História Romântico anônimo - Capítulo 7


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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
Tags 2won, Chimchimyaoi, Flores Para Hoseok, Hyungwonho, Hyungwoo, Joohyuk, Paixão Platônica, Romance, Shortfic, Woowon
Visualizações 78
Palavras 2.947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hum.... teorias, teorias, teorias. O que será que vai acontecer daqui pra frente? Finalmente capítulos novos a partir do próximo. Hehehehehe

Boa leitura!

Capítulo 7 - Dinheiro ou amor?


Fanfic / Fanfiction Romântico anônimo - Capítulo 7 - Dinheiro ou amor?

Minha manhã poderia ser normal como a de qualquer outra pessoa, sim. Mas não seria se fosse a minha. Contudo, pode-se até dizer que foi a melhor desde o acidente com meu ex namorado e sabemos o por quê.

Acordei já sentindo o cheirinho suave da pele de Hyunwoo e tomando consciência do aconchego entre seu corpo, pela primeira vez, sorri ao acordar. O moreno dormia plenamente enquanto me entrelaçava os braços e pernas, respirando calmamente, com uma das mãos imóvel entre os fios do meu cabelo.

Me mexe vagarosamente pra não acordar Hyunwoo e me desfiz do edredom, levantando da cama em seguida e calçando minhas pantufas cinzas. Iniciei passos até a janela blindex de onde atravessava a luz solar ao que eu abri as cortinas, e observando a paisagem urbana, suspirei fundo e sorri mais uma vez com as mãos no bolso da calça moletom. E como estraga prazeres em 'finalmente acordar feliz em um dia de manhã', Hoseok fez questão de me relembrar da sua existência quando bateu a porta do seu apartamento com força. Não que eu tivesse certeza de que era ele, mas sim de que vinha do seu apartamento aquele barulho estridente assustador. Até a minha tentativa de não acordar Hyunnie foi em vão, ele deu um longo e profundo suspiro e se remexeu na cama antes de abrir os olhos e caçar meu semblante que já o encarava. Literalmente um bebê acordando.

— Bom dia. — sorri, recebendo outro sorriso meigo dele.

Ele se remexeu novamente, fechou e abriu os olhos, me encarou e soltou um sorriso de orelha a orelha.

— Você é tão lindo!

Foi a única coisa que ouvi dele antes de sorrir novamente e rumar para o banheiro.

Me despi calmamente e, encarando meu reflexo no espelho, passei à mão por sobre meu cabelo e logo me veio à mente uma lembrança que vez ou outra eu me deparava pensando nela; Hoseok havia me convidado para ir hoje no seu apartamento 'tomar um vinho'. Mas agora, já nem sei se isso é possível: pela briga que teve ontem com a namorada; por não ter falado comigo desde aquele dia em que o abordei na rua e por, justamente hoje ser sábado, Jooheon com certeza daqui à algumas horas estará batendo na minha porta, e tentando me convencer de ir em mais uma daquelas festas de ontem, já que agora ele está solteiro — nem queira imaginar Jooheon solteiro. Meu Deus! Sem mencionar que quando ele vem pra cá final de semana só vai embora no domingo à tarde.

Eu não sabia se havia trancado a porta do banheiro nem muito menos me lembrava, mas a certeza era de que não, eu não havia trancado com a chave pois logo me dei conta de que alguém entrou no cômodo ao escuta-la ser trancada. Observei do box, apenas com o corpo para dentro, o que Hyunwoo estava fazendo ali, sem nem ter batido e pedido permissão para entrar.

Talvez também nem precisasse.

Analisei o corpo do moreno trajando apenas uma boxe preta, de costas para o vidro do box e de frente para a pia enquanto escovava os dentes. E pensar que aquele corpo todinho havia sido meu na noite passada. A minha vontade foi de pular em cima dele de novo e abocanha toda parte carnuda sua. Eu já tinha perdido as esperanças mesmo com Hoseok, tentaria de tudo agora mudar a atenção do meu celebro em colaboração com o coração voltadas para o mesmo, e focar em alguém que corresponderia aos meus sentimentos com certeza. Além disso, Hyunwoo não era um homem de se jogar fora, certo?

Voltei inteiramente para dentro do box e liguei o choveiro novamente.

— Como foi sua noite?

Me virei e Hyunwoo estava escorado na quina da abertura do box.

Sorri. Ainda passando sabonete pelo corpo.

— Boa!

Com certeza. Não me sentia assim à muito tempo.

— Deixe-me lhe ajudar com isso. — disse ao que viu minha dificuldade em passar sabonete nas minhas costas. Entreguei-lhe a substância escorregadia e ele fez o trabalho por mim. — A minha também foi ótima. Por isso eu queria lhe convidar para jantar hoje comigo. O que você acha?

Espera aí, o quê? Jantar com Hyunwoo em pleno dia que marquei com Hoseok, que aliás nem sabia se ainda ia rolar?

— Jantar com você hoje? A noite?

Tem que ser anoite? Não Hyungwon jantar ao meio dia!

Bati à mão na testa mentalmente e revirei os olhos.

— Sim. Quem sabe a gente podia iniciar um segundo capítulo de ontem. O que acha?

— Ah! É… bom. Tá, tudo bem. — Minha expressão estava totalmente nervosa. A sorte era que Hyunwoo não podia ver, pois eu estava de costas pra ele.

— Ótimo, já estou ansioso! Eu conheço uma cafeteria aqui perto, podemos ir depois daqui.

Aquelas mãos masageiava toda a extensão das minhas costas com tanta delicadeza

— Claro. — respondi de bom grado.

Hyunwoo largou o sabonete em seu posto, e deu um baque entre minhas costas e seu corpo, me friccionando contra o mesmo segurando em minha cintura, me fazendo sentir seu volume roçar em minhas nadegas. Inicialmente eu me assustei, foi uma pegada súbita mas tão prazerosa que me fez fechar os olhos e apreciar o que estava por vir.

Beijando meu pescoço, mesmo ensaboado, me virou de frente pra si e ligou o chuveiro enquanto abocanhava minha boca como se estivesse à tempos sem beija-la. Me encostou na parede e interrompeu o beijo apenas para morder o lóbulo de minha orelha.

— Deixe-me foder você Hyunnie, agora. — disse rente ao meu ouvido, já ofegante de mais para alguém que tinha apenas começado, envolvido pela onda de excitação que nos tomava de conta.

Concordei com à cabeça e boca entre aberta. Delirando com seu corpo se esfregando no meu, tão juntos, tão únicos. Sentia a ternura de seus dedos passear por todo meu corpo como se quisesse guardar pra si cada pedacinho.

— implore. Me faça desejar ainda mais você. — susurrou novamente, me enviando uma onda de choque pelo meu corpo com o tom usado para me seduzir.

— Por favor, Deddy! Faça de mim sua refeição preferida.

Ele deslizou a mão até meu maxilar e segurou ali com força.

Pra quem a pouco tempo não cogitava nenhuma possibilidade de ficar com o irmão do melhor amigo, eu até que dei um passo e tanto de um dia para o outro. E eu não me arrependo, ele é um baita de um gostoso mesmo.

É certo que a minha versatilidade tanto de opiniões, quanto humor ganha prioridade em diversas as vezes.

Hyunwoo me puxou veemente até à pia e me escorou ali apenas por um tempo, para me beijar outra vez. Depois, me virou de costas e eu me apoiei na borda da mesma com as mãos e observei pelo espelho ele tirar sua boxe, dando um panorama de sua ereção.

— Você é minha insanidade, wonnie— disse olhando meus olhos através do espelho. — Olha só isso. — exclamou ao olhar meu corpo completamente nu e exposto, com o rabo impinado. — essa é a melhor visão que eu já tive. — ele grudou no meu corpo de novo, me dando a satisfação de ter parte de seu membro dentro de mim.

Hyunwoo entrelaçou os dedos em meus cabelos e os puxou para trás. Mordeu minhas costas e chupou minha pele em seguida, logo mordendo meu ombro enquanto entocava todo seu membro.

Esperamos que nenhuma marca esteja se instalado ali, certo? Bem em um lugar que na maior parte do tempo é exposto pra quem quer que seja ver que eu estive em momentos bons a pouco tempo.

Logo as estocadas foram ficando mais fortes e desesperadas, fazendo nós dois gemermos juntos dentro daquele cômodo abafado. O suor escorria pela minha testa e descia pelo caminho de minhas costas. Via pelo espelho que Hyunwoo também soava bastante e seus cabelos estavam incharcados — deduzi que aquelaera uma vista maravilhosa: o moreno pendendo a cabeça e se perdendo entre desejo e sanidade enquanto entocava o mais forte que conseguia.

Ele depositou beijos nas minhas costas sem parar com seus movimentos precisos. Acariciou minha bunda antes de deixar um tapa forte que eu duvidava não ter ficado sua marca, o que arrancou um sorrisinho do cara e uma careta minha.

Eu mau conseguia respirar calmamente — na verdade eu não conseguia mesmo. Quando se tratava em me foder veemente, Hyunwoo estava sendo um expert nesse assunto. E em principalmente deixar sua marca em mim, incluído os arranhões que ele depositava nas minhas costas de vez em quando. Estava sendo doloroso, mas ao mesmo tempo prazeroso e excitante.

O moreno desesperado, agarrou meu pênis inchado e começou a me masturbar com velocidade. Dessa vez gemi auto, e praticamente choraminguei — sentia que a qualquer momento iria expelir orgasmos por todo meu banheiro —. Ele apertou minha cintura com força e movimentou meu corpo no ritimo de suas estocadas, logo soltando meu pênis para se apoiar na pia, o que me causou um tremendo descontentamento. Mas o que fiz apenas foi levar minha mão até meu membro e me masturbar com a mesma velocidade que Hyunwoo fazia antes, logo senti sua mão por cima da minha depois de ele ter parado com os movimentos. Dentro de mim, um líquido quente se fez presente: sua ejaculação. E depois de mais algumas massagens do cara no meu pênis eu também ejaculei.

Hyunwoo encostou sua cabeça em minhas costas e eu abaixei à minha, exaustos. Absolutamente exaustos. Sentia que iria cair a qualquer momento e minhas pernas estavam fracas de mais para aguentarem em pé. Por isso Hyunwoo se retirou de dentro de mim e me ajudou a andar até o chuveiro.

***

Depois de tomarmos café e conversarmos um pouco, deixei Hyunwoo na casa de sua mãe e aproveitei para cumprimenta-la. Como sempre, à Sra. Son me tratou tão bem e foi mais adorável que nunca quando contamos pra ela sobre estarmos tendo uma "melhor aproximação", propondo até um jantar em sua casa que eu concordei, mas não achei que foi uma boa ideia. Pois eu não sabia até quando meu caso com Hyunwoo iria durar.

Voltei para o prédio e antes de subir para o andar do meu apartamento, perguntei ao síndico se Hoseok estava lá em cima. Ele me disse que não, que havia saído mais cedo e ainda não havia chegado.

Tudo que eu precisava agora era descansar de verdade, ou até mesmo voltar aos a fazeres de casa. Por isso, tranquei a porta e rumei até a cozinha onde coloquei as sacolas de compras, que eu havia feito no supermercado antes de vir pra casa, em cima da bancada. Lavei alguns pratos e talheres sujos na pia, e apanhei uma panela do armário. Prepararia qualquer coisa que fizesse meu estômago continuar de boca calada, eu também não estava com fome, pois não fazia muito tempo que eu havia tomado café com Hyunwoo.

Mexidas para lá e pra cá no objeto metálico, sentindo o cheirinho de estrogonofe de carne já no ponto, escutei o som agudo do telefone tocar e me movi para atender.

— Alô — iniciei.

— Sr. Chae! — logo reconheci à voz do porteiro do prédio. — Um rapaz que se identifica por Chae Jungwon está aqui para falar com o Sr. Posso autoriza-lo subir?

— Claro. Sim, sim! Pode mandar subir.

Chae Jungwon, o quê ele estaria fazendo aqui? E o mais impressionante, ele ainda lembra da minha existência?

Em questão de poucos minutos escutei a campainha tocar e andei para abrir a porta. Vendo o semblante jovem de meu primo; madeixas loiras, íris esverdeadas, pele clara, uma estatura um pouco mais baixa que a minha. Vestindo uma roupa social e segurando na mão uma maleta marrom.

— Que surpresa! — disse por primeiro. Realmente uma surpresa ter um membro da família me visitando. Primeiro porque nenhum deles sabia onde eu estava — isso era o que eu já iria descobrir do homem a minha frente.

— Primo Chae, que prazer rever você! — sorriu.

— imagina, o prazer é todo meu. Entre, por favor. — dei espaço para que JunJun entrasse.

Com esse apelido que costumávamos chama-lo quando éramos pequenos, me fez relembrar várias coisas do passado. Mas a pergunta que não quer calar é 'o que ele veio fazer aqui, e como ele descobriu meu endereço?' Isso era tão questionador quanto muitas outras coisas que eu pensava em perguntar. Bem, pela forma que as coisas aconteceram lá nos "séculos" passados. Certo, nem tanto tempo assim.

— Ao que devo a honra de sua visita? — disse ao apontar o sofá para se sentar, e assim fazendo o mesmo.

Percebi uma coisa que mudou no meu irmão-primo: sua classe. Mas também com toda a fortuna e luxúria que meus tios viviam, Jungwon já não poderia se comportar como aquele adolecente desleixado e imaturo que era antes. Até cruzou as pernas ao se sentar.

— Eu vim aqui por vários motivos. O primeiro… — iclinou-se um pouco para frente, e assim agi da mesma forma. — é que eu estava com saudades de você. — Disse mais baixo, como se sua intenção fosse que ninguém escutasse mesmo que estivéssemos sozinhos.

Então rimos juntos.

— O segundo é por ter notícias boas e talvez ruins para você. Mas primeiro, deixe-me lhe perguntar: como você está? O que aconteceu depois do que meus pais fizeram com você? Vejo que vivi em uma situação boa. Me desculpe se esse tipo de pergunta te encomoda, eu apenas me sinto culpado pelo o que aconteceu.

Ah, então é aquela maldita história de novo. Bem, vamos esclarecer algumas coisas. Em termos financeiros eu não vivo melhor do que eu viveria se estivesse com meus tios "milionários", gananciosos, mesquinhos e principalmente hipócritas. Mas isso, só em termos financeiros.

— Foi uma longa história desde de que fui parar naquele hospício, mas hoje vivo melhor do que eu poderia imaginar.

Um bom apartamento, um ótimo melhor amigo, um bom trabalho, com exceção a minha vida amorosa, que agora está em fase de desenvolvimento.

— Eu realmente me sinto culpado por não ter feito nada para impedir.

— Imagina, não se sinta. Você não sabia. Aceita alguma coisa para beber? — Levantei do sofá antes mesmo de Jungwon responder.

— Sim.

— Um suco de cereja. Acertei? — sorri.

Jung sorriu e confirmou.

Uma das lembranças que eu tinha dele, era que o mesmo tinha suco de cereja como seu preferido, vejamos então que isso foi uma das poucas coisas que não mudaram, certo?

Caminhei até à cozinha, apanhando do armário dois copos de vidro. E por pura coincidência, eu havia preparado suco de cereja hoje mais cedo, antes de sair com Hyunwoo. Bom, vamos confessar que esse também seja o meu preferido.

— Vejo que sua memória continua intacta! — disse em um tom mais elevado para que eu entendesse bem de onde eu estava, já que estávamos em cômodos diferentes.

Voltei com os sucos para a sala, escutando Jung dizer um 'obrigado' ao que eu entreguei para ele o copo com o líquido.

— Mas então, como descobriu meu endereço? — idaguei, voltando a me sentar.

— Hyungwon, meus pais morreram à duas semanas…

O quê? Uma notícia tão súbita e inesperada que me fez arregalar os olhos e entreabrir à boca diante do meu primo, e parar o copo bem no meio da viagem até meus lábios.

— E-eu sinto muito. — Eu realmente não sabia como reagir.

— Sabemos que tudo o que era dos meus pais, na verdade, pertencia à você por direito. Eu e minha irmã, Shawa, decidimos devolver tudo para você, incluindo o que já foi gasto por meus pais, e claro, à mansão Chaewon. Que no caso, sua mansão. — tomou um gole do suco e eu o aguardei prosseguir, sem expressão alguma. — Quando meus pais morreram, eu encontrei no cofre de seus aposentos, o testamentos dos seus pais, onde eles deixavam absolutamente tudo para você. E junto à ele também tinha um registro de internação, com o endereço da clínica onde você foi internado. Eu me direcionei à essa clínica e à diretora me informou seu novo endereço. E aqui estou eu.

Soltei ar pela boca, mesmo que eu continuasse sem dizer absolutamente nada.

Eu não sabia qual reação demonstrar. Eu não sabia o que pensar, era muita informação e eu estava confuso com tudo aquilo.

— A casa já está desocupada. Pronta para lhe receber caso queira morar lá. Eu só preciso do número da sua conta para transferir todo o dinheiro. — Jongwon abriu sua maleta e pude ver ele retirar alguns papéis. — E que você assine isto. — Me entregou uma folha e uma esferográfica. — É um comprovante de recibo, para constatar que você recebeu tudo o que é seu. Se quiser um tempo para averiguar o documento, eu espero.

— Não. Não precisa. — sorri simples e assinei na linha em baixo.

***

Depois de toda essa bomba atômica, Jungwon e eu conversamos um pouco mais e ele me entregou todas as chaves da mansão, e também falamos sobre como andava sua vida e de minha prima-irmã Shawa. Ele havia se tornado um advogado e sua irmã uma Atleta e promotora. Me contou também que ela tinha se casado e atualmente tinha um filho. Ele estava namorando e fazia muitos planos para o futuro, e que a atual namorada era à garota nerd da escola que todo mundo zoava, inclusive ele. Ironia do destino. Hoje, era uma cientista e também professora.

Assim que nos despedimos, passei à mão freneticamente pelo rosto para tentar retornar a realidade. Ainda era confuso pra mim.

Suspirei encarando meu celular na mesa de centro e logo o peguei, buscando o número de Jooheon e enviando-lhe uma mensagem.

"Vamos naquele balada onde seu amigo ator é dono?"

Ter bastante dinheiro e luxúria nunca foi meu foco nem objetivo. Porém, agora, eu era milionário. Eu tinha que fazer alguma coisa.


Notas Finais


Eita!!!!!!!!


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