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História Roqueiros - As Notas Do Amor - Capítulo 20


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Capítulo 20 - Yugyeom And Strawberries...


Fanfic / Fanfiction Roqueiros - As Notas Do Amor - Capítulo 20 - Yugyeom And Strawberries...

SHOWNU

Eu estive fora durante todo o dia fazendo exatamente nada. Eu só precisava sair de casa e respirar, pois nesse momento Yugyeom já havia recebido o vídeo com a música que Changkyun me ajudou a compor pra ele.

A casa está silenciosa e há um recado de Kihyun na mesinha ao lado da porta dizendo que ele e Changkyun haviam saído e que eu não precisaria esperar por eles para o jantar.

Eu já havia me enchido de Fast-Food na rua, por isso a única coisa que me resta agora é tomar banho e dormir. Passo pelos quartos de Hosoek e Jooheon, mas como eu havia imaginado, eles também não estavam em casa.

Apesar do cômodo se encontrar escuro, a luz do corredor me permite ver que há alguém deitado em minha cama. Talvez eu devesse sentir medo, mas eu só consigo me sentir nervoso, pois eu jamais esqueceria quaisquer traços da pessoa eu mais amei e amo. 

O mais silencioso possível, eu adentro o quarto. Em meio ao breu, eu caminho até a beira da cama e acendo apenas a luminária que ocupa um espaço no criado ao lado.

Yugyeom dorme de maneira serena, com o corpo encolhido enquanto abraça o meu travesseiro. Não traçar os contornos delicados do seu rosto, requer um grande autocontrole de minha parte. 

Ainda sem fazer muito barulho, eu me levanto e ligo o ar condicionado antes de puxar uma manta e me deitar atrás de dele, abraçando sua cintura e aproximando seu corpo do meu. Logo o cheiro de Yugyeom misturado com morango, atinge minhas narinas me fazendo suspirar de satisfação por poder tê-lo em meus braços mais uma vez.

Yugyeom se movimenta um pouco e logo eu sinto sua mão ser repousada sobre a minha.

— Hyunwoo...

— Shhhhh... Sou eu sim, Moranguinho.

— E-eu...

— Está tudo bem, nós conversaremos depois. - Aspiro seu cheiro antes de depositar um beijo em meio aos seus fios sedosos. — Eu quero abraçar você mais um pouco.

Yugyeom suspiro antes de concordar e entrelaçar nossos dedos. Logo sua respiração volta a ficar uniforme, indicando que ele havia voltado a dormir. Eu estou ansiando por essa conversa a um mês, mas ainda assim eu não quero que esse momento acabe. 

[•••]

Sou desperto por leves carícias em meu rosto e cabelo. 

— Eu posso me acostumar a acordar assim. - Ouço a risadinha de Yugyeom; eu realmente senti falta desse som. — Que horas são?

— São exatamente duas e meia da manhã. - Ele me aperta mais em seus braços. — Não sei se digo que está tarde ou muito cedo. 

Nós dois rimos antes de nossas expressões voltarem a ficar sérias. Encostando minha testa em seu ombro e suspiro antes de me afastar relutante, ficando sentado de frente para ele.

— Durante todo esse mês eu procurei por palavras para justificarem o que eu fiz, para assim poder me desculpar, mas eu realmente não encontrei nenhuma. - A atenção de Yugyeom se mantém totalmente focada em mim. — Eu trouxe a você o sentimento de dor do qual eu sempre evitei. A falta de ter você aqui comigo foi extremamente dolorosa e dela vieram cada uma das letras naquela música... Eu não podia perder você. Eu não podia desistir sem ao menos tentar mais uma vez e essa música foi a única maneira da qual eu encontrei de dizer isso a você.

Haviam mais palavras a serem ditas, mas elas se mantinham em total embaraço.

— Você não foi o único a errar aqui meu amor... Eu fiz algo semelhante, pois eu fugi sem deixar que você também se explicasse. - Seus olhos buscam pelos meus novamente. — Eu só quero que a partir de agora, sempre que um problema surgir, nós iremos conversar e tentar resolver sem que tudo vire uma enorme bola de neve.

— Eu prometo! 

— Tudo bem. Agora por favor, me beije. - Ele se move de modo que fique sentado em meu colo. — Eu estive pensando em seus lábios por um mês inteiro...

Yugyeom sorri antes de começar a distribuir beijos e mordidas pelo meu pescoço. Puxo-o para um beijo nada delicado, causando suspiros e ofegos de ambos. 

Minhas mãos inquietas fazem todo o trabalho de livra-lo de suas vestimentas. 

— Muito lindo...

— O que você está fazendo, amor?

— Como assim ?

— Eu fiquei um mês sem te ver, então por favor, sem enrolação...

Sua fala se prolonga um pouco devido aos meus lábios que agora estão dando atenção a um de seus mamilos. Suas mãos procuravam percorrer meu corpo, assim como as minhas percorriam o seu.

Nossos corpos por vezes sofriam atritos que nos faziam gemer, nos obrigando a findar nosso beijo.

— Você gosta quando eu amo seu corpo Moranguinho? - Questionei provocativo, recebendo um ofego, seguido de um gemido. — Pela sua reação, eu acho que sim.

— C-chega!

Yugyeom me empurra e por um momento eu não entendi o motivo dele me afastar, mas isso foi até ele voltar a me empurra para baixo, na cama. 

— Não diga nada, apenas me ajude a acelerar as coisas.

Ergui minhas sobrancelhas para ele antes de resolver não questionar e voltar a beija-lo com mais vontade, causando-lhe gemidos descontrolados ao emaranhar meus dedos em meio aos fios do seu cabelo. 

Yugyeom finda nosso beijo, apenas para se curvar sobre mim, alcançando a primeira gaveta do criado, onde agora eu mantinha preservativos e lubrificante. 

— Dei-me sua mão! - Faço o que me foi pedido. — Agora cabe a você me preparar.

Meus dedos são guiados até sua entrada, levando-o a arfar ao sentir o líquido gelado entrar em contato com sua pele. Yugyeom mordeu o lábio inferior ao sentir meu primeiro dedo preenche-lo.

Adicionei o segundo logo depois, movimentando-o com um pouco mais de velocidade. Seu rosto estava corado enquanto de seus lábios entreabertos, saiam gemidos um tanto manhosos.

Retirei meus dedos de seu interior, e me ocupei de colocar uma quantidade generosa de lubrificante em meu membro. Guiei Yugyeom de modo que a sua entrada ficasse bem encaixada antes de sussurar-lhe.

— Agora desce, amor...

Ele não tardou em fazer. Ele desceu dolorosamente lento, engolindo cada centímetro do meu membro, arrancando qualquer vestígio de sanidade que eu tinha.

Alguns segundos depois, suas mãos foram apoiadas em meu peitoral, servindo de apoio para ele impulsionar seu corpo. Ele começar a se mover devagar, para logo os movimentos se tornarem intensos, nos fazendo gemer alto, junto a palavras desconexas.

Minhas mãos apertavam o seu quadril, enquanto os seus dedos, arranhavam a minha pele, deixando ardidos vergões vermelhos. Seu interior me apertava, levando-me quase ao ápice.

Yugyeom se movia incansavelmente, descendo mais rápido e mais forte até alcançar sua liberação, sujando sua barriga e o meu peitoral. Mesmo que ele estivesse se sentindo mole pelo seu orgasmo, ele continuou se movendo de encontro as minhas investidas até que eu eu atingisse o meu próprio prazer, preenchendo o seu interior. 

Ofegante, Yugyeom se inclina sobre mim, beijando meus lábios apaixonadamente antes de sair de cima de mim, me retirando do seu interior para deitar ao meu lado.

— Eu amo você. - Ele sussura para mim, como se fosse uma promessa. — Não se afaste novamente...

— Eu prometo que não vou Moranguinho. - Afasto os fios colados em sua testa antes de beija-la. — Eu também amo você.

Suspiramos satisfeitos e permanecemos deitados em silêncio por alguns minutos até Yugyeom quebra-lo.

— Vamos tomar banho!

Assenti antes de acompanha-lo para o banheiro. O banho fora apenas para lavar o suor e a sujeira. Assim que terminamos, nos vestimos com roupas finas, antes de seguirmos para a cozinha, em busca de algo para alimentar nossos estômagos. 




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