História Romanticamente, Falando?. - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Personagens Grimmjow Jaegerjaquez, Ichigo Kurosaki, Nemu Kurotsuchi (Nemuri Nanagou), Orihime Inoue, Rukia Kuchiki, Ulquiorra Schiffer
Tags Diversão, Grimnem, Ichihime, Ulquiruki
Visualizações 16
Palavras 3.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ta legal o nome do cap é referente a Rukia e o Ulquiorra.

Foi preciso ta?

Eu iria atualizar ontem mas, eu acabei que saindo este fim de semana e voltando para casa a tarde, a noite, bom a noite ouve uns

Capítulo 20 - Simples, Romantico, Adeus


 

 

Por: Yoka-Cahn

 

Orihime on

 

 

Você tem muitos problemas, eu sei, Eu tenho medo no coração, Congelado vendo você vazar, Bato na sua porta Podemos recomeçar? Meu celular começou a vibrar cantando em cima do criado-mudo.

Talvez um dia a gente se resolva, Talvez tu seja mais uma cicatriz, Mas sempre que falam de ti, Lembro da sua mão na minha, Meu deus,o que é que eu fiz? Ainda penso muito em ti, A vida não tem sido justa, Você sabe, ainda to aqui, Sua falta ainda me assusta. Fiquei ouvindo a musica repetir ao olhar para o teto. Com alguns flash black de ontem. Ele estava despedindo de mim... Mas de alguma forma aquela despedida me machucou, e pensando bem só agora percebi o estrago. Meu celular tornou apitar novamente e me levantei. Arrependendo de imediato pela dor de cabeça. O peguei e desbloqueei, assim que li e reli a mensagem travei. Não podia ser verdade. Então foi por isso que fora tão real aquela despedida? Só pude lamentar juntamente as lagrimas que pingara na tela do celular, este mesmo que apagou assim como minha motivação em sair daquele quarto.

Off

 

 

Assim decidida a ficar recusa naquele lugar, voltara para baixo das cobertas. Ichigo era uma lembrança boa para si, por todos os momentos que passara com ele. Não se arrependia de nenhum delas. Saber que o mesmo estava de partida para outro país lhe partia o coração.

 

Então era assim que ele resolveria suas coisas? Bom, não tinha o direito de critica-lo, afinal agiu da mesma forma.

 

 

 

 

 

 

Fadiga, cansaço, era essas as palavras que definia Rukia naquele momento no café da manhã, ou melhor, no almoço com seu irmão. Era tarde. Mas assim que levantara imaginado ter que fazer almoço, já que era sábado. Encontrou o irmão terminando de desligar o fogo do fogão.

- Vejo que aproveitou bastante, Rukia- Observou com um sorriso fino ao rosto.

- Nem me fale- Abrira a geladeira e pegara uma garrafa de água, despejando o liquido ao copo.

- Fico feliz... Mas então, chegara uma correspondência para você- Voltou se para as vasilhas que lavava a pia.

- Onde?- Pediu ao colocar o copo a mesa.

-Esta na mesinha a sala- Respondeu-lhe.

- Você não trabalha hoje?- Perguntara ao caminhar para o cômodo próximo.

- Estou de folga da faculdade e do trabalho- Soltara alto, e observou o silencio da caçula.

- MENTIRA-O mais velho ouvira a menor gritar do outro cômodo e passos apressados, ao virar-se foi com tudo ao chão.

- EU PASSEI!! By PASSEI!- Exaltou-se em euforia, estava demasiada feliz, tanto que nem percebera as lágrimas escorrerem pelo rosto.

- Parabéns- O moreno desejou-lhe ao abraça-la, não se importando se ela estava pesada ou ao chão.

- Meu Deus... Não acredito- Limpara o rosto- To tão feliz sorriu.

- Ok, eu entendo, mas Rukia, você não é leve, me desculpe. Mas já não pesa 50 mais. - Respondeu o mais velho ao empurra-la para o lado.

- Não irei considerar esse seu comentário desnecessário- Levantou-se estendendo a mão para o irmão. - Estou muito feliz para dar ouvidos a esse tipo de comentário.

 

- Qual posição?- Perguntou o mais alto ao pegar o papel- Reforço meus parabéns. Primeiro lugar. Temos que comemorar.

- Sim, sim vou avisar as meninas, quero saber se a Inoue conseguiu, e também o Ulquiorra- Sorriu ao imaginar todos juntos.

- Oh, vai trazer o namoradinho para casa novamente?- Sorriu sarcástico.

- Não começa, graças a você estou traumatizada. Onde já se viu dizer aqueles absurdos de coisas... Tudo bem que adolescentes são movido pelos hormônios, mas não precisava palestrar sobre atividade sexual. - Viu a irmã bufar e sair da cozinha irritada. Após o dito. Assim gargalhou pelo constrangimento da mesma.

 

Sorriu, já deveria imaginar que ele arrumaria um jeito de deixa-la constrangida. Decidida a tomar um banho, pegara uma muda de roupa e toalha, quando estava dirigindo para fora do quarto escutara seu celular apitar. Caminhou ate o mesmo e o pegou, era uma mensagem de Ulquiorra. Seu coração bateu mais forte, não havia se falado depois da briguinha de ontem. Destravou a tela e leu. Era simples.

Podemos encontrar na pracinha a duas quadras da sua casa?

 

 

SimS2

Respondera feliz, jogara o aparelho sobre a cama e foi-se para o banho. Depois de muito demorar estava frente ao guarda roupa, sem saber que rouba usaria. Não havia nada que parecesse bonito para a ocasião. Lembrou que não havia abrindo o presente de Gueruy e assim o pegou e sentara a cama para abri-lo. Era um vestido azul de renda. Apalpou o tecido, maravilhada. Iria vesti-lo. Queria estar bonita, por ter conseguido, por ser uma formada e por que iria encontrar o cara que amava. Parou assim que pensara na palavra que dissera. Nunca havia dito aquelas três palavras para o moreno. Animou se, talvez seja hora Pensou. Desfez do pijama e vestira o vestido azul. Ele cairá muito bem em si, acentuando suas curvas principalmente seu bumbum grande. Foi ate o espelho do guarda roupa e olhara seu reflexo mexendo no cabelo, iria deixa-lo amarrado, mas havia ficado melhor solto. Assim passara um pouco de base e um batom rosa, um pouco de mascara para cílios. Decidiu que não passaria lápis ou delineador, odiava quando tinha que tirar. Iluminará a sobrancelha por ultimo, já que havia de feito ela e o cabelo no dia anterior. Aos pés, calçara uma sapatilha de bico na cor marrom de amarrar. Por ultimo deu uma borrifada de perfume e sairá do quarto.

 

- Não vai almoçar?- Byakuya estava à sala, assim que viu o perfume receder o local- Ah deixa, já vi que deve ter outros planos...

- Vou encontrar com o Ulquiorra -Começara Rukia ignorando a malicia em sua fala- Beijo-Assim passou dela porta.

 

- Adolescentes- Murmurou o mais velho ao pular os canais.

 

 

 

 

Rukia estava ansiosa para o encontro com o Schiffer, o avistou ao longe remexer ao celular, não havia notado sua presença. Apressou se a chegar ao local. Já perto o suficiente o saldou.

- Oie- Era notável animação e hesitação em sua voz, e assim que o moreno reposara o olhar na Mari se arrependera por ser aquele a lhe tirar o sorriso.

- Oi...- Seu tom de voz era ameno estava mais baixo do que o costume, fazendo a morena se preocupar.

- Oi...?- Não entendera, confusão era evidente ao rosto feminino.

- Eu tenho uma coisa pra te falar- Rukia sentiu seu coração apertar por algum motivo.

- Então, eu também tenho- Sorriu, ele ficaria surpreso se dissessem que estariam na mesma universidade. - Eu começo ou você?- Perguntou tentando esconder sua euforia.

- Vou ser rápido- Soou grosso da parte dele, mas a Kuchiki não desfez o sorriso- Parto hoje para Nova Zelândia, minha cidade natal. - Rukia não soube o que  fazer, manteria ou não o sorriso? Assim indagou monótona:

- Acho que terei que concertar meu Webcam- Por algum motivo seu sorriso foi falso, não sabia quando ele havia passado de contente para descontente. Assim sentara ao banquinho baixando a cabeça.

- Você não me entendeu, Rukia- Ponderou não sabendo quais palavras utilizar.

- Não, eu entendi sim... Vai ser assim? Você não me ama mais?- Temera pelas palavras dele, não queria que as coisas terminassem daquela forma.

 

- Não é isso..- O que diabos estava fazendo com a garota que amava? Perguntou-se ao semicerrar os olhos. Sentindo-se um lixo ao proferir aquelas palavras, mas antes mesmo que continuasse a mesma levantou a cabeça, não havia lagrimas. O que o assustou muito.

- Entendo, eu não sirvo pra você, aquele sentimento não passou de meras bobagens. Sendo assim você não me ama mais não é?- Seu sorriso era forçado.

- É, a gente não da certo juntos... E, eu não amo mais você- Queria muito ter soado confiante. Ao mesmo tempo em que não.

- Tudo bem, essas coisas estão sempre acontecendo. Desculpe-me por cultivar um sentimento estúpido assim, vou me esforçar pra arranca-lo de dentro de mim, então não se preocupe. - Queria muito correr para longe dele, mas não havia forças nas pernas, amassara o papel em mãos. - Não se preocupe estou bem- Reforçou.

Assim que reforçara suas palavras, vira o mesmo da-la as costas novamente. Outra vez, ele a deixava com o coração despedaçado a mão.

O Ulquiorra que conheci, jamais faria algo assim Pensou, sentindo os olhos arderem.

 

- Eu não vou chorar por você! Não vou- E mais uma vez o inevitável acontecia, diante dos seus olhos ele se distanciava, ele partiria e ela ficaria, como todos às vezes, e novamente aqueles sentimentos reprimidos em si. E as benditas três palavras atravessada na garganta. As lagrimas escorreram do rosto pingando sobre o vestido.

 

 

 

 

 

 

- Inoue você tem visitas- Sua mãe puxara a coberta que a cobria- Levante-se.

- Me deixe- resmungou- Diga que não estou, ou que morri, quero ficar sozinha.

- Ela se chama Masaki- Ignorou as asneiras que a filha dizia e colocou o envelope sobre a mesa- Sua correspondência, é sobre a UFSS- Assim a deixou.

Da faculdade.. Pensara. Masaki... já ouvira o nome.. Oh Masaki pulou da cama ao chão. E apressou em pegar uma muda de roupa e correr ao banheiro.

 

 

- Me desculpe pela demora. - Pediu ao se ajeitar no sofá.

- Imagine- Aos seus olhos ela estava com os olhos vermelhos? Pensou a ruiva mais nova.

- Irei fazer um café- Rangiku voluntariou ao deixa-la as sós.

- Vejo que queira falar comigo, mas se veio me ofender novamente vou pedi-la para ir embora. - Disse a mais nova ao arquear a sobrancelha.

- Não, jamais, peço desculpas por aquilo. Na verdade eu vi aqui para pedir que me perdoe pelas coisas que te fiz- Pediu ao ajoelhar aos pés da mais nova- Eu sei que não mereço- Seus olhos encheram de lagrimas- Por ter lhe oferecido dinheiro, ou por ter feito te demitirem...

- Espera ai- A Mari se levantou- Foi você?- Se exaltou.

- Eu sinto muito, mas eu pensava que estava tirando meu filho de mim, o afastando-o, mas eu vi que afastar vocês, só fez com o que nós afastamos mais. Por favor, Orihime impeça-o de partir- Com tudo que ouvira da mais velha, porque ainda não a expulsou? Ou porque estava comovida com o seu pedido? Era porque ambas queria estar perto dele? Seus olhos umedeceram também.

- Me desculpe dona Masaki, se levante, fico desconfortável com uma pessoa de um nível tão elevado quanto ao seu me pedindo perdão- Depois de muito pensar a ruiva se levantara- Aquele emprego, por mais que me ajudou bastante esta no passado, então vamos fingir que nada aconteceu, eu a desculpo sim. Só não me peça para ir atrás do seu filho quando ele também decidiu se manter longe de mim. Eu já não tenho direito ou poder. Nos dois tomamos decisões difíceis. Mesmo que eu vá atrás dele ele não ira mudar de ideia. Eu sinto muito.

 

- Eu entendo- Disse ao abaixar a cabeça- Eu realmente sinto muito pelo que aconteceu entre a gente. Espero que você possa me perdoar algum dia. Já vou indo- Logo apressou em sair do local.

 

- Ai Deus- Sentara ao sofá engolindo as lagrimas que insistiam em cair após a saída da mulher.

 

 

- Já voltou?- Indagou assim que viu a menor passar pela porta.

- Sim, minha cabeça esta doendo estou indo dormir, mais tarde nós falamos- Apressou em sair sem interrogatórios.

- Aconteceu alguma coisa Rukia?- Byakuya conhecia muito bem para saber que não estava nada bem. Só o fato de a mesma querer fugir dele indicava que algo estava errado. Ela sempre contava o que estava acontecendo consigo. Mas naquele momento queria ficar sozinha.

 

- Eu quero ficar sozinha- Pediu inexpressiva. Não queria, e nem iria chorar feito criança na frente do irmão. Seria forte. Nem que para isso sufocaria todos os seus sentimentos e emoções.

Aguentaria ate não poder mais.

 

 

 

- Tudo bem- Assim a seguiu com os olhos vendo-a adentrar ao quarto.

 

 

 

 

Já se fazia um bom tempo que ela estava trancada ao quarto, decidido a quebrar aquele silêncio, caminhou-se para o cômodo e batera na porta. Uma, duas, na terceira adentrou. A mesma mantinha-se encolhida sobre cama enrolada em uma coberta. Caminhou ate a mesma e sentou-se perto.

- Você lembra quando se sentia triste e solitária, quando perguntava por que nossos pais havia nos abandonados?- Chamou a atenção da morena, a mesma confirmara em um balançar de cabeça- Eu estava lá, e sugeri que brincássemos de subir na arvore, passamos o dia todos brincando e correndo, quando você caiu, eu fiquei desesperado. Imaginando que você poderia ter machucado muito. Apesar de ser só um arranhão ao joelho, você abriu a boca a chorar. Mas eu estava la. Eu sempre estive. Hoje apesar de ter meus estudos, mas a pessoa mais importante para mim, Rukia, é você.

Viu a mesma morder os lábios e desviar o olhar perdido. -... Ele vai voltar para Nova Zelândia, é sua cidade natal. E por causa disso acredito que ele deve pensar que não manteríamos um relacionamento a distancia. Aquele velho pensamento de que “não quero fazê-la sofrer”  Eu entenderia By, juro que entenderia se ele estivesse me dito a verdade- As lagrimas começaram a descer- Mas mentir daquela forma? Dizendo-me que não me ama, e que não demos certo juntos? Se ele queria me machucar conseguiu. Eu cansei sabe, de todas essas coisas... Eu já não tenho mais forças pra evitar não ama-lo...

Byakuya a analisou por um determinado momento. Parecia refletir sobre o que a irmã havia confessado. - Eu entendo Rukia, seus sentimentos... Mas, será mesmo que fez tudo o que podia? Não Acha que deve pelo menos ser honesta, não só com ele, mas com você? Afinal, você gosta ou não dele? Como presumo que sim, e ainda são 18h30min só há uma coisa a ser feita- Levantou-se e estendera a mão para ela- Vamos falar com ele.

Ele estava certo, restava uma única coisa que podia fazer, e assim faria. Depois de ter rodado praticamente 30min chegara a Mansão dos Schiffer. Byakuya a esperaria ao carro. Não tinha a intenção de prolongar o tempo. Seria rápida, clara e sincera. Tocara a companhia, logo após uns segundo foi atendida pelo loiro, não sabia o nome do mesmo, não havia tido a oportunidade de perguntar.

- Oh, se não é a pequena Marie- Um sorriso estava estampado ao seu rosto- Entre, por favor- pediu.

- Eer.. Senhor..?

- Kisuke, Urahara Kisuke- Respondeu-lhe.

- Vejo que estão ocupados, eu não quero atrapalhar mais do que vou, então eu gostaria de poder falar com o Ulquiorra- Pediu ao fita-lo seriamente.

 

- Oh, não necessariamente, apenas que meu filho ira se mudar, não sei se saiba, mas chamarei sim só um momento- Pediu ao da-la as costas, assim que dera dois passos,começara a ouvir passos e vozes descendo as escadas.

 

 

- Você sabe o tamanho da besteira que vai cometer?- Ouviram, pela voz era uma mulher e estava irritada.

- Você tem certeza Ulquiorra?- Reconheceu Ichigo. - Tudo bem que eu aceitei ir com você, mas se mudar de ideia, eu não me importo, irei sozinho.

 

- Rukia- Surpresa era evidente ao rosto pálido do rapaz. Assim que a notara olhara para a mesma dos pés a cabeça, alem de está com a mesma roupa seus olhos estavam vermelhos.

- Sim- Caminhara ate ao inicia das escadas- Eu preciso dizer que -Respirara fundo- Eu não sei o que deu em mim aquele dia, por não quere revelar a sua família nossa relação... Aliais eu sabia, sim era medo, medo de não ser boa o suficiente para você, de não ser a nora perfeita, ou também a cunhada dos sonhos. - Viu que a matriarca da família também estava presente ao final da escada, seu rosto triste também dizia que não queria a partida do filho- Nossa como fui egoísta,  não pensei nos seus sentimentos... Mas a verdade era que eu queria tanto o seu bem, que no final fiz o contraria, queria que orgulhasse de mim, não ao contrario. Quanto ao senhor Gueruy juro que foi coincidência, jamais passou pela minha cabeça que vocês tivessem ligação familiar... E quando soube, desejei que não fossem neto e avô, porque eu percebi que não sou boa o suficiente para você. Porem houve uma oportunidade de ser capaz ali. Porque eu realmente desejei chegar neste lugar, chegar ao seu alcance. Desde pequena sempre soube desistir quando não era possível,  qual era o meu lugar. Nunca almejei grandes coisas, apensas que eu pudesse estudar, ou estar com minhas amigas ou meu irmão. Amor? Se me perguntassem eu diria que não acreditava nesta palavra, afinal porque eu iria? Nunca gostei que tivessem pena de mim... Coitada? Porque coitada? Eu parecia uma coitada? Porque fui abandonada? Eu realmente não ligava para esses adjetivos sobre mim. Nunca fui apegada a nada, muito menos de sentimentalismos.... Minha primeira impressão que tive de você foi de uma pessoa legal, as pessoas sempre me evitava como se fosse um verme ou algo contagiante. Mas naquela biblioteca eu percebi que nem todos eram iguais, porem quando começaram a nos comparar eu realmente senti frustrada, e o legal passou a ser irritante, comecei a te observar silenciosamente. Você era o tipo de pessoa que eu não compreendia, tinha tudo que tinha, mas vivia se envolvendo com uma pessoa como eu. Era despreocupado de si, e não se esforçava. - Riu- Eu sei que estou demorando muito para chegar onde quero -Fez uma pausa- mas é muito importante para mim esse resumo da minha vida, porque nele tem uma pessoa muito especial para mim- Sentira seus olhos lacrimejarem- Você tinha tudo que eu não tinha, eu sabia o que sentia no fundo era inveja. Mas decidi que aquilo não me afetaria, porque eu não me importava mais. Mas têm coisas que nos irrita, eu tentei ser indiferente ou fugir da situação, mas você sempre aparecia. Depois de ter me beijado aquele dia, eu imaginei varias formas de te matar, - Riu- mulheres tem uma mente fértil quando está com raiva de alguém, sabia? Quando veio àqueles acontecimentos todos de uma vez, eu pensei se era digna de você? Ou porque uma pessoa como você se declararia para mim? Não sei quando este sentimento nasceu dentro de mim, eu só sei que ele vive, pode parecer loucura, mas não o vejo acabando, pelo contrairo, se torna maior a cada lembrança que tenho de você, em todos os momentos juntos. E foi ai que percebi que o amor não é uma ilusão, ele é real. Eu sou inexperiente no assunto, assumo, mas ser capaz de amar é viver não é?  Nos mostra o quão vivo estamos. Então, neste momento eu sei que não vai mudar nossa situação atual. Mas eu vim, não me importa mais se sou ou não o ideal para você, ou o que seus pais querem pra você, eu sei o que eu quero, e é por isso que estou aqui, neste momento estou deixando para trás aquela Rukia orgulhosa e sendo a Rukia egoitas, porque eu quero te dizer que não vá,  porque eu amo você, você foi meu melhor presente, sempre será, porque eu não faço ideia de como te tirar daqui- Colocou as mãos sobre o peito- Ou como será daqui pra frente, mas eu não quero, eu não posso e nem vou. A verdade é que eu não quero te tirar daqui. De todos os presentes que Deus poderia ter me dado você foi o melhor, e afirmo que te carregarei eternamente, porque foram contras todas as minhas forças e por todas elas, contra todos os meus desejos e para todos os meus desejos, amar você, Ulquiorra. - As pessoas ali, fitavam em silencio a morena limpando as lagrimas, não havia percebido quando havia voltado ser a Maria chorona quando era criança. Suspirou, não havia mais nada que restasse a fazer, tinha feito tudo. Não esperava que ele mudasse de ideia. Porque ele já havia decidido. - Obrigada por me ouvir- Sorriu ao final, estático vendo a garota que amava se afastar, sentira uma fisgada ao estomago juntamente com uma dor inexplicável ao peito- Tenha uma boa noite. - Assim ela se foi. Assim como ele levava uma parte dela, ele deixava tudo de si... Porque ela era o bem mais precioso que tinha.

 

 

 

- Você... Você não tem coração- A Schiffer mais nova soltara ao passar pelo mesmo indo ate a porta- Ela já foi embora, esta satisfeito? Esta satisfeito Ulquiorra? Se o que queria era não fazê-la sofrer, parabéns fico feliz que tenha conseguido meu irmão- Foi sarcástica e passou pelo mesmo, subindo as escada. Os mais velhos assim como o Kurosaki sairá do local deixando-o a sós.

 

 

É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido
É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido

[...]


Notas Finais


E ai gostaram?


Preparados para a segunda temporada?


Novos romance?


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