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História Rosa de Sangue - Crossover - Capítulo 2



Capítulo 2 - Escuro


Fanfic / Fanfiction Rosa de Sangue - Crossover - Capítulo 2 - Escuro

Às vezes o silêncio é violento

Eu acho difícil esconder isso


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Car Radio

twenty one pilots







Teoria do caos. 


Basicamente é a ideia de que uma pequena variação nas condições em determinado ponto de um sistema dinâmico pode ter consequências de proporções inimagináveis. O exemplo, o bater de asas de uma borboleta no Brasil pode provocar um furacão no Texas. Embora esse seja um exemplo superlativo, considerando-se a incapacidade de prever os eventos consequenciais de um inicial num espaço com múltiplas variáveis que interagem entre si, em última análise, não é impossível o bater de asas da borboleta causar um furacão é nisso que se baseia o raciocínio empírico inicial para a teoria do caos. O que os matemáticos querem prever é exatamente isso, o que pensamos ser o acaso, nada mais é que um fenômeno que pode ser representado por equações, mas o problemas das equações, é que nem todo mundo sabe calculá-las, e partindo disso, não podemos prever os acontecimentos, então se você não tem uma bola de cristal ou é bom em matemática, sua única opção é deixar a vida nas mãos do acaso e torcer para alguma divindade ter pena da sua alma. Nesse momento que as coisas podem começar a dar errado.


Passamos a vida inteira desejando coisas que muitas vezes não estavam em nosso alcance, seja um brinquedo caro, um celular novo, ou então uma família como a do seu amigo que em sua perspectiva, é perfeita. Jungkook quando era mais novo desejava uma outra família, claro que ao passo que esse pensamento surgia, ele se sentia mal por não estar dando o valor correto para a família que ele tinha, tudo bem que ele nunca teve amor, carinho ou compreensão, mas ele tinha dinheiro, e isso bastava, certo? Bom até certa idade ele achava que sim, mas ao passo em que ele crescia e com isso construía seus próprios pensamentos longes daquele impostos pelo seus pais, ele percebia que não era mal. Eles fizeram seu filho acreditar que tudo pode ser preenchido por coisas caras, quando na verdade, os bons sentimentos vão se perdendo ao passo que o material ganha mais valor que tudo. Ele não era mal por pensar que, a cada natal, seria incrível ganhar um lar onde existisse amor, por mais que ele não tivesse ainda em sua cabeça o que era amor, nos filmes e graças a alguns colegas que ele observava, Jungkook formou para si próprio o que era amor.


Para ele amor era se importar.


Ele sabia e apreciava quando uma de suas coleguinhas mostrava seu almoço e nele tinha um bilhetinho de sua mãe para incentivar a criança a ler, ele nunca havia recebido nada com aquelas palavras ou sequer escutar da boca de seus pais, ninguém nunca disse que amava ele. Às vezes quando ele se deitava em sua cama e lágrimas desciam pelos olhinhos de jabuticaba, ele acreditava que jamais seria digno do amor de alguém, e assim Jeon Jungkook cresceu, cada vez mais desmotivado e tentando ao máximo ser algo que não é, apenas para tentar ter algo que seu pai nunca demonstrou: carinho.


Não importa exatamente, para os desesperados, qual caminho você seguirá para atingir determinada coisa em sua vida, o importante é chegar lá, mas o que muitos se  esquecem é que o caminho é a coisa mais importante de todas, Jungkook deixou-se ser guiado pelo caminho mais fácil, pois tudo que ele ansiava era alguma reação positiva vinda de seu pai.


E ele a conseguiu.


Quando ele finalmente foi aceito no R.D.S, seu pai teve orgulho dele, e pela primeira vez, em toda a sua vida, mostrou algo diferente do desprezo pelo filho. Mas obviamente, todas as nossas escolhas acarretam algo, pois nossas decisões faz parte de quem somos e o que seremos no futuro. As escolhas que foram dadas ao Jeon não eram muito vastas e não eram bem escolhas, ele passou boa parte da sua vida sendo manipulado pelo pai para se tornar uma marionete para servir as suas vontades, e agora os demônios em sua cabeça o levavam cada vez mais para o abismo final.


Quando ele olhou para Mi So a encontrando daquele jeito, banhada no próprio sangue, ele não queria acreditar que aquilo realmente estava acontecendo, durante o período em que ele foi retirado por alguém do seu apartamento à força ele somente desejou que tudo aquilo não passava de um maldito pesadelo, então agora ele se encontrava encolhido em algum carro enquanto pedia a qualquer deus existente que o ajudasse, que ela não estivesse morta, mas como sempre quando era criança, ninguém respondeu.


— Jeon, pare com isso e me diga o que aconteceu.


Os olhos se encontravam desfocados e as palavras cada vez mais presas na garganta sufocadas em um grito, naquele momento ele nem sabia se teria voz para responder a quem o encarava com certa pena no olhar, com as mãos tremendo e a voz vacilando, ele focou seus olhos em quem agora compartilhava o banco do carona com ele, quando finalmente conseguiu voltar um pouca para a realidade percebeu que quem falava com ele era Caleb Rivers, membro da R.S.D e um de seus amigos.


— E-eu não s-sei o que-e aconte-eceu, me di-iz que ela não t-tá morta.


Em um momento de surto, agarrou a camisa do homem à sua frente, o implorando que ela não estivesse morta, o sangue seco em suas mãos o deixava cada vez mais catatônico, ele chorava e gritava coisas desconexas  enquanto sacudia o homem.


Jeon Jungkook estava surtando.


Caleb não sabia o que fazer, jamais virá alguém em todos os seus anos dentro da máfia em um estado como aquele, afinal seu trabalho não permitia muito que as pessoas esbanja-se seus sentimentos a todos, pois para eles, sentimentos nada mais era do que algo que somente pessoas fracas tinham, então ele estava completamente perdido, apenas encarou o rapaz que chorava e gritava, o segurou pelos pulsos o afastando um pouco de si, Jeon estava irreconhecível.


— Jungkook, para com isso, as coisas já estão complicadas o bastante para você, tem noção do que acabou de acontecer? Sim ela está morta, aceite isso e se recomponha, a imprensa está lá fora, os policiais também, mesmo eles estando na nossa folha de pagamento, o restante não.


A perda muitas vezes não é compreendida  plenamente pelas pessoas, a morte quando bate a porta e leva alguém faz com que as pessoas em sua volta reajam de diferentes formas, Jungkook estava surtando, pois a culpa o estava consumindo e o levando para um lugar sombrio que ele nunca havia estado.

Com os pulsos sendo segurados por Caleb, Jungkook assentiu diversas vezes se soltando e encolhendo sobre o assento enquanto entrava em uma estado de choque, alguém entrou no carro e começou a dirigir, deixando toda a bagunça daquele lugar para trás e deixando Mi So junto.


O carro seguiu pelas ruas, o garoto assustado foi retirado do carro e levado para dentro do prédio. Quando o elevador enfim parou no andar desejado, Jungkook ainda estava em estado de choque, porém quando a figura furiosa de seu pai surgiu a sua frente ele foi trazido para a realidade quando um tapa de seu progenitor foi desferido em sua cara.


Jeon Jungsyn estava fora de si.


Não que alguma vez suas atitudes demonstram que ele tinha alguma sanidade e bom senso, porém naquele momento, após ver na televisão que seu filho estava sendo acusado de assassinato e que as pessoas queriam que alguém se manifestasse sobre o que havia acontecido, ele saiu fora de órbita, pois a única coisa  que se passava por sua cabeça era o que isso poderia causar nos negócios, mas principalmente o que Lucius iria pensar e fazer, afinal tinha muito mais coisa em jogo que apenas a Bangtan ter uma fama ruim. Jungkook caiu no chão com a força proferida pelo Jeon mais velho, como se não bastasse sua cabeça estar atordoada, sua garganta doía junto com todo o corpo, se as coisas já estavam ruins, ali ficariam pior, pois ao se levantar com uma grande dificuldade percebem que não estava sozinho com Jungsyn, Caleb havia saído e agora ele sabia o por quê. Lucius Malfoy estava naquela sala. E o encarava com uma expressão calma, branda demais para uma situação como aquela.


— Me diga garoto, o que aconteceu? 


A pergunta rondava a mente do mais novo, pois ele não sabia o que tinha acontecido, ele não se lembrava de nada, tudo o que tinha em sua mente era a imagem de Mi So morta, e ao lembrar disso novamente lágrimas voltaram ao seu rosto. Ela realmente estava morta.


— Garoto petulante, para de chorar como mulherzinha e responda o que foi perguntado pelo Sr. Malfoy.


O senhor Jeon agora segurava o filho chorando pela gola da camisa e gritava em sua cara, mas Jungkook não tinha força para responder, nada saia, mas não é como se os mais velhos entendessem aquilo. Sentimentos sempre são desvalorizados e tratados como algo idiota, naquela sala, apenas o garoto sabia sobre a dor que sentia, fazendo doer, e o pior de tudo é que boa parte daquela dor sentida era na verdade psicológica. Nunca foi novidade que seu psicológico alguma vez foi estável, mas naquele momento, após o livro da vida de Mi So ter sido encerrado e posto em uma prateleira para apenas as lembranças continuarem, tudo dentro dele desmoronou, os poucos pedaços que ele havia construído , toda a cola que ela forneceu para que ele pudesse colar seus pedacinhos, cedeu. Ele estava fazendo sua subida e agora caia em um buraco fundo, ele não tinha mais estabilidade.


— Não acho que ele consiga responder, Jungsyn.


— Não se preocupe, senhor, eu mesmo irei… 


— Não, você não vai. O que você vai fazer  é controlar aqueles policiais e ser bem convincente quando for falar com a imprensa.


— O que eu vou falar? Irei dizer que esse merda aqui, entupido de droga, matou aquela vagabunda?.


— Você é idiota? Fez curso para atingir tal nível de burrice?


— Senhor, eu sinto mui… 


—  Fique quieto, sua voz me irrita, e faça essa criança estúpida para de chorar, parece que eu estou cercado por incompetência.


Jungsyn nunca contestava o chefe, talvez fosse a aura de Lucius, o poder que ele exalava ou seu olhar cortante. De qualquer forma, o Jeon mais velho fazia tudo para o agradar, as má línguas diziam que se o malfoy pedisse ao outro para andar em lava quente, ele faria, como um bom cachorrinho obediente. Quando Lucius pediu que o filho de Jeon entrasse para a máfia, ele acatou de primeira, apenas para provar que o respeitava e faria suas vontades. Mas sejamos francos, tudo o que Jeon Jungsyn queria não era o respeito do Malfoy, era seu poder e ele sabia disso.


Um aperto forte foi deixado no braço de Jungkook como um aviso para que ele parasse com aquilo, porém o mais velho não se contentou em apenas apertar e soltar, ele foi apertando cada vez mais, como se quisesse quebrar o osso, mais um pouco e talvez ele conseguisse, afinal era um homem grande e violento, fazia uso das duas mãos e estava em seu momento de fúria.


— O que vai acontecer é o seguinte: fale com os policiais e arrumem um criminoso qualquer, diga que foi um roubo que deu errado, era alguém grande demais e estava drogado, diga que a garota era apenas uma companhia de uma noite do Jeon, de dinheiro para a família se calar, faça pensarem que era apenas uma prostituta e que ele até tentou a salvar, e que ele não irá se manifestar pois está conturbado com os acontecimentos, faça ele se passar por um coitadinho, as pessoas são idiotas e sentem pena fácil.


— Tudo bem senhor, mais alguma coisa?


— Eu não quero que nenhum repórter sequer chegue perto desse garoto, ele claramente está fora de si e entregaria, o leve para outra cidade, nada muito longe, eu quero monitorar ele ainda, o coloque em uma clínica de reabilitação.


— Senhor eu acho que não é necessário uma clínica, ele sabe  se contro… 


— Se ele soubesse se controlar não estaríamos nessa situação. E eu só não peço para acabarem com a vida dele pois ele é um membro a muito tempo e sempre foi fiel, nunca me contestando, e já vou avisando que ele ficará lá por alguns meses, se não voltar com a cabeça nos eixos, eu mesmo coloco uma bala na cabeça dele. Achei que os Jeon’s fossem mais competentes.


E após isso, Lucius, sua bengala e sua ameaça se retiraram da sala, e ali, sozinhos, Jungsyn pode descontar suas frustrações no garoto, e não sendo novidade, Jungkook não reagiu, apenas deixou seu progenitor espalhar marcas por seus corpo, e ele realmente quebrou seu braço, mas dessa vez, ele não pode quebrar o Jungkook, pois este já se encontrava despedaçado, apenas seu corpo estava ali.


Jeon Jungkook morreu quando Park Mi So se foi, quando o sol desapareceu da sua vida e a tempestade chegou, a água que caia não lavava sua alma, apenas o afogava em seu desespero maior. 







Em outra cidade, um garoto loiro se encontrava deitado em posição fetal enquanto chorava, a dor em seu peito o consumia e destruía tudo dentro de si, ele já havia bebido muito, cheirado algumas coisas, mas nada fazia passar, nada parava a dor da perda. Park Jimin estava sentindo a dor de saber que sua irmã estava morta, mas talvez o pior de tudo tenha sido o fato que ele não poderia ver o corpo, não poderia enterrá-lo, e tudo o que ele sabia era que havia pessoas poderosas por trás disso, pessoas com dinheiro o bastante para que a morte de sua irmã fosse tratada como nada.


Todos adoram o poder, mas quando esse poder se virar contra nós, passamos a odiá-lo. 

Jimin adorava o poder que havia conquistado cuidando das drogas e dos rachas para a R.D.S, ele tinha tudo, dinheiro, mulheres e drogas a sua disposição, além de adorar o perigo que corria suas veias. Mas para tudo que se faz tem um preço a se pagar, para ter tudo isso ele teve que ficar o mais longe possível de sua irmã, Park Mi So, ela não entendia muito bem o que seu irmão fazia para que eles só pudessem se encontrar algumas vezes no mês, mas respeitava as decisões do mais velho que sempre cuidará de si.


Mas dessa vez Jimin falhou, ele não estava por perto, não a protegeu e agora ela estava morta. Quando estava pensando em injetar algo que o fizesse dormir, uma mensagem chegou em seu celular, está que seria ignorada se não fosse pela parte do conteúdo. Abrindo a mensagem e descendo os olhos por cada linha, Park sentia cada parte do seu corpo ser preenchida pelo ódio e raiva, e ali ele travava uma guerra, onde mesmo não saindo vitorioso, ele sabia que ainda sim o faria, ele já havia jogado com muitas pessoas, mas parece que era hora de jogar com um certo Jeon, e o jogo só terminava com o assassino de sua irmã morto.


“ Park Jimin, sua querida irmã, Park Mi So era realmente uma linda mulher, pena termos que usar o passado agora, ela era alguém, deveria agradecer a Jeon Jungkook por isso, achei que gostaria de saber. Com carinho, -G”



🌹



A risada sarcástica ecoou por todo armazém,  fazendo Spencer engoli em seco. Aquilo o fez lembrar da sua ex-noiva aquela ciumenta que o controlava. Sempre que brigavam, ela sempre o acusava de traição e como sua risada o deixava nervoso. Era exatamente por isso que ele não gostava de pensar nela. O fato de Penélope dizer que aquela mulher é a filha do chefe deixa tudo pior. Estava torcendo tanto para a arma que ela segurasse na mão estivesse destravada e ela não apontasse para os dois. Ela é a única que estava rindo enquanto outros homens estavam parecendo um bando de estátuas, completamente sem almas. Será que foram treinados para não ter senso de humor? Será que alguma vez um deles sorriu? Se não fosse pela roupa que parecesse um serial killer, ela iria parecer uma estudante de medicina com a expressão gentil.  Seria genial que sua aparência engana-se qualquer um. 


— Deixa eu ver se entendi... — ela respirou fundo, limpando as lágrimas dos olhos  como se estivesse assistindo filme de comédia. — Você quer assumir o lugar dessa gracinha enquanto eu deixo ela viver?  Bem... Não sei se ela te contou,  mas não deixo ninguém viver quando comete erros.  Substituir?  Eu deixo,  mas para substituir alguém,  teria que morrer para isso. 


Spencer engoliu seco,  evitando olhar dos olhos da loira que estava quilómetros da frente dele. 


— Tenho certeza que ela te deve uma explicação para isso.  — Spencer disse olhando para a irmã. — Não é,  Penélope? 


— Eu.... Sim,  claro que... Te devo explicação. — Penelope gaguejou. 


— Penélope? É seu nome? Interessante. — pareceu realmente divertida, sua sobrancelha levantou,  mostrando sinal que estava mesmo interessando. — Então,  diga-me, Penélope,  porquê o transporte de drogas não aconteceu?  Por que seu parceiro está morto no meio do ponto de encontro e a polícia está no local de crime investigando?  Sabia que as drogas agora está na evidência da polícia? 


— Certo. — Penelope limpou a garganta,  balançando a cabeça. — Quando chegamos no local que foi combinando com 500 drogas na van como combinado.  O nosso cliente foi verificar e cumprir o pagamento, mas ele disse que queria mais de 600 e eu disse... Que você não aceitaria,  já que fizeram acordo e combinaram.  — Penelope respirou fundo,  suas mãos tremiam tanto  e Spencer quis tanto abraçar,  mas não podia demonstrar a fraqueza na frente deles, afinal ela iria usar isso contra. — Ele exigiu ver você e Daniel disse que seria impossível,  então o nosso cliente o atirou e eu precisei me fugir para sobreviver.  


— Argh!! — gritou furiosa,  sua expressão de divertida se transformou em ódio. — Aquele maldito cliente.  Ele vai pagar por isso. —  voltou para a Penélope,  apontou a arma na cabeça — Você poderia vim para cá e nos avisar, mas não apareceu,  porque? 


— Por que.... Na situação que estava parecendo... Que eu seria uma traidora... — Penelope gaguejou com vontade de chorar. 


Ela analisou Penélope e estudou com cuidado,  depois olhou para Spencer.  Então suspirou e abaixou a cabeça, fazendo a Penélope voltar a respirar. 


—Bom, eu sabia que aquele otário faria merda,  mas não pense que você vai sair da nossa vida agora,  Penélope. — disse ela e voltou para o Spencer,  se aproximando. — Você pode substituir sua irmã, consertando o que ela falhou em fazer.  Enquanto deixo sua irmã viver,  e enquanto você  cumprir o trabalho,  estaremos de olho nela. Pelo menos até agora, vou precisar ter uma conversinha com nosso cliente favorito. Entrem, tenho algo para testar vocês dois. 


Spencer olhou para a Penélope que parecia saber o que significa. 


— Sinto muito te meter nessa. — ela sussurrou,  parecendo se sentir culpada.


O armazém parecia realmente abandonado,  rústico e úmido. Havia três carros estacionados e as caixas pareciam maletas de armas do exército.  Spencer já tinha visto muitos filmes americanos sobre como vilões guardam armas, ele achava que devia ser daquela forma. Embora que ele tivesse visto muitos filmes de ação,  ele não entendia muito sobre armas e também não decorava nomes, nem sequer teve a menor vontade de pegar uma. Tinha uma mesa grande estilo industrial  com vários laptops e placas-mães , vários coletes,  armas, drogas e baralho. Deu para entender que eles viviam fazendo todo trabalho no armazém há muito anos.  Mas tampouco parecia não ser necessário às vezes. Notou também que havia alguns homens relaxando nos sofás velhos,  apesar de  aparência de capangas dela. Sempre pensou que eles fossem sempre ficando de guarda o tempo todo e a mulher não parecia incomodar com isso. 


A maioria dos homens são tatuados e musculosos, como se fossem lutadores e ex-fuzileiros.  Sempre se perguntava o porquê deles quererem entrar no crime. Será que cada um deles teve motivo que nem o sistema do governo funciona para conseguir dinheiro?  Como Spencer e Penélope teve motivo para viver com isso? Àquela mulher colocou sua calibre branca em cima da maleta grande e sussurrou para um moreno careca que concordou com a cabeça e direcionava o olhar para Penélope. 


Ele entendeu na hora que ela tinha mandado ele vigiar a sua irmã. 


A mulher voltou a caminhar na direção dele,  ela não sorriu com ironia ou algo assim.  Agiu exatamente como qualquer chefe que conhecesse. 


— Nem me apresentei antes,  me chamo Jennifer Malfoy,  mas todos me chamam de JJ. — disse ela com tom delicadeza, porém firme. — E você? 


— Spencer. — o professor respondeu,  seus olhos não piscavam com pavor igual outros homens que ela encontrava.  Não demonstrou isso, mas aquilo com certeza surpreendeu a mulher, que teve que voltar a sorrir de lado. Ela o avaliou e depois olhou para Penélope. 


— Então Penelope é seu nome verdadeiro,  o Spencer também? — perguntou, Penelope fez sim com a cabeça e JJ se afastou e deu de ombros.  — Não julgo vocês dois.  É difícil manter a vida pessoal para esse trabalho.  Mas confesso que Garcia é um nome extremamente inteligente. Uma jogada certeira. 


—Não é jogada — Penélope respondeu.— É meu nome do meio. 


—Meio? E o sobrenome de vocês? 


— Reid. — os irmãos responderam juntos e JJ ergueu as sobrancelhas.  


—Reid? Estou familiarizado mas não estou lembrando — disse para ela mesma e olhou nos olhos dos irmãos,  percebendo que eles não faziam ideia disso,  então decidiu deixar pra lá.  — Bom, Eu pensei em dar um nova tarefa para vocês dois: encontrar o nosso cliente,  recuperar as drogas que ele roubou e depois teremos uma nova conversa. Talvez a Penélope ganhe o meu perdão — disse JJ ao rodar os irmãos.  — É claro que vão precisar de ajuda.  Meu braço direito, Derek e outros meus homens vão com vocês.  Peguem as minhas drogas, o cliente e me surpreendam. 


— Se eu pudesse te surpreender com algo? — Penélope perguntou fazendo a mulher lhe encarar fixamente. 


— Diga. 


— Na minha adolescência,  fui hacker por diversão. Posso hackear o seu cliente em alguns segundos. 


— Então faça, me surpreenda e se me trair. Você não precisará morrer, mas vou caçar todas as pessoas que você se ama. Está claro? 


— Sim, senhora.  — Penelope concordou nervosa.


—Bom, o que está esperando docinho? — o apelido soou bem falso, mas aquilo faz  Penélope se apressar e caminhar até o laptop enquanto o Spencer se sentou ao lado dela. Jennifer se afastou, pegando o celular do bolso digitando o número já conhecido.  Colocou na orelha e em alguns segundos foi atendida. 


—Irmão, tenho algo que pode nos interessar.  O que sabe sobre os Reid?



🌹


O beijo era cheio de desejo, mas era um beijo não correspondido. Luna estava tentando ter alguma relação sexual com Draco, mas o mesmo estava mais longe que o normal. A garota, fez uma frustrante dancinha sensual, na opinião de Draco aquilo era ridículo, já que o mesmo não tinha interesse algum nela.


— Qual é, hoje você está difícil, sr. Malfoy. — a voz de Luna lhe tirou de seus devaneios, olhou para o relógio a frente, ele teria mais meia hora ao lado de Luna. Draco não lembra quando e nem como tudo isso começou. Só lhe fazia falta de ter alguém para conversar, e ele sabia que Luna não era muito chegada a palavras e sim com ações. Draco estava sentado recostado na cabeceira da cama de madeira maciça. O quarto estava escuro, era parecido com uma caverna. A lareira estava acesa, e do outro estava a parede de vidro – com a vista para a cidade. O quarto de Draco, possuía suas cortinas quase fechadas. Com seus móveis masculinos, de madeira pesada, preenchiam as paredes.


Luna o olhou e Draco não moveu nenhum centímetro sequer, seu peito estava nu e brilhava à luz da lareira enquanto ele se reclinava com a calça jeans preta. Luna pensou que estava diante de um Deus grego. A luz do fogo cintilava nas ondulações do abdômen musculoso de Draco, apesar que muitas vezes, as pessoas o achavam magro demais. Mas Luna era apaixonada no corpo de Malfoy, ela chegou a salivar ao ter essa beleza em sua frente. Sem ter a consciência do que fazia, sua mão foi ao zíper de seu vestido. Com um movimento rápido, a peça estava no chão, quando Luna colocou os cabelos para trás, Draco ofegou, Luna apenas usava sua calcinha de renda preta. 


— Venha aqui. — a voz de Draco soou autoritária, mas para Luna era algo mais profundo e tenso. O que a Luna mais amava no Draco nesses momentos, era que o controle, a luxúria e o desejo, tomava conta da situação. Mesmo que às vezes Luna entende que ele não está muito afim. 

Com empenho, Luna caminhou como um felino até a lateral da cama, parando a meio metro de Draco, Luna podia sentir o calor da lareira tocar a sua pele, aquecendo—a. Quando Draco observou cada centímetro do corpo da mesma, ela sentiu os mamilos endurecerem dolorosamente, enquanto o espaço entre as pernas da garota latejou. A cada movimento minúsculo dos olhos de Draco, para uma curva, uma parte nua, o clitóris de Luna pulsava implorando pelo toque de Draco. 


— Vire-se. — foi a segunda vez que Luna ouviu ele dizer, desde que entrou no quarto dele, fugindo de seu pai que conversava com Lucius. Luna não protestou nenhum momento. Luna fez o que ele tinha dito, virou, mostrando-lhe o traseiro. Draco grunhiu baixinho com a visão.


Com o calor do fogo, aqueceu a parte da frente de Luna, ela achava que ele iria lhe deixar em expectativa, mas ela sentiu quando ele fez uma carícia, leve como a pluma, que começou pela nuca da garota, descendo pelo pescoço e se movimentando lentamente pela coluna, tocando cada curva e saliência. Luna chegou a ofegar sentindo que o mesmo calor que era emanado da frente, chegou a suas costas, mas a lareira não estava nessa direção. De um toque leve se tornou em um toque mais intenso, a mão de Draco segurou o braço de Luna e girou-lhe para si. Pele contra pele.


Luna sentiu a respiração dele no seu pescoço, quando ele afastou o cabelo dela para o lado. Com o outro braço, Draco envolveu Luna a si, e com uma mão forte apertou um seio nu de no mesmo instante que os lábios dele tocaram a base sensível do pescoço da garota. Luna gemeu, assim que o polegar e o indicador pressionaram a ponta dura, enviando ondas de excitação por todas as terminações nervosas da garota.


— Temos que definir algumas regras básicas. — a voz de Draco era um murmúrio contra a pele da garota. Ele girou a língua sobre um dos ombros e deu uma mordida. Luna gemeu com a ação.


— Quais regras? — Luna nem conseguiu terminar a frase, pois estava desfrutando dos dedos talentosos de Draco em seus mamilos, puxando e esfregando. O corpo da garota estava em estado de alerta máximo, suas mãos massageando e acariciando os seios à medida que os dedos do garoto, provocavam, para ela era uma doce tortura. 


— Regra número um: quando estivermos nesse quarto, vamos fazer uma quantidade insana de sexo. — Draco pressionou as duas pontas ao mesmo tempo, com mais força. Luna gemeu com êxtase com o calor no meio pernas, ele enxergou o fio de tecido que ela usava.


— Sim, sr. Malfoy. — Luna o respondeu sem fôlego, inclinando mais o corpo na direção do garoto, assim, pressionando mais a bunda contra a grossa ereção de Malfoy. Draco gemeu e contra-atacou, torceu os mamilos da garota e adicionou uma quantidade perfeita de dor ao prazer. 


— Regra número dois: já que estamos prometidos um para o outro, temos que ser monogâmicos. Apenas eu e você. 


Luna não estava com cabeça para isso, ela mordeu o lábio e estava concentrada demais para movimentar o quadril e inclinar mais ainda na direção do loiro.


— Sim, sr. Malfoy.


Ambas mãos dele se afastaram do corpo dela por um instante, ao voltarem ao mamilo da garota estavam, molhadas. As mãos deslizaram suavemente em cada aréola, e a garota se derreteu toda, quase não conseguindo ficar em pé. Draco sentiu a instabilidade da garota e se mexeu para colocar um braço ao redor da cintura prendendo-a, mas continuou com a doce sensação nos mamilos. Para Luna, se ele continuasse com isso, ela gozaria ali mesmo sem nenhuma penetração. Ela estendeu um de seus braços para trás, segurando o pescoço dele, curvando o corpo na mão dele, desejando beijá-lo, porém com o aperto da cintura da garota e a pressão firme do corpo, impediam que Luna realizasse esse desejo.


A mão dele que estava na cintura se moveu para baixo, muito baixo, até onde ela queria desde o início. Ela começou a mexer os quadris contra o dedo dele em movimento. Draco riu contra o pescoço da garota, com sopros de ar movimentando o cabelo loiro. De repente, ele a girou, caiu de joelhos e desceu a calcinha da mesma. A calcinha ficou presa nos tornozelos, garota se lembrou que não havia tirado os sapatos. Quando os olhos azuis prateados dela se encontraram com os olhos cinzas, ele lhe abriu com os polegares, tocando-a com a língua, descendo direto para o clitóris.


— Oh, oh, oh. — as únicas palavras que saíram da boca de Luna foram monossílabas. Entre lambidas, ela jurou que escutava ele falar algo. Mas o cérebro da garota estava com muita dificuldade para entender, mas ele se afastou e ela estava atenta para ele,  agarrou nos fios loiros, ela tentou empurrar ele de volta para a fenda sensível do corpo.


— Regra número três. — os olhos cinzas brilhavam e ele inalou o cheiro da garota. Em seguida, lambeu os lábios, como se tivesse se degustado de uma iguaria em um banquete. — Tudo isso será um segredo. — com um sorriso nos lábios, Luna quase caiu, ela se inclinou para trás, e o garoto a ajudou deitar na cama, com suas pernas balançando sobre a beirada, abrindo ao máximo, com Draco no meio delas.


— Pode deixar … — sussurrou, ele movimentava a língua em sua vagina. Ela estava no limite quando ele parou no meio da combinação de sua língua e de seus dedos em ação. O gemido de Luna pode ser ouvido do andar debaixo. Eles estavam animados e prontos para mais uma rodada, quando o telefone que estava no criado mudo, começou a tocar. O nome de sua irmã aparecendo na tela, faz com que voltasse ao estado de espírito normal.


— JJ aconteceu alguma coisa? — a voz rouca e ofegante, Draco se levantou da cama, onde Luna acariciava suas costas com leves mordidas. 


— Irmão, tenho algo que pode nos interessar. O que sabe sobre Reid? — voz de Jennifer ecoou no ouvido dele.


 







Todos os dias, Hermione conferia a caixa de correio, na esperança de sua carta ter chegado. A ansiedade estava lhe matando. Era a única forma de sair daquela casa. A cada mês ela conhecia uma nova madrasta diferente, e todas com o mesmo objetivo, pegar todo o dinheiro que o seu pai tinha. Ela meio que investigou como ele ganhou aquele dinheiro todo. Mas o seu progresso para detetive era um fracasso total. Com as inscrições da faculdade que ela queria, lhe animava a continuar por mais alguns dias naquele local, que ela teve que chamar de lar.


Naquela tarde, a garota estava distraída limpando a casa - já que o seu pai dispensou a empregada e achava que a filha era a sua empregada sem remuneração – quando escutou o som do carteiro, no mesmo instante, ela pulou e correu até a entrada da casa. E lá estava o tão esperado, a carta que iria dizer se ela foi ou não aceita na faculdade que ela tanto queria.


O medo, o nervosismo, a ansiedade, tomavam conta da garota. Ela correu até o seu quarto, deixou as vassouras e baldes no andar debaixo. Com todo o cuidado, ela abriu a carta, suas mãos tremiam. E bem no início da carta foi o motivo dos gritos e pulinhos de alegria.


Ela tinha sido aceita na melhor universidade do estado. Assim ela poderia voltar a sua cidade natal. O pingente da rosa sangrando, caiu da sua corrente no meio dos pulos e ela nem percebeu. Desceu as escadas animada e fez os afazeres com alegria. Ela não esperava para chegar a semana dos novatos.



🌹


O relógio marcava 5:00hrs da madrugada e desde que chegou no pequeno quarto que alugava, Lydia não consegui parar de pensar na carta que sua mãe deixou antes de parti, naquele momento deitada encarando a foto, ficou impressionada com a semelhança entre elas, o cabelo lembrava os raios solares num por do sol maravilhoso, apesar da foto está um pouco velha dava pra perceber semelhança entre mãe e filha. Estava tão distraída, que nem percebeu quando o seu celular apitou avisando a chegada de um e-mail da faculdade, perguntava-se como contaria a Rosa que iria pra Roma, entender seu passado pra poder conseguir seguir em frente.








O quarto estava quase escuro e silêncioso, tirando o fato que a sirene da  ambulância que estava na rua praticamente em frente a sua casa estava o irritando profundamente e às vozes lá fora também. Stiles estava sentado no chão com as costa encostada aos pés da cama, o mesmo estava com uma garrafa de vodka na mão e o celular na outra, por mais que estivesse acostumado a lidar com tiros, drogas e bebidas, quando via uma vida que sabia que era inocente ser tirada sem motivo nenhum o deixava assim. Duke era um menino de 7 anos que estava no lugar errado na hora errada, era vizinho de Stiles e jogava bola em frente de casa, nessa mesma hora um carro passou em alta velocidade atirando contra a casa de Stiles e atropelado Duke que não resistiu. Stiles estava chegando em casa e presenciou a cena. Agora estava ali sentado encarando a janela fechada com um olhar vazio.


Stiles respirou fundo, tomou mais um pouco de vodka e resolveu que era hora de ir dormir, se levantando com dificuldade por causa da visão turva, Stiles praticamente se jogou na cama. Quando começou a sentir seu corpo mais leve, o barulho do seu celular tocando o fez despertar e xinga até a quinta geração de quem ligava. Stiles começou a revirar na cama atrás do telefone, quando percebeu o aparelho estava no chão se abaixando pra pegar viu a palavra casa aparecendo na tela. Ignorando a chamada Stiles correu para o banheiro, queria disfarçar o cheiro de bebida antes de sair de casa.



🌹




Saiu do seu carro pegando sua bolsa vermelha de lado, suspirou, sempre pensou que iria começar aquela nova fase da sua vida na companhia da sua ex-melhor amiga. Contudo, depois de dois meses que descobriu sobre a traição dela com seu ex-namorado não tinha mais motivação para nada e nem coragem de conhecer alguém. Começou a andar no meio do campus da faculdade, desviando de alguns alunos que atravessavam o seu caminho. Gostaria de está feliz em começar o seu curso e dedicar-se a representar a empresa da família futuramente, talvez isso foi a única coisa que seus pais falaram que ela não havia fracassado: Em comandar a empresa que é sua por direito. 


Hanna nunca pensou em deixar que outra pessoa assumisse os negócios que era seu, exatamente por isso estava andando no meio daquelas pessoas. Alunos indo em direção aos dormitórios, outros saindo de seus carros, descendo no ponto de ônibus ali perto, indo em direção do refeitório. No Natal após salvar aquele homem havia prometido a si mesma que iria avaliar com afinco qualquer pessoa que conhecesse. Não iria cometer o mesmo erro duas vezes, aprendeu muito com o primeiro. 


Andou pelos corredores indo em direção da sala que marcava na central do aluno quando fez a inscrição. Contudo, não imaginou que logo no primeiro dia iria acabar vendo uma cena como aquela, foi impossível que seus olhos enchessem de lágrimas, não havia superado ainda, porém, isso não diminua o quanto seu coração estava doendo. Não conseguia desviar o olhar ao vê-la abraçada em seu pescoço e os braços dele a rodeando, conversavam com os amigos idiotas dele. 


Se ela uma dia se achou azarada estava confirmando naquele momento. Deveria desconfiar que ambos iriam para aquela faculdade, exatamente porquê ambas famílias - infelizmente com sócios da sua empresa - prezavam o estudo daquele lugar. Suspirou, tentou evitar que as lágrimas não derramasse, contudo, ao vê-los se beijando desviou o olhar andando rapidamente em direção do banheiro feminino. Tombava em algumas pessoas, umas a ignorava, outras a xingavam. Ignorou todas e adentrou no lugar e agradeceu por estar vazio. 


Desejou que Sean Ackard e sua ex-melhor amiga Aria Montgomery fossem para o quinto dos infernos. 


Se olhou no espelho vendo o rosto borrado por causa da maquiagem, respirou fundo, abriu sua bolsa afirmando para si mesma que nunca iria chorar mais por eles dois. Enquanto pegava sua necessaire evitava se lembrar qualquer coisa sobre eles dois. Não choraria mais, nesse momento xingou a si mesma por esquecer os lenços para retirar o resto da maquiagem borrada. Nesse momento o banheiro foi aberto e suspirou sabendo que alguém a veria daquele jeito, novamente xingou a si mesma, deveria parar de se importar com a opinião dos outros e com os outros. 


Nesse momento uma garota magra entrou no banheiro, ela era bem diferente, sabia que era de uma classe social diferente pelas roupas simples, contudo, a expressão estava leve e tranquila. Hanna invejou isso, gostaria de está feliz também. Desviou o olhar para o espelho tentando pensar no que poderia usar para limpar o seu rosto quando a garota que tinha parado ao seu lado apenas esticou sua caixinha de lenço. Seus olhos foram em direção da face dela que tinha um sorriso simples. 


— Obrigada. — agradeceu pegando a caixa e começando a limpar sua pele. Ficaram em silêncio, a garota penteava os cabelos e retocava a maquiagem. Quando terminou Hanna entregou para ela a caixa novamente. — Novamente obrigada. 


— De nada, mesmo que uma garota tão linda como você não fique feia após chorar. — disse simplesmente. — Ah propósito, me chamo Hermione Granger e você? 


— Hanna Marin. 






Notas Finais


Olá gente.
Espero que tenham gostado.
Os capítulos estão difícies de entender?
Beijos da Lay.


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