História Rosas Brancas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Marco Verratti
Personagens Marco Verratti
Visualizações 52
Palavras 1.093
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drabble, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oneshot inspirada na música Rosas Brancas do Edu Gueda <3
vou enaltecer o trabalho desse homem #partiu
(link da musica está nas notas finais, recomendo escutar)

Capítulo 1 - Capítulo único


Abri meus olhos já sentindo toda frustração que não desejaria para o dia de hoje, passei a mão no lugar ao meu lado na cama para me certificar que Marco não estava ali. Fiz questão de em um pulo sair da cama e verificar se tinha algo na cozinha.

Vi do final da escada uma folhinha dobrada sobre o balcão onde sempre fazemos nosso café da manha e fui de encontro a ela, já a lendo.

“-Não venho para o almoço.”

Pelo menos se deu o trabalho de avisar, imaginei.

Me senti mais frustrada então ao notar que o Marco havia esquecido a nossa data, acho que 4 anos juntos não é tempo suficiente para cair na monotonia. Mas também tenho que levar em consideração que eu me apego à datas, das quais muitas já responsáveis por até desfazer amizades.

Liguei a cafeteira e fui em busca do meu celular, já que meu namorado não fazia questão da data, ao menos sozinha eu não passo.

“-Mãe, vem com o papai almoçar comigo? Verratti não vai estar pro almoço e não quero ficar sozinha hoje.”  -falei assim que ela me atendeu.

“-Claro, vou avisar ele e vamos aí. Até mais tarde minha pequena.”

“-Até.”

[...]

-Visita. –escutei a voz da minha mãe ecoando pela porta da sala que deixei aberta para eles entrarem. Me virei pra trás pra observá-los.

-Estou aqui no sofá.

-Não acredito que aquele italiano safado deixou você aqui sozinha. –falou ela vindo me abraçando.

-Me lembrei que hoje era aniversário de namoro de vocês, comentei com sua mãe depois da ligação. Você está bem minha pequena? –meu pai perguntou sentando ao meu lado e me abraçando.

-É hoje sim pai, estou bem agora. Obrigada.

-Tem um presentinho pra você minha querida. –minha mãe ergueu a peça naqueles grandes protetores, que eu já havia notado assim que ela tinha chegando em casa.

-Ai mãe, não precisa ficar me mimando.

-Deixa de ser chata, não foi assim que eu te criei. Você tem que agradecer.

-Obrigada. –dei um abraçado apertado nela e pegando a peça da sua mão para analisar.

-Agora guarda isso pra podermos almoçar, eu e seu pai não podemos ficar por muito tempo.

-Ahh, porque vieram então?

-Por que você é nossa filha e nos chamou. –ela respondeu.

-Bem lembrado.

Guardei o vestido no closet e voltei para a cozinha para poder nos servir. A companhia que recebi não passou de uma hora, e minha mãe ainda fez questão de me ajudar na louça, alegando que queria ter uma conversa de mulher comigo, ponto da qual me fez gelar.

-Poderia me encontrar no centro nessa tarde? Te mando endereço por mensagem.

-Não dá pra adiantar o assunto pra tipo, agora? –e ela negou com a cabeça. –Vai querer matar a sua única filha do coração bem no dia em que ela está sendo ignorada totalmente pelo namorado é?

-Só na hora, tá? Não precisa se preocupar. –falou me dando um beijo no rosto.

-Jean vem se despedir da sua filha.

-Conversaram que chega?

-Sim pai. –abracei ele e também recebi um beijo. –Obrigada por terem vindo.

-Eu que agradeço, benção filha.

[...]

Era quatro da tarde e eu estava verificando o endereço no celular dentro do carro, era realmente um dos cafés mais chiques da cidade, por tal fato me fez optar por estrear o vestido que ganhei mais cedo e por tal local, me senti na obrigação de vir usando um salto, já que é pra ser só um café e uma conversa. Procurei por seu nome nos contatos e disquei o numero:

“-Já cheguei mãe e você?” voltei meu olhar pra dentro do estabelecimento à sua procura.

“-Não é a sua mãe Rosemarie.” –e ouvi a risada do único homem que imagino pra minha vida.

“-Marco, o que você está fazendo com o celular da minha mãe?”

“-Você já vai descobrir, só antes queria pedir desculpa por não ter deixado nenhum recado pra você e nem por ter atendido suas trocentas ligações que fez essa tarde, eu não esqueci do nosso dia.”

“-Só te desculpo se me explicar tudo isso agora.”

“-Então sai desse carro e ande até a esquina.”

“-Ok.”

Sai do carro, o travando e com o celular na minha mão. Atravessei a rua e andei mais um pouco à frente, chegando a tal esquina informada.

“-Cheguei, mas não  estou te vendo.”

“-Mas quem disse que é pra você me ver?”

“-Você está vacilando comigo.”

“Ei, olha pra frente e o que você vê?”

Meu olhar que ia para os dois lados da rua, então se voltou pra frente e então fiz questão de até olhar de cima para baixo.

“-Uma igreja, não brinca comigo.”

“-Estou te esperando lá dentro.” E desligou. E em um minuto eu até esqueci como é que se andava, ainda mais em cima desses saltos. Atravessei a rua e a cada degrau da escadaria que eu subia, era uma sensação diferente.

Ao parar na porta daquela igreja uma pessoa me esperava ali e pegou todas as coisas que eu carregava na mão e me entregando um buque de rosas brancas e então pude olhar pelo vasto recinto, alguns amigos nossos presentes, seus pais, os meus, e ele. Ah Verratti.

-Pai, achei que ele tinha esquecido. –abracei ele que me esperava ali.

-Não esqueceu, inclusive ele estava preparando isso já faz alguns meses. Do vestido até a igreja.

-Porque não me contou? Eu estou me sentindo culpada por todos os áudios que eu mandei brigando com ele essa manha. –sussurei pra ele.

-É, enquanto te esperávamos estávamos todo mundo ouvindo seus áudios. –e riu de mim. –Isso tudo foi o que tu sonhou querida.

-Pai. –o chamei e ele me abraçou de novo. –Obrigada.

-De nada, agora vamos que tem alguém te esperando lá na frente.

A música que tocava enquanto caminhávamos em sua direção era uma das minhas musicas clássicas favoritas, da qual muitas vezes eu deixava o Marco com raiva, já que eu nunca me cansava de escutar.

Meu pai, meu companheiro, que sempre demonstrou carinho e cuidado por mim, agora confiava a minha vida à Marco, que depois do longo cortejo nos recebeu.

 

Quer casar comigo?
 Aceite o meu pedido
Anjo protetor, meu eterno amor
Só quero sim como resposta
Vai na igreja da esquina e olha o que eu preparei

Tá vendo as rosas brancas que você sonhou
As pétalas vermelhas com buque de flor
Tudo isso ai foi eu que planejei
No seu olhar deu pra ver que gostou

Essa é a prova do meu amor


Notas Finais




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