História Romanogers One Shots - Capítulo 15


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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton (Gavião Arqueiro), Dr. Bruce Banner (Hulk), Natasha Romanoff, Steve Rogers, Thor
Tags Captasha, Osvingadores, Romanogers
Visualizações 116
Palavras 6.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sinopse: Antes foram os pensamentos e lembranças dos 5 vingadores restantes, agora é a vez de Natasha lembrar de seus amigos queridos!

Depois da tristeza, vem a parte divertida! Lembranças estão centralizadas e em Itálico! Esse capítulo vai ser um pouco longo!
Obrigada pelos comentários!!

Boa leitura!

Capítulo 15 - Natasha Romanoff (Parte II)


Fanfic / Fanfiction Romanogers One Shots - Capítulo 15 - Natasha Romanoff (Parte II)

Natasha Pov

- Eles realmente te amam - comentou Gamora ao meu lado, enquanto víamos o resto dos vingadores lamentando minha morte.

- Eles são minha família, tenho muito orgulho deles - digo entre lágrimas - Não me arrependo nada do que fiz.

Desde que fiquei presa a essa maldita pedra, encontrei Gamora, que Thanos matou para ganhar a pedra, e percebi que o tempo dentro da pedra é diferente do tempo real, morremos em épocas diferentes, mas, parecia que tínhamos morrido no mesmo dia. Esse universo é louco.

- Eles parecem ser bem interessantes para simples humanos - comentou Gamora.

- Ah não são apenas humanos - digo sorrindo - Tem um ali que é um Deus. E o nome dele é Thor, filho de Odin.

- Conte-me mais sobre esse Deus - pediu Gamora.

- Ele é uma figura - comentei perdida nos meus pensamentos - Tem esse jeito mandão e todo poderoso, mas, tem um coração enorme. Lembro-me no dia que apresentamos a ele o beisebol.

Os vingadores conseguiram uma folga de seus afazeres, coisa rara em anos, e como Thor estava na terra visitando-os, Tony resolveu levar todos para uma partida de beisebol, conseguindo ingresso para os melhores lugares do estádio.

Steve e Clint ficaram encarregados de explicar a Thor como era o jogo, enquanto o resto esperava começar o jogo.

- Mas, porque eles usam um taco para lançar uma bola? - perguntou Thor confuso - Com meu martelo, a bola voaria para mais longe e seria mais fácil de acertar a bola - disse mostrando o martelo.

- Sério, Thor? Você trouxe o seu martelo para um jogo de beisebol? - perguntou Tony - Eu não estou crendo no que eu estou vendo - disse balançado a cabeça.

- Ora eu não sabia o que era, achei melhor trazê-lo - justificou Thor - Vai que algum maluco apareça aqui de repente e nos pegue, melhor estar prevenido.

- Único maluco aqui é você, Thor - disse Natasha rindo.

Eles ficaram discutindo durante todo o tempo, até que o jogo realmente começou, calando-os para prestar atenção ao jogo. No primeiro tempo, Thor perguntava mais que assistia, Clint desistiu de explicar pro amigo, e ficou a encargo de Steve explicar as regras, mas, pelo tempo, ele também já estava perdendo a paciência, enquanto Natasha ria, Tony ignorava e Bruce ficava calado.

Quando terminou o primeiro tempo, quase todos se levantaram do camarote para ir fazer algo. Thor também queria sair, mas, não sabia andar pelo estádio, então alguém teria que ser seu guia, agora quem seria o azarado, seria problema.

Depois de algumas discussões, ficou a cargo de Natasha acompanhar Thor num passeio pelo estádio, com a desculpa dela conhecer muito bem aquele estádio, mas, ela bem sabia que os outros acham que ela era babá deles. Mas, no fundo ela até que não achou ruim, ela gostava de Thor, era um bom amigo e divertido.

Eles saíram do camarote indo em direção aos corredores, enquanto Natasha explicava que eles não poderiam ir muito longe por que iriam se perder, mas, Thor parecia tão curioso que ela se deixou levar pelo lugar.

Chegaram à parte da praça de alimentação que estava lotada nesse momento de intervalo, com várias pessoas pedindo comida antes que iniciasse o próximo tempo de jogo.

- Está impossível de comer algo aqui - disse Natasha revirando os olhos.

- Por que, amiga aranha? - perguntou Thor confuso.

- Você vê esse pandemônio? - disse Natasha apontando para as pessoas - Das duas uma, ou assistimos o resto do jogo ou ficamos aqui esperando alguma comida ser servida.

- Eu tive uma idéia melhor - disse Thor - Eu sou príncipe de Asgard, tenho privilégios com meu povo, acredito que aqui eu também tenha.

- Thor essa idéia pode não sair bem - disse Natasha.

Mas, antes que ela terminasse de falar sua opinião, Thor foi logo a puxando pelo meio da multidão, empurrando algumas pessoas para saírem do caminho, com a desculpa de ser o príncipe de Asgard e que deveria ser servido primeiro que todos. Natasha queria um buraco para enfiar sua cara por tanta vergonha, as pessoas estavam indignadas, dizendo alguns desaforos, mas, poucos teriam a coragem de bater de frente com alguém tão grande como Thor.

- Então amiga aranha o que temos aqui de bom - exigiu Thor quando chegaram à bancada de uma das lanchonetes.

- Qualquer coisa que seja rápido antes que nos tirem daqui à força - disse Natasha revirando os olhos - Dois cachorros quentes e dois refrigerantes devem basta para nós.

- Mas, e os outros? - perguntou Thor confuso.

- Eles que venham pegar - rebateu Natasha - Além do que é difícil andarmos por ai com seis cachorros quentes e seis refrigerantes, seria uma missão impossível.

Depois de uma breve discussão, Thor acabou concordando com Natasha e pediram o combinado. Pegaram e foram saindo no meio da multidão, recebendo mais alguns desaforos, até que um corajoso surgiu no meio da multidão e partiu pra cima de Natasha, que foi pega de surpresa.

- Ei sua vagabunda, quem você pensa que é para passar na nossa frente? - gritou o homem empurrando Natasha, fazendo-a cair no chão, derrubando o cachorro quente e o refrigerante na roupa.

Antes que Natasha levanta-se para dar uma surra no sujeito, o mesmo foi levantado pelo colarinho da camisa por um Thor muito furioso.

- Peça desculpas - exigiu quase estrangulando o sujeito.

- Calma Thor - disse Natasha levantando-se e indo até o amigo, antes que ele fizesse alguma besteira - Está tudo bem.

- Não - disse Thor ainda segurando o cara pela camisa - Ninguém machuca minha amiga e fica por isso. Peça desculpas!

- Ok ok. Desculpe moça - disse o cara assustado - Mil perdões.

Ele ainda pediu mais algumas desculpas até que Thor deu-se por convencido e soltou-o. Natasha saiu puxando o amigo para longe dali, ela foi até o banheiro feminino tentar se livrar de toda a sujeira da camisa, mas, não adiantou de nada, então se deu por vencida e saiu frustrada. Thor vendo seu desamparo tirou o casaco que estava usando e ofereceu para ela usar.

- Não, Thor, você vai ficar com frio - disse Natasha.

- Nada disso - disse Thor insistindo - Você ficou suja por minha causa, nada mais que justo.

No fim Natasha aceitou o casaco e dividiu com Thor o que sobrou. Depois retornaram para o camarote, recebendo olhares estranhos por ela estar vestindo um casaco que praticamente caberia 3 dela. Mas, ela preferiu ignorar e sentou-se ao lado de Thor para terminar de assistir a partida.

- Nunca vi uma pessoa correr tanto - digo lembrando-me do cara da praça de alimentação - Parecia que estava numa corrida e queria chegar em primeiro lugar.

- Nossa, eu imagino - disse Gamora rindo - Deve ter sido muito divertido.

- Ah com Thor, boa parte do tempo é divertido - digo sorrindo.

Depois de um tempo, Bruce/Hulk aparece jogando um banco para longe num ataque de raiva. Aquilo foi de cortar o coração se eu estivesse lá iria tentar acalmá-lo.

- Quem é esse monstro verde? - pergunta Gamora confusa.

- Esse é o Bruce/Hulk - respondo - Ele era um cientista que tinha um monstro interior que aparecia quando estava com raiva. De uns anos para cá parece que ele entrou de acordo com o Hulk, que é esse monstro verde que ele tem dentro de si, e ambos tornaram-se um só.

- Ele parece estar possesso de raiva.

- Ah você não o viu quando uma noite resolvemos jogar Uno - digo rindo com a lembrança - Ele quase destruiu o lugar que estávamos.

Os vingadores estavam na torre, na sala comum, aproveitando a noite de folga, mas, nada de bom passava na TV ou algo os distraia ao ponto de relaxarem ou curtirem a noite, estava um tédio total.

- Vamos jogar - suspirou Tony - Estou morrendo de tédio.

- E qual você sugere, Stark? - perguntou Steve.

- Que tal Uno? - disse Tony sorrindo - É um jogo divertido e bem competitivo. E vai na sorte!

- Sei não, Stark. Isso não está me cheirando bem - disse Natasha.

- Claro você está ao lado do picolé - disse Tony em tom de deboche - Vai que a carne dele estragou, depois de descongelar.

Tony teve que se abaixar antes que fosse atingido por uma almofada lançada por Steve. Depois de muitas explicações para Thor que não tinha a mínima idéia de que se tratava esse jogo, concordaram em jogar, todos menos Natasha que ainda estava insegura.

- Você tem certeza Stark? - pergunta Natasha desconfiada.

- Vai por mim, ruivinha, vai ser divertido - disse Tony confiante.

- Mas, estamos falando de jogar Uno com Bruce - disse Natasha - Você sabe muito bem que quando ele fica com raiva a coisa fica preta. Isso não vai dá certo.

- Vai sim você vai ver - disse Tony.

Natasha negou fielmente participar, sabendo muito bem que aquilo poderia muito bem dar em merda, mas, ele não se deu por convencido e disse que só jogaria se todos concordassem. Formaram um círculo, Tony embaralhou as cartas e depois saiu distribuindo-as para cada participante, daí começaram a jogar.

Primeiro o jogo começou calmo e divertido, uma hora Tony ganhava, outra era Steve, outra Natasha, outra era Clint e outra era Thor, mas, Bruce acabava sempre por ultimo, ou ficando com mais cartas ou não batendo antes que alguém batesse antes dele, aquilo estava enfurecendo-o por dentro. Ele sabe que é um jogo, mas, ele não estava gostando nada daquilo. Quando ele pegou uma mão boa ele pensou "Agora sou eu"

- Uno! Jogo +2, sinto muito capitão - disse Bruce vitorioso.

- Essa não é comigo - disse Steve jogando uma carta igual.

Passou para Tony, que jogou outro igual, passou para Thor que fez o mesmo, depois para Clint que também tinha uma, e só faltava Natasha, Bruce olhou para ela como se pedisse piedade, mas, ela deu um sorriso de deboche e jogou mais uma carta igual.

Bruce olhou para a sua, que era um coringa, e viu que ia ter que pegar 12 cartas, aquilo foi à fagulha para fazê-lo explodir de vez. Ele então jogou as cartas num acesso de raiva, não só espalhando todas as cartas, como a mesa, assustando a todos.

- O segurem antes que ele vire o Hulk - gritou Tony.

Steve e Thor partiram para segurar Bruce que estava ficando praticamente verde, enquanto Natasha tentava falar alguma coisa para acalmar Bruce, mas, nada adiantava, ele estava ficando cada vez mais verde e cada vez maior, jogando Steve e Thor para longe.

- Calma Bruce - dizia Natasha - Somos seus amigos, é apenas um jogo, não precisa ficar com raiva.

- Não - gritou Bruce já ficando praticamente o Hulk.

Quando o Hulk apareceu, a coisa ficou preta. Ele praticamente jogava as coisas ao redor nas paredes ou nas pessoas, e quando Steve, Thor e Clint se juntaram para partir para a briga Hulk jogou o sofá neles, sorte que abaixaram a tempo, antes que ficassem seriamente machucados. Tony estava tentando com Jarvis alguma armadilha para prender o Hulk, enquanto Natasha gritava para Bruce voltar a si, mas, nada estava funcionando, pelo contrário estava deixando-o mais furioso.

- Eu disse que isso ia dá em merda - reclamou Natasha.

- Agora é tarde para reclamar, Romanoff - disse Tony enquanto se protegia dos objetos jogados - Temos que achar alguma coisa para ele voltar a si.

- E você acha que estamos fazendo o que, Stark? - rebateu Steve desviando de uma cadeira.

- Parem de brigar vocês dois - gritou Clint - Vamos primeiro cuidar dele depois discutimos o que estamos fazendo.

- Você não manda em mim, Legolas - disse Tony.

A paciência de Natasha já estava nos limites e quando todos discutiam quem estava certo ou errado, quem fazia o que e Hulk destruía a sala, a paciência foi pra lua. Puxou uma arma e deu 3 tiros para cima, assustando a todos, e chamando a atenção  de Hulk que parou para olhar o que estava acontecendo.

- Chega - gritou frustrada - Somos adultos pelo amor de Deus, e não crianças, cresçam.

- Mas, Nat, o Tony - começou Clint.

- Stark nada, você nada... Ninguém nessa sala nada está fazendo - disse Natasha praticamente gritando - Só está piorando as coisas. E nada está sendo resolvido. Isso aqui parece um circo dos horrores e não a sala comunal da Torre dos Vingadores. Vocês quatro - disse apontando para Tony, Steve, Thor e Clint - Tratem de arrumar essa bagunça, já.

- Você não manda em mim, Romanoff - disse Tony.

- Quer testar minha paciência, Stark? - perguntou Natasha ameaçadoramente - Ou quer testar quantas balas eu ainda tenho?

Com muitos resmungos, concordaram com a situação, enquanto Natasha ia até Hulk, com passos firmes.

- E você - disse apontando para ele - É melhor voltar ao normal e crescer, também.

- Eu sou o Hulk, e Hulk não obedece ninguém - disse Hulk teimosamente.

- Ah mais vai obedecer sim - disse Natasha apontando um dedo para ele - É melhor você me obedecer antes que eu me zangue com você e faça de você um picadinho de carne verde. E acredite, vou ser capaz de fazer isso, então trate de voltar a ser Bruce. Você não vai querer me ver zangada, Hulk!

Hulk embora não demonstrasse sentiu medo da ameaça, ele bem conhecia Natasha e sabia que deixá-la zangada não era bom para saúde, então se acalmou até voltar a ser o Bruce.

- E você Stark - disse Natasha se virando para Tony - É melhor deixar a gente escolher o que fazer, antes que alguma merda como essa acontecer.

- Sim senhora - concordou Tony.

- E você não teve medo? - perguntou Gamora.

- Até que tive - confessei - Mas, ou eu o colocava no lugar, ou ele colocava o lugar sobre nossas cabeças.

Rimos mais um pouco e continuamos vendo o que acontecia fora da pedra. Até que Tony segurou a pedra com uma luva, provavelmente para botá-la num dispositivo para ativar todas as pedras.

- E esse barbudinho, quem é?

- Tony Stark - digo revirando os olhos - O ser mais irritante desse planeta. Se você quer escutar piadas ruins, bregas e sem graça, esse é o cara.

- E eu que pensei que o Peter Quill era chato - confessou Gamora.

- Ah por que você não conhece o Tony - comentei rindo - Ele vivia fazendo experiências em seu laboratório, geralmente nós éramos seus cobaias.

- Dessa vez vai dá certo eu juro - disse Tony para a sua platéia.

- Stark, faz mais de duas horas que estamos nessa ladainha e até agora não deu resultado nenhum - dizia Steve frustrado.

- Tenha fé em mim picolé - dizia Tony confiante - Tenho certeza que achei a formula para o seu super soro.

Depois de algumas missões, os vingadores acharam alguns arquivos da Shield do tempo antes de Steve virar o super soldado, Tony como era de se esperar achou que era uma fórmula para o super soro e que ele seria capaz de fazer isso dá certo. Ele estava trabalhando nisso há dois dias e só agora chamou a equipe para ver o resultado.

- Sei não, pressinto problemas chegando - comentou Natasha pouco convencida.

- Obrigada pela pouca fé vermelhinho, mas, você irá ficar muito feliz quando receber uma dose dessa maravilha - disse Tony.

- Duvido - rebateu Natasha.

Tony resolveu ignorar o comentário e continuou a manipular a máquina e os soros, até que se deu por convencido.

- Pronto, agora só precisamos de um voluntário - disse virando-se para a platéia.

- Eu já tomei, to fora - disse Steve.

- Eu já tenho meu martelo, não preciso de um super soro - disse Thor.

- Eu prefiro nem comentar sobre minha condição - disse Bruce.

- Eu tenho amor a minha vida - disse Clint.

- Não, já fiz muito por vocês, testar isso daí é que eu não vou - disse Natasha.

- Vamos pessoal, é só um teste, mal não irá fazer - disse Tony - Imagine terem a força e a resistência do Capitão América, seria incrível, fora a resistência ao gelo - provocou fazendo Steve revirar os olhos.

- E por que você mesmo não testa? - perguntou Natasha como se fosse à coisa mais óbvia do mundo.

- Se eu for, quem vai acionar a máquina? - rebateu Tony.

Ficaram num impasse e resolveram tirar a sorte no palitinho, tirando Steve e Tony, os outros participaram, para o azar de Natasha, ela tirou o palito menor, então ela quem iria ser a cobaia.

- Juro Stark, se eu morrer, volto para puxar seu pé - disse Natasha ao ser colocada na máquina.

- Você irá me agradecer isso sim - disse Tony, começando todos os procedimentos.

Tony com a ajuda de Bruce ajustou a máquina e as cápsulas que continham o soro, enquanto o resto da equipe assistia o desenrolar da história, depois que foi fechada a máquina Tony começou a aumentar a potência para acionar a máquina. Quanto ficava mais forte, mais a luz que ela transmitia ficava quase ofuscante, como o sol refletido no espelho, sorte que estavam de óculos de proteção.

Quando a máquina chegou à potência máxima, as luzes se apagaram e a energia da cidade de Nova York foi para o beleléu.

- Mas, que merda foi essa Stark? - gritava Clint no meio da escuridão.

- Acredito que a luz tenha acabado, Legolas - rebateu Tony.

- É nada, tu jura? - perguntou Clint debochadamente.

Antes que entrassem numa briga, batidas eram audíveis vindos da cápsula pegando todos de surpresa.

- Ei pessoal - gritava Natasha - Estou me sentindo meio sufocada aqui dentro, será que dá pra algum retardado de vocês me tirar daqui?

Começou um pandemônio naquele laboratório, Steve, Thor e Clint tentaram a todo custo abrir a máquina, mas, era pesada demais para se aberta, parecia estar lacrada a fechadura, e não poderiam quebrar a máquina com Natasha dentro, sem machucá-la. Tony e Bruce custavam a todo tempo reativar a força da energia, mas, nada estava dando certo.

- Eu juro que eu te mato, Stark - gritava Natasha desesperada.

- Calma vermelhinho, já vamos tirar você daí - dizia Stark frenético.

- Stark pelo amor de Deus, a tire de lá - gritava Steve enquanto lutava com a fechadura - Ela não pode ficar lá sem respirar.

- E você acha que eu estou tentando fazer o que? - perguntou Tony frustrado - Posso ser doido, mas, jamais teria a intenção de machucá-la.

- Pois isso não é o que parece - rebateu Clint - Abra essa maldita máquina, Stark.

- Não tem como sem energia - gritou Tony - Temos que arranjar um jeito de energizar a máquina para abri-la.

- Não sei se você percebeu, mas, estamos sem luz - rebateu Steve - Ache outro jeito - exigiu.

Começaram mais uma discussão das grandes, enquanto Natasha exigia ser solta, até que Thor cansado daquilo tudo, pegou seu martelo.

- Afastem-se - exigiu mirando a máquina.

- Thor isso pode não ser uma boa idéia - disse Tony.

- Mandei se afastar - disse Thor.

Quando todos se afastaram, Thor reuniu alguns raios e jogo-os na máquina para energizar, demorou algum tempo, todos ficaram em silencio, até que algumas luzes começaram a ascender, e a máquina e a luz da cidade voltou ao normal. Tony tratou logo de destravar a máquina e abri-la. Quando Natasha foi libertada, ela caiu de joelhos no chão a procura de ar.

- Juro... Que... Eu... Te... Mato... Stark - gaguejou ofegante.

- Foi mal ruivinha - dizia Tony arrependido - Juro que nunca tive a intenção de machucá-la - disse sinceramente.

- E você ficou super forte? - perguntou Gamora rindo.

-Nada - digo revirando os olhos - A única coisa que ganhei foi uma semana na ala médica por causa do soro, por que me acabou causando uma crise alérgica. Além do Stark ficar atrás de mim, pedindo desculpas o tempo todo.

- Parece bem chato!

- Nem me fale - digo suspirando.

Ficamos ouvindo vozes, e uma delas é Steve liderando quem iria ativar a manopla enquanto os outros discutiam quem iria usá-la.

- Quem aquele chefão? - perguntou Gamora apontando pra Steve.

- Steve Rogers, o Capitão América - explico - Você iria perder a paciência com ele em dois minutos, por que ele é muito lerdo para entender as coisas.

- É seu namorado? - pergunta Gamora suspeitando.

- Não - digo corando de leve - É meu melhor amigo. Além do que ele é apaixonado pela mesma mulher faz mais de 70 anos. Resolvemos levá-lo para um parque aquático, não saiu muito bem como planejamos.

Estava tão quente que nem o ar condicionado mais potente do mundo abafaria o calor na Torre dos Vingadores. Por mais leve que fossem as roupas, o calor entrava na pele, até Steve estava pensando em seriamente entrar no gelo para tirar umas férias.

- Achei a solução - disse Stark entrando na sala comunal onde a equipe estava jogada no sofá.

- Stark da ultima vez que você algo assim passei uma semana internada - rebateu Natasha - Não estou a fim de ser mais uma cobaia sua.

- Calma ruivinha, dessa vez a coisa não vai doer, e mais uma vez peço desculpas pelo ocorrido - disse Tony confiante - Estou falando desse calor que está assolando nossa cidade. Resolvi reservar ingressos um parque aquático.

Bem, aquela idéia era tentadora demais. Passar um dia todo dentro d'água nesse calor não seria ruim, seria maravilhoso. Todos ficaram de pé e foram arrumar suas coisas, para passarem o dia no parque aquático. Depois de tudo pronto, pegaram um carro reservado só para eles e foram para o parque aquático.

Quando chegaram lá, foi difícil encontrar estacionamento, pois, não eram apenas eles que resolveram tirar o dia para ir tomar banho de piscina, parecia que o resto da cidade tinha tido a mesma idéia.

Tony saiu liderando a turma depois de desembarcarem do ônibus, claro que chamando a atenção de algumas pessoas ao redor que mal acreditavam que o Tony Stark estava ali. Depois de algumas fotos, autógrafos e conversa jogada fora, eles entraram no parque aquático que estava lotado, a sorte que Tony reservou um canto privado para eles.

- Bem, não sei vocês, mas, estou doido para entrar na piscina - disse Stark ficando apenas de bermuda.

- Na realidade eu nunca vim a um parque aquático - confessou Steve, ainda com a bermuda e a camisa.

- Eu não faço a mínima idéia do que seja isso - disse Thor confuso.

- Vamos Steve e Thor, vai ser divertido - disse Natasha tirando o vestido e ficando apenas de biquíni ganhando alguns assobios - Melhor vocês calarem a boca ou vou castrá-los.

Natasha para variar ficou com o papel de guia turística de Thor e Steve pelo parque, enquanto o resto da trupe ia aproveitar a piscina. Mesmo com dois marmanjos ao seu lado, alguns homens assobiavam e soltavam gracinhas para ela, e isso estava incomodando Steve.

- Relaxa Rogers, são apenas uns idiotas - disse Natasha - Venha vamos tomar banho na piscina de ondas.

- Piscina de ondas? - perguntou Thor confuso.

- É uma piscina normal, Thor - explicou Natasha - Apenas tem certo momento que começa a sair ondas, parece que estamos no mar.

- E o que é o mar? - perguntou Thor mais confuso.

- Venha, vou mostrar a você - disse Natasha puxando Thor e Steve para a piscina.

Natasha os orientou a pegarem algumas bóias, para poderem ficar no fundo, onde as ondas ficariam intensas, acabaram encontrando uma bóia grande que caberiam os três dentro. Primeiro Steve ficou sentado na escada, segurando a bóia para que Natasha e Thor se sentassem, depois sentou no meio dos dois.

- Nossa como é refrescante - disse Natasha jogando água sobre sim mesma para abafar o calor - Por mim, passaria o dia aqui.

- Passa o dia comigo gatinha - disse um garoto a poucos metros deles - Prometo que você não irá se arrepender. Deixa esses dois manes e divida a bóia comigo.

- Nos seus sonhos - rebateu Natasha revirando os olhos.

Depois de alguns minutos, as ondas começaram a aparecer, levando a galera ao delírio. Natasha ria das caras de surpresa de Steve e Thor, quando sentiram a bóia subir e descer ao ritmo das ondas.

- Isso é muito divertido - disse Thor animado - Quero mais, mais - disse balançando a bóia.

- Thor, cuidado. Balançando assim a gente vai... - disse Natasha, mas, antes que ela terminasse de falar a bóia virou, com os 3 ocupantes dentro.

Natasha quase parou no fundo da piscina e nadou em direção a superfície em busca de ar, ah quando ela encontrasse Thor ele estaria seriamente enrascado. Ela saiu procurando seus amigos no meio daquela gente toda.

- Thor, Steve, onde estão vocês? - perguntou em alto bom som, não vendo nenhum sinal deles.

Ela nadou por entre as bóias e as pessoas que se aventuravam a nadar nas ondas sem as bóias, mas, estava ficando mais difícil achar aqueles dois cabeças ocas, ela rezava a qualquer Deus que existisse que eles estivessem bem, não tinha certeza se qualquer um soubesse nadar, mas, bem, eles tinham poderes, nadar seria besteira. Ela estava a ponto de subir na escada para ver de cima quando foi puxada, caindo no colo de alguém.

- Ei gatinha - disse o mesmo garoto que, alguns minutos atrás, tinha soltado uma graça pra ela - Não disse que iríamos dividir uma bóia juntos? Desistiu daqueles manes?

- Acho melhor você me soltar, se não quiser sair machucado - ralhou Natasha tentando controlar sua raiva.

- Calma gatinha, vamos no divertir - disse alisando o braço dela.

Antes que Natasha quebrasse os dedos daquele idiota, este foi puxado com violência da bóia, fazendo Natasha voltar a cair na piscina. Hoje realmente ela tinha acordado com o pé esquerdo, ela voltou à superfície a tempo de ver um Steve Rogers furioso, que estava na fora da piscina perto da borda, segurando o garoto pelos ombros.

- Acho melhor você ter modos ao falar com uma dama - exigiu com raiva.

- Meu irmão me solta - exigiu o garoto tentando se soltar - Você não tem idéia com quem está se metendo.

Natasha saiu da piscina para apartar a briga, antes que se tornasse algo pior.

- Steve, solte esse idiota - disse Natasha chegando ao lado do amigo - Vamos ele é um imbecil como qualquer outro, não faça caso por causa disso.

- Não antes que ele peça desculpas - disse Steve ainda com raiva - Vamos peça desculpas a dama, ou eu juro que vai se arrepender de quando nasceu.

Depois de alguns argumentos e de alguns apertos de Steve, o garoto caiu em si, quando vi que não teria a mínima chance de lutar com um cara tão forte quanto Steve, desistiu e pediu desculpas a Natasha, que apenas revirou os olhos e aceitou as desculpas.

- Vamos, vamos à piscina infantil - disse Natasha saindo com Thor e Steve - Talvez lá você não arranje confusão - disse com raiva, sobre protesto dos amigos.

- Nossa que violência - comentou Gamora rindo.

- Você não tem idéia - digo coçando minha testa - Quase fomos expulsos por causa disso, e lá ia nosso dia relaxante na piscina, depois dessa não voltamos para a piscina de ondas.

- Eu imagino - disse Gamora - A cada história que você conta fico cada vez mais encantada com esses seus amigos.

- Eles são especiais - digo sorrindo - Eles dão dor de cabeças, mas, valem muito à pena. Não há jóia do infinito que se compare a eles.

Ficamos mais uma vez caladas, quando Clint aparece em cena, meus olhos se enchem de lágrimas, ele foi uma das razões de eu ter pulado aquele penhasco, da mesma forma que ele me salvou no passado, eu o salvei.

- Esse é o seu irmão, eu suponho? - perguntou Gamora.

- O próprio - digo com um sorriso triste - Durante a busca pela pedra da alma, brigamos pela chance de se sacrificar para o outro obter a pedra. Eu não poderia deixá-lo morrer, ele merece viver e ser feliz com sua família.

- E você não? - perguntou Gamora.

- Prefiro não pensar nisso - confesso - Não me arrependo do que fiz. Ele é meu melhor amigo, nunca o deixaria na mão, a não ser naquela vez que ele resolveu testar nossos estômagos num parque de diversões.

- Vou dizer mais uma vez, essa idéia vai dar errada - diz Natasha revirando os olhos.

- Tenha fé Tasha - diz Clint confiante - Você vai gostar.

- Lembro que me disseram isso, e acabei quase expulsa de um parque aquático - rebateu Natasha.

Como Clint e Natasha estavam em missão, eles estavam sozinhos na cidade, terminaram com o trabalho e resolveram curtir a cidade antes de embarcar amanhã de volta para casa. No caminho acharam um parque de diversões com várias atrações, para adultos e crianças.

Clint estava animado para ir nos brinquedos mais radicais que haviam no parque, e Natasha estava cética, conhecia bem o amigo e suspeitava que aquilo não iria acabar bem, mas, quem ela para tirar sua alegria, então embarcou com ele nos brinquedos.

Primeiro foram num que as cadeiras giravam a toda velocidade, Clint ficou bem animado, gritando a cada giro enquanto Natasha reclamava que ela iria ficar surda com os seus gritos.Depois foram no barco pirata, claro que foram na ponta, o rapaz que operava o brinquedo teve que gritar umas 5 vezes com Clint para que este parasse de ficar em pé no brinquedo, por medida de segurança, Natasha queria que alguém abrisse um buraco no chão e a engolisse.

Depois foram na espaçonave que virava de ponta cabeça. Natasha já sentia que seu estômago não estava indo bem, mas, foi, quando saiu, pediu a Clint que parassem um tempo para depois ir a outro brinquedo antes que ela colocasse todo o almoço para fora. Eles sentaram no banco ali perto e ficaram admirando as pessoas que passavam.

- Isso é tão bom - disse Clint sorrindo.

- Diga para você - disse Natasha suspirando - Meu estômago ainda não se estabeleceu desde o barco pirata. Você deveria parar, na sua idade é arriscado ficar girando nesses brinquedos.

- Ei, eu não sou o Rogers para ser tão velho - rebateu Clint - Vamos, Tasha, tenho 3 filhos, não tenho um dia desses faz muitos anos, tenho que aproveitar.

- Bem depois não diga que eu não avisei - disse Natasha.

Depois de alguns minutos acabaram na sala dos espelhos, onde Clint ficou se escondendo de Natasha, fazendo vários sustos nela, até que ela levou um susto daqueles e deu um belo tiro no espelho onde ele usava para se esconder. As pessoas que estavam no brinquedo saíram correndo desesperadas e alguns guardas adentraram para pegar o atirador. Só não levaram Natasha por que ela prometeu não atirar mais, e explicar por que ela andava com uma arma num parque de diversões.

- Se Stark estivesse aqui, teria um cofre cheio de piadas sobre isso - disse Clint rindo, enquanto saiam da sala de espelho, depois que Natasha pagou o prejuízo.

- Sério Barton - diz Natasha revirando os olhos - Eu quase fui expulsa do parque e você está preocupado com o idiota do Stark.

- Eu não tenho culpa se você atirou no espelho - disse Clint dando os ombros - Pensei que você controlaria sua raiva.

- Eu não sou o Bruce e muito menos o Hulk, para controlar minha raiva - rebateu Natasha - E acho melhor o senhor ficar calado se quiser continuar vivo até Lila se casar.

- Ei minha bebê só vai se casar só aos 35 anos - disse Clint.

- Sei - disse Natasha - Vai sonhando, Barton! Vai sonhando!

Eles pararam para comer e passearam no parque até que viram jogos de tiro ao alvo, eles se entreolharam e sorriram um para o outro, aquilo iria ser divertido.

- Vamos apostar? - perguntou Clint.

- Você ainda pergunta - respondeu Natasha.

Eles foram até as barracas, Clint bem queria algum jogo de arco e flecha, mas, só tinha o de tiro, então acabaram ficando com esse. Compraram as balas e apostaram quem ganhava mais prêmio naquela barraca.

A cada tiro um prêmio era derrubado, desde ursos grandes a chaveiros pequenos ou bugigangas de vários tamanhos, Clint derrubava um, Natasha ia lá e derrubava outro, e quando terminavam as balas, eles compravam mais. Era tanto prêmio que algumas pessoas ficaram ao redor deles assistindo a disputa.

- Desista Romanoff - disse Clint derrubando um urso gigante.

- Jamais, Barton - rebateu Natasha derrubando outro do mesmo tamanho.

Teve uma hora que o homem da barraca proibiu eles jogarem, pois estava quase ficando sem prêmio, de tão bons que eles eram, mesmo sobre os protestos de Clint que disse que aquilo era injusto. Ele e Natasha pegaram seus prêmios e foram até uma barraca de acertar a boca da garrafa.

- Vejo um desafio a frente - disse Natasha piscando para Clint.

- Desafio aceito - disse Clint piscando de volta.

Compraram as argolas e começaram a jogar, de inicio até que não foram muito bem, mas, depois que descobriram os truques, os prêmios caiam de montão aos pés deles. Era impossível decidir quem era melhor naquele jogo, por que Clint acertava uma garrafa, Natasha acertava outra garrafa. Até como aconteceu no tiro ao alvo, o dono da barraca os expulsou dali, por estarem praticamente levando todos os prêmios.

- Onde vamos levar tudo isso? - perguntou Clint com os braços amontoados de prêmios.

- Escolha alguns que você realmente quer fica o resto podemos doar para as crianças nesse parque - disse Natasha colocando os prêmios em cima de um banco.

Depois de algumas escolhas, principalmente para os filhos de Clint e os amigos de equipe, eles saíram distribuindo os brinquedos pelo parque, dando as várias crianças que ficaram super animadas, e até alguns adultos, que ficaram muito agradecidos. Depois de colocar os prêmios que ficaram no porta malas do carro, eles decidiram ir na roda-gigante para se despedir daquela noite mágica.

- Essa vista é linda - comentou Natasha quando chegaram ao topo da roda-gigante - Parece que estamos flutuando no espaço.

- Exagero, Nat - disse Clint rindo.

- É sério - diz Natasha sorrindo - Lembro que quando era mais jovem, sempre quis saber como era o espaço, e imagino ter uma vista tão bela como esta. Imagina viajar entre planetas que ninguém descobriu. Fazer amizade com pessoas de outro mundo. Vejo Thor falar tão bem de seu mundo e de seu povo que me pergunto se os povos dos outros mundo são tão interessantes quanto os de Asgard.

- Você está viajando, Nat - disse Clint - Já basta cuidarmos desse planeta enorme, se cuidarmos de outros, estaríamos encrencados.

- É você pode ter razão - disse Natasha suspirando - Mas, isso não tira meu sonho de conhecer o espaço.

- E cá estou eu - digo entre lágrimas, depois de contar a história - Posso não ter conhecido muitos planetas, mas, realizei meu sonho de conhecer parte do espaço.

- Sua vida não foi fácil - comenta Gamora.

- Não mesmo, mas, quando pensei que tudo estava perdido, Clint me achou e me trouxe para essa turma de loucos - digo sorrindo - Posso repetir mil vezes minha morte, mas, não mudaria nada. Posso me arrepender de várias coisas, mas, dessa não me arrependo.

- Você acha que eles vão ficar bem?

- Acredito com o tempo sim - confesso sorrindo entre lágrimas - Os ensinei a levantarem a cabeça e seguirem em frente. Os ensinei bem a serem o que são. Mesmo não estando ao lado deles, onde estiver estarei com eles torcendo para que vivam bem e felizes, mesmo que eu não esteja lá para chutar suas bundas quando fizerem algo idiota. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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