História Rosa nunca é demais - Capítulo 170


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon, Pantera Cor De Rosa, Yaoi
Visualizações 19
Palavras 655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura meus gatinhos e minhas gatinhas.

Capítulo 170 - Caçadora


Fanfic / Fanfiction Rosa nunca é demais - Capítulo 170 - Caçadora

Kansas - muitos anos atrás...

Maggie on

- Pai, eles vão entrar. - os barulhos do lado de fora da casa se intensificavam cada vez mais assim como o som das batidas e das madeiras quebrando.

- Eu sei, eu sei - ele se apóia em um joelho e olha firmemente nos meus olhos - mas eu preciso de um favor seu, ok? Pegue isso - ele me entrega uma bolsa - agora corre, vai pelos fundos até chegar do outro lado do país.

- Mas pai...

- Só vai Maggie, prometa que protegerá isso como protegerá a si mesma.

- Eu prometo. - ele me abraça e posso sentir algumas de suas lagrimas caírem em meus ombros.

- Agora vá e lembre-se, eu sempre vou estar com você, não importa como, seja fisicamente ou não.

- Ok. - escutamos a madeira da porta rachar.

- Vai, vai, vai. - ele me empurra até a passagem dos fundos e eu saio da casa, correndo em linha reta até chegar na floresta...

Dia 25/12/2017

- Maggie, vai passar o natal sozinha de novo. - fala a loira irritante que eu tenho que chamar de patroa.

- Felizmente. - acendo um cigarro e levo até a boca, sugando a fumaça para dentro.

- Já falei que fumar faz mal pra sua saúde.

- Você é formada em uma acadêmia policial, não em um hospital.

- Seria um hospício no seu caso.

- Todos aqui me acham louca.

- Já pensou que eles tem seus motivos? Sabe, aqueles arquivos sobre "casos de demônios encoberta dos" na sua mesa não facilitam em nada mudar a cabeça deles, ainda mais pelo seu...

- Pelo meu o que? Pelo meu sobrenome? Acha que a loucura vem de "Helsing"?

- Claro que não, só acho seu sobrenome ser parecido com o de Van Helsing ser meio estranho.

- Fazer o que? Não escolhi minha família ou meu nome.

- Mas pode escolher como reagir a sua vida. - ela coloca uma pasta sobre a mesa - Vai lá, o caso é seu.

- Expulsar um drogado de casa? Qual a diferença entre isso e entre um demônio?

- Um não é evitado no PROERD.

- Por que eu ainda trabalho aqui? - abaixo meu chapéu e pego minhas chaves.

               Saio pro estacionamento e subo na minha moto, ligando a mesma e indo até o prédio, onde uma síndica/bruxa me esperava.

- Senhora. - chego ao seu lado e coloco um dedão dentro de cada bolso da calça.

- Até que enfim, escuta, tem um homem lá no ultimo andar que vive fumando junto da namorada, eu não sei o que eles usam lá, mas todo mundo reclama do cheiro podre que fica no ar.

- Certo, pode deixar comigo. - subo até o apartamento e fico de frente da porta.

 O cheiro era realmente insuportável ali, parecia maconha misturada com gasolina e enxofre.

- Ei, polícia, abre aí.

- O que você quer? - uma mulher magra e alta abre a porta.

- Os vizinhos estão reclamando do cheiro, se forem fumar jovem um perfume no ar.

- Eu não fumo, nem meu namorado.

- E o cheiro de maconha e enxofre.

- Sinto muito, mas não vem daqui. - olho por cima do ombro dela e vejo um rastro vermelho.

- Decoração de chão?

- Isso, estamos pintando a casa, então, a menos que tenham reclamado de tinta sem cheiro, não há nada que possamos fazer, tchau. - ela bate a porta na minha cara.

- De adeus pra sua estádia demo. - bato na porta do vizinho do lado.

- Pois não?

- Polícia, preciso pular sua janela. - mostro o crachá e vou pela escada de incêndio até chegar na do lado do apartamento da minha problemática.

           Entro no lugar e saco minha arma, indo direto pra sala e vendo dois circunscritos de pentagramas no chão.

- Você voltou? - a mulher aparece atrás de mim.

- Bem, tive que ver as marcas pessoalmente, e um hexagrama daria mais certo.

- Então é demônio também?

- Não, não - atiro bem entre os olhos dela - sou uma caçadora de demônios...




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