História Rosa nunca é demais - Capítulo 105


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Pantera Cor De Rosa
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Palavras 1.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura meus gatinhos e minhas gatinhas.

Capítulo 105 - Segundo ataque e a solução


Shi on

Me sento no sofá, ta, eu sentei no colo do Art, mas em minha defesa eu to precisando de carinho e minha cobrinha ta bem longe daqui, será que ele ta bem, eu odiaria saber que ele morreu na guerra, deve ser exatamente assim que as esposas dos soldados se sentiram naqueles tempos.

- Papai, por que você ta com o tio no colo? – fala a Laurel nós encarando com curiosidade.

- Não quero arriscar dele ser picado e ele tá precisando de um pouco de atenção. – ele diz me ajeitando no seu colo.

- Vocês ficam fofos assim. – fala o Chisai se sentando do nosso lado junto do Constantine.

- Sim, parecem até um casal. – fala a Sabrina.

- Só parece mesmo. – nós dois dizemos.

- Já pensou se o Shi tivesse ganhado a competição pelo Art, seria tão estranho né?

- E dois passivos não dariam certo junto. – diz Katia e as outras, menos a Sabrina, riem.

- Naquela época você era chato hein. – fala o Art me encarando.

- Euu?

- Sim senhor, não largava do meu pé, queria me pegar a todo custo, chato pra caralho tendeu?

- Nossa, bom saber que você pensa isso de mim. – digo cruzo os braços.

- Papai, deixa de ser manhoso.

- Até tu brutos? – falo o garoto sorri.

- Mas Art, o que você faria naquela época se o Shi pedisse pra te fuder? – fala a Ale ignorando a presença das crianças.

- Se o Lúci deixasse eu faria um menage com eles dois.

- Fala isso como se fosse a coisa mais normal do mundo. – digo o encarando.

- Shi, como se você não gostasse de saber disso.

- Não gosto mesmo, mas se o meu Win estiver no meio, talvez role algo assim. – sinto minhas bochechas ficarem vermelhas.

- Isso foi um convite? – fala o rosado me olhando com uma cara de safado.

- Não, foi só uma ideia.

- {Sendo assim eu posso chamar o Chisai pra um menage a quatro?}

- Como é? – falo encarando meu sobrinho e o namorado dele com a mão na cara pra esconder a vergonha.

- Olha, depende. – fala o meu filho.

- Não começa.

- Agora eu quero ver vocês resolverem isso. – fala a Katia rindo da gente.

- Eu vou deixar o Kazuaki bem longe de tu viu?

- Mas eu só ensino as crianças a não serem cu doce.

- Verdade. – dizem os dois entrosados da família.

- Tão de qual lado afinal? – falo e os dois riem de mim.

- Pelo menos eles não são do tipo “não podemos namorar, somos dois homens, isso é errado”, tenho raiva de gente assim. – fala a Ale.

- Mas eles são fofos. – diz a Laurel.

- Fugiram do assunto de novo. – fala a Sabrina e nós sorrimos pra garota sem expressão.

Sentimos o chão tremer e vamos lá olhar pela janela, vemos um enorme exercito de golens de pedra vindo até nós, criaturas com três metros de altura, o Art me levou lá pro quarto de cima, onde a Alejandra colocou lazeres em baixo das camas e moveis, nenhuma cobra sobreviveria ali, além do Chisai colocar esqueletos pra me defender.

Olho pela janela e vejo todos indo para a batalha, a Katia vestiu uma nova arma que ela tinha criado, são duas luvas enormes, ligadas a uma maquina nas suas costas, os monstros a atacavam e ela bloqueava os ataques com as manoplas, vejo uma energia roxa sair do aparelho e a envolver, ela não sofre mais nenhum arranhão, logo depois, a energia que a maquina sugou vai até suas mãos e ela destrói uns três golens com um único soco.

A mais rápida dali é a Sabrina, ela avança na direção de todos, cortando suas pernas com as penas das pontas das suas asas e da sua cauda, os monstros se desequilibram e caiam uns sobre os outros, se autodestruindo no processo.

A Alejandra acabava com uns demônios menores usando sua pistola automática, além de ativar defesas que ela grudou na casa, eram canhões de protons enormes, quebrando metade dos bichos com um único tiro, além daquela praga de moicano ficar dando olé nos bichos pra fazer eles de idiotas.

O Chisai lutava ao lado do Constantine, um invocava esqueletos e o outro quebrava OS bichos todos na mão, as caveiras seguravam, o Chisai batia em baixo e o Constantine em cima, forçando o bicho em direções opostas e o rachando ao meio.

O Roy ficava acabando com os demônios menores que estavam muito perto da casa, usando seu grito para quebrar os grandes que se aproximavam, o namorado dele estava no quarto ao lado do meu, atirando com uma arminha pra derrubar quem subia na casa.

Já o rosado ficava brincando com os bichos, desviando de cada golpe e depois disparava com aquelas arminhas dele, quase acabando com a maioria sozinho, além de ter o Ivan atacando montado no seu urso, não existe melhor cavaleiro que esse menino.

Sinto alguém se aproximar de min e já puxo a foice, vejo a imagem da cobra parada bem diante dos meus olhos, me Afasto dela e tento evitar o contato, a Laurel arromba a porta e a mesma voa na cobra, esmagando ela contra a parede, a Laurel retira a porta de cima da cobra, mas ela desapareceu igual fumaça, provavelmente era um clone, os golens e os mini demônios batem em recuada e o Art volta correndo até mim.

- Você ta bem? – ele diz chegando meio ofegante na porta.

- Sim, graças a essa criatura que quebrou a minha porta. – digo a mesma dá um sorriso nervoso.

- Essa é a pior situação até agora – fala Sabrina pousando na janela – Ela ainda vai voltar.

- Como você sabe?

- Você acha mesmo que ela vai se render assim? Esse pesadelo vai continuar por nove meses, ou seja, o tempo pros dois lados é o mesmo, mas pra ela esse tempo sempre será menos apertado que pra gente.

- É uma pena não podermos acelerar essa gravidez. – fala a Laurel.

- Quem disse? – fala o Art dando pulos de alegria – Por que eu não pensei nisso antes?

- Em que?

- Eu levo você até o Tempo e ele acelera sua gravidez, prepare o quarto meu bem, você vai ter essa criança até amanhã no máximo...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, um bj na bunda e até o próximo capitulo.


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