História Rosa nunca é demais - Capítulo 149


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon, Pantera Cor De Rosa, Yaoi
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Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura meus gatinhos e minhas gatinhas.

Capítulo 149 - Problemas com bruxas...


Chisai on

           Meu tio nos leva até um local que não é assim tão estranho até, a menos que você ache que New Orleans é um lugar estranho.

- Eu achei que iriamos fazer uma foice pra mim? - fala o papai pro tio.

- E que lugar melhor que New Orleans pra fazer isso? - ele tira a sua foice das costas - Ainda mais por seu irmãozinho morar aqui. - ele sorri pra gente e bagunça os cabelos do papai.

- E eu achando que a caveira era do México.

- Eu era, mas decidi ver oque tinha de bom aqui e quando vi não quis voltar.

- Tendeu-se.

- Bem, por hora vamos pra minha casa, amanhã começaremos o treinamento, tanto o seu, quanto ao do meu sobrinho. - ele bagunça meus cabelos.

- Que bom.

- Só vamos parar umas horinhas aqui no posto tá? - ele fala e nos deixa ali - Tenho que resolver umas coisinhas aqui primeiro.

- Então sugere que fiquemos aqui?

- Não, você vem comigo, eles ficam aqui.

- Eu não vou deixar os dois aqui.

- Papai, vamos ficar bem.

- Eu cuido dele pra você, pode ir em paz sogrinho.

- Ok, mas cuidado com ele.

- Ele não vai se machucar....muito. - ele mostra os dentes pro meu papai e o mesmo joga um olhar sanguinário.

- Cuidado ao brincar com a morte garoto.

- Agora falou bonito, mas vamos logo irmão. - ele puxa o papai pra longe.

- E aquela história do sangue?

- Quer dizer isso? - ele me arrasta pro fundo do posto próximo da floresta, como se eu fosse a presa dele, e me prensa contra uma das árvores.

- O que vai fazer?

- O mesmo de sempre. - ele lambe o meu pescoço e começa a me beijar ali logo depois.

- Me morde.

- Ok. - ele crava seus dentes em mim e começa a me chupar, gota após gota.

- Não entendo como isso é bom. - começo a gemer enquanto sentia o liquido descer por mim até chegar nas minhas calças.

- Isso é bom por culpa do que tem na minha boca - ele tira seus dentes de mim e me encara com os olhos negros e o sangue pingando dos dentes - anticoagulante, anestésico e principalmente - ele me agarra lá embaixo com força - hormônios do prazer. - ele me morde com força e eu acabo gozando.

- Manchei minhas calças.

- Melhor isso do que qualquer outra coisa.

- Meu sangue faz você pirar e sua porra me deixa louco.

- Você quer? Mais tarde a gente dá um jeitinho nisso.

- Mas só na boca.

- Não quer que eu meta em você é? Por que? - pego a mão dele e coloco na minha boca até ele chegar aos dentes do fundo - Então é por isso, o Dentinho do meu bebê tá mole e pra não ter outro bebê ele não quer meter.

- Tudo bem por você?

- Claro, eu preciso aprender a me controlar mesmo. - ele me abraça e sela nossos lábios, deixando suas presas roçarem em mim.

- Você acha que seremos bons pais algum dia?

- Claro, vamos ser as melhores coisas que nossa filha ou nosso filho poderiam pedir na sua vida inteirinha.

- Me promete uma coisa?

- O que você quiser amor.

- Quando formos pais, não importa o trabalho que essa criança dê, não importa as noites acordado, não importa o estresse, não me deixe criar essa criança sozinho.

- Eu nunca faria isso com você, nem que me pagassem pra isso.

- É bom saber disso.

- Vem, vou te pagar algo pra recuperar o sangue. - ele me abraça e encosta sua cabeça na minha.

          Vamos assim até a lanchonete do posto e ele me compra o maior lanche que tinha ali, além de uma Coca de um litro.

            Eu como tudo e ele fica ali limpando o ketchup que ficava no canto da minha boca com a língua, meio estranho, mas é nosso jeitinho de demonstrar afeto.

               Depois disso ficamos ali deitados em um banco até meus pais chegarem e quando chegam eu dou a desculpa do "preciso ir no banheiro" e corro pra dentro da loja.

               Procuro por todas as prateleiras até finalmente achar a que as tinha, passo delicadamente a mão por elas pra procurar qualquer minicoisinha pra atrapalhar, pego uma perfeita e levo pra moça do caixa, pago e depois coloco no bolso.

- Vamos? - dou um selinho no Consta e meu papai me puxa pra perto dele.

- Sim, minha casa e logo - meu tio abre um portal - a dois segundos daqui, e de qualquer lugar aparentemente.

- Só vamos logo. - meu papai empurra a nós pelo portal e meu tio nos deixa entrar na sua casa.

- Mi casa, su casa.

- E meu motel. - pego o Consta e o arrasto lá pra cima.

- Calma aí cachorro no ciu, ainda não pretendo ser pai.

- E nem eu. - começo a tirar a minha blusa e a rebolar encima dele.

- Sabe - ele troca nossas posições rapidamente - você tá querendo virar pai nessa idade por acaso?

- Não - me empurro mais pra baixo e dou uma lambida na sua virilha - mas eu arrisco.

              Começo a chupar ele bem devagar e o mesmo, por fazer uns dias, goza em menos de três chupadas, na verdade, na primeira garganta profunda que eu faço.

- Foi mau amor.

- Foi é muito bom. - lambo meus beiços e depois envolta do seu membro pra limpar o gozo.

- Agora vamos descer.

- Ou - tiro a camisinha do bolso - vamos continuar.

- Se for assim. - tiro a camisinha do pacote e coloco nele - Sabe o lado bom de uma camisinha? - ele arranca as minhas calças - Elas tem lubrificante. - ele mete com tudo em mim, apertando as minhas coxas e deixando marcas de unhas por tudo.

            Ele fica me apertando e colocando dentro de mim em um ritmo totalmente frenético e ainda por cima ele mete cada dentada que só sentindo pra crer, MEU DEUS.

- Eu vou...

- Gozar? Eu também vou minha bolsa de sangue favorita.

- Quer ao mesmo tempo meu Dracula?

- Só vamos misturar o vermelho ao branco logo. - gozamos juntos, sinto a camisinha enchendo e eu me mancho com minha própria porra e ele logico lambe tudo que estava ali.

- Precisa lamber?

- Seu sangue é doce e sua porra...também.

- Bom saber que eu sou de açúcar.

- Vamos tomar um banho? 

- Vamos sim. - ele tira o seu pau de dentro e retira a camisinha, depois me carrega até o banheiro e começa a lavar cada centímetro do meu corpo.

          Nos trocamos e descemos lá pra sala e eu fico deitado no seu colo enquanto ele faz um cafuné em mim, meu tio fica na cozinha e meu papai fica do nosso lado, deixando que milagrosamente o Consta encoste a cabeça nele.

- Bom, a janta sai em uma hora, se eu não queimar algo é claro. - fala meu tio se jogando no sofá ao lado.

- Que bom - ouvimos uma voz e olhamos pra escada do andar de cima - adoro comer comida caseira.

- Quem é você?

- Baba Yaga. - fala o Constantine se levantando do sofá e me segurando contra o seu corpo.

- Não esqueceu de mim hã?

- Como ia esquecer de alguém que quis me comer vivo quando pequeno?

- Deixa disso, eu não sou mais assim.

- Não?

- Claro que não, assim como o homem eu evolui, pra que caçar comida se você pode produzi-la?

- Você come seus filhos? - fala o papai com um tom de nojo na voz.

- Claro que não, eu não sou paciente, arrancaria-a da placenta com meus dentes.

- Que nojo.

- Mas é por isso que escolhi alguém pra isso. - ela aponta pra nós dois.

- Por favor, digam que não transaram nesses dias.

- Acabamos de fazer isso, mas usamos camisinha.

- Cuidado amores, a minima semente pode custar uma plantação inteira.

- O que quer dizer?

- Sabe, muitas vezes bebês deixam um buraco nas nossas vidas, mesmo antes de nascerem.

- Buraco? Você furou a camisinha.

- Eu só queria um lanchinho, e agora eu vou ter. - ela estala os dedos e desaparece.

- Aquela maldita. - ele chuta o sofá com tudo.

- Cuidado com minha mobilia garoto.

- Como ela pode fazer isso com a gente?

- Se acalmem.

- Não peça pra ninguém aqui se acalmar irmão.

- Por que, o garoto é o que? Tecnicamente você não tem mais de vinte no mundo humano, e já está no terceiro.

- Mas eles...

- Eles vão se virar e vão ficar bem, eu prometo...


Notas Finais


Espero que tenham gostado e quero sugestões de nome pra "plantação não esperada", (masculinos e femininos) bjs e tchauzinho.


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