História Romione - grama recém cortada, pergaminho novo e Ron - Capítulo 74


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Categorias Harry Potter
Personagens Arthur Weasley, Carlinhos Weasley, Córmaco Mclaggen, Dominique Weasley, Fleur Delacour, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hugo Weasley, Jorge Weasley, Lilá Brown, Lílian L. Potter, Lucy Weasley, Luna Lovegood, Molly Weasley, Molly Weasley II, Percy Weasley, Roxanne Weasley, Viktor Krum
Tags Amizade, Romance, Romione
Visualizações 241
Palavras 3.035
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 74 - Orgulho


Fanfic / Fanfiction Romione - grama recém cortada, pergaminho novo e Ron - Capítulo 74 - Orgulho

POV Hermione

Cheguei em casa com Hugo e para meu espanto minha prima estava andando pelada em casa, sem dúvida achou que Ron chegaria primeiro e por sorte ele estava atrasado. Will tinha me ligado e contado como ela seduziu Rafael, seu último namorado e decidi dar um basta em tudo, ela ainda ficaria mais três semanas e não conseguiria aguentar mais nenhum segundo.

- Lola querida, infelizmente Ron e eu faremos uma viagem a trabalho e as crianças ficarão com meus sogros, então não poderei hospedá-la pelas próximas semanas! – Menti da melhor forma que consegui. – E gostaria que se vestisse meu marido pode chegar a qualquer momento! – Falei secamente.

- Ai One que pena! Mas tudo bem eu posso ficar aqui na sua casa, prometo fechar tudo quando sair! Ah estou sem roupas limpas, pode me emprestar uma sua? Imagino que ficará enorme, mas quem sabe posso amarrar um barbante ou coisa do tipo. – Ela me cercou.

- Sim, pegue no meu quarto! – Concordei ignorando a provocação, só não queria que Ron a visse daquela forma. Assim que ela subiu Ron apareceu pela lareira com Rose, parecia de mau humor, dei um beijo em Rose e mandei para o banho, puxei Ron e expliquei minha conversa com Lola.

- Mione! Mas é nossa casa! Não consigo ficar mais um dia com essa doida e finalmente você percebeu que ela que está me provocando, imagine se eu tivesse chegado antes e você me pegasse bem na hora com ela pelada na sala? – Ele falava furioso, mas em um tom baixo. – Deixe essa maluca aqui, podemos ficar na toca essas três semanas, ela nunca vai descobri que não viajamos, vou conversar com meus pais e já volto! – Ron aparatou.

Tinha que concordar, era um ótimo plano, arrumaria tudo ainda naquela noite. Pediria para Will avisar quando ela saísse, não faria questão nenhuma de ter uma relação com Lola, mas adorava sua mãe, ela tinha morrido durante a guerra em um acidente e meu esforço com sua filha era apenas por ela. Lola vestiu uma camisola minha curta e provocante, resolvi não discutir seria a última noite com ela.

Ron voltou animado, mal cumprimentou Lola e me falou que a viagem estava de pé e que seria melhor partimos ainda aquela noite. Ele correu para fazer as malas e preparar as crianças.

- Nossa! Mas já? – Lola falou magoada.

- É uma viagem realmente importante! – Disse falsamente, quando menos esperava Ron desceu com as crianças e as malas flutuando com mágica, ele enviou tudo para a Toca.

- Adeus Lola! Faça uma ótima viagem quando voltar e feche as janelas ao sair. E antes que me esqueça, na próxima é bom avisar, agora sempre estamos viajando e podemos não estar em casa, então avise! – Ron se despedia a distância, evitando a aproximação dela. – Amor vou indo, aeroporto é um caos, não demore, vamos crianças! – Ele corria para a lareira levando as crianças.

- Bom, então até a próxima prima e avise! – Abracei Lola ainda chocada com a saída rápida de Ron. Aparatei antes que ela conseguisse falar alguma coisa, cheguei nos jardins da toca  e aproveitei para ligar para Will para pedir que avisasse quando Lola fosse embora, Ron também ficaria de olho em sua janela que mostrava nossa porta.

Entrei e a Sra. Weasley veio me abraçar. – Querida fique a vontade, a casa é de vocês! Acho que vão ter que ficar no quarto de Carlinhos, é o único com uma cama de adultos, Ron está aumentando a cama agora mesmo e as crianças podem ficar no antigo quarto do pai. – Ela me cedia a casa.

Obrigada! – Agradeci com sinceridade.

- Já vou servir o jantar, tome um banho se quiser. Ron! Mostre a Hermione onde fica o quarto de Carlinhos! – Ela gritava e Rony logo aparatou na minha frente.

- Vem amor! – Ele me puxou para o sexto andar. Entramos em um quarto pequeno, mas organizado, parecia desocupado há anos e realmente Carlinhos tinha se mudado há muito tempo, foi o primeiro Weasley a sair de casa e quando vinha ficava poucos dias. A cama ocupava boa parte do quarto depois de estendida com feitiço. Assim como o de Ron havia um pequeno banheiro, pelo menos teríamos privacidade. – Voltando aos velhos tempos! – Ron se aproximava malicioso.

- Ron vou tomar um banho, onde está as crianças? – Perguntei preocupada.

- Por ai! Aqui eles se viram bem, não se preocupe. Devem estar xeretando o quarto de Jorge que está abarrotado de produtos novos! – Ele falava despreocupado. – Calma, ali só guardamos os menos perigosos, os para maiores de 11 anos estão no estoque do jardim e está trancado e é a prova dos gêmeos de Jorge e se nem eles ainda conseguiram abrir duvido que nossos anjinhos consigam! – Ele tentava me acalmar vendo meus olhos se arregalarem.

Tomei banho e desci, todos já estavam na sala, engatei uma conversa interessante com o Sr. Weasley a respeito de legislação em relação a acidentes envolvendo trouxas e quando dei por mim já estávamos jantando. Quando o jantar acabou ajudei a Sra. Weasley a limpar a cozinha enquanto Ron e o Sr. Weasley conversavam a respeito de quadribol na sala, ele já tinha colocado as crianças para dormirem, estavam exausta depois de tanto correrem pela toca.

- Mãe, você tem gelo? – Ron perguntou indiferente.

- Claro querido! Seu pai trouxe um aparelho trouxa semana passada, está ali atrás! Pode pegar, ele faz gelo! É para algum machucado? Está tudo bem? – Ela perguntou preocupada.

- Não, apenas estou com calor e gosto de esfriar as mãos e mordiscar gelo antes de dormir, é muito refrescante! – Ron falava de forma simulada e me observava com malicia. – Vou pegar, Mione suba assim que acabarem, boa noite mamãe e papai! – Ele pegou o gelo e subiu sem olhar para trás.

Assim que terminei dei boa noite e subi, passei no quarto de Ron e as crianças estavam dormindo tranquilamente, segui para o quarto de Carlinhos devagar. Entrei e não encontrei Ron, a porta se fechou em minhas costas e lá estava ele apenas de cueca e mascando um pedaço de gelo.

- Ron... Estamos na casa de seus pais! – Me afastava com receio.

- Besteira, já abafei o som! – Ele se aproximava ainda mais.

Ron me alcançou e começou a me despir, meu corpo se arrepiava ainda mais com o toque de seus dedos frios, ele tirou minha roupa com cuidado, seus olhos estavam escuros e ele parecia concentrado. Finalmente acabou e estava completamente nua a sua frente, seus dedos gelados acariciavam minhas costas, ele me beijou e senti o frio em sua boca, era uma sensação boa e excitante. Ron desceu com a boca fria para meus seios me deitando, apertei os lençóis sentindo cada chupada e mordida feito por sua boca fria. Esqueci completamente onde estava não controlei os gemidos, quando seus dedos gelados abriram minhas pernas e passaram a brincar com minhas cochas.

- Nossa...Merlin! – Gemia enquanto ele percorria minha barriga com a boca e chegava ao meio das minhas pernas, sentia sua língua fresca e não conseguia ter mais qualquer controle do meu corpo, aquela brincadeira era boa, era uma nova sensação. Ron às vezes erguia a cabeça e sorria, ele não dizia nada, se concentrou com seus dedos e boca e me deu um dos orgasmos mais fortes que já tive, esqueci completamente que estava no quarto de um dos meus cunhados e na casa de meus sogros.

- Gostou? – Ron me olhava com malicia. – Acho que também mereço um pouco de agrado ainda mais depois desses gemidos, acho que bati um recorde! – Ele falava convencido e me oferecia um pote com gelo, peguei um e coloquei na boca, outro esfreguei nas mãos.

Aproximei-me e beijei o pescoço de Ron, ele se arrepiou com o toque, acariciava meus cabelos em aprovação, percorri seu peito escultural e até mordi um de seus mamilos. – Ai!... – Ele disse sorrindo mais aprovando que desaprovando, Lola tinha razão o tanquinho de Ron era uma das visões mais perfeitas do mundo. Desci até o seu membro o acariciando com as mãos e em seguida o abocanhei, o chupava com força e sentia seu corpo muito quente em contraste com o frio da minha boca, Ron enlouquecia em gemidos, foi rápido, senti um jato forte e seus dedos se aliviaram em meu cabelo. Ron tinha um gosto bom, e gostava ainda mais de sua cara depois que me via o chupando até o fim.

- Acho que usei esse quarto melhor que meu irmão! – Ele sorria bobamente olhando para o teto. – Podemos tentar fogo na próxima! – Ele ria.

- Está maluco? Quer botar fogo na casa de seus pais e matar a todos? – Falei indignada.

- É brincadeira minha gostosa! – Ele me puxava para cima de seu corpo. Sentia sua excitação pressionando o meio das minhas pernas. – Gosto quando cavalga por cima de mim! – Ele pedia maliciosamente pressionando minha cintura para que começasse a me mover.

Comecei com movimentos leves e logo senti seu membro atritando com meu corpo e me dando sensações incríveis, não conseguia controlar, me movia em busca de intensificar as sensações, olhava para Ron que gemia baixinho com os olhos em meus seios. – Gosto deles, são lindos se movendo! – Ele agarrava um dos meus peitos com força. – Você me enlouquece Hermione... – Ele dizia em uma voz rouca.

Quando acabamos me deitei exausta em cima do corpo dele, estava sem folego e suas caricias em minha costa me deixavam sonolenta. Adormeci.

- Queridos! Ron? – Ouvi a Sra. Weasley batendo na porta.

- Ron! – O sacudi, desfiz o feitiço de abafar o som. – Já estamos indo Sra. Weasley! – Avisei.

- Bom dia minha gostosa! – Ron falou alto ainda achando que o som estava preso conosco. Segurei sua boca.

- Ah queridos bom dia! Só vim chamá-los porque já são 11 horas! Deixei o café pronto na mesa, mas logo servirei o almoço! Hoje não vão trabalhar? – A Sra. Weasley perguntava preocupada do outro lado da porta provavelmente fingindo não ter escutado o berro de Ron que me olhava com os olhos arregalados com a boca ainda fechada com a minha mão. – Obrigada! Já descemos! – Respondi sem graça.

Soltei a boca de Ron. – Merlin! Harry vai me matar! Estou muito atrasado – Ele corria para o banheiro.

- Nem pensar eu estou mais! – Tentava o ultrapassar no caminho para o box, nos dois entramos apertados no pequeno box. – Ron preciso tomar banho! Saia! Depois toma o seu! – Briguei o empurrando.

- Não mesmo! Também estou atrasado! – Ele forçava sua entrada. Senti um aperto enorme – Mione! Não estou conseguindo me mover! – Ele se desesperava, o box parecia que ia explodir.

- Calma! Fica quieto – Fiz um feitiço e alarguei o box, minha mão quase não tinha espaço para se mover, mas consegui.

- Mas quem é louco suficiente para trazer a varinha para o banho? – ele perguntava chocado.

- Deixa de ser ingrato! Se não fosse precavida ainda estaríamos presos! – Reclamei, tomamos um banho rápido e descemos correndo, segurava os sapatos nas mãos. – Me sinto uma adolescente de novo! – Falava a Ron enquanto corríamos pela escada. A Sra. Weasley nos aguardava com dois pacotes com almoço e café, não daria tempo para comermos, Ron e eu beijamos as crianças com pressa e agradecemos a Sra. Weasley enquanto entravamos correndo pela lareira.

Chegando no ministério Ron me deu um beijo rápido e saiu correndo para seu departamento, eu corri em direção contrária para o meu, não almoçaríamos aquele dia, não daria tempo. Comeria fazendo meus relatórios para ganhar tempo. A hora voou e nem mesmo percebi que todos já tinham partido, dona Jade se despediu e meia hora depois Ron entrou em minha sala.

- Imaginei que passaria a noite trabalhando e vim aqui te sequestrar! – Ron me observava de braços cruzados na frente da porta.

- Ron! Eu preciso terminar isso e ... Desculpa! – Falava perdida.

Ele não respondeu, me jogou no seu ombro e simplesmente caminhou para a saída, estava tão cansada que nem protestei. Chegando na toca me arrependi de ficar tanto no trabalho, as crianças já estavam dormindo e a Sra. Weasley deixou carinhosamente um pratinho preparado guardado no forno, Ron me fez companhia e depois subimos para o quarto.

- Apesar de tudo adorei ontem! – Ele acariciava meus cabelos.

- Também! Serei uma péssima mãe se falar que foi bom não me preocupar com eles por uma noite? – Confessei culpada.

- Amor! Para de se culpar! Acho que precisamos matricular eles na escolinha logo e quem sabe assim podemos os deixar um pouco com meus pais nos finais de semana, assim passamos mais tempo juntos! – Ele falava compreensivo.

- Está certo, podemos ir amanhã ver isso depois do trabalho? Pode me encontrar na frente da escolinha? – Perguntei já sonolenta.

- Sim, combinado! – Ele já bocejava.

(...)

Tínhamos matriculado Rose e Hugo, no primeiro dia ela estava radiante, mas Hugo fez manha e chorou muito quando o deixamos na escola. Ron achava graça da birra dele falando que ele logo abandonaria a escola e ia pedir para passar o resto da infância com os primos na toca e que estava claro que ele tinha puxado a vocação do pai para a vida acadêmica, ou seja quase nula, Ron praticamente frequentou Hogwarts forçado e assim que pode a abandonou.

Ron foi buscá-los e estava na toca ajudando a Sra. Weasley quando chegaram, Rose estava nas nuvens mostrava animada tudo que tinha aprendido e Hugo ainda estava com cara de choro, chorou o dia todo segundo a professora tinha contado a Ron. Estávamos jantando quando Gina entrou furiosa pela lareira seguida pelos filhos.

- Que ótimo! Jantar! – Ela sentou nervosa com as crianças sem falar nada.

Harry aparatou no meio da sala com a cara fechada.

- Querido sente! Já jantou? – A Sra. Weasley perguntou preocupada.

- O que faz aqui Potter? – Gina berrava histérica.

- Gina... para com isso, vamos pra casa! – Ele falava nervoso. – Me desculpe Sra. Weasley! – Ele a olhava constrangido.

- Ginevra o que foi agora? – A Sra. Weasley perguntava já perdendo a paciência.

- Por que sempre eu? – Ela gritava.

- Crianças, vamos lá para cima! Tio Jorge trouxe novos brinquedos e darei um para cada! – Ron tentava distrair as crianças. Todos os seguiram animados pela escada.

- Gina calma! – Pedia enquanto o Sr. e a Sra. Weasley olhavam para ela e para Harry preocupados.

- Mione, Gina agrediu a Cho hoje! – Harry finalmente explicou tudo coçando a cabeça nervoso.

- Gina! – A reprendi chocada.

- Ah não foi bem assim não é Potter? Fui fazer uma surpresa para meu marido e o peguei todo prestativo com aquela vadia, ela estava praticamente deitada em cima dele! – Ela berrava.

- Não! Ela estava me entregando papeis e tropeçou no tapete a frente da mesa, apenas a segurei! – Harry respondia vermelho com raiva.

- Parem com isso! Ainda mais na frente das crianças! – O Sr. Weasley se impôs.

- Vou dormir aqui! – Ela cruzou os braços.

- Ótimo! Eu também se puder Sra. Weasley! – Harry cruzou os braços de onde estava.

- Claro querido, mas terão que dividir um quarto! Ron e Hermione estão no único quarto vago da casa, além do de Ron que estão as crianças, só sobra o de Gui ao lado do de Carlinhos! Tem duas camas pequenas e um berço do seu filho, mas podem usar as camas de armar! – Ela condicionava.

- Mas! Como assim e os outros? – Gina perguntou indignada – E o meu quarto? – Ela olhava chocada.

- Ah querida, Jorge está usando tudo como estoque! O seu será usado pelos seus filhos, mas os únicos que sobram são o de Jorge e Percy e os dois estão abarrotados de produtos! – A Sra. Wesley mentia, o de Percy estava com três pequenas camas para Molly II e os gêmeos de Jorge, além do berço de Lucy, apenas o antigo quarto de Fred e Jorge estava sendo usado para estoque, mas sem duvida ela queria que os dois se reconciliassem.

Assim que as coisas se acalmaram fui para o quarto e Ron estava lá deitado.

- As crianças já estão dormindo, Gina é maluca mesmo eihn! – Ele continuava observando o teto.

Corri para seus braços e dei um beijo apaixonado. – Você foi ótimo com as crianças! – Acariciava seus cabelos.

- Não queria que eles vissem aquilo, foi difícil quando Rose... bem aquele tapa! – Ele se lembrou magoado.

- Tem razão me desculpa! – Sentia meus olhos ficando marejados.

- Não chore, vem cá! – Ele me puxava para perto, começamos com pequenos beijos e a intensidade foi aumentando.

- Com força Potter! Isso! – Ouvi Gina berrar através da parede, olhei para a parede chocada.

- Por Merlin! Sempre esquecem se abafar o som! – Ron foi em direção a parede e bateu com força. – Hey! Não queremos participar disso! – Ele gritou.

- Desculpa! Estamos fazendo as pazes! – Gina berrou rindo de volta.

- Sério?! Nem tinha percebido! – Ron gritou com ironia e abafou o som.

(...)

Tudo parecia ter se resolvido com Harry e Gina, Ron trocou de secretária com Harry e me assustei ao encontrar Cho no dia da reunião com um olho ainda muito roxo. Anotei uma nota mental de nunca irritar Gina, ela realmente só era delicada em seu tamanho. Ron me seduziu com sua indiferença durante toda a reunião e aproveitei o bom humor de Gina para irmos ao shopping comprar lingeries para agradar nossos maridos de noite, Ron foi almoçar com Harry desconfiado quando o dispensei no almoço.

Depois do jantar subi correndo e tomei um banho rápido, me vesti e esperei Ron, estava deitada na cama na posição mais sexy que consegui fazer o aguardando.

- Ron ? Acho que vou mudar para cá também! Angelina me mandou dormir aqui hoje, deve estar de tpm! – Jorge abriu a porta e deu um pulo para trás quando me viu. – cunhadinha? – Ele fechava os olhos com as mãos. – Desculpa, estava procurando Ron! – Ele falava constrangido. – Acho que essa surpresa não foi pra mim né? – Ele ria.

- Jorge sai daqui! – Gritei me cobrindo com presa.

- Jorge? Mione! – Ron aparecia chocado na porta – Jorge desça! Desculpa amor! Já volto! – Ron disse perdido.

Estava morta de vergonha. 



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