História Roommate - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Jungyeon, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags Fluffy, Oneshot
Visualizações 65
Palavras 2.992
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cheguei extra cedo da escola e não tinha atualização nenhuma - tô bem triste - então resolvi finalizar isso aqui rapidão e postar alguma coisa eu mesma. Espero não desperdiçar o tempo de ninguém ;)

P.S.: Não botei o shipp de birra mesmo, se quiserem tentar adivinhar enquanto leem fiquem à vontade, comentem se acertaram etc.

Capítulo 1 - Capítulo Único - Silêncio!


 

Que saco…

Nayeon estacou em frente a porta do seu quarto, observando a pulseira vermelha pendendo da maçaneta com uma careta. Era aquele aviso – aquele maldito aviso – que sua colega de quarto estava com alguém, e ela não poderia entrar por enquanto. E não sabia por quanto tempo teria de esperar.

Derrotada, a morena deu alguns passos e deslizou as costas contra a parede, sentando-se no chão do corredor e resgatando o celular da cintura. Talvez se assistisse algum filme… Abriu o aplicativo e procurou por algo longo o bastante para distraí-la da ação que acontecia em seu próprio quarto, esperando que pudesse voltar para sua cama antes das duas horas acabarem.

Cansada de procurar, acabou escolhendo uma comédia água com açúcar qualquer, deixando o volume o mais baixo que pôde, se repreendendo por esquecer os fones no armário. Estava tudo bem, mesmo que chão fosse desconfortável e frio, estava entretida o suficiente.

Ou pelo menos era o que achava até começar a ouvir gemidos altos saindo da porta de seu quarto. Meu Deus, ela não ficaria ouvindo isso. Com raiva, Nayeon afundou o dedo no botão de volume na lateral de seu celular, ouvindo o diálogo e as risadas de fundo ecoando alto pelo corredor.

 

- Ei. Pode abaixar o volume, por favor? - chamou uma voz abafada a pouca distância e a morena se virou assustada.

 

Uma garota de cabelos curtos estava com metade do corpo para fora do quarto escuro, lhe olhando com curiosidade.

 

- Ah, desculpe. - murmurou envergonhada e mutou o celular, pausando o vídeo em seguida.

- Tudo bem, mas… Por que você está aqui fora?

 

A outra lhe fitou com uma careta confusa e Nayeon de repente percebeu o próprio estado: sentada no chão desajeitadamente, com as roupas desarrumadas e uma expressão idiota. Patético. Rapidamente, se levantou e ajeitou a saia, escondendo o celular no cós sob sua camisa de novo.

 

- Hm… Eu estou meio trancada para fora? - respondeu desajeitada – Quer dizer, minha colega está meio ocupada lá dentro, se é que você me entende.

- Ah… Ah! - exclamou a outra quando entendeu o sentido da frase – Bom, pode vir ficar com a gente aqui se quiser. Eu e minha colega vamos começar um filme agora.

 

Nayeon ficou indecisa por um instante, e deu uma última olhada na porta branca perfeitamente fechada. Era o dormitório da faculdade, o que poderia acontecer?

 

- Okay… Obrigada. - disse enquanto seguia até a maior.

- Não há de quê. A propósito, me chamo Jungyeon. - estendeu a mão e a morena sorriu retribuindo.

- Nayeon.

- É um prazer. - respondeu abrindo espaço para que a mais velha entrasse no quarto escuro antes de o fechar.

 

Nayeon permaneceu de pé desconfortavelmente enquanto Jungyeon passava por ela e sentava em uma das camas, onde uma pequena garota estava sentada enquanto vagava pelas opções em um notebook. A luz do aparelho era a única coisa que iluminava o ambiente, e Nayeon pôde observar os cabelos morenos e curtos da menor, e aquela pequena pintinha no canto de sua boca enquanto Jungyeon a ajeitava entre suas belas pernas descobertas pelo short.

 

- Vem, Chaeng. - disse ainda a puxando para perto e deixando espaço ao seu lado – Pode sentar aqui, Nayeon.

 

A pequena virou o rosto rapidamente quando ouviu isso, e fitou Nayeon com intensidade, o que deixou a morena um pouco mais desconcertada enquanto caminhava até a cama e sentava, tentando manter um pouco de distância das duas.

 

- Chaeyoung, essa é a Nayeon. Ela estava presa pra fora e eu chamei ela para assistir o filme com a gente. - explicou Jungyeon, tentando deixar a morena um pouco mais confortável – Nayeon, Chaeyoung.

- Oi. - disse Nayeon, ainda um pouco intimidada pela pequena criatura.

- E aí? - respondeu e abriu um sorriso adorável – Então, sua colega te expulsou para transar, não é? É um saco mesmo, odeio quando a Jung faz isso.

 

Jungyeon deu tapa na cabeça de Chaeyoung a repreendendo, esta que soltou uma risadinha sapeca e se voltou ao notebook novamente. Nayeon permaneceu em choque, os olhos arregalados com a fala ousada da garotinha de aparência tão inocente.

Depois de alguns minutos e algumas discussões das donas do quarto, concordaram um filme de comédia e ação, para misturar o gosto das duas garotas de cabelo de curto – Nayeon se absteve de escolher, já que estava até com um pouco medo da discussão das duas.

 

O filme passou entre comentários e risadas, e ao fim das duas horas o clima já estava muito mais leve, com Nayeon apoiada contra o corpo de Jungyeon e Chaeyoung jogada sobre as duas, resmungando das provocações das mais velhas que insistiam em lhe chamar de bebê. Ela já tinha 19 anos, poxa!

Estavam rindo baixo quando ouviram barulhos vindo do corredor, e Nayeon saiu apressada para conferir, lembrando do porquê estava ali para começar.

Quando pisou do lado de fora, viu o que menos esperava: sua colega de quarto estava bem ali, vestindo apenas uma camisa branca larga, beijando uma garota de cabelos loiros e levemente bagunçados.

Desde quando ela gostava de garotas?

Logo Nayeon ouviu um suspiro surpreso e encontrou Jungyeon e Chaeyoung paradas ao seu lado. A expressão da pequena parecia um pouco triste e Jungyeon enlaçou seu braço arredor de sua cintura discretamente em um meio abraço.

As duas garotas, alheias à situação, logo se separaram, e a loira se despediu e começou a caminhar, carregando os saltos na mão, sorrindo ao ver as três garotas a alguns passos de si.

 

- Oi, Chae! - cumprimentou subitamente com um grande sorriso, parecendo muito animada.

- Oi, Sana… - respondeu a pequena baixo e abaixou a cabeça, apertando a barra da manga do moletom que usava enquanto corava. Jungyeon a segurou um pouco mais firme.

- Bom… Acho que eu já vou indo. Até mais! - a garota se despediu com um último aceno ao ar e passou a caminhar pelo corredor.

 

Nayeon ergueu o olhar um pouco confusa com a cena que acabara de vivenciar, e encontrou sua colega de quarto encostada contra o batente, lhe encarando com um olhar sério indecifrável.

Pigarreou e se voltou a Jungyeon, que lhe ofereceu um sorriso enquanto ainda abraçava a menor.

 

- Obrigado por tudo, eu me diverti muito. - se despediu das duas e assistiu enquanto voltavam para o quarto.

 

Quando se virou, Nayeon encontrou sua colega ainda lhe olhando - agora com um pequeno sorriso -, antes de se virar e resgatar a pulseira vermelha da maçaneta, devolvendo-a ao seu pulso esquerdo. Logo depois entrou no quarto deixando a porta aberta, e girando o elástico sobre o antebraço como costumava fazer.

Nayeon a seguiu e se jogou em sua cama, aliviada por finalmente poder sentir seu travesseiro macio. Ouviu uma pequena risada e se virou para a garota ao seu lado, tentando não se distrair pela figura escultural mal-escondida sob aquela camisa branca, ou suas longas pernas bronzeadas passeando pelo carpete enquanto recolhia algumas garrafas de cerveja do chão.

 

- Desculpe ter te deixado para fora, Nayeon-ssi. Você esperou muito? - soou a voz doce e a morena fechou os olhos por alguns segundos.

- Não, tudo bem. Eu assisti um filme com as meninas do 201, nem vi o tempo passar.

- Bom, mesmo assim, me desculpe. Eu até relutei, mas a Sana não tem dormitório aqui e se eu fosse até a casa dela não ia conseguir voltar antes do toque de recolher. - disse a mais nova fazendo Nayeon rir fraco e se sentar na cama, resgatando o celular e pousando sobre a cômoda ao lado da cama.

- Tudo bem mesmo, Tzu. - respondeu e hesitou um pouco, molhando os lábios com a língua e pigarreando antes de continuar – Mas eu estou um pouco surpresa. Não sabia que você…

- É, mas eu sou. - respondeu grossa e Nayeon se assustou por um instante com a expressão dura no rosto da mais nova – Não sei se te deixa desconfortável ou alguma coisa assim, mas não quero ouvir nenhum discurso… e não se preocupe, prometo que não vou te atacar no meio da noite nem nada.

 

Nayeon piscou algumas vezes com a mudança drástica da taiwanesa, e pensou no que teria feito Tzuyu pensar que ela reagiria dessa forma.

 

- Eu não me importo, Tzuyu. - respondeu com calma, tentando passar segurança em suas palavras enquanto fitava os olhos da garota, que se amaciaram aos poucos.

 

Tzuyu suspirou e penteou os cabelos para trás com as mãos; parecia um pouco culpada. Tinha brigado com Nayeon sem motivo, mas poxa, já estava cansada de ouvir tudo que ouvia sempre que dizia quem era. Grosserias de outras pessoas já doíam muito, de Nayeon então, não queria nem imaginar.

Ela sabia que não era muito próxima da mais velha, mas, mesmo assim, a garota tinha algo que a fazia um pouco mais feliz, como se o dia fosse um pouco melhor quando acordava e ela estava ali na cozinha, fazendo o café em seu pijama de coelhos.

 

- Me desculpe, eu só… Não sei. Sinto muito. - disse, frustrada consigo mesma enquanto carregava a garrafas até a cozinha.

- Tudo bem. - ouviu a risada calma da morena no quarto - Eu também sou, a propósito. Embora não goste muito de rótulos… - murmurou Nayeon enquanto caminhava até o armário para procurar algo para se trocar.

- Nossa… Mina unnie estava certa, não se deve julgar um livro pela capa. - respondeu a taiwanesa rindo enquanto voltava e se apoiava contra a porta da cozinha – Mas como sou uma dama, minha promessa continua de pé. - completou com uma reverência como se agradecesse por uma dança concedida.

- Okay, m’lady. - respondeu Nayeon rindo, mesmo que a ideia de Tzuyu deslizando sob seus lençóis no meio da noite soasse extramente tentadora.

 

Com um último suspiro, a morena expulsou esses pensamentos e se preparou para dormir, tentando tirar o sorriso do rosto depois do que provavelmente foi sua primeira conversa real com Tzuyu. A primeira de muitas, esperava.

E assim se cumpriu. Na semana seguinte, Tzuyu a chamou para sair algumas vezes, pedindo companhia para o show do campus daquela noite, ou simplesmente para irem ao mercado e encher a dispensa - comprou até algumas jujubas para a mais velha quando ela fez manha.

Assim, Nayeon se viu amiga de Tzuyu em um tempo recorde, e logo passavam quase todas as noites conversando ou assistindo a alguma série. Isso a deixava feliz, Tzuyu era realmente muito doce e adorável, e embora sua expressão séria passasse uma impressão de garota durona, Nayeon sabia que ela era um amor.

Meses se passaram assim, e praticamente não se via uma das duas longe da outra - eram definitivamente uma dupla famosa no dormitório. Mesmo quando brigavam às vezes, geralmente por conta do grande ego que as duas compartilhavam, e da teimosia infantil de Nayeon, a mais velha acabava se rendendo no final se Tzuyu oferecesse alguns doces e deixasse ela escolher o filme no dia seguinte.

Nayeon também não negaria, mas fazia algumas semanas que notava seu coração bater estranhamente rápido quando Tzuyu se aproximava ou mesmo lhe direcionava um sorriso, mas conseguia ignorar com sucesso na maioria das vezes. E mesmo que fosse um pouco triste às vezes, Nayeon tinha feito um trato consigo mesma de ignorar seus sentimentos pelo bem de sua amizade, principalmente quando a outra não apresentava o menor sinal de retribuir.

Tudo bem, acontece. Afinal, Nayeon tinha 22 anos; não era sua primeira paixão platônica, e ela sobreviveria, assim como sobreviveu às outras. Isso era o que ela dizia.

Mas é claro, não era tão fácil assim.

 

 

 

- Por favor, Nayeonnie~ - chamou a mais nova manhosamente outra vez.

- Eu não posso, Tzu, estou a uma notinha de reprovar. - respondeu a mais velha, tentando ignorar a expressão adorável no rosto da morena.

- Mas eu não quero ir sozinha… - reclamou enquanto se levantava da cama e caminhava até o espelho na parede onde arrumou a maquiagem.

 

Nayeon riu fraco e colocou os óculos redondos de novo, voltando-se para o notebook sobre a mesa e a longa pesquisa que teria de terminar até o dia seguinte.

 

- Você vai ficar bem, bebê. - brincou e recebeu um olhar mortal prontamente ignorado – Você conhece quase todo mundo lá. Só não traga ninguém e tente me expulsar, okay? Eu preciso mesmo terminar isso.

 

Tzuyu riu com a fala da mais velha. A verdade era que não trazia ninguém para o dormitório fazia bastante tempo. Talvez porque a pessoa que gostaria de trazer já estava aqui.

A garota balançou a cabeça e tratou de se despedir rapidamente, depois de deixar um pequeno comentário ácido sobre a outra só para irritá-la um pouco.

A taiwanesa caminhava pelo campus lentamente, suspirando enquanto a noite fria lhe lembrava do redemoinho confuso que chacoalhava seu coração nas últimas semanas. Já tinha pensado nisso, se enchido de versos de músicas convenientes, até conversado com seu cachorro sobre isso quando foi visitar seus pais no feriado. E por fim decidiu em engolir todos seus sentimentos pela amiga, aceitando se encher de suspiros e sonhos com seus pequenos lábios rosados tocando os seus até que aquilo passasse.

Quando percebeu, a música alta já estava próxima e as luzes coloridas piscando de uma das janelas tornava óbvio que havia chegado ao seu destino.

E depois de 20 minutos já queria ir embora.

Isso tudo é tão ridículo, pensou enquanto buscava algo para pôr em seu copo que não fosse pelo menos cinquenta por cento vodca. Já tinha cumprimentado muitas pessoas, dançado com algumas, trocado conversas rápidas com outras e rejeitado educadamente uma garota bêbada que disse ser apaixonada por ela desde o começo do ano.

Enquanto sondava a mesa ainda buscando algo não tão intragável, sentiu braços envolverem sua cintura com delicadeza e uma voz sussurrando em seu ouvido.

 

- Oi, Tzu.

 

Ela reconhecia aquele cheiro de chiclete, e reconhecia aquela voz, mesmo que um pouco embargada.

 

- Oi, Sana. - respondeu se virando e soltando os braços da outra.

- Não sabia que viria. Cadê sua namorada? - perguntou a japonesa enquanto desviava de algumas pessoas que passariam esbarrando nela.

- Namorada?

- É, sua colega de quarto. - respondeu como se fosse óbvio.

- Ela não é minha namorada, Sana. - disse tentando evitar o amargo daquelas palavras.

- Não? Que estranho… - murmurou se aproximando da mesa e enchendo um copo de uma mistura verde - Vocês estão sempre juntas por aí, e o jeito que ela fala e olha pra você, parecia super oficial. Você quer? - ofereceu encher mais um copo para a morena.

- Não; o que você está falando, Sana?

- Você está brincando, não é, Tzuyu? É tão óbvio que ela gosta de você. - Sana riu e tomou um gole daquele verde brilhante – Antes eu achava que vocês estavam juntas… agora parece meio cruel.

 

Sana murmurou mais algumas coisas, mas Tzuyu não ouviu. Se despediu de qualquer jeito e saiu esbarrando em algumas pessoas, tentando encontrar a saída o mais rápido possível. “É tão óbvio...”, Sana disse. Se era tão óbvio, como ela nunca percebeu?

Porque você é uma idiota, pensou, e começou a acelerar o passo. E então estava correndo, atravessando os longos gramados e prédios em meio a névoa da madrugada, que deixava tudo um pouco molhado.

A taiwanesa logo se encontrou em seu corredor, parando em frente a porta que escondia o motivo de seu sorriso. Seu coração batia rápido e ela se perguntava como o caminho de volta tinha passado tão rápido. Sequer tinha pensado no que dizer…

Mas quando Tzuyu abriu aquela porta, lançando uma luz sobre o pequeno corpo adormecido na cama à direita, tudo pareceu claro. Se aproximou lentamente, sentando na beira da cama enquanto tomava cuidado para não acordar a mais velha.

Gentilmente, puxou a coberta um pouco mais para baixo e não pôde evitar de sorrir. Nayeon estava tão linda, com os cabelos negros emoldurando seu rosto sereno, inocente, os lábios juntinhos em um meio bico. Tzuyu logo levou a mão ao rosto da outra, acariciando sua bochecha carinhosamente com o polegar enquanto sorria abertamente.

 

- Nayeonnie… - chamou baixo, e viu a outra se contorcer um pouco e abrir os olhos devagar, junto com um pequeno sorriso sonolento.

 

Tzuyu olhou naqueles olhos negros e suspirou. Agora ou nunca.

Então se aproximou lentamente, sentindo seu coração bater tão rápido que parecia poder explodir. E quando seus lábios tocaram o de Nayeon, jurou que ia morrer naquele mesmo instante.

Devagar, a mais velha entreabriu os lábios e guiou uma das mãos até a nuca da outra, onde segurou com delicadeza, a puxando mais para perto. Quando viu, Tzuyu já escorregava para debaixo dos lençóis da mais velha, ainda em êxtase pela delicadeza daqueles lábios contra os seus.

A taiwanesa se afastou lentamente, buscando algum sinal nos olhos de Nayeon que tinha feito a coisa certa, e que não tinha estragado tudo. Esse veio quando a mais velha lhe puxou um pouco mais e sorriu contra seu ombro, acariciando a parte de trás de seu pescoço e a lateral de seu quadril.

Então Tzuyu se permitiu sorrir também, sentindo o calor de Nayeon antes de rir um pouco.

 

- O que foi? - perguntou a voz baixa de Nayeon se afastando para olhá-la.

- Nada… Sabe, acho te devo desculpas, quebrei minha promessa.

 

Nayeon pensou um pouco e logo sorriu, lembrando do que Tzuyu estava falando.

 

- É mesmo, não é? Mas quer saber… - disse divertida enquanto enlaçava o pescoço de Tzuyu e juntava seus lábios em um beijo rápido – Acho que te perdoo. Se você merecer.

- Eu não mereço? - perguntou Tzuyu enquanto sorria aberto.

- Ainda não. - respondeu a morena com um sorriso de lado enquanto subia no corpo de Tzuyu – mas vai.

 

 

 


Notas Finais


O que tá havendo comigo?

Enfim, comentem alguma coisa aí ♡


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