História Rosa nunca é demais - Capítulo 106


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Pantera Cor De Rosa
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Palavras 1.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura meus gatinhos e minhas gatinhas.

Capítulo 106 - Cobrinha


Shi on

Depois que o Art disse aquilo a casa ficou a maior correria, foi gente indo arrumar medico pro parto aqui, gente indo arrumar o quarto da criança dali, um rolo só, já eu estou preso aqui no quarto com a Ale e o Art do meu lado.

- O que você vai fazer exatamente? – disse a morena olhando pro rosado.

- Vou tentar abrir um portal pra zona temporal.

- Tentar? – digo mas sou cortado por um gato cor-de-rosa tirando suas armas do pulso e começando a carrega-las.

Uma energia rosa percorre todo o seu corpo, das orelhas até a ponta da cauda, além de seus olhos se iluminarem em um rosa-choque, ele deixa suas duas armas girando nas suas mãos, levando toda a energia até a da mão esquerda e disparando, criando um raio rosa claro que forma uma espécie de portal ao atingir a parede.

- Lá vamos nós. – ele disse indo até o portal e enfiando a cara dentro do mesmo – portal errado. – ele se retira de lá de dentro e fecha o portal.

- Saiu errado?

- Sim, eu quase deixei um tiranossauro passar pra CA. – ele diz já voltando a carregar as armas, mas dessa vez disparando a direita.

- Será que agora vai? – falo e o mesmo da de ombros.

- Deixa eu ver – ele novamente se enfia lá dentro, se colocando pra fora no mesmo instante.

- O que foi dessa vez?

- Robôs, carros voadores, aquela coisa toda. – ele fecha o portal começa a carregar de novo, disparando as duas armas dessa vez.

- Por que o terceiro disparo?

- Se uma leva pro passado e a outra pro futuro, então se juntar as duas deve dar certo, deve.

Confiamos nele e entramos naquela buceta, acabamos dentro de um lugar todo colorido, parecia que eu tinha entrado dentro de um arco-íris, caminhamos em linha reta até chegar em uma sala, dentro dela se encontrava um homem barbudo e com uma bolinha vermelha no centro da testa.

- Tempo, tudo bom querido? – fala o Art acenando pra ele r correndo até o mesmo.

- Art, a quanto eu mesmo não?

- Pois é, esses aqui são o Shi e a Alejandra. – ele nos puxa pra perto dele.

- É um prazer. – disse em tom lento e arrastado.

- Digo o mesmo. – me curvo junto da Alejandra.

- Mas me digam, o que os traz ao meu recanto?

- Precisamos te pedir um favor. – disse o rosado perdendo o sorriso e instalando um semblante sério em seu rosto.

- Diga, estou a seu dispor.

- Preciso que você acelere a minha gravidez. – digo o mesmo me olha de um jeito mais sério, bem mais sério.

- OK, mas pra tudo se tem um preço.

- Que preço? – diz Alejandra.

- Para isso não causar alterações na linha temporal, alguém terá que perder seus poderes.

- Comi assim? – digo encarando o homem que puxava sua barba pra pensar.

- Não posso dizer exatamente quem, mas graças a essa interferência que eu farei alguém perderá algum poder, podendo ser alguém conhecido de vocês ou não.

- Quer dizer que pra meu filho nascer antes alguém pagara por isso? – ele balança a cabeça em positivo e eu passo meus braços em volta da minha barriga, solto um suspiro e olho pra ele – Eu aceito as consequências, só faça logo isso.

- OK, só espero que não aconteça com alguém próximo de vocês. – ele e envolve em um negócio azul, sinto meu corpo começar a vibrar, minha barriga vai crescendo bem rápido e antes que eu sentisse mais alguma coisa aquilo acaba.

- Acabou? Meu filhotinho vai nascer?

- Vai sim, daqui a doze horas pra ser mais exato. – ele sorri e eu retribuo o mesmo.

- Que bom, agora vamos indo pra essa criança não nascer aqui. – diz Alejandra.

- Art. – chama o moço.

- Euzinho.

- Deixa eu ver suas mãos. – o rosado estica os pulsos e tem suas armas retiradas, o Tempo coloca marcas na mão dele e as estende pelo braço.

- Que isso?

- Assim fica mais fácil acionar as suas armas. – ele sorri pro rosado.

- Valeu tempo. – ele abraça o senhor.

- E só mais duas coisas, em primeiro lugar essa criança vai crescer normalmente só quando ficar com corpo de quinze anos, além de essa cobrança de poderes poder vir a qualquer momento dentro desse tempo de oito meses, OK?

- OK...

Win on

Vou até a varanda e fico admirando o céu estrelado, fico pensando no meu Shi, será que ele tá bem? Como será que está o bebe, se alguma coisa acontecer com ele eu não sei se conseguiria continuar vivendo.

- Oi – fala o Lúcifer entrando no quarto e vindo até mim.

- E aí. – digo sem tirar o olhar do horizonte.

- Pensando no Shi? – confirmo e ele suspira – Eu também estou com saudade do Art e das crianças, eu sei como deve ser difícil isso.

- Pelo menos ele não está grávido, você não se preocupa tanto.

- Verdade, mas nós ainda teremos mais filhos, pode ter certeza disso. – sorrio e sinto meu celular vibrar no bolso, olho e vejo que era mensagem do Shi.

Mensagem on

Oi meu bem, aconteceu um negócio e o bebe vai nascer daqui a onze horas, venha o mais rápido possível.

Bjs Shi.

Mensagem off

- Caralho. – quase caio pra traz.

- Nudes?

- Não, o bebe vai nascer.

- Alguém disse que o bebe vai nascer? – diz uma louca estérica e vestida de preto e azul entrando no quarto, também conhecida como minha sogra.

- Sim, seu neto vai nascer em menos de onze horinhas, se eu fosse vocês sairia correndo agira mesmo. – obedecemos o Lúcifer e corremos pegar o primeiro avião até Moscou.

Por ironia só destino, e pela nevasca e pelo check in, levamos mais de sete horas dentro daquele lugar, some a mais duas horas pra chegar em Moscou e uma hora pra chegar na casa, chegamos com o tempo de uma hora restante.

- Eu to aqui. – digo e vemos todo mundo sentado no sofá com cara de preocupado olhando pra cima.

- Corre lá pro quarto. – diz a Alejandra.

Subo na velocidade da luz e entro naquele quarto, vejo o Shi com um garotinho nos braços todo enrolado em cobertores por culpa do frio.

- Desculpa, erramos na hora. – ele diz sorrindo e com lágrimas nos olhos ao mesmo tempo.

- Tudo bem, o importante é que nasceu, não? – ele me puxa pra deitar ao seu lado e me passa a criança, passo os dedos levemente por aqueles fios prateados e fico encarando seus olhos amarelados, levo minha mão até a sua bochecha e o mesmo sorri ao meu toque, não me aguento e começo a chorar.

- Ele é lindo né? – fala o Shi encostando sua cabeça em mim.

- Claro que sim, é seu filho.

- Nosso filho, nosso lindo Kazuaki...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, um bj na bunda e até o próximo capitulo.


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