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História Rosa vermelha - Capítulo 2


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Notas do Autor


Bom, vamos à um capítulo pequeno por falta de tempo para escrever. Tentarei conseguir mais tempo para melhor elaborar a história.

Capítulo 2 - A vida continua.


Fanfic / Fanfiction Rosa vermelha - Capítulo 2 - A vida continua.

Edvania acorda com o som do despertador, olha para o teto por um tempo, retira o cobertor, que cobria seu corpo e senta na cama, golpeando o despertador com força, o fazendo parar de tocar, provavelmente quebrou. Edvania puxa sua não contra o corpo após sentir a dor do impacto.

    

   -Isso é mais legal nos filmes…


 Edvania calça sua pantufa rosa e levanta se espreguiçando e bocejando olhando para o seu quarto. O quanto foi pintado, assim como o resto da casa, em um tom creme, a cama de casal, que Edvania tanto ama, fica com seu espelho encostado na parede, tendo dois travesseiros com fronha creme e cobertas brancas. Ao lado direito da cama estava a janela, escondida por uma cortina em tom de marrom bem clarinho. A TV, onde o PS4 estava instalado, está presa na parada, bem a frente de sua cama, abaixo da TV, está um rack branco, onde o PS4 fica. No lado esquerdo temos um criado mudo com mesmo tom da parede, encostado na cama, onde fica o despertador, um abajur e outras coisas, um armário e a porta que leva para fora do quarto.

 Edvania caminha devagar para fora do seu amado quarto, passando pelo corredor e descendo a escada, caminhando para o banheiro. Quem construiu a casa pecou gravemente ao não por banheiros nos quartos. Edvania tomou banho, se vestiu, preparou e tomou seu café da manhã, pegou seu carro na garagem, um Fiat Cronos vermelho e seguiu para o consultório.

Após terminar a faculdade, Edvania conseguiu um emprego no Grupo Montes. O Grupo Montes é uma empresa, formada por vários consultórios, que trabalham  com atendimento terapêutico, psicológico e psiquiátrico. Edvania conseguiu uma das dez disputadas vagas, após realizar as difíceis provas para ser aceita e já trabalha por quase dois anos.

Após um tempo dirigindo, Edvania chega em seu destino, estacionando seu carro no estacionamento ao lado da clínica. Edvania desce do carro e checa se está atrasada no relógio do celular, não estava. Edvania guarda o celular na bolsa e caminha até a clínica, um prédio de 4 andares, onde trabalhavam psicólogos, terapeutas, faxineiros e outros profissionais. Durante a caminhada, Edvania olha para outro pequeno prédio, no outro lado da rua. Seus olhos passam pelas janelas do primeiro andar, do segundo, do terceiro, notam um vaso retangular de barro sobre uma janela no 4 andar, onde foram plantadas alguns bonsais, e por fim, Edvania vê um gato dormindo em uma janela do quinto andar, acima da janela do vaso. O prédio  observado está bem na frente da clínica. 

Ao chegar na entrada, o celular da Edvania toca, fazendo com que ela pare para atender a ligação, no entanto, a ligação acabou sendo um engano. Enquanto Edvania guarda seu celular, um grupo de homens tentava retirar um grande compressor de ar de um pequeno caminhão de carga e levá-lo para um prédio de 3 andares ao lado do prédio  onde o gato dormia tranquilamente. 

Edvania entra no prédio branco e passa pela recepcionista, a cumprimentando, e segue para sua sala no segundo andar.

No centro da sala, a esquerda da entrada, está uma grande janela com cortinas brancas de seda. A esquerda da janela, está uma escrivaninha, ao lado da cadeira, um quadro com uma cópia da alguma peça modernista. A frente da da escrivaninha e a direita da janela, está uma poltrona azul e bem a frente dela, um sofá divã da mesma cor.

Edvania vai para a escrivaninha e checa os pacientes do dia. Logo a primeira paciente chegou. Depois do almoço, Edvania deveria  receber o próximo paciente, mas esse estava atrasado, o tempo passou e ele não apareceu. Edvania seguiu com os atendimentos até às 16:00 horas, quando fazia uma pausa para um lanche. Edvania sempre ia comprar algo para comer em uma lanchonete próxima da clínica, normalmente pegando o lanche pra viagem e demorando 15 minutos para ir e voltar e mais 3 minutos para comer. O dia estava mais calmo, quase ninguém na clínica, Edvania caminhava em direção a recepção, Edvania estava checando o celular quando o grito ecoou, erguendo seus olhos, Edvania viu o homem armado na entrada da clínica, apontando a arma para ela.


Notas Finais


Um pequeno capítulo, como disse mais cedo. Obrigado por ler.


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