa dele.




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