História Rosa nunca é demais - Capítulo 148


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon, Pantera Cor De Rosa, Yaoi
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Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura meus gatinhos e minhas gatinhas.

Capítulo 148 - Dragões


Kazuaki on

            Chego na frente do lugar que meu pai marcou comigo, uma caverna no meio da Inglaterra, o que raios ele quer comigo aqui?

- Kazuaki. - fala um homem todo encapuzado correndo até mim.

- Oi pai. - sorrio e o mesmo tenta retribuir em meio a tremedeira.

- Oi, oi.

- Frio?

- Um pouco, não gosto muito do frio.

- E mesmo assim foi morar na Rússia, você é meio masoquista sabia?

- É, mas pelo seu pai vale muito a pena.

- Como eles estão?

- Seus tios estão viajando junto da Katia, do Ivan e do Leonard, seu lai e seu irmão foram conseguir uma nova foice depois da dele ter quebrado e seu primo foi pra Seattle.

- E a Sara e a Ochita?

- Ainda tentando ser cavaleiras.

- E você? Como está?

- Bem, meio triste por ficar longe do seu pai, mas feliz por ficar perto de você por um tempo.

- E o que viemos fazer aqui afinal?

- Vem comigo. - ele começa a andar pra dentro da caverna.

- Certeza?

- Só vem. - dou de ombros e vou com ele.

- Por que estamos entrando aqui?

- Quando eu era pequeno minha mãe me contava histórias sobre um reino, o primeiro dos reinos.

- Idai?

- Nesse reino vivia um rei com nove filhos, cada um com características únicas, um dia acharam o corpo do rei morto e o trono precisava de um líder, os filhos brigaram pelo legado do pai e iniciaram a segunda guerra da história da existência deste mundo.

- Qual foi a primeira?

- Essa é outra história, continuando, os irmãos lutaram e dividiram a Terra em vários territórios diferentes, porem uma das irmãs achou um jeito de derrotar os seus irmãos. Ela criou criaturas terríveis que ganharam o nome de dragões, um mais forte que o outro eles derretiam os reinos com um sopro ardente de fogo até não poderem mais.

- O que aconteceu.

- Ravena, a irmã mais nova também criou seus próprios dragões, esses esram seres gigantescos e frios que cuspiam gelo ao envez de fogo, a guerra durou milhares de anos até outros dois irmãos intervirem e destruirem os dragões os transformando apenas em lendas.

- Então por que está me contando isso se não passa de uma lenda?

- Por que eles deixaram alguns pra trás e os prenderam em cavernas, os dragões que nascem aqui estão selados e não podem sair.

- Continuam não servindo pra nada.

- E que tal pensar um pouco, eu disse aqueles que nascem aqui, mas se nascerem lá fora eles não estão mais presos.

- Isso é possível?

- Leve um ovo e descubra se a lenda é real ou não.

- Só pegue um ovo e leve?

- Exato. - andamos até o outro lado de uma parede de pedra e vejo um lugar cheio de pedras negras ou verdes por culpa do musgo.

- Isso parece muito fácil pro meu gosto.

- É que pra pegar um ovo, deve-se passar pela galinha primeiro.

- Que.

- Boa sorte com os dragões.

- Eu tenho que ir lá e pegar um dragão e evitar a mãe dragão? Se eu disser que é fácil vão me matar.

- E existem dragões meio raros de se achar, eles seriam os ovos com duas gemas.

- Então vou cruzar os dedos pra achar um desse, tchau pai.

- Não vire espeto de cobra.

- Ok e não sei se volto hoje.

- Te dou uma semana pra voltar. - dou um risinho.

- Volto em um dia. - desço pelas pedras utilizando o musgo pra escorregar e vou parar até atrás de uma pedra.

             Vejo uma trilha feita em meio as plantas, galhos quebrados e outras coisinhas assim, e descido seguir por ele.

               Chego até um lugar em que um dragão dourado dormia, além de ter muitos ovos de varias cores e formas diferentes.

            Tento ir até lá, mas piso em um daqueles malditos galhos que ficam sempre por aí pra fazer barulho.

            O dragão acorda e corre na minha direção, abrindo as asas e vindo por cima logo em seguida, mas antes disso fui puxado pelo braço pra dentro de uma especie de caverna por um cara todo mascarado e ficamos lá até o dragão ir embora.

- Obrigado.

- De nada. - ele tira sua máscara revelando um garoto de cabelos loiros, olhos azuis e com maquiagem preta entorno dos olhos.

- Eu me chamo Kazuaki.

- E eu sou Kalif, prazer.

- É um belo nome.

- Obrigado, o que estava fazendo aqui?

- Vim pegar um dragão pra mim.

- Boa sorte com isso. - ele coloca a máscara presa no cinto e me encara de novo - Estou aqui a um bom tempo e não consigo nem chegar perto deles.

- Aquele ali não ?

- Descobriu isso pelo ataque ou por ele estar encima dos ovos?

- Gracinha.

- Se você conseguir se aproximar deles, eles só não se atacam.

- E insineram todas as coisas que estão ao seu redor.

- Bem, eles deixam algumas livres, como lagartos, morcegos e insetos.

- Cobras?

- Não, eles as matam.

- Mas uma cobra se aproximando do ninho não seria detectada.

- Se você achasse a cobra certa provavelmente.

- Qual cobra eles não detectariam?

- Talvez uma naja ou uma víbora.

- De víbora eu entendo. - mando a cobra que se esconde na minha manga até o meu braço.

- Uma víbora do Tibet, elas são muito raras.

- E fortes, o veneno mata em cinco segundos.

- Ou em nove se ela pega no pé.

- De todo o jeito a pessoa morre. - falamos ao mesmo tempo.

- Acho que você vai conseguir o seu dragão afinal.

- Eu posso pegar um pra você também.

- Sério?

- Sim.

- Valeu. - ele pula encima de mim e me aperta bem forte em um abraço - Como pagamento eu te levo pra fora daqui.

- Não dá pra sair por onde entramos?

- Os dragões vão ficar meio putos com a gente, não é bom irmos por cima.

- Vamos por onde?

- Ali - ele aponta pra uma série de tuneis subterrâneos.

- Em três dias saímos por eles.

- TRÊS DIAS?

- Melhor que virar churrasco, não acha?

- É, eu acho sim.

- Então vai conseguir os nossos ovos. 

- Volto já. - sorrio pra ele e vou até a saída da caverna.

             Mando duas víboras pro ninho e fico ali a espera, logo, logo elas aparecem carregando dois ovos na boca, cada uma delas com um obviamente.

           O primeiro ovo era dourado como o Sol, o segundo era verde com tons azuis, acho que o dourado vai ficar pra ele.

              Alguns conquistam com flores, chocolates, encontros, jóias, eu vou presentea-lo é com um ovo de dragão mesmo, o meu presente é melhor.

- Voltei.

- Nem demorou. - ele se levanta da pedra que estava sentado e vem até mim.

- Te trouxe isso. - mostro o ovo pra ele e o mesmo dá um pulinho de alegria.

- Valeu. - ele volta a me abraçar.

- De nada, eu estou aqui pra isso. - ele me dá um beijo na bochecha e se afasta.

- Agora vamos, temos muito chão pela frente até chegar na saída...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, um bj na bunda e até o próximo capitulo.


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